Questões de Concursos

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“O Conselho Federal de Psicologia (CFP) vem a público manifestar repúdio à Nota Técnica Nº 11/2019 intitulada ‘Nova Saúde Mental’, publicada pela Coordenação-Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, do Ministério da Saúde, na última segunda-feira (4 [de fevereiro de 2019]). O teor do documento aponta um grande retrocesso nas conquistas estabelecidas com a Reforma Psiquiátrica (Lei nº 10.216 de 2001), marco na luta antimanicomial ao estabelecer a importância do respeito à dignidade humana das pessoas com transtornos mentais no Brasil. A nota apresenta, entre outras questões que desconstroem a política de saúde mental, a indicação de ampliação de leitos em hospitais psiquiátricos e comunidades terapêuticas, dentro da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), incentivando assim o retorno à lógica manicomial. O Ministério da Saúde também passa a financiar a compra de aparelhos de eletroconvulsoterapia.”

CFP manifesta repúdio à nota técnica “Nova Saúde Mental” publicada pelo Ministério da Saúde. In: Site do Conselho Federal de Psicologia, publicado em 08/02/2019. Disponível em: https://site.cfp.org.br/cfp-manifesta-repudioa-nota-tecnica-nova-saude-mental-publicada-peloministerio-da-saude/

A crítica do Conselho Federal de Psicologia à nova política de saúde mental do governo brasileiro poderia encontrar apoio no pensamento liberal clássico

Considerando a economia cearense do século XIX, no que diz respeito à produção industrial, atente para o seguinte excerto e assinale a opção que o completa corretamente:
“Durante o século XIX, com o avanço da indústria têxtil na Europa, aumentou consideravelmente a demanda pelo produto. A partir de meados do século XIX, a queda na produção de outros fornecedores e a Guerra da Secessão (1861-64) nos Estados Unidos, poderoso concorrente, contribuíram para expandir significativamente a indústria _________________”

COSTA, Maria Clélia Lustosa. Fortaleza, capital do Ceará: transformações no espaço urbano ao longo do século XIX. Revista do Instituto do Ceará - 2014, p.94.

“Todo o ser que só pode agir sob a ideia da liberdade é, por isso mesmo, em sentido prático, verdadeiramente livre. Quer dizer, para ele valem todas as leis que estão inseparavelmente ligadas à liberdade, exatamente como se a sua vontade fosse definida como livre em si mesma. A todo o ser racional que tem uma vontade, temos que atribuir-lhe necessariamente também a ideia de liberdade, sob a qual ele unicamente pode agir.”

Kant, I. Fundamentação da metafísica dos costumes. Trad. port. Paulo Quintela. Lisboa: Edições 70, p. 16 – Adaptado.


Considerando a citação acima, é correto afirmar que

Sejam W e V, respectivamente, os conjuntos das raízes, no universo dos números complexos, das equações x2 – 2x – 1 = 0 e x4 + 13x2 + 36 = 0. Se X = W ∪ V, então, a soma dos quadrados dos elementos de X é igual a
Nota: i é o número complexo cujo quadrado é igual a –1.

Atente para o que se diz a seguir sobre relevo cárstico:

“O relevo cárstico é particularmente associado a rochas calcárias, podendo se referir também, a paisagens similares elaboradas em outras rochas, carbonáticas ou não”.

Piló, Luís B. Geomorfologia Cárstica. Revista Brasileira de Geomorfologia. Vol.1. nº 1. 2000.

Sobre os ambientes cársticos, é correto afirmar que

João é um jogador de futebol de final de semana; adora “jogar uma bolinha” com os amigos após o churrasco regado a cerveja. Passa a semana no trabalho, sentado em frente ao computador, em um escritório, de 8h às 17h. Vai de carro, estaciona na porta do local de labuta e pede o almoço em uma lanchonete, do tipo fast food. Lancha salgadinhos e frituras, sempre acompanhado de refrigerante. Após chegar em casa, no final do expediente, sobe para seu apartamento, de elevador, toma um banho, janta sempre uma massa e vai assistir televisão na cama até dormir. O nível de atividade física de uma pessoa é um método numérico de expressar um gasto de energia diária. Isso quer dizer que esse nível é um número atribuído ao que é feito em um dia. A quantidade de esforço físico em um dia determina quantas calorias devem ser consumidas no mesmo período para manter a atividade e perder ou ganhar peso, se desejar. Observando o retrato da rotina semanal de João, pode-se concluir que
No que diz respeito às redes de circulação rodoferroviárias na América do Sul, assinale a afirmação correta.

Atente para o seguinte excerto a respeito do período que ficou conhecido como “anos dourados”:

“A identificação dos chamados ‘anos dourados’ com o espírito otimista que consagrou o governo Kubitschek acabou, assim, por englobar todo um conjunto de mudanças sociais e manifestações artísticas e culturais que ocorreram dentro de um debate mais geral sobre a reconstrução nacional, em curso desde o início dos anos 50 até os primeiros anos da década seguinte”.

KORNIS, Mônica Almeida. Sociedade e cultura nos anos 1950. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/JK/artigos/ sociedade/Anos1950

São exemplos de manifestações culturais que caracterizaram o período citado no excerto:

Estruturas homólogas são aquelas que
Em relação ao ciclo da água, escreva V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma nos itens abaixo.
( ) Representa o movimento da água, presente nos oceanos, continentes e atmosfera, alimentado pela força da gravidade e pela energia solar. ( ) A água pode ser superficial, subterrânea ou atmosférica, contudo, pelo fato de ser uma só, está sempre mudando de estado. ( ) A quantidade e localização da água da superfície muda com o tempo e espaço, seja naturalmente ou pela ação antrópica. ( ) É classificado como ciclo biogeoquímico pela importância desse elemento químico nos processos metabólicos dos seres vivos.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
A gravidez ectópica ocorre quando
La letra del alfabeto español que no tiene ningún sonido es la
No plano, com o sistema de coordenadas cartesianas usual, seja X a região limitada pelo gráfico da função f : R R, f(x) = 2x, pela reta x = 3 e pelo eixo – x (eixo horizontal). Assim, podese afirmar corretamente que a medida da área da região X é igual a
u. a. ≡ unidade de área
Entre 1500 e 1822, o Brasil esteve sob o domínio e a administração portuguesa. Atente para o que se diz a seguir sobre esse período:

I. O Governo-Geral do Brasil foi estabelecido em 1621 como forma de reunir o Estado do Brasil e o Estado do Maranhão em um só governo sediado em Salvador.
II. A transferência da capital do Brasil de Salvador para o Rio de Janeiro ocorreu em 1763, mesmo ano em que a colônia foi elevada a Vice-Reino.
III. Em 1815 ocorreu a elevação do Brasil a Reino Unido com Portugal e Algarves, entretanto, a cidade do Rio de Janeiro já era sede do império colonial português desde 1808.

Está correto o que se afirma em
Dentre as mudanças no mundo organizacional a partir das últimas décadas do século XX, está o fato de que, cada vez mais, especialmente nas grandes empresas, os empregados de níveis inferiores são consultados sobre as políticas que a administração está considerando. Com esta mudança gerencial, os executivos se reúnem regularmente com todos os funcionários que, a partir de então, passaram a ser chamados de “colaboradores”. Essa mudança é embasada na concepção de que todos os membros da organização empresarial se envolvam em pequenas equipes corporativas ou grupos de trabalho e tanto essas equipes como os indivíduos, em particular, sejam avaliados constantemente em termos de desempenho.
Considerando essas mudanças que têm ocorrido desde o século XX no mundo do trabalho organizacional, assinale a afirmação verdadeira.
Leia atentamente o seguinte excerto: “Essa geometria do sistema fluvial resulta do ajuste do canal à sua seção transversal e reflete o inter-relacionamento entre as variáveis descarga líquida, carga sedimentar, declive, largura e profundidade do canal, velocidade do fluxo e rugosidade do leito”.
Cunha, S. B. da. Geomorfologia Fluvial. Geomorfologia uma atualização de bases e conceitos. Rio de Janeiro. Bertrand Brasil. 1994. p.214.
Considerando a tipologia dos canais fluviais, é correto afirmar que os canais que se caracterizam por apresentar um grande volume de carga de fundo, associados às flutuações das descargas e que se subdividem em sucessivas ramificações separadas por ilhas assimétricas ou barras arenosas são conhecidos como canais
A formação das comunidades da diáspora sefardita foi um processo longo e complexo que durou quase dois séculos, estendendo-se da área mediterrânea do norte da África até os portos comerciais da Europa e para as colônias portuguesas, holandesas e inglesas do continente americano. A diáspora sefardita teve seu início

TEXTO 3


Sinopse do filme Capitão América: Guerra Civil


Capitão América: Guerra Civil encontra Steve Rogers (Chris Evans) liderando o recém-formado time de Vingadores em seus esforços continuados para proteger a humanidade. Mas, depois que um novo incidente envolvendo os Vingadores resulta num dano colateral, a pressão política se levanta para instaurar um sistema de contagem liderado por um órgão governamental para supervisionar e dirigir a equipe.

O novo status quo divide os Vingadores, resultando em dois campos: um liderado por Steve Rogers e seu desejo de que os Vingadores permaneçam livres para defender a humanidade sem a interferência do governo; o outro seguindo a surpreendente decisão de Tony Stark (Robert Downey Jr.) em apoio à supervisão e contagem do governo.

Capitão América 3 tem direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, produção de Kevin Feige e grande elenco formado por Scarlett Johansson (Viúva Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Anthony Mackie (Falcão), Emily Van Camp (Agente 13), Don Cheadle (Máquina de Combate), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Paul Bettany (Visão), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Pail Rudd (Homem-Formiga), Frank Grillo (Ossos Cruzados), William Hurt (General Thunderbolt) e Daniel Brühl (Barão Zenom).

Disponível em: http://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia118069/. Acesso em: 02.11.2018.

Tendo como base a sinopse acima, é correto afirmar que este gênero textual apresenta muitas semelhanças temáticas e estruturais com
Durante os anos da ditadura militar no Brasil, instaurada após o golpe de 31 de março de 1964, surgiram diversos movimentos de apoio e de oposição àquele regime. A VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, foi um desses movimentos que se caracterizou por

The World Might Be Running Low on Americans


The world has been stricken by scarcity. Our post-pandemic pantry has run bare of gasoline, lumber, microchips, chicken wings, ketchup packets, cat food, used cars and Chickfil-A sauce. Like the Great Toilet Paper Scare of 2020, though, many of these shortages are the consequence of near-term, Covid-related disruptions. Soon enough there will again be a chicken wing in every pot and more than enough condiments to go with it.


But there is one recently announced potential shortage that should give Americans great reason for concern. It is a shortfall that the nation has rarely had to face, and nobody quite knows how things will work when we begin to run out.


I speak, of course, of all of us: The world may be running low on Americans — most crucially, tomorrow’s working-age, childbearing, idea-generating, community-building young Americans. Late last month, the Census Bureau released the first results from its 2020 count, and the numbers confirmed what demographers have been warning of for years: The United States is undergoing “demographic stagnation,” transitioning from a relatively fast-growing country of young people to a slow-growing, older nation.


Many Americans might consider slow growth a blessing. Your city could already be packed to the gills, the roads clogged with traffic and housing prices shooting through the roof. Why do we need more folks? And, anyway, aren’t we supposed to be conserving resources on a planet whose climate is changing? Yet demographic stagnation could bring its own high costs, among them a steady reduction in dynamism, productivity and a slowdown in national and individual prosperity, even a diminishment of global power.


And there is no real reason we have to endure such a transition, not even an environmental one. Even if your own city is packed like tinned fish, the U.S. overall can accommodate millions more people. Most of the counties in the U.S. are losing working-age adults; if these declines persist, local economies will falter, tax bases will dry up, and localgovernments will struggle to maintain services. Growth is not just an option but a necessity — it’s not just that we can afford to have more people, it may be that we can’t afford not to.


But how does a country get more people? There are two ways: Make them, and invite them in. Increasing the first is relatively difficult — birthrates are declining across the world, and while family-friendly policies may be beneficial for many reasons, they seem to do little to get people to have more babies. On the second method, though, the United States enjoys a significant advantage — people around the globe have long been clamoring to live here, notwithstanding our government’s recent hostility to foreigners. This fact presents a relatively simple policy solution to a vexing long-term issue: America needs more people, and the world has people to send us. All we have to do is let more of them in.


For decades, the United States has enjoyed a significant economic advantage over other industrialized nations — our population was growing faster, which suggested a more youthful and more prosperous future. But in the last decade, American fertility has gone down. At the same time, there has been a slowdown in immigration.


The Census Bureau’s latest numbers show that these trends are catching up with us. As of April 1, it reports that there were 331,449,281 residents in the United States, an increase of just 7.4 percent since 2010 — the second-smallest decade-long growth rate ever recorded, only slightly ahead of the 7.3 percent growth during the Depression-struck 1930s.


The bureau projects that sometime next decade — that is, in the 2030s — Americans over 65 will outnumber Americans younger than 18 for the first time in our history. The nation will cross the 400-million population mark sometime in the late 2050s, but by then we’ll be quite long in the tooth — about half of Americans will be over 45, and one fifth will be older than 85.


The idea that more people will lead to greater prosperity may sound counterintuitive — wouldn’t more people just consume more of our scarce resources? Human history generally refutes this simple intuition. Because more people usually make for more workers, more companies, and most fundamentally, more new ideas for pushing humanity forward, economic studies suggest that population growth is often an important catalyst of economic growth.


A declining global population might be beneficial in some ways; fewer people would most likely mean less carbon emission, for example — though less than you might think, since leading climate models already assume slowing population growth over the coming century. And a declining population could be catastrophic in other ways. In a recent paper, Chad Jones, an economist at Stanford, argues that a global population decline could reduce the fundamental innovativeness of humankind. The theory issimple: Without enough people, the font of new ideas dries up, Jones argues; without new ideas, progress could be imperiled.


There are more direct ways that slow growth can hurt us. As a country’s population grows heavy with retiring older people and light with working younger people, you get a problem of too many eaters and too few cooks. Programs for seniors like Social Security and Medicare may suffer as they become dependent on ever-fewer working taxpayers for funding. Another problem is the lack of people to do all the work. For instance, experts predict a major shortage of health care workers, especially home care workers, who will be needed to help the aging nation.


In a recent report, Ali Noorani, the chief executive of the National Immigration Forum, an immigration-advocacy group, and a co-author, Danilo Zak, say that increasing legal immigration by slightly more than a third each year would keep America’s ratio of working young people to retired old people stable over the next four decades.


As an immigrant myself, I have to confess I find much of the demographic argument in favor of greater immigration quite a bit too anodyne. Immigrants bring a lot more to the United States than simply working-age bodies for toiling in pursuit of greater economic growth. I also believe that the United States’ founding idea of universal equality will never be fully realized until we recognize that people outside our borders are as worthy of our ideals as those here through an accident of birth.

“Many Americans might consider slow growth a blessing” is an example of
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