Questões de Concursos
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Leia o texto para responder à questão.
Segundo Kramasch (2024), o conceito de competência intercultural recebeu um novo significado por meio do uso de comunicação mediada por computadores (CMC), com o objetivo de promover a interação na L2 entre falantes nativos e não nativos da língua e entre falantes não nativos, e de capacitá-los a ter acesso a e manipular ambientes culturais não nacionais.
O acesso direto a falantes da L2 e a imersão cultural promovida pela CMC realçam a ilusão do imediatismo semiótico e a autenticidade cultural. Entretanto, não conduziu, necessariamente, a uma exploração profunda de diferenças culturais. A comunicação intercultural online enfatizou a participação em comunidades online, a colaboração, a solução conjunta de problemas e o desenvolvimento de identidades híbridas que tanto independem das coações sociais do mundo real, quanto ficam sujeitas às pressões sociais e às coações coletivas das comunidades online. Não é à toa que há um número crescente de linguistas aplicados que estão ávidos a trazer a história, a memória e os aspectos subjetivos da aprendizagem de línguas de volta à sala de aula, bem como uma reflexão sobre o significado de operar entre línguas, a partir do background cultural do próprio indivíduo.
(Kramasch, C. 2024. Adaptado)
Read the text to answer question.
The last century of language teaching history, operating within this theory-practice, researcher teacher dichotomy, has not been completely devoid of dialogue between the two sides. We moved in and out of paradigms (Kuhn, 1970) as inadequacies of the old ways of doing things were replaced by better ways. These trends in language teaching were partly the result of teachers and researchers communicating with each other.
The custom of leaving theory to researchers and practice to teachers has become, in Clarke’s (1994) words, “dysfunctional”. What is becoming clearer in this profession now is the importance of viewing the process of language instruction as a cooperative dialog among many technicians, each endowed with special skills, such as program developing, textbook writing, measuring variables of acquisition, designing experiments, and the list goes on.
We are all practitioners and we are all theorists. Whenever that understanding calls for putting together diverse bits and pieces of knowledge, you are doing some theory building. Or, if you have observed some learners in classrooms and you discern common threads of process among them, you have created a theory. And whenever you, in the role of a teacher, ask pertinent questions about Second Language Acquisition (SLA), you are beginning the process of research that can lead to a theoretical statement.
(Brown, H.D. 2006. Adaptado)