Em um centro de acolhimento, um orientador social atendeu 40 jovens em situação de vulnerabilidade. Ele observou que entre os 40 jovens, para cada 6 meninos atendidos, eram atendidas 4 meninas.
Portanto, entre esses 40 jovens em atendimento, quantos eram meninos?
Em uma escola pública municipal, uma criança que estava brincando no balanço do playground desequilibrou-se e caiu, ocasionando algumas escoriações superficiais nos joelhos. Considerando os procedimentos básicos de primeiros socorros, as ações mais adequadas para o atendimento imediato dessa criança são:
Seja na gestão pública ou privada, está relacionada à manutenção preventiva dos equipamentos:
Leia o texto para responder à questão.


Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.

Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um sentimento construído e influenciado por fatores internos e externos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.

“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.

Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.

Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser construída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsabilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.

“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta.


(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que está reescrito em conformidade com a norma-padrão de emprego da vírgula o seguinte trecho do 4o parágrafo: “Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.”
Para Schirmer e outros (2007), sobre a plasticidade neural no ambiente escolar, é correto afirmar que
Numa planta representada na escala 1:500, uma propriedade mede 12,2 cm × 17,8 cm. A medida real dessa propriedade, em alqueires paulistas, é, aproximadamente,
Todos os fármacos anti-hipertensivos atuam em um ou mais locais anatômicos de controle, onde produzem seus efeitos. Os fármacos vasodilatadores diretos reduzem a pressão arterial por meio
Na escola pública, ao apoiar uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em sala de aula, uma prática adequada para promover a inclusão e o desenvolvimento dela é
Na Administração Pública brasileira, são exemplos de princípios constitucionais explícito e implícito, respectivamente,
Leia o texto para responder à questão.


Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.

Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um sentimento construído e influenciado por fatores internos e externos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.

“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.

Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.

Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser construída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsabilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.

“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta.


(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
Está empregada em sentido figurado a palavra destacada no seguinte trecho do texto:
A hierarquização dos serviços, uma das diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), visa a
Um cuidador social está preparando suco de laranja para oferecer a um grupo de idosos. Se o suco de laranja for servido em copos de 300 mL, ele renderá 5 copos a menos do que se for servido em copos de 250 mL.
Assim, sabendo que 1000 mL corresponde a 1 L, a quantidade de suco de laranja preparado, em litros, é
Ao atender os pais ou responsáveis para conversar sobre o desenvolvimento do aluno, uma atitude dos educadores que melhor reflete as boas práticas de atendimento e comunicação é
Frente a um indivíduo adulto em parada cardiorrespiratória (PCR), em ambiente extra-hospitalar, o atendimento adequado à vítima compreende, entre outras ações,
Por ser uma importante dimensão do desenvolvimento e da cultura humana, o movimento deve ser estimulado e valorizado nas creches e pré-escolas públicas, instituições de educação infantil. Nesse sentido, compete a elas

As atividades lúdicas estimulam a criatividade, a socialização e a autonomia das crianças, contribuindo para o desenvolvimento cognitivo, emocional e motor. Nas instituições públicas de educação infantil, entre as crianças, a brincadeira de ______________ possibilita às crianças criarem cenários imaginários nos quais podem explorar diferentes papéis sociais e vivências do mundo real.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto.

Em uma escola pública municipal, o Agente de Inclusão Escolar notou que uma criança apresentava hematomas e lesões no corpo. Ele comunicou imediatamente o caso ao diretor da escola.

Conforme a Lei Federal nº 8.069/90, artigo 56, em casos de maus-tratos envolvendo seus alunos, os dirigentes de estabelecimentos de ensino fundamental devem

Ivic (2010) afirma que “a sociabilidade da criança é o ponto de partida de suas interações sociais com o entorno”. O autor destaca como ponto essencial da concepção Vygotskyana o papel construtivo no desenvolvimento atribuído à interação social. Esse aspecto diz respeito à tese central de Vygotsky sobre
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ELF: English as a lingua franca


The Vienna Oxford International Corpus of English (VOICE), a collection of English as a Lingua Franca (ELF) currently under construction, defines lingua franca as an additionally acquired language system that serves as a means of communication for speakers from different speech communities, who use it to communicate with each other but for whom it is not their native language.

Early findings from the VOICE corpus tentatively identify a number of features which point to systematic lexicogrammatical differences between native-speaker English and ELF, for example dropping the third person present tense ‘s’ (e.g. she wear), omitting definite and indefinite articles, insertion of prepositions (e.g. can we discuss about this issue). These features are not a threat to comprehension, as they involve typical errors that most English teachers would correct and remediate. However, Seidlhofer (2004) points out that they appear to be generally unproblematic and do not cause an obstacle to communicative success in ELF.

The work of Jenkins (1996, 2000, 2004, 2005) has also been very influential in relation to the teaching of pronunciation for ELF. Her research finds that a number of items common to most native-speaker varieties of English were not necessary in successful ELF interactions; for example, the substitution of voiceless and voiced th with /t/ or /s/ and /d/ or /z/ (e.g. think became sink or tink, and this became dis or zis). Jenkins argues that such features occur regularly in ELF interactions and do not cause intelligibility problems.

Problems may arise in the (perhaps unfair) equation between a reduced or ‘stripped down’ ELF syllabus and an impoverished experience of the L2. Indeed, it could be argued that learners of any language always end up producing less than the input they are exposed to, and that if that input itself is deliberately restricted, then even less will be the outcome.


(O’KEEFFE, A., MCCARTHY, M. & CARTER, R. From corpus to classroom. Language Use and Language Teaching. Cambridge, CUP. 2007. Adaptado)
Na frase do segundo parágrafo “These features often involve typical errors that most English teachers would correct and remediate”, a palavra em negrito pode ser corretamente substituída por:
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