Questões de Concursos
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( ) A prolactina promove a secreção de progesterona e estimula a produção e secreção de leite. ( ) A adrenalina estimula o armazenamento de glicose pelas células, reduzindo sua concentração no sangue. ( ) A insulina aumenta a concentração de glicose no sangue e causa vasoconstrição generalizada no corpo. ( ) A oxitocina estimula a contração muscular uterina e das glândulas mamárias.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
T E X T
Britain, Norway and the United States join forces with businesses to protect tropical forests.
Britain, Norway and the United States said Thursday they would join forces with some of the world’s biggest companies in an effort to rally more than $1 billion for countries that can show they are lowering emissions by protecting tropical forests. The goal is to make intact forests more economically valuable than they would be if the land were cleared for timber and agriculture.
The initiative comes as the world loses acre after acre of forests to feed global demand for soy, palm oil, timber and cattle. Those forests, from Brazil to Indonesia, are essential to limiting the linked crises of climate change and a global biodiversity collapse. They are also home to Indigenous and other forest communities. Amazon, Nestlé, Unilever, GlaxoSmithKline and Salesforce are among the companies promising money for the new initiative, known as the LEAF Coalition.
Last year, despite the global downturn triggered by the pandemic, tropical deforestation was up 12 percent from 2019, collectively wiping out an area about the size of Switzerland. That destruction released about twice as much carbon dioxide into the atmosphere as cars in the United States emit annually.
“The LEAF Coalition is a groundbreaking example of the scale and type of collaboration that is needed to fight the climate crisis and achieve net-zero emissions globally by 2050,” John Kerry, President Biden’s senior climate envoy, said in a statement. “Bringing together government and privatesector resources is a necessary step in supporting the large-scale efforts that must be mobilized to halt deforestation and begin to restore tropical and subtropical forests.”
An existing global effort called REDD+ has struggled to attract sufficient investment and gotten mired in bureaucratic slowdowns. This initiative builds on it, bringing private capital to the table at the country or state level. Until now, companies have invested in forests more informally, sometimes supporting questionable projects that prompted accusations of corruption and “greenwashing,” when a company or brand portrays itself as an environmental steward but its true actions don’t support the claim.
The new initiative will use satellite imagery to verify results across wide areas to guard against those problems. Monitoring entire jurisdictions would, in theory, prevent governments from saving forestland in one place only to let it be cut down elsewhere.
Under the plan, countries, states or provinces with tropical forests would commit to reducing deforestation and degradation. Each year or two, they would submit their results, calculating the number of tons of carbon dioxide reduced by their efforts. An independent monitor would verify their claims using satellite images and other measures. Companies and governments would contribute to a pool of money that would pay the national or regional government at least $10 per ton of reduced carbon dioxide.
Companies will not be allowed to participate unless they have a scientifically sound plan to reach net zero emissions, according to Nigel Purvis, the chief executive of Climate Advisers, a group affiliated with the initiative. “Their number one obligation to the world from a climate standpoint is to reduce their own emissions across their supply chains, across their products, everything,” Mr. Purvis said. He also emphasized that the coalition’s plans would respect the rights of Indigenous and forest communities.
From: www.nytimes.com/April 22, 2021
Atente para o seguinte trecho a respeito de estado democrático e estado liberal:
“...o estado liberal é o pressuposto não só histórico, mas jurídico do estado democrático. Estado liberal e estado democrático são interdependentes em dois modos: na direção que vai do liberalismo à democracia, no sentido de que são necessárias certas liberdades para o exercício correto do poder democrático, e na direção oposta que vai da democracia ao liberalismo, no sentido de que é necessário o poder democrático para garantir a existência e a persistência das liberdades fundamentais. Em outras palavras: é pouco provável que um estado não liberal possa assegurar um correto funcionamento da democracia, e de outra parte é pouco provável que um estado não democrático seja capaz de garantir as liberdadesfundamentais. A prova histórica desta interdependência está no fato de que um estado liberal e um estado democrático, quando caem, caem juntos”.
BOBBIO, Norberto. O Futuro da Democracia: uma defesa das regras do jogo. 6ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
Considerando o que diz Bobbio sobre a interdependência entre o “estado democrático” e o “estado liberal”, é correto dizer que
1. esquelético; 2. respiratório; 3. circulatório; 4. nervoso.
( ) Envolvido na proteção dos órgãos internos, nos movimentos e na sustentação do corpo. ( ) Controla as contrações musculares e o funcionamento das vísceras, coordena os movimentos cardiorrespiratórios e a secreção de hormônios pelas glândulas endócrinas. ( ) Captura o oxigênio necessário para as células do corpo e elimina o gás carbônico. ( ) Possibilita recolher e transportar os resíduos do metabolismo e o gás carbônico produzidos pelas células; transportar e distribuir nutrientes, oxigênio, hormônios, etc.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
UECE•
BENTO, Berenice. Os muros que separam os palestinos do mundo. In: Outras palavras. Publicado em 28/05/2019. Disponível em: https://outraspalavras.net/geopoliticaeguerra/cartilhapara-riscar-os-palestinos-do-mapa/
Na passagem acima, as expressões “imagens e palavras são dispositivos bélicos” e “eixos discursivos conectados” correspondem à concepção de poder
UECE•
Os filósofos políticos modernos usaram o conceito de estado de natureza para colocar a questão sobre o que legitima o contrato (ou pacto) social fundador da sociedade civil (o Estado). Em outras palavras, perguntavam-se pelo que torna legítima a saída dos indivíduos do estado de natureza e sua submissão à lei no Estado, através do contrato (ou pacto). Em última instância, essa é uma pergunta pela legitimidade do Estado.
O filósofo que considerou que a finalidade do contrato é o estabelecimento da liberdade e da igualdade civis em substituição à liberdade e à igualdade naturais foi
UECE•
Desejando-se cercar uma área plana na forma de um triângulo cujos vértices estão nos pontos X, Y e Z, ao iniciar a construção da cerca, verificou–se que a localização do ponto Y tinha desaparecido. O mapa indicava que o comprimento do lado XZ era 20 m e o comprimento do lado YZ era 30 m. Além disso, o ângulo (interno ao triângulo) entre ZX e XY era 120 graus. Nestas condições, pode-se afirmar corretamente que o comprimento do lado XY, em metros, é aproximadamente
Se precisar, use o número 49
como valor aproximado de
√2400.
“O carvão é uma rocha sedimentar combustível, formada a partir do soterramento e compactação de uma massa vegetal em ambiente anaeróbico, em bacias originalmente pouco profundas. [...] À medida que a matéria orgânica vegetal é soterrada, inicia-se o processo de sua transformação em carvão, devido principalmente ao aumento de pressão e temperatura aliados à tectônica.”
Taioli, F. Recursos Energéticos. Decifrando a Terra. Teixeira, W. et al. São Paulo. Oficina de Textos. 2000.
O carvão mineral é utilizado como recurso energético há milênios, contudo, sua exploração e utilização apresentam algumas particularidades como o(a)
I. A urbanização brasileira caracteriza-se por um gradiente socioeconômico marcado por profundas desigualdades e disparidades socioespaciais, com verdadeiros abismos sociais entre a camada mais pobre e a mais rica da população. II. A lógica da desordem espacial reflete a histórica falta de planejamento urbano e/ou inadequada execução da política urbana, o que resulta em cidades mal providas de infraestruturas, mobilidade urbana, meios de consumo coletivos e equipamentos sociais. III. A história da habitação no país só tem conhecido, até o presente momento, dois grandes programas habitacionais: o Banco Nacional da Habitação (BNH) e o Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), e em que pesem suas limitações, contradições e problemas, foram programas que conseguiram sanar o déficit habitacional entre as camadas mais pobres da população. IV. O encarecimento do preço da terra, a valorização desigual do espaço urbano, a periferização da população de baixa renda, a baixa remuneração da classe trabalhadora e o descaso com políticas habitacionais e urbanas de cunho social por parte dos governantes agravaram os componentes do déficit habitacional, expondo as mazelas históricas da urbanização brasileira em pleno século XXI.
Está correto o que se afirma em
“[...] as dinâmicas da natureza tornaram-se de tal modo dependentes da atividade antrópica, que não se pode mais, no limite, falar propriamente de ‘natureza’ como algo irredutivelmente diverso da esfera do humano [...]”; “Um mundo feito à imagem e semelhança do homem contemporâneo está nascendo sob nossos olhos [...]. Com ele se abole a cisão, inaugural na consciência de si do homem, entre a esfera do humano e a do não humano”; “[Nele], a natureza deixou de ser uma variável independente do homem e se tornou, em última instancia, uma relação social”.
MARQUES, Luiz. Capitalismo e colapso ambiental. Campinas: Ed. da Unicamp, 2015, pp. 581, 595 e 400.
Os excertos acima fazem referência a uma nova época do período geológico quaternário, denominada