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Leia o excerto a seguir.


Os defensores da língua de sinais para os surdos afirmam que é só de posse desta, considerada "natural", adquirida em qualquer idade, que o surdo constituirá uma identidade surda, já que ele não é ouvinte.


Fontes: MOURA, M. C. de. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter/Fapesp, 2000. PERLIN, G. Identidades surdas. In: SKLIAR, C. (Org.).


As pessoas com a identidade surda

Conforme consta nos Referenciais para o ensino de Língua Brasileira de Sinais como primeira língua na Educação Bilíngue de Surdos: da Educação Infantil ao Ensino Superior (Stumpf; Linhares, 2021), é fundamental estudar Libras nos anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) para
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O profissional intérprete é aquele que interpreta a mensagem de forma “precisa e apropriada” de uma língua para permitir que a comunicação aconteça entre pessoas que não usam a mesma língua, isto é, o profissional intérprete intermedia a interação comunicação.
Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/tradutorlibras.pdf>. Acesso em: 29 ago. 2023.

A estrutura do Código de ética do intérprete de Libras compõe-se por
Albir (2005) afirma que “embora o falante bilíngue possua competência comunicativa nas línguas que domina, nem todo bilíngue possui competência tradutória”. De acordo com essa afirmação, o TILSP (Tradutor e Intérprete de Libras-Português) deve ser bilíngue e
Em 1880, o Congresso de Milão proibiu o uso de línguas de sinais como forma de comunicação em ambientes institucionais. Nos últimos anos, no entanto, intensificou-se a discussão a respeito do oralismo de crianças surdas, sobretudo no período da alfabetização. O interesse por trás do uso das línguas de sinais no ambiente escolar está associado
Fernandes (2007) diz que no processo de avaliação educacional de alunos surdos destaca-se a necessidade de uma avaliação alternativa que considere os aspectos da gramática de Libras e sua influência na aprendizagem da língua portuguesa escrita. Neste momento, o intérprete de libras
A Libras evoluiu no século XIX através de registros históricos e entrou em contato com a Língua de Sinais Francesa (LSF) nas mãos do professor surdo francês E. Huet (Diniz, 2010). Segundo a autora, ele veio ao Rio de Janeiro em 1855 com a intenção de fundar uma escola para surdos hoje denominada
A Tecnologia Assistiva é um conjunto de ferramentas, serviços, estratégias e práticas que possibilitam às pessoas com deficiência ter o acesso a atividades do dia a dia, promovendo mais autonomia para o usuário. Tal tecnologia é garantida pela Lei nº 13.146/2015, ou Lei Brasileira de Inclusão (LBI). É exemplo de Tecnologia Assistiva para alunos surdos no ambiente escolar:
Qual é a legislação brasileira que estabelece normas e diretrizes para a educação inclusiva, incluindo medidas específicas para alunos surdos?
O oralismo é uma abordagem de ensino que foca no desenvolvimento da fala, levando as pessoas surdas a terapias intensas de fala e leitura labial, e que considera que a LIBRAS prejudica a comunicação das pessoas surdas com os ouvintes. O surgimento do oralismo é relacionado ao marco histórico
Segundo Berthier (1984), “A infortunada criança era prontamente asfixiada ou tinha sua garganta cortada ou era lançada de um precipício para dentro das ondas. Era uma traição poupar uma criatura de quem a nação nada poderia esperar”. Essa afirmação refere-se à conduta da sociedade grega e romana em relação às crianças surdas na
A Lei nº 12.319/2010 regulamenta a profissão do tradutor/intérprete de Libras. Uma das atribuições desse profissional, dentro da escola, é
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O oralismo tem sido e continua sendo, ainda hoje, em boa parte do mundo, a ideologia dominante dentro da educação dos surdos. A concepção do sujeito surdo ali presente diz respeito exclusivamente a uma dimensão clínica — a surdez como deficiência, os surdos como sujeitos patológicos — numa perspectiva terapêutica — a surdez deve reeducar-se e/ou curar-se, os surdos devem ser reeducados e/ou curados. E a conjunção de ideias clínicas e de ideias terapêuticas conduziu, historicamente, a uma transformação progressiva e sistemática do contexto escolar e de suas discussões e enunciados, em contextos médico-hospitalares.

Fonte: LANE, 1993 apud In: SKLIAR, C.B. A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998. p. 51-73.


Tal fato pode ser constatado quando, em 1988, os diretores das mais renomadas escolas para surdos da Europa propuseram acabar com

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A comunicação total é mais uma filosofia que se opõe ao oralismo estrito do que propriamente um método, tendo como recurso linguístico importante o uso simultâneo das duas línguas em que a ordem de produção dos sinais sempre segue a ordem de produção das palavras da língua falada.

CAPOVILLA, Fernando C. Filosofias educacionais em relação ao surdo: do oralismo à comunicação total ao bilinguismo. Rev. bras. educ. espec. [online]. 2000, vol.06, n.01, pp.99-116. ISSN 1413-6538.


Esse recurso é denominado

O intérprete de libras educacional precisa conhecer a história da educação de surdos para situar sua prática e avaliar como suas decisões interpretativas afetam o modelo de educação estabelecido na instituição de trabalho. As teorias educacionais para o ensino de surdos em ordem cronológica são:
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Essa filosofia educacional de surdos inclui todo o espectro dos modos linguísticos: gestos criados pelas crianças, língua de sinais, fala, leitura oro-facial, alfabeto manual, leitura e escrita. [...] incorpora o desenvolvimento de quaisquer restos de audição para a melhoria das habilidades de fala ou de leitura oro-facial, através de uso constante, por um longo período de tempo, de aparelhos auditivos individuais e/ou sistemas de alta fidelidade para amplificação em grupo.
DENTON apud FREEMAN, CARBIN, BOESE,1999, p.171. [Adaptado].

A filosofia educacional para a comunicação dos surdos que faz uso dos mais variados recursos linguísticos citada no excerto é
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) prevê a presença do tradutor/intérprete de libras no contexto educacional para atuar com alunos surdos. Diante das necessidades que o aluno surdo apresenta, o intérprete deve atuar
Estabelece que a Língua Brasileira de Sinais não poderá substituir a modalidade escrita da Língua Portuguesa em todo o território nacional:
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O documento “A Educação que Nós Surdos Queremos” (FENEIS, 1999) foi produzido por lideranças da comunidade surda durante o Pré-Congresso de 1999. Esse evento antecedeu o V Congresso Latino-Americano de Educação Bilíngue para Surdos, realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na cidade de Porto Alegre (RS). Segundo Lopes (2007, p. 33), o documento apresentava a explanação sobre o modo “como os surdos gostariam de ser narrados; diretrizes surdas para educação (desde a educação infantil); discussões acerca da Língua Brasileira de Sinais; o direito a intérpretes e a necessidade do reconhecimento, pelo Estado, da LIBRAS como uma língua oficial.

Fonte: KRAEMER, Graciele Marjana; LOPES, Luciane Bresciani; ZILIO, Virgínia Maria. Formação docente e educação de surdos no Brasil: desafios para uma proposta educacional bilíngue. Revista Educação Especial, Santa Maria, v. 33, p. 1-17, 2020.


Em relação à educação de surdos, há uma construção de planos e políticas educacionais pautada na Lei nº

As relações de poder, imbricadas na história da educação dos surdos, foi marcada pelo “ouvintismo”, em que os ouvintes definiam o que era melhor para os surdos. Essa relação de poder pode ser observada nas abordagens educacionais para surdos utilizadas no decorrer da história, mais especificamente, na abordagem
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