Questões de Concursos

selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.

Publicidade
A doença renal crônica produz anormalidades no balanço do fluido corpóreo e alterações na excreção de sódio e potássio, podendo ocasionar complicações frequentes, do ponto de vista cardiovascular.
Uma dessas complicações é(são):
Uma paciente de 70 anos foi internada por sintomas de astenia, hiporexia, náuseas e redução do débito urinário. Estava lúcida, mas um pouco lentificada. O exame clínico demonstrou flapping e hiperreflexia difusa. Estava estável hemodinamicamente, com membros aquecidos, porém com cianose bilateral na planta dos pés. O exame laboratorial revelava disfunção renal aguda com leucocitose sem desvio à esquerda. Eosinófilos: 990 células/mm³. A urina apresentava coloração avermelhada, sugerindo hematúria franca justificada pelo uso de anticoagulante profilático devido a alto risco trombótico. A paciente era portadora de câncer de estômago em atividade, ficando acamada a maior parte do tempo, com investigação para carcinomatose peritoneal.
Sobre o quadro descrito, é correto afirmar que:
Pacientes com síndrome nefrótica apresentam edema, proteinúria acima de 3,5 g em 24 horas e predisposição a trombose. A forma membranosa, presente em aproximadamente 30% das formas idiopáticas em adultos, pode ser diagnosticada por positividade de um anticorpo.
O anticorpo associado à forma membranosa idiopática de síndrome nefrótica em adultos é:
Uma paciente de 55 anos de idade, diabética tipo 2 e hipertensa grave, mal controlada, com alto grau de absenteísmo no acompanhamento médico, apresenta, no seu último exame, uma dosagem de creatinina de 2,8 mg/dL e CKD-EPI de 19,3 mL/min/1.73m². Sua dosagem de hemoglobina era de 9 g/dL; as dosagens de Fósforo e PTH eram, respectivamente, de 4 mg/dL e de 55 pg/mL. A dosagem de Potássio era de 4,1 mEq/L e não havia hipercalcemia.
Nesse caso, as diretrizes do Ministério da Saúde recomendam:
A anemia é uma complicação frequente e importante da doença renal crônica (DRC), associando-se com aumento de morbidade e mortalidade.
Um critério para diagnóstico de deficiência absoluta de ferro em pacientes com DRC, em tratamento conservador ou em diálise, é:
Uma paciente de 43 anos apresenta-se com um quadro de febre, mal-estar e erupção cutânea de início há 1 semana. Nega alterações na coloração da urina. Há aproximadamente 3 semanas, fez uso de nimesulida e amoxicilina pelo período de 1 semana por uma provável sinusite. Ao exame, a pressão arterial é de 162 por 90 mmHg e há presença de edema periorbital e em membros inferiores. Registra-se a ausência de dor a punho-percussão bilateralmente. Os exames laboratoriais identificam uréia de 62 mg/dL e creatinina de 2,1 mg/dL, além da presença de eosinofilia no hemograma. EAS indica hematúria microscópica, aumento dos leucócitos e cilindros leucocitários. Não há crescimento bacteriano na cultura de urina. A proteinúria em urina de 24 horas registra 1,8 g de proteínas. Ultrassonografia indica rins de tamanho normal, ecogenicidade preservada e ausência de hidronefrose.
A causa mais provável de acometimento renal nessa paciente é:
Paciente do sexo masculino, 51 anos, deu entrada na emergência politraumatizado, vitima de acidente auto x auto. Evoluiu com os seguintes resultados de exames: CPK - 4213 U/L, Creatinina 11,2 mg/dL, Ureia 230 mg/dL. História prévia de hipertensão arterial e diabetes mellitus.

A causa mais provável da injúria renal nesse paciente é:
Um jovem de 23 anos deu entrada na UPA (Unidade de Pronto Atendimento), com fortes dores na região lombar, que se estendiam anteriormente e inferiormente da região inguinal até o escroto. A equipe multidisciplinar que avaliou verificou que se tratava de uma litíase renal.

Assinale a opção que indica os locais mais comuns onde ficam alojados esses cálculos.
Um paciente de 56 anos, portador, há cerca de 5 anos, de doença renal crônica dialítica, por doença renal policística, é submetido a transplante renal de doador cadáver, com sucesso. Após 5 meses do transplante, mantém-se assintomático, mas apresenta elevação persistente da creatinina sérica e presença de proteinúria acima de 500 mg em 24 horas.
Em relação a esse caso, é correto afirmar que:
Paciente do sexo masculino, 32 anos, procura a emergência com quadro de dor lombar de forte intensidade, associada a náuseas e vômitos. História prévia de eliminação de cálculo urinário. Não tem febre. Ao exame, fácies de dor, inquieto, eupneico, afebril. PA - 130X90 mmHg, FC 90 bpm, FR 15 IRPM. Sinal de Giordano positivo. EAS com hematúria. Hemograma e bioquímica sem alterações significativas. Sem resultado do exame de imagem.

A conduta mais indicada para esse momento é:
Um homem de 36 anos é atendido com dor lombar de caráter em crescendo e decrescendo, de forte intensidade e de início agudo, irradiando para flanco, virilha e genitália.
Nesse contexto
Um paciente de 45 anos, com histórico de insuficiência renal crônica terminal, é submetido a um transplante renal de um doador falecido. O paciente recebe o transplante com medicamentos imunossupressores, incluindo inibidores da calcineurina, corticoides e antiproliferativos.

Durante o acompanhamento pós-transplante, ele apresenta sinais de rejeição aguda após 4 semanas de transplante, com aumento de creatinina e proteinúria. A biópsia renal mostra infiltração de células T no tecido renal transplantado.

As opções a seguir apresentam explicações corretas para a rejeição observada, à exceção de uma. Assinale-a.
Uma jovem fez uma ultrassonografia renal cuja descrição foi: imagem anecóica, de aspecto cístico, margens lisas e com sombra acústica de borda lateral no rim esquerdo.
Essa descrição está de acordo, segundo Bosniak, com a categoria
Uma paciente de 70 anos foi internada por sintomas de astenia, hiporexia, náuseas e redução do débito urinário. Estava lúcida, mas um pouco lentificada. O exame clínico demonstrou flapping e hiperreflexia difusa. Estava estável hemodinamicamente, com membros aquecidos, porém com cianose bilateral na planta dos pés. O exame laboratorial revelava disfunção renal aguda com leucocitose sem desvio à esquerda. Eosinófilos: 990 células/mm³. A urina apresentava coloração avermelhada, sugerindo hematúria franca justificada pelo uso de anticoagulante profilático devido a alto risco trombótico. A paciente era portadora de câncer de estômago em atividade, ficando acamada a maior parte do tempo, com investigação para carcinomatose peritoneal.
Sobre o quadro descrito, é correto afirmar que:
Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Síndrome Nefrótica Primária em Adultos/2020, no Brasil, a Síndrome Nefrótica associa-se principalmente a doenças glomerulares primárias do tipo:
A descrição ultrassonográfica de “rim pequeno com ecogenicidade normal” é mais condizente com o diagnóstico de
Uma das causas mais comuns da síndrome nefrótica em adultos não diabéticos é a nefropatia membranosa (MN), que acomete um terço dos diagnósticos por biópsia em algumas regiões. O padrão histopatológico da lesão revela espessamento da membrana basal glomerular (MBG) e depósitos subepiteliais com imunoglobulinas e pouca ou nenhuma reação inflamatória (proliferação ou infiltrado celular). Em adultos, 75% a 80% dos casos são considerados MN primária, causada por autoanticorpos, e cerca de 20% a 25% dos casos se devem a MN secundária.
Em relação à nefropatia membranosa, é correto afirmar que:
Homem jovem de 25 anos procura o serviço de saúde por causa de teste rápido positivo para hepatite B (HBsAg +) e HIV positivo. Apresenta títulos de CD4 inferiores a 350 células/mm³ e carga viral elevada para o HBV-DNA (> 3.000.000 UI/ml). Iniciou terapia antirretroviral com lamivudina, tenofovir e Kaletra (lopinavir). Passados 12 meses, encontra-se bem, com carga viral indetectável tanto do HIV quanto do HBV-DNA. Cerca de 10 anos depois, permanece em uso de terapia antirretroviral com o mesmo esquema, mas começa a apresentar elevação de creatinina e redução do clearence de creatinina (< 50 ml/min).
Para o manuseio da disfunção renal, a opção mais adequada é:
Publicidade