Questões de Concursos
filtre e encontre questões para seus estudos.
Os cinco primeiros termos de uma sequência são 3, 7, 11, 15, 19 . Qual é o seu 112º termo?
Na contemporaneidade o Estado realiza parcerias com a sociedade civil para a execução de políticas sociais. Essas organizações da sociedade civil podem ser denominadas de organizações do Terceiro Setor que possuem como características:
No que se refere ao regime jurídico administrativo, aos poderes da administração pública e à organização administrativa, julgue os itens subsequentes.
São características das sociedades de economia mista: criação autorizada por lei; personalidade jurídica de direito privado; sujeição ao controle estatal; estruturação sob a forma de sociedade anônima.
Incluída no âmbito da Seguridade Social e regulamentada pela Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS – em dezembro de 1993, como política social pública, a assistência social realizou seu trânsito para o campo do direito social. Assim, considerando a política pública de assistência social no Brasil, assinale a alternativa correta:
Assinale a frase INCORRETA em termos de concordância verbal e nominal:
I - Os cinco municípios catarinenses com maior população, em ordem decrescente, são: Joinville, Florianópolis, Blumenau, São José e Criciúma.
II - Os cinco municípios catarinenses com maior população, em ordem decrescente, são: Florianópolis, Joinville, Blumenau, São José e Criciúma.
III - Dentre as regiões do Brasil, a Sul é a que possui o 2º maior número de habitantes, perdendo somente para a Região Sudeste.
IV - Dentre os estados do Brasil, o de Santa Catarina, em ordem decrescente, é o 11º em número de habitantes.
As raízes do conservadorismo ainda estão bem vivas no chão do Serviço Social, o que não poderia ser diferente, uma vez que uma profissão não é uma bolha e, assim como o conservadorismo tem encontrado espaço fértil para sua expressão na sociedade como um todo, encontra também espaço entre os (as) assistentes sociais.
CARDOSO, P. F. G. Ética e formação profissional em Serviço Social: do conservadorismo à emancipação. Rev. Katálysis, Florianópolis, v. 20, n. 3, p. 325-334, dez. 2017, com adaptações.
Quanto ao avanço do conservadorismo e às questões éticas contemporâneas no Serviço Social, julgue o item a seguir.
No campo ideocultural, o avanço do fundamentalismo religioso e da intolerância acirra a discriminação, e variadas formas de opressão manifestam-se de maneira cada vez mais violenta, mas também impulsiona novas maneiras de manifestação, organização e defesa de direitos de grupos sociais historicamente explorados e oprimidos, como mulheres, jovens, negros e LGBTQI+.
William dos Anjos
Seja lá o que motivou você a ler estes escritos, que fique logo combinada uma coisa: ando impaciente com a impaciência das pessoas. Portanto: vá com calma. Percorra mais algumas linhas antes de supor a moral da história. Puxe mais alguns centímetros do fio desta meada. Nada de conclusões ou julgamentos apressados. Afinal, o impaciente aqui sou eu!!
Tornei-me um tanto intolerante por conta de algo que me parece um bom motivo: estamos quase sempre empenhados em que somente as nossas idéias prevaleçam. Em quase todas as circunstâncias, o que vale mesmo é encontrar culpados para as coisas mais triviais. O importante é fazer de nossas “necessidadezinhas” os reclamos mais urgentes. A todo instante somos dedicados a comparar qualquer coisa que recebemos àquilo que é dado a outrem, só para ver se o outro não está levando alguma vantagem, ainda que seja na bola de sorvete que nos sirvam no parque de diversões.
Com o pretexto de agirmos com equilíbrio e justiça, pretendemos que tudo tenha a mesma medida, que seja uniformemente considerado, nesta terra de desiguais. E haja “Eu também quero”, “O dele tá maior que o meu”, “Só faço se for do meu jeito”. As gentilezas e os cuidados naturais e espontâneos perdem espaço para o intuito interesseiro, para o intento estúpido e a desfaçatez.
Nesse andamento personalista do desenvolvimento das nossas precaríssimas vidas, as amizades, os namoros e casamentos, as relações de trabalho, por exemplo, estão se tornando cada vez mais superficiais e tênues. Qualquer discordância, crítica ou comentário tornam-se suficiente e inevitavelmente avassaladores. Motivam atitudes de revide e reciprocidade equivocada e desmedida. Cobramos com juros escandalosos aquilo que nem era preciso pagar na mesma moeda.
Aliás, como achar a vida divertida e interessante, se há sempre alguém ávido por encontrar resposta satisfatória para a pergunta “E o que é que eu ganho com isso?” Queremos urgentemente ganhar seja lá o que for. Se não para usufruir; para acumular, encher os alforjes e pendurá-los como troféus da opulência à vista de vizinhos e desafetos. O que afinal conseguimos com isso? Apenas enfado, sonolência, modorra, sedentária e obesa expectativa de que os dias se sucedam.
Eis, pois, a razão para tamanha impaciência. Não dá para continuar assistindo pacientemente ao perecimento da virtude que se afigura na essência do homem. É urgente que se revolvam as suas entranhas para de lá retirar o que ainda haja de mais elementar e embrionariamente humano. É fundamental valorizarmos a capacidade de indignação diante da homogeneização da ignorância. É tempo de voltar ao primeiro amor.