Em nosso país, o livro didático exerce um papel muito
importante no contexto escolar, seja como instrumento de
sistematização do conhecimento escolar, seja como
elemento mediador da prática pedagógica ou como
instrumento de controle. Sobre o livro didático, leia as
afirmações abaixo:
I. A utilização do livro didático deve ser norteada por uma
reflexão teórica e metodológica que possibilite ao
professor analisar e criticar as obras adotadas.
II. É imprescindível que a escolha de um livro didático
promova a contextualização e a formação integral do
indivíduo, comprometido com sua realidade social,
cultural, política e econômica.
III. O livro didático serve de instrumento para a transmissão
dos conteúdos que devem ser trabalhados de forma
linear, descontextualizada e acrítica, dando ao saber
escolar um teor de conhecimento acabado
demonstrando a responsabilidade social da escola.
Com base na Lei n.º 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI), julgue o próximo item, relativo à inclusão escolar. A LBI define como símbolo nacional de identificação de pessoas com deficiências ocultas o cordão de fita com desenhos de girassóis.
Não há dúvidas de que a defesa é de que todas as crianças
tenham os seus direitos assegurados à provisão, à
proteção e à participação. No entanto, devemos
reconhecer que muitas crianças que chegam às instituições
de educação vivem restrições no âmbito desses direitos.
Diante da afirmativa e de acordo com as Diretrizes
Curriculares para a Educação Básica da Rede Municipal de
Ensino de Florianópolis (2015), a quem cabe assegurar tais
direitos de forma ampla e inalienável?
A administração municipal é constituída dos órgãos
integrados na estrutura administrativa da Prefeitura e de
entidades dotadas de personalidade jurídica própria.
Segundo a Lei Orgânica do Município, a entidade criada para
exploração de atividades econômicas sob a forma de
sociedade anônima é a:
Leia o pensamento sobre a avaliação, a seguir: “A
avaliação, na ótica do exame, atende às exigências de
natureza administrativa, serve para reconhecer formalmente
a presença (ou ausência) de determinado conhecimento,
mas não dispõe da mesma capacidade para indicar qual o
saber que o sujeito possui e como está interpretando as
mensagens que recebe.” (ESTEBAN, 2001, p.100). Segundo
essa concepção, a avaliação:
Com base na Lei n.º 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI), julgue o próximo item, relativo à inclusão escolar. Incumbe ao poder público assegurar a oferta de profissionais apoio escolar ao estudante com deficiência.
Com base na Lei n.º 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI), julgue o próximo item, relativo à inclusão escolar. A oferta de profissionais de apoio escolar apenas é obrigatória no ensino fundamental.
Para que se consiga um atendimento com qualidade é
necessário o desenvolvimento de atitudes e habilidades que
facilitem a interação entre as pessoas. Para conseguir esse
objetivo, é necessário estar atento a algumas características
que irão favorecer o desempenho, realizando um
atendimento de qualidade.
Leia a crônica de Carlos Drummond de Andrade –
ANTIGAMENTE.
Antigamente as moças chamavam-se
“mademoiselles” e eram todas mimosas e muito
prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em
geral dezoito. Os janotas, mesmo não sendo rapagões,
faziam-lhe pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam
longos meses debaixo do balaio. E se levavam tábua, o
remédio era tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra
freguesia.
As pessoas, quando corriam, antigamente, era
para tirar o pai da forca, e não caíam de cavalo magro.
Algumas jogavam verde para colher maduro, e sabiam com
quantos paus se faz uma canoa. O que não impedia que,
nesse entremente, esse ou aquele embarcasse em canoa
furada. Encontravam alguém que lhes passava a manta e
azulava, dando às de Vila-Diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o quilo,
saindo para tomar a fresca; e também tomavam cautela de
não apanhar o sereno. Os mais jovens, esses iam ao
animatógrafo, chupando balas de alteia. Ou sonhavam em
andar de aeroplano. Estes, de pouco siso, se metiam em
camisa de onze varas e até em calças pardas; não admira
que dessem com os burros n’água. Havia os que tomavam chá em criança e, ao
visitarem uma família da maior consideração, sabiam
cuspir na escarradeira. Se mandavam seus respeitos a
alguém, o portador garantia-lhes: “Farei presente”. Outros,
ao cruzarem com um sacerdote, tiravam o chapéu,
exclamando: “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”; ao
que o cumprimentado respondia: “Para sempre seja
louvado”. E os eruditos, se alguém espirrava – sinal de
defluxo – eram impelidos a exortar: “Dominus tecum”.
Embora sem saber da missa a metade, os
presunçosos queriam ensinar padre-nosso ao vigário, e
com isso punham a mão em cumbuca. Era natural que com
eles se perdesse a tramontana. A pessoa cheia de
melindres ficava sentida com a desfeita que lhe faziam
quando, por exemplo, insinuavam que seu filho era
artioso. É verdade que às vezes os meninos eram
encapetados, e chegavam a pitar escondido atrás da igreja.
As meninas não: verdadeiros cromos, umas teteias.
Antigamente, certos tipos faziam negócios e ficavam
a ver navios; outros eram pegados com a boca na botija,
contavam tudo tintim-por-tintim e iam comer o pão que o
diabo amassou, lá onde Judas perdeu as botas. Uns raros amarravam cachorros com linguiça. E
alguns ouviam cantar o galo, mas não sabiam onde. As
famílias faziam sortimento na venda, tinham conta no
carniceiro e arrematavam qualquer quitanda que passasse
à porta, desde que o moleque do tabuleiro, quase sempre
um “cabrito”, não tivesse catinga. Acolhiam com
satisfação a visita do cometa, que, andando por ceca e
meca, traziam as novidades “de baixo”, ou seja, do Rio de
Janeiro. Ele vinha dar uma prosa e deixar presente ao dono
da casa um canivete roscofe. As donzelas punham carmim
e chegavam à sacada para vê-lo apear do macho faceiro.
Infelizmente, alguns eram mais que velhacos: eram
grandessíssimos tratantes.
Acontecia o indivíduo apanhar uma constipação;
ficando perrengue, mandava um próprio chamar o doutor
e, depois, ia à botica para aviar a receita, de cápsulas ou
pílulas fedorentas. Doença nefasta era a phtysica. Antigamente os sobrados tinham assombrações; os
meninos, lombrigas; asthma, os gatos; os homens
portavam ceroulas, botinas e capa de goma; a casimira
tinha de ser superior e mesmo X.P.T.O. London; não havia
fotógrafos, mas retratistas e os cristãos não morriam:
descansavam. Mas tudo isso era antigamente, isto é,
outrora.
(Carlos Drummond de Andrade, Quadrante, 14ª Edição, Rio de Janeiro,
Editora do Autor, 1966)
Consta na Base Curricular da Rede Municipal de
Ensino de Palhoça que em virtude de novas demandas educacionais e curriculares, exigência do atual
contexto, iniciou-se, no mês de maio de 2019, a construção da referida Base Curricular (BC).
Tal documento é baseado, particularmente, nas
proposições:
Com base na Lei n.º 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI), julgue o próximo item, relativo à inclusão escolar. De acordo com a LBI, cabe ao profissional de apoio escolar ajudar o estudante com deficiência nas atividades de alimentação, higiene e locomoção na escola.
Com base na Lei n.º 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI), julgue o próximo item, relativo à inclusão escolar. De acordo com a LBI, o profissional de apoio escolar e o acompanhante do estudante com deficiência exercem o mesmo papel.
Maria Montessori foi uma das “discípulas” de Rousseau,
e seu nome é bem conhecido no que se trata de Educação
Infantil. A italiana é pioneira da “autoeducação”, conceito que
retira a responsabilidade do professor como única forma de
obter conhecimentos e coloca a criança na busca de seu
próprio aprendizado e o educador acompanha todo o
processo de perto, oferecendo sempre sua ajuda. Algumas
características de sua concepção são:
É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros consideram haver melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência. O elevado grau de aceitação aparece em pesquisa Datafolha divulgada em 15 de outubro, Dia do Professor.
Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social.
A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades. Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais —surdez, por exemplo— e intelectuais.
Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição. Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar, em cada estabelecimento, com pessoal capacitado para lidar com necessidades específicas de cada aluno. Este pode ser disléxico, deficiente visual ou diagnosticado com transtorno do espectro autista, para dar mais alguns exemplos.
O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula. As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas.
Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência —que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo.
(Editorial, da Folha de São Paulo, 16.10.2019 – adaptado)
Em “A rede pública carece de profissionais
satisfatoriamente qualificados...”, o verbo sublinhado pode
ser substituído, sem alterar o sentido da frase, por:
“Uma criança de 8 anos se engasgou com
alimentos e foi salva por um policial que
estava fazendo uma palestra na Escola
Municipal Francisco Constant Degraf, em
Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná.”
O engasgo ocorre quando há obstrução da passagem de ar
pela entrada de um objeto pequeno nas vias respiratórias,
geralmente causada por um alimento ou brinquedo que foi
levado à boca. O engasgo é frequente em crianças, pois elas
ainda estão desenvolvendo a mastigação e deglutição. Caso
ocorra, a atitude mais indicada é:
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sites, das páginas da internet. Assinale a alternativa
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