Questões de Concursos

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José é pai de Natália. Se há 6 anos, a idade de José era o dobro da idade de Natália e, atualmente, a soma de suas idades é igual a 93, quantos anos José é mais velho que sua filha?

Sobre a Leishmaniose Visceral, analise:

I. Afeta outros animais além do homem.
II. Não ocorre transmissão direta de pessoa a pessoa.
III. É uma doença crônica sistêmica.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Em um certo mês, o avô de Lucas deu?lhe uma quantia em dinheiro e, a partir do segundo mês, começou a dar o dobro do valor que Lucas havia guardado. Sabendo que a partir deste segundo mês, após receber o dinheiro, Lucas gastava R$ 21,00 e que no 5º mês ele tinha R$ 294,00, então o valor dado inicialmente por seu avô foi
O direito à literatura

   O assunto que me foi confiado nesta série é aparentemente meio desligado dos problemas reais: “Direitos humanos e literatura". As maneiras de abordá‐lo são muitas, mas não posso começar a falar sobre o tema específico sem fazer algumas reflexões prévias a respeito dos próprios direitos humanos. [...]
   [...] pensar em direitos humanos tem um pressuposto: reconhecer que aquilo que consideramos indispensável para nós é também indispensável para o próximo. Esta me parece a essência do problema, inclusive no plano estritamente individual, pois é necessário um grande esforço de educação e autoeducação a fim de reconhecermos  sinceramente este postulado. Na verdade, a tendência mais funda é achar que os nossos direitos são mais urgentes que os do próximo.
   [...] a literatura aparece claramente como manifestação universal de todos os homens em todos os tempos. Não há povo e não há homem que possa viver sem ela, isto é, sem a possibilidade de entrar em contato com alguma espécie de fabulação. Assim como todos sonham todas as noites, ninguém é capaz de passar as vinte e quatro horas do dia sem alguns momentos de entrega ao universo fabulado. [...]
   Ora, se ninguém pode passar vinte e quatro horas sem mergulhar no universo da ficção e da poesia, a literatura concebida no sentido amplo a que me referi parece corresponder a uma necessidade universal, que precisa ser satisfeita e cuja satisfação constitui um direito. [...]
   Portanto, a luta pelos direitos humanos abrange a luta por um estado de coisas em que todos possam ter acesso aos diferentes níveis de cultura. A distinção entre cultura popular e cultura erudita não deve servir para justificar e manter uma separação iníqua, como se do ponto de vista cultural a sociedade fosse dividida em esferas incomunicáveis, dando lugar a dois tipos incomunicáveis de fruidores. Uma sociedade justa pressupõe o respeito dos direitos humanos, e a fruição da arte e da literatura em todas as modalidades e em todos os níveis é um direito inalienável.

(CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: Vários escritos. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul; São Paulo: Duas Cidades, 2004.)
A partir do trecho “Ora, se ninguém pode passar vinte e quatro horas sem mergulhar no universo da ficção e da poesia, a literatura concebida no sentido amplo a que me referi parece corresponder a uma necessidade universal, que precisa ser satisfeita e cuja satisfação constitui um direito. [...]" (4º§) é possível afirmar que o autor, principalmente, 
Tempos loucos – Parte 2

     Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a educação escolar virou item de consumo agora. A ordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
      Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
       A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
      Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá‐la ao show do RBD, e este leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
      Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
       Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo, podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é a toa que os pequenos furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
     Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de consumo, condição social, entre outras coisas.
      A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e pela publicidade. Tempos loucos, ou não?

(SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – Parte 2. Disponível em:http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2006‐10‐01_2006‐10‐15.html. Acesso em: dezembro de 2015.)
Em “Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos." (6º§) o “mas" pode ser substituído, sem que haja alteração de sentido, por:
A sordidez humana

     Ando refletindo sobre nossa capacidade para o mal, a sordidez, a humilhação do outro. A tendência para a morte, não
para a vida. Para a destruição, não para a criação. Para a mediocridade confortável, não para a audácia e o fervor que
podem ser produtivos. Para a violência demente, não para a conciliação e a humanidade. E vi que isso daria livros e mais
livros: se um santo filósofo disse que o ser humano é um anjo montado num porco, eu diria que o porco é
desproporcionalmente grande para tal anjo.
     Que lado nosso é esse, feliz diante da desgraça alheia? Quem é esse em nós (eu não consigo fazer isso, mas nem por
essa razão sou santa), que ri quando o outro cai na calçada? Quem é esse que aguarda a gafe alheia para se divertir? Ou se
o outro é traído pela pessoa amada ainda aumenta o conto, exagera, e espalha isso aos quatro ventos – talvez correndo
para consolar falsamente o atingido?
     O que é essa coisa em nós, que dá mais ouvidos ao comentário maligno do que ao elogio, que sofre com o sucesso
alheio e corre para cortar a cabeça de qualquer um, sobretudo próximo, que se destacar um pouco que seja da
mediocridade geral? Quem é essa criatura em nós que não tem partido nem conhece lealdade, que ri dos honrados,
debocha dos fiéis, mente e inventa para manchar a honra de alguém que está trabalhando pelo bem? Desgostamos tanto
do outro que não lhe admitimos a alegria, algum tipo de sucesso ou reconhecimento? Quantas vezes ouvimos comentários
como: “Ah, sim, ele tem uma mulher carinhosa, mas eu já soube que ele continua muito galinha”. Ou: “Ela conseguiu um
bom emprego, deve estar saindo com o chefe ou um assessor dele”. Mais ainda: “O filho deles passou de primeira no
vestibular, mas parece que...”. Outras pérolas: “Ela é bem bonita, mas quanto preenchimento, Botox e quanta lipo...”.
     Detestamos o bem do outro. O porco em nós exulta e sufoca o anjo, quando conseguimos despertar sobre alguém
suspeitas e desconfianças, lançar alguma calúnia ou requentar calúnias que já estavam esquecidas: mas como pode o
outro se dar bem, ver seu trabalho reconhecido, ter admiração e aplauso, quando nos refocilamos na nossa nulidade?
Nada disso! Queremos provocar sangue, cheirar fezes, causar medo, queremos a fogueira.
     Não todos nem sempre. Mas que em nós espreita esse monstro inimaginável e poderoso, ou simplesmente medíocre e
covarde, como é a maioria de nós, ah!, espreita. Afia as unhas, palita os dentes, sacode o comprido rabo, ajeita os chifres,
lustra os cascos e, quando pode, dá seu bote. Ainda que seja um comentário aparentemente simples e inócuo, uma
pequena lembrança pérfida, como dizer “Ah! Sim, ele é um médico brilhante, um advogado competente, um político
honrado, uma empresária capaz, uma boa mulher, mas eu soube que...”, e aí se lança o malcheiroso petardo.
     Isso vai bem mais longe do que calúnias e maledicências. Reside e se manifesta explicitamente no assassino que se
imola para matar dezenas de inocentes num templo, incluindo entre as vítimas mulheres e crianças... e se dirá que é por
idealismo, pela fé, porque seu Deus quis assim, porque terá em compensação o paraíso para si e seus descendentes. É o
que acontece tanto no ladrão de tênis quanto no violador de meninas, e no rapaz drogado (ou não) que, para roubar 20
reais ou um celular, mata uma jovem grávida ou um estudante mal saído da adolescência, liquida a pauladas um casal de
velhinhos, invade casas e extermina famílias inteiras que dormem.
     A sordidez e a morte cochilam em nós, e nem todos conseguem domesticar isso. Ninguém me diga que o criminoso
agiu apenas movido pelas circunstâncias, de resto é uma boa pessoa. Ninguém me diga que o caluniador é um bom pai,
um filho amoroso, um profissional honesto, e apenas exala seu mortal veneno porque busca a verdade. Ninguém me diga
que somos bonzinhos, e só por acaso lançamos o tiro fatal, feito de aço ou expresso em palavras. Ele nasce desse traço de
perversão e sordidez que anima o porco, violento ou covarde, e faz chorar o anjo dentro de nós.

(Lya Luft, Veja 20/05/2009 pág.24)
Assinale a alternativa correta:
Em 31/12/2015, a Sociedade Empresária apurou e elaborou o seu Balanço Patrimonial conforme apresentado a seguir:
BALANÇO PATRIMONIAL DA SOCIEDADE EMPRESÁRIA EM 31/12/2015 – em mil
ATIVO R$ 448.000,00 PASSIVO R$ 448.000,00 CIRCULANTE CIRCULANTE Bancos Conta Movimento R$ 35.000,00 Fornecedores R$ 85.000,00 Clientes R$ 78.000,00 Empréstimos Bancários R$ 127.000,00 Mercadorias para Revenda R$ 60.000,00 Salários a Pagar R$ 48.000,00 NÃO CIRCULANTE INVESTIMENTOS Propriedade p/ Investimento R$ 60.000,00 Participação em Controladas R$ 27.000,00 PATRIMÔNIO LÍQUIDO IMOBILIZADO Capital Social R$ 150.000,00 Edificações em Uso R$ 135.000,00 Reservas de Lucros R$ 38.000,00 (-) Depreciação Acumulada (R$ 27.000,00) BIOLÓGICOS Recursos Florestais R$ 80.000,00
Durante o exercício social de 2016, foram registradas as seguintes operações em sua contabilidade: 1 – Aquisição de mercadorias para revenda no valor total de R$ 820.000,00, com incidência de ICMS de 18% incluído na NF; 2 – Venda de mercadorias no valor total de R$ 1.260.000,00, com incidência de ICMS de 12% incluído na NF ao Custo de 70% do estoque de mercadoria para Revenda; 3 – Incorreu em Despesas Comerciais e de Vendas no valor total de R$ 23.000,00; 4 – Incorreu em Despesas Administrativas e de Pessoal no valor total de R$ 48.000,00; 5 – Registrou Ganhos por Equivalência Patrimonial no valor total de R$ 8.000,00; 6 – Apurou resultado positivo de operações descontinuadas no valor de R$ 18.000,00 líquido dos tributos; 7 – Arcou com encargos financeiros no valor total de R$ 11.000,00; 8 – Realizou ganhos financeiros com recebimento de clientes no valor total de R$ 26.000,00; 9 – Apurou Imposto de Renda e CLL sobre o lucro no valor de R$ 82.000,00.
De acordo com as informações apresentadas anteriormente, o Resultado Líquido das Operações Continuadas divulgado na Demonstração do Resultado elaborada em 31/12/2016, segundo a NBC TG 26 (R5) – Apresentação das Demonstrações Contábeis, é de:
O processo de seleção de pessoas apresenta os seguintes modelos, a saber: modelo de classificação, modelo de seleção e modelo de colocação de candidatos. Os modelos de processo seletivo de classificação e colocação equivalem a, respectivamente,
“Os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo
_______________.”

Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior:
Os hospedeiros são espécies que abrigam os parasitas. Em relação à classificação dos hospedeiros, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Os hospedeiros definitivos abrigam os parasitas em fase de maturidade ou de atividade sexual.
( ) Os hospedeiros facultativos são os ecossistemas locais ou órgão onde determinada espécie ou população vive.
( ) Os hospedeiros intermediários abrigam parasitas na fase larvária ou assexuada.
( ) Os hospedeiros paratênicos ou de transportes: são hospedeiros intermediários que não se desenvolvem, porém permanecem viáveis até atingir um novo hospedeiro.

A sequência está correta em 
Na maioria dos países desenvolvidos, há uma maior concentração de pessoas vivendo nas cidades que no campo. Entretanto, é nos países subdesenvolvidos e emergentes que ocorrem os mais intensos processos de urbanização na atualidade. Isso acontece em razão dos atrativos das cidades, como a oferta de empregos nas indústrias, na construção civil e no setor terciário, bem como pelo êxodo rural, provocado pela mecanização do campo, o que deixa trabalhadores rurais desempregados. A grande concentração de pessoas nas áreas urbanas de algumas grandes cidades, metrópoles ou regiões metropolitanas, aliada às dificuldades dos governos em oferecer melhores serviços públicos, é denominada macrocefalia urbana ou inchaço urbano. Apesar de essas poucas cidades concentrarem funções econômicas, culturais, administrativas e políticas, ou seja, exercerem grande influência sobre a maioria das demais cidades de um país, esse fenômeno tem provocado uma série de problemas: falta de infraestrutura, submoradias, desemprego, doenças e violência, entre outros. Das cidades a seguir qual delas NÃO é enquadrada como um caso de macrocefalia?
Sobre o Inquérito Policial, marque a alternativa INCORRETA:
Com o saldo da conta bancária de Pedro é possível comprar uma geladeira e uma máquina de lavar, sobrando ainda R$520,00. Contudo, ao efetuar tais compras, Pedro conseguiu um desconto de 20% no preço anunciado pela geladeira e o saldo da conta passou a ser de R$890,00. Qual o valor pago pela máquina de lavar, se o seu preço é igual à metade do preço anunciado pela geladeira?

Ética e responsabilidade social têm diferentes acepções, principalmente no que se refere aos objetivos dos Correios. Por isto, a responsabilidade social está condizente à:
I. Responsabilidade da administração que vai muito além da simples obtenção de lucros, pois inclui a proteção e melhoramento do bem-estar social.
II. Cada profissional que participa da empresa deve-se revestir de suas responsabilidades sociais.
III. Responsabilidade social que imposta aos profissionais, especialmente aos gestores, agrega um imperativo ético em melhoria da sociedade.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):

Relacione adequadamente as colunas a seguir.

(Considere que alguns números poderão ser utilizados mais de uma vez.)

1. Dissacarídeo.     (     )  Amido.
2. Hexoses.            (     )  Lactose.
3. Pentoses.           (     )  Frutose. 
4. Polissacarídeo    (     )  Ribose.
                               (     )  Glicogênio.
                               (     )  Maltose.

A sequência está correta em
As verdades da razão

            Raciocinar não é algo que aprendemos na solidão, mas algo que inventamos ao nos comunicar e nos confrontar com os semelhantes: toda razão é fundamentalmente conversação. “Conversar” não é o mesmo que ouvir sermões ou atender a vozes de comando. Só se conversa - sobretudo só se discute - entre iguais. Por isso o hábito filosófico de raciocinar nasce na Grécia, junto com as instituições políticas da democracia. Ninguém pode discutir com Assurbanipal ou com Nero, e ninguém pode conversar abertamente em uma sociedade em que existem castas sociais inamovíveis. [...] Afinal de contas, a disposição a filosofar consiste em decidir-se a tratar os outros como se também fossem filósofos: oferecendo-lhes razões, ouvindo as deles e construindo a verdade, sempre em dúvida, a partir do encontro entre umas e outras.
            [...]Oferecemos nossa opinião aos outros para que a debatam e por sua vez a aceitem ou refutem, não simplesmente para que saibam “onde estamos e quem somos”. E é claro que nem todas as opiniões são igualmente válidas: valem mais as que têm melhores argumentos a seu favor e as que melhor resistem à prova de fogo do debate com as objeções que lhe sejam colocadas.
            [... ]A razão não está situada como um árbitro semidivino acima de nós para resolver nossas disputas; ela funciona dentro de nós e entre nós. Não só temos que ser capazes de exercer a razão em nossas argumentações como também - e isso é muito importante e, talvez, mais difícil ainda - devemos desenvolver a capacidade de ser convencidos pelas melhores razões, venham de quem vierem. [...] A partir da perspectiva racionalista, a verdade buscada é sempre resultado, não ponto de partida: e essa busca incluía conversação entre iguais, a polêmica, o debate, a controvérsia. Não como afirmação da própria subjetividade, mas como caminho para alcançar uma verdade objetiva através das múltiplas subjetividades.

(Fernando Savater. “As verdades da razão”. In: As perguntas da vida. São Paulo: Martins Fontes, 2001.)
 
Os termos destacados em “Não como afirmação da própria subjetividade, mas como caminho para alcançar uma verdade objetiva através das múltiplas subjetividades.” (3º§) indicam, respectivamente, uma relação de
Senhor X está preso e denunciado por crime do art. 157, caput, do Código Penal (roubo simples), cometido em 20/12/2016. Considerando-se que Senhor X possui outras três condenações por crimes praticados anteriormente (Sentença 01, proferida em 07/05/2015 e trânsito em julgado em 21/05/2015, enquanto a Sentença 02, proferida em 22/12/2016, ainda não transitada em julgado, e na terceira condenação, Sentença 03, proferida em 20/06/2016, não transitada em julgado), na data da sentença, em 01/03/2017, será considerado para fins de aplicação da pena, nos termos do art. 61, I do Código Penal

A equação n(t) = 20 + 15log125(t + 5) representa uma estimativa sobre o número de funcionários de uma Agência dos Correios de uma certa cidade, em função de seu tempo de vida, em que n(t) é o número de funcionários no t- enésimo ano de existência dessa empresa(t = 0, 1, 2...). Quantos funcionários essa Agência possuía quando foi fundada?

Sobre a vigilância epidemiológica da dengue, marque V para as afirmativas verdadeiras e Fpara as falsas. 

( ) Seu objetivo é reduzir o número de casos e a ocorrência de epidemias, sendo de fundamental importância que a implementação das atividades de controle ocorra em momento oportuno. 
( ) As atividades de vigilância não substituem as demais atividades de controle da doença, devendo, sim, ser desenvolvi- das de forma concomitante e integradas às demais ações. 
( ) A vigilância epidemiológica da dengue no Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD) está baseada em quatro subcomponentes: vigilância de casos; vigilância laboratorial; vigilância em áreas de fronteira; e, vigilância entomológica. 

A sequência está correta em
Página 33
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