Qual a área de um quadrado cujo lado, em metros, mede o
dobro do quadrado de 3?
Questões de Concursos
filtre e encontre questões para seus estudos.
Três amigos foram almoçar em um restaurante para
comemorar uma promoção no trabalho de um deles. O
valor da conta dos três foi de R$ 64,20. Após o término da
refeição dos três amigos, um quarto amigo chegou e, após
“pesar” sua refeição, viu que o valor era de R$ 22,80.
Dividindo a conta dos quatro igualmente, quanto o quarto
amigo pagará a menos pela refeição?
Você amou de verdade?
Lógico que não falo aqui do amor que circula pelas redes, volátil e preguiçoso, dançando uma coreografia pobre ao ritmo dos cliques e algoritmos. A questão é mais profunda.
Renato de Faria | 18/03/2024
De todas as questões humanas, essa é aquela nos pega, sem avisar, em um domingo qualquer, em uma segunda sem razão ou naquela quarta insossa. Repare que o ponto central não é, como parece, a capacidade filosófica de encontrar a verdade, mas a disposição para a nobreza de amar.
Sei que a filosofia, a sociologia e a ciência política tentam separar as coisas de uma forma conceitual: esquerda e direita, materialistas e espiritualistas, proletariado e burguesia. Porém, acredito que, no fim das contas, a separação mais fundamental é entre aqueles que amam e os outros que dispensaram o sopro divino do amor.
Cansamos da política, das análises científicas, das pesquisas acadêmicas. Mas nunca ouvi ninguém revestido da empáfia de “se cansar de amar”. Isso se dá pelo efeito renovador que esse sentimento é capaz de gerar nos sujeitos que decidem carregá-lo. O amor é aquele sentimento fundamental que nos autoriza a viver a vida com certa elegância existencial. Aqueles que amam são percebidos à distância, como ilhas de sabedoria diante do caos.
Do lado daqueles e daquelas capazes de amar, o mundo se abre diante de um convite à renovação diária, como salienta Hannah Arendt em sua tese sobre Santo Agostinho. Ao contrário de seu mestre, Heidegger, para quem o homem é um “ser-para-a-morte”, tendo a finitude diante de si, a filósofa destaca que somos destinados a “nascer”, o “amor mundi”, pois cada vida que surge traz consigo a possibilidade de uma mudança substancial na escrita da história.
Lógico que não falo aqui do amor que circula pelas redes, volátil e preguiçoso, dançando uma coreografia pobre ao ritmo dos cliques e algoritmos. A questão é mais profunda, pois se trata de uma busca que contorna a vida inteira, no fluxo incerto de uma realidade que está sempre disposta a nos mostrar a desvantagem na qual se encontram aqueles que decidem amar.
Como nos lembra o próprio Agostinho, retomando João, o Apóstolo, não podemos pensar no amor como o fim da existência, pois ele é, ao contrário, o princípio de tudo: “Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos”.
Acredito que, quando a aventura terrena terminar, se alguma divindade estiver realmente nos esperando do lado de lá, talvez a única pergunta relevante seja - você amou de verdade? E ela não se importará em qual templo você fez isso, a partir de qual ideologia ou para quem você direcionou essa força criadora, pois o amor nada mais é que a transgressão divina diante de um mundo caduco, acelerado e perdido.
No fim das contas, o importante mesmo será o fato de ter experimentado, em vida, o único sentimento reservado aos deuses, que sabiamente conseguimos roubar do Olimpo. Só assim seremos capazes de entender a linguagem da eternidade.
Fonte: FARIA, Renato de. Você amou de verdade? Estado de Minas, 18 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofiaexplicadinha/2024/03/6820298-voce-amou-de-verdade.html. Acesso em: 10 abr. 2024. Adaptado.
Quais são as respectivas classificações das orações abaixo
destacadas?
“Porém, acredito que, no fim das contas, a separação mais fundamental é entre aqueles que amam e os outros que dispensaram o sopro divino do amor.”
“Porém, acredito que, no fim das contas, a separação mais fundamental é entre aqueles que amam e os outros que dispensaram o sopro divino do amor.”
Inteligência artificial contra o mosquito
da Revista Pesquisa FAPESP
Na batalha entre1 seres humanos e o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, um grupo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) [________]RECORRER à inteligência artificial para identificar focos de reprodução dos insetos. “Estamos testando o que fornece uma maior correlação com a existência das larvas na realidade: imagens aéreas obtidas por2 um drone ou das fachadas por streetview [ao nível da rua]”, conta a cientista da computação Camila Laranjeira, estudante de doutorado sobre3 a orientação de Jefersson Alex dos Santos, da UFMG. O segredo é treinar modelos computacionais para4 reconhecer FEIÇÕES/FEISSÕES que denunciem a existência de criadouros. No caso das imagens aéreas, buscam piscinas, caixas-d’água ou POSSAS/POÇAS; ao nível da rua, usando um sistema de fotografia tridimensional, registram as condições de moradia. “Um imóvel degradado tende a acumular ENTULHO/INTULHO, onde se [________]REPRODUZIR os mosquitos.” Um estudo de caso em 200 quarteirões de Campinas, no interior paulista, [________]INTEGRAR esses dados com informações colhidas por5 agentes de vigilância e armadilhas de mosquitos, que atestam a existência de criadouros. Essa parte do trabalho conta com a parceria do grupo do epidemiologista Francisco Chiaravalloti Neto, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (Jornal da USP, 1º de março).
Fonte: INTELIGÊNCIA artificial contra o mosquito. Pesquisa Fapesp, abril de 2024. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/inteligenciaartificial-contra-o-mosquito/. Acesso em: 12 abr. 2024. Adaptado.
Qual das expressões a seguir NÃO pode ser considerada
uma palavra-chave do texto apresentado?
Na atenção à saúde da criança e do recém-nascido (RN), é
essencial entender as especificidades do manejo clínico
baseado na maturidade gestacional e no período neonatal.
Considerando as características e necessidades de RNs pré-termo, a termo e pós-termo, qual das seguintes
intervenções é mais crítica para o manejo imediato de um
RN pré-termo na sala de parto?
Na norma padrão da língua portuguesa, o emprego correto
das letras em determinadas palavras pode apresentar
desafios até mesmo para falantes com alto nível de
escolaridade. Considerando as regras de ortografia sobre o
emprego das letras "s", "c", "ç" e "x", qual das seguintes
palavras está grafada INCORRETAMENTE, segundo a norma
padrão?
O poder hierárquico é uma das pedras angulares na
estrutura da administração pública, permitindo a
distribuição de funções e a organização interna. A opção
que melhor define o poder hierárquico é:
A Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021, introduziu novas
regras para licitações e contratos administrativos no Brasil.
Em conformidade com a nova lei de licitações, qual das
seguintes inovações foi estabelecida por essa lei?
De acordo com Goffman (1980), os estigmas podem ser
divididos em três grandes categorias, sendo elas:
Você amou de verdade?
Lógico que não falo aqui do amor que circula pelas redes, volátil e preguiçoso, dançando uma coreografia pobre ao ritmo dos cliques e algoritmos. A questão é mais profunda.
Renato de Faria | 18/03/2024
De todas as questões humanas, essa é aquela nos pega, sem avisar, em um domingo qualquer, em uma segunda sem razão ou naquela quarta insossa. Repare que o ponto central não é, como parece, a capacidade filosófica de encontrar a verdade, mas a disposição para a nobreza de amar.
Sei que a filosofia, a sociologia e a ciência política tentam separar as coisas de uma forma conceitual: esquerda e direita, materialistas e espiritualistas, proletariado e burguesia. Porém, acredito que, no fim das contas, a separação mais fundamental é entre aqueles que amam e os outros que dispensaram o sopro divino do amor.
Cansamos da política, das análises científicas, das pesquisas acadêmicas. Mas nunca ouvi ninguém revestido da empáfia de “se cansar de amar”. Isso se dá pelo efeito renovador que esse sentimento é capaz de gerar nos sujeitos que decidem carregá-lo. O amor é aquele sentimento fundamental que nos autoriza a viver a vida com certa elegância existencial. Aqueles que amam são percebidos à distância, como ilhas de sabedoria diante do caos.
Do lado daqueles e daquelas capazes de amar, o mundo se abre diante de um convite à renovação diária, como salienta Hannah Arendt em sua tese sobre Santo Agostinho. Ao contrário de seu mestre, Heidegger, para quem o homem é um “ser-para-a-morte”, tendo a finitude diante de si, a filósofa destaca que somos destinados a “nascer”, o “amor mundi”, pois cada vida que surge traz consigo a possibilidade de uma mudança substancial na escrita da história.
Lógico que não falo aqui do amor que circula pelas redes, volátil e preguiçoso, dançando uma coreografia pobre ao ritmo dos cliques e algoritmos. A questão é mais profunda, pois se trata de uma busca que contorna a vida inteira, no fluxo incerto de uma realidade que está sempre disposta a nos mostrar a desvantagem na qual se encontram aqueles que decidem amar.
Como nos lembra o próprio Agostinho, retomando João, o Apóstolo, não podemos pensar no amor como o fim da existência, pois ele é, ao contrário, o princípio de tudo: “Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos”.
Acredito que, quando a aventura terrena terminar, se alguma divindade estiver realmente nos esperando do lado de lá, talvez a única pergunta relevante seja - você amou de verdade? E ela não se importará em qual templo você fez isso, a partir de qual ideologia ou para quem você direcionou essa força criadora, pois o amor nada mais é que a transgressão divina diante de um mundo caduco, acelerado e perdido.
No fim das contas, o importante mesmo será o fato de ter experimentado, em vida, o único sentimento reservado aos deuses, que sabiamente conseguimos roubar do Olimpo. Só assim seremos capazes de entender a linguagem da eternidade.
Fonte: FARIA, Renato de. Você amou de verdade? Estado de Minas, 18 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofiaexplicadinha/2024/03/6820298-voce-amou-de-verdade.html. Acesso em: 10 abr. 2024. Adaptado.
No trecho “Do lado daqueles e daquelas capazes de amar,
o mundo se abre diante de um convite à renovação diária,
como salienta Hannah Arendt em sua tese sobre Santo
Agostinho.” (4º parágrafo), a palavra sublinhada confere
ao enunciado um sentido de:
O poder regulamentar é essencial para a administração
pública, possibilitando a especificação dos detalhes
necessários para a execução das leis. Nesse contexto, a
principal função do poder regulamentar é:
Dentro da Contabilidade Pública, os Princípios Contábeis
Fundamentais orientam a execução contábil. Qual dos
princípios abaixo é reconhecido pelo Conselho Federal de
Contabilidade como fundamental para a prática contábil
no setor público?
A prescrição no Direito Administrativo é um mecanismo
que limita o tempo para a Administração Pública ou para
os administrados exercerem determinados direitos ou
ações. Qual das seguintes afirmações melhor explica a
prescrição no âmbito administrativo?
Os Princípios Constitucionais Orçamentários garantem
diretrizes para a elaboração, execução e fiscalização do
orçamento público no Brasil. Nesse sentido, qual princípio
determina que o orçamento deve ser elaborado e
autorizado para um período determinado, geralmente de
um ano?
Você amou de verdade?
Lógico que não falo aqui do amor que circula pelas redes, volátil e preguiçoso, dançando uma coreografia pobre ao ritmo dos cliques e algoritmos. A questão é mais profunda.
Renato de Faria | 18/03/2024
De todas as questões humanas, essa é aquela nos pega, sem avisar, em um domingo qualquer, em uma segunda sem razão ou naquela quarta insossa. Repare que o ponto central não é, como parece, a capacidade filosófica de encontrar a verdade, mas a disposição para a nobreza de amar.
Sei que a filosofia, a sociologia e a ciência política tentam separar as coisas de uma forma conceitual: esquerda e direita, materialistas e espiritualistas, proletariado e burguesia. Porém, acredito que, no fim das contas, a separação mais fundamental é entre aqueles que amam e os outros que dispensaram o sopro divino do amor.
Cansamos da política, das análises científicas, das pesquisas acadêmicas. Mas nunca ouvi ninguém revestido da empáfia de “se cansar de amar”. Isso se dá pelo efeito renovador que esse sentimento é capaz de gerar nos sujeitos que decidem carregá-lo. O amor é aquele sentimento fundamental que nos autoriza a viver a vida com certa elegância existencial. Aqueles que amam são percebidos à distância, como ilhas de sabedoria diante do caos.
Do lado daqueles e daquelas capazes de amar, o mundo se abre diante de um convite à renovação diária, como salienta Hannah Arendt em sua tese sobre Santo Agostinho. Ao contrário de seu mestre, Heidegger, para quem o homem é um “ser-para-a-morte”, tendo a finitude diante de si, a filósofa destaca que somos destinados a “nascer”, o “amor mundi”, pois cada vida que surge traz consigo a possibilidade de uma mudança substancial na escrita da história.
Lógico que não falo aqui do amor que circula pelas redes, volátil e preguiçoso, dançando uma coreografia pobre ao ritmo dos cliques e algoritmos. A questão é mais profunda, pois se trata de uma busca que contorna a vida inteira, no fluxo incerto de uma realidade que está sempre disposta a nos mostrar a desvantagem na qual se encontram aqueles que decidem amar.
Como nos lembra o próprio Agostinho, retomando João, o Apóstolo, não podemos pensar no amor como o fim da existência, pois ele é, ao contrário, o princípio de tudo: “Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos”.
Acredito que, quando a aventura terrena terminar, se alguma divindade estiver realmente nos esperando do lado de lá, talvez a única pergunta relevante seja - você amou de verdade? E ela não se importará em qual templo você fez isso, a partir de qual ideologia ou para quem você direcionou essa força criadora, pois o amor nada mais é que a transgressão divina diante de um mundo caduco, acelerado e perdido.
No fim das contas, o importante mesmo será o fato de ter experimentado, em vida, o único sentimento reservado aos deuses, que sabiamente conseguimos roubar do Olimpo. Só assim seremos capazes de entender a linguagem da eternidade.
Fonte: FARIA, Renato de. Você amou de verdade? Estado de Minas, 18 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofiaexplicadinha/2024/03/6820298-voce-amou-de-verdade.html. Acesso em: 10 abr. 2024. Adaptado.
Observe a conjugação dos verbos presentes no excerto
“‘Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com
amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares,
perdoarás com amor.’”. Em seguida, assinale a alternativa
que identifica corretamente o número e a pessoa do
discurso em que tais verbos se encontram flexionados.
A Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021, conhecida como a
nova Lei de Licitações, introduziu importantes mudanças
no processo licitatório brasileiro. Uma dessas mudanças
diz respeito à inclusão de novas modalidades de licitação.
Qual das seguintes modalidades foi expressamente
introduzida por esta lei?
Ato processual é aquele que possui relevância para o
processo. Sobre os atos processuais, é correto afirmar que:
O domínio público é um conceito chave no Direito
Administrativo, referindo-se ao conjunto de bens que
pertencem às pessoas jurídicas de direito público. Das
opções abaixo, assinale a alternativa que NÃO se enquadra
na classificação de bens públicos.
Os atos administrativos são ferramentas fundamentais
para a execução da função administrativa. Nesse contexto,
das opções abaixo, NÃO é reconhecido como um requisito
para a validade de um ato administrativo:
Em uma paciente feminina de 28 anos, previamente
saudável, que se apresenta com queixa de palpitações
frequentes e episódicas acompanhadas de dispneia e
tontura nos últimos 6 meses, foram realizados exames
complementares que evidenciaram episódios de
taquicardia supraventricular no Holter 24 horas. A paciente
relata histórico familiar de doença reumática cardíaca.
Durante a investigação, um ecocardiograma transtorácico
demonstrou uma valva mitral com leve espessamento, mas
sem comprometimento funcional significativo. Não foram
identificados trombos intracardíacos ou sinais de
hipertensão pulmonar. Qual das seguintes abordagens
terapêuticas é mais apropriada para o manejo desta
paciente?