Questões de Concursos
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Deve-se incentivar e organizar a base estrutural da brincadeira na instituição infantil.
Cabe ao auxiliar e ao professor, nessa intervenção intencional,
Isabel Cristina de Moura Carvalho, no livro Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico (2008), sugere que para renovar a nossa visão de mundo, às vezes, é importante trocar as lentes, implicando em desnaturalizar os modos óbvios que tínhamos de ver as coisas. Isso é necessário, por exemplo, nas questões relativas ao meio ambiente. Propondo lançar novos olhares sobre a percepção de ambiente disseminada no conjunto da sociedade, a autora propõe uma visão socioambiental que consiste, em linhas gerais, numa visão
A mudança de decúbito consiste em fazer variar a posição do paciente acamado, a fim de proporcionar maior conforto e evitar as complicações devido à imobilidade prolongada, como as contrações musculares e úlceras de pressão. Com relação ao posicionamento do paciente no leito, é correto afirmar:
A ética ambiental trata das relações do ser humano com a natureza, a fim de garantir sua sustentabilidade. Por sua vez, também se ocupa com as consequências nefastas dessa relação, como a poluição industrial e agrícola, o esgotamento de recursos naturais, agressões que provocam o desequilíbrio do ecossistema [...] e colocam em risco o destino do planeta. Também entra na discussão sobre ecologia e má distribuição de renda, que obriga grande parcela da população mundial a viver em estado de fome e de miséria.
(ARANHA, M. L. de A., MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 2013)
Sobre a ética ambiental, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Diz respeito exclusivamente às relações entre seres humanos.
( ) Discute problemas relacionados aos ecossistemas naturais e à ação humana.
( ) Participa de questões alusivas à poluição industrial e às consequências que ocasiona na natureza e no ser humano.
( ) Está envolvida com temas da educação ambiental.
Assinale a sequência correta.
Não faz muito que temos esta nova TV com controle remoto, mas devo dizer que se trata agora de um instrumento sem o qual eu não saberia viver. Passo os dias sentado na velha poltrona, mudando de um canal para outro — uma tarefa que antes exigia certa movimentação, mas que agora ficou muito fácil. Estou num canal, não gosto — zap, mudo para outro. Não gosto de novo — zap, mudo de novo. Eu gostaria de ganhar em dólar num mês o número de vezes que você troca de canal em uma hora, diz minha mãe. Trata-se de uma pretensão fantasiosa, mas pelo menos indica disposição para o humor, admirável nessa mulher.
Sofre, minha mãe. Sempre sofreu: infância carente, pai cruel etc. Mas o seu sofrimento aumentou muito quando meu pai a deixou. Já faz tempo; foi logo depois que nasci, e estou agora com treze anos. Uma idade em que se vê muita televisão, e em que se muda de canal constantemente, ainda que minha mãe ache isso um absurdo. Da tela, uma moça sorridente pergunta se o caro telespectador já conhece certo novo sabão em pó. Não conheço nem quero conhecer, de modo que — zap — mudo de canal. “Não me abandone, Mariana, não me abandone!” Abandono, sim. Não tenho o menor remorso, em se tratando de novelas: zap, e agora é um desenho, que eu já vi duzentas vezes, e — zap — um homem falando. Um homem, abraçado à guitarra elétrica, fala a uma entrevistadora. É um roqueiro. Aliás, é o que está dizendo, que é um roqueiro, que sempre foi e sempre será um roqueiro. Tal veemência se justifica, porque ele não parece um roqueiro. É meio velho, tem cabelos grisalhos, rugas, falta-lhe um dente. É o meu pai.
É sobre mim que fala. Você tem um filho, não tem?, pergunta a apresentadora, e ele, meio constrangido — situação pouco admissível para um roqueiro de verdade —, diz que sim, que tem um filho, só que não o vê há muito tempo. Hesita um pouco e acrescenta: você sabe, eu tinha de fazer uma opção, era a família ou o rock.
A entrevistadora, porém, insiste (é chata, ela): mas o seu filho gosta de rock? Que você saiba, seu filho gosta de rock? Ele se mexe na cadeira; o microfone, preso à desbotada camisa, roça-lhe o peito, produzindo um desagradável e bem audível rascar. Sua angústia é compreensível; aí está, num programa local e de baixíssima audiência — e ainda tem de passar pelo vexame de uma pergunta que o embaraça e à qual não sabe responder. E então ele me olha. Vocês dirão que não, que é para a câmera que ele olha; aparentemente é isso, aparentemente ele está olhando para a câmera, como lhe disseram para fazer; mas na realidade é a mim que ele olha, sabe que em algum lugar, diante de uma tevê, estou a fitar seu rosto atormentado, as lágrimas me correndo pelo rosto; e no meu olhar ele procura a resposta à pergunta da apresentadora: você gosta de rock? Você gosta de mim? Você me perdoa? — mas aí comete um erro, um engano mortal: insensivelmente, automaticamente, seus dedos começam a dedilhar as cordas da guitarra, é o vício do velho roqueiro, do qual ele não pode se livrar nunca, nunca. Seu rosto se ilumina — refletores que se acendem? — e ele vai dizer que sim, que seu filho ama o rock tanto quanto ele, mas nesse momento zap — aciono o controle remoto e ele some.
Moacyr Scliar, “Zap”, in: Os cem melhores contos brasileiros do século. Sel. de Ítalo Moriconi. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000, pág. 555. Adaptado.
No segmento “Uma idade em que se vê muita televisão, e em que se muda de canal constantemente, ainda que minha mãe ache isso um absurdo....” (2º parágrafo), o conector em destaque introduz a ideia de:
A organização e acumulação de conhecimento são características do saber. Entre os vários tipos de saber, o saber ético aborda
Segundo Zabalza (1998), a fundamentação de um novo conceito de criança pequena como sujeito da educação constitui a base dos desafios que a escola infantil precisa enfrentar. O autor compreende que a criança:
Assinale a alternativa em que todos os substantivos são masculinos:
Um sistema operacional é formado por um conjunto de rotinas que oferecem serviços aos usuários, às suas aplicações e também ao próprio sistema. Esse conjunto de rotinas é denominado núcleo do sistema operacional ou kernel. A estrutura do sistema operacional, ou seja, a maneira como o código do sistema é organizado, pode variar conforme a concepção do projeto. A arquitetura monolítica pode ser definida como um programa: