Vários historiadores têm procurado entender a originalidade da monarquia brasileira vinculando-a à chegada da família real ao Brasil em 1808. De fato, é no mínimo inusitado pensar numa colônia sediando a capital de um império. Chamada por Maria Odila Leite da Silva Dias de a “internacionalização da metrópole”, a instalação no Brasil da corte portuguesa, que fugia das tropas napoleônicas, significou não apenas um acidente fortuito, mas um momento angular da história nacional e de um processo singular de emancipação. Fuga ou golpe político, o fato é que com D. João e sua família, e contando com a ajuda inglesa, transferiram-se para o país a própria corte portuguesa — cujo número estimado de pessoas chegava a 20 mil, sendo que a cidade do Rio possuía apenas 60 mil almas — e várias instituições metropolitanas. Mas não era só: comerciantes ingleses e franceses, artistas italianos e naturalistas austríacos vinham junto com os baús. Difícil imaginar choque cultural maior. Transformado em reino unido já em 1815, o Brasil passou a distanciar-se, aos poucos, de seu antigo estatuto colonial, ganhando uma autonomia relativa jamais conhecida naquele contexto. A partir de então, o Rio de Janeiro tornou-se capital de Portugal e de suas possessões na África e na Ásia, e os portos brasileiros se abriram ao comércio britânico (seguindo o acerto feito com a Inglaterra, que assegurou o transporte da corte, mas o trocou por esse acordo comercial). Tais fatos alteraram radicalmente a situação da colônia portuguesa na América. (Adaptado de SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 35-36.)
Vários historiadores têm procurado entender a originalidade da monarquia brasileira vinculando-a à chegada da família real ao Brasil em 1808. De fato, é no mínimo inusitado pensar numa colônia sediando a capital de um império. Chamada por Maria Odila Leite da Silva Dias de a “internacionalização da metrópole”, a instalação no Brasil da corte portuguesa, que fugia das tropas napoleônicas, significou não apenas um acidente fortuito, mas um momento angular da história nacional e de um processo singular de emancipação. Fuga ou golpe político, o fato é que com D. João e sua família, e contando com a ajuda inglesa, transferiram-se para o país a própria corte portuguesa — cujo número estimado de pessoas chegava a 20 mil, sendo que a cidade do Rio possuía apenas 60 mil almas — e várias instituições metropolitanas. Mas não era só: comerciantes ingleses e franceses, artistas italianos e naturalistas austríacos vinham junto com os baús. Difícil imaginar choque cultural maior. Transformado em reino unido já em 1815, o Brasil passou a distanciar-se, aos poucos, de seu antigo estatuto colonial, ganhando uma autonomia relativa jamais conhecida naquele contexto. A partir de então, o Rio de Janeiro tornou-se capital de Portugal e de suas possessões na África e na Ásia, e os portos brasileiros se abriram ao comércio britânico (seguindo o acerto feito com a Inglaterra, que assegurou o transporte da corte, mas o trocou por esse acordo comercial). Tais fatos alteraram radicalmente a situação da colônia portuguesa na América. (Adaptado de SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 35-36.)
De acordo com a Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996, o registro da marca vigorará pelo prazo de
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Com relação aos conceitos de probabilidade, julgue os seguintes itens.
Considere dois eventos A e B independentes. Neste caso, a probabilidade condicional de A ocorrer considerando que B ocorreu é igual à probabilidade de A ocorrer.
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O ensino está presente na vida profissional do enfermeiro de forma integral, seja na relação com os membros da equipe, seja no relacionamento com o paciente. O enfermeiro tem como objetivo final ajudar o paciente ou seus familiares a aprenderem a manter a saúde, restaurá-la ou adaptar-se às suas novas condições. Quanto a esse assunto, julgue os itens que se seguem.
O ensino para grandes grupos é uma das melhores opções para as práticas de autocuidado, especialmente quando se trata de ensinar técnicas complexas como mostrar ao paciente o cuidado com uma colostomia.
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Vários historiadores têm procurado entender a originalidade da monarquia brasileira vinculando-a à chegada da família real ao Brasil em 1808. De fato, é no mínimo inusitado pensar numa colônia sediando a capital de um império. Chamada por Maria Odila Leite da Silva Dias de a “internacionalização da metrópole”, a instalação no Brasil da corte portuguesa, que fugia das tropas napoleônicas, significou não apenas um acidente fortuito, mas um momento angular da história nacional e de um processo singular de emancipação. Fuga ou golpe político, o fato é que com D. João e sua família, e contando com a ajuda inglesa, transferiram-se para o país a própria corte portuguesa — cujo número estimado de pessoas chegava a 20 mil, sendo que a cidade do Rio possuía apenas 60 mil almas — e várias instituições metropolitanas. Mas não era só: comerciantes ingleses e franceses, artistas italianos e naturalistas austríacos vinham junto com os baús. Difícil imaginar choque cultural maior. Transformado em reino unido já em 1815, o Brasil passou a distanciar-se, aos poucos, de seu antigo estatuto colonial, ganhando uma autonomia relativa jamais conhecida naquele contexto. A partir de então, o Rio de Janeiro tornou-se capital de Portugal e de suas possessões na África e na Ásia, e os portos brasileiros se abriram ao comércio britânico (seguindo o acerto feito com a Inglaterra, que assegurou o transporte da corte, mas o trocou por esse acordo comercial). Tais fatos alteraram radicalmente a situação da colônia portuguesa na América. (Adaptado de SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 35-36.)
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Por determinação do Conselho Federal de Enfermagem e a partir da Lei do Exercício Profissional, obteve-se o respaldo legal para a realização da consulta de enfermagem. A respeito desse tema, julgue os itens que se seguem.
Durante a etapa da implementação, a abordagem educativa exclusivamente individual é a que tem demonstrado melhores resultados, especialmente quando se trata de uma clientela com doenças crônicas.
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Laura, uma senhora de 75 anos de idade, foi admitida em uma clínica médica para tratamento de desidratação severa. A filha informou que a paciente há três semanas reclama falta de apetite, recusando-se a comer nos últimos dias. Associado a isso, na última semana, permaneceu deitada na cama, levantando-se apenas para ir ao banheiro. A avaliação inicial do enfermeiro revelou uma paciente idosa, fraca, letárgica, mas orientada. Com 59 kg de peso, Laura apresenta pele seca, turgor diminuído, úlcera de pressão com destruição das camadas da derme em região do cóccix.
Considerando a situação hipotética apresentada, julgue os itens subseqüentes, referentes ao processo de enfermagem.
Realizar mudança de decúbito a cada 2 horas é um resultado esperado, relacionado ao diagnóstico de imobilidade, corretamente formulado durante a etapa de planejamento do cuidado focado na paciente.
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Laura, uma senhora de 75 anos de idade, foi admitida em uma clínica médica para tratamento de desidratação severa. A filha informou que a paciente há três semanas reclama falta de apetite, recusando-se a comer nos últimos dias. Associado a isso, na última semana, permaneceu deitada na cama, levantando-se apenas para ir ao banheiro. A avaliação inicial do enfermeiro revelou uma paciente idosa, fraca, letárgica, mas orientada. Com 59 kg de peso, Laura apresenta pele seca, turgor diminuído, úlcera de pressão com destruição das camadas da derme em região do cóccix.
Considerando a situação hipotética apresentada, julgue os itens subseqüentes, referentes ao processo de enfermagem.
O diagnóstico de enfermagem de nutrição desequilibrada, menor que as necessidades corporais, é um diagnóstico real confirmado pelos dados de peso e anorexia, conforme a taxonomia II da NANDA.