Maria Clara recebeu uma quantia de R$ 6000,00 após vender em sua loja algumas roupas masculinas e femininas. Sabe-se que ela aplicou 35% desse valor por um período de um ano em uma instituição financeira que rende juros compostos de 3% ao semestre. Com base nessas informações, assinale a alternativa que representa o montante que Maria Clara irá receber ao término desse período:
A respeito do Horário de Verão que está em vigor no Brasil desde o dia 5 de novembro, podemos afirmar que:
O Estatuto do Desarmamento, Lei 10.826/03, traz em seu Capítulo IV- DOS CRIMES E DAS PENAS- alguns crimes aplicados a quem infringir os tipos penais ali descritos. Qual dos tipos penais abaixo se enquadra ao tipo de Comércio ilegal de arma de fogo?
Segundo o que está previsto na Lei n.º 4.898/65, o abuso
de autoridade sujeitará o seu autor à sanção
administrativa, civil e penal. As sanções administrativas
serão aplicadas de acordo com a gravidade do abuso
cometido e consistirá, entre outras, em:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Um terreno possui o formato de um triângulo com 44m de base e 90m de altura. Outro terreno possui o formato de um retângulo com 97m de largura e 152m de comprimento. Ambos os terrenos possuem 47% da sua área ocupada por um gramado. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que a soma da área do gramado de ambos os terrenos é superior a 7.111 m² e inferior a 7.349 m².
II. Um supermercado vende cinco marcas de feijão cujos preços são, respectivamente: R$ 2,6, R$ 3,3, R$ 4,3, R$ 3,4 e R$ 4,6. A fim de aumentar as vendas, o gerente desse estabelecimento reduziu todos os preços citados em 12%. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que a média dos preços do feijão nessa loja, após o desconto aplicado, representa um valor superior a R$ 3,16 e inferior a R$ 3,28.
III. Ao realizar uma pesquisa, identificou-se que o produto X apresenta os seguintes preços em cinco lojas pesquisadas: R$ 14,95, R$ 13,15, R$ 12,85, R$ 10,85 e R$ 10,35. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o preço médio do produto X, nas lojas pesquisadas, é superior a R$ 13,38.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Um terreno possui o formato de um triângulo com 44m de base e 90m de altura. Outro terreno possui o formato de um retângulo com 97m de largura e 152m de comprimento. Ambos os terrenos possuem 47% da sua área ocupada por um gramado. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que a soma da área do gramado de ambos os terrenos é superior a 7.111 m² e inferior a 7.349 m².
II. Um supermercado vende cinco marcas de feijão cujos preços são, respectivamente: R$ 2,6, R$ 3,3, R$ 4,3, R$ 3,4 e R$ 4,6. A fim de aumentar as vendas, o gerente desse estabelecimento reduziu todos os preços citados em 12%. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que a média dos preços do feijão nessa loja, após o desconto aplicado, representa um valor superior a R$ 3,16 e inferior a R$ 3,28.
III. Ao realizar uma pesquisa, identificou-se que o produto X apresenta os seguintes preços em cinco lojas pesquisadas: R$ 14,95, R$ 13,15, R$ 12,85, R$ 10,85 e R$ 10,35. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o preço médio do produto X, nas lojas pesquisadas, é superior a R$ 13,38.
Marque a alternativa CORRETA:
NÃO se pode aplicar aos atos de improbidade administrativa
a seguinte pena:

Assinale a afirmativa correta:
MINHA CALÇADA
Morreu na semana passada, atropelado pela multidão que vinha na direção oposta, o último cronista andarilho. Ele insistia em fazer como seus antepassados, João do Rio, Lima Barreto, Benjamim Costallat, Antônio Maria, Carlinhos Oliveira, e flanava em busca de assuntos. Descanse em paz, pobre coitado.
O cronista andarilho estava na calçada par da Avenida Rio Branco, em frente à Galeria dos Empregados no Comércio, às 13h15m de quarta-feira, quando foi abalroado por um pelotão de transeuntes que marchava apressado no contrafluxo. Caiu, bateu com a cabeça num fradinho. Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres, categoria à qual sempre se orgulhou de pertencer.
A perícia encontrou em seu bolso um caderno com a anotação “escrever sobre as mulheres executivas que caminham de salto alto sobre as pedras portuguesas do Centro, o que lhes aumenta ainda mais a sensualidade do rebolado”. O documento, entregue ao museu da Associação Brasileira de Imprensa, já está numa vitrine de relíquias cariocas.
O cronista que ora se pranteia era um nostálgico das calçadas e tinha como livro de cabeceira “Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro”. Nele, Joaquim Manuel de Macedo descreve uma caminhada pela Rua do Ouvidor como um dos grandes prazeres da vida. No apartamento do cronista, de quem no momento se faz este funéreo, foi encontrada também a gravura de J. Carlos em que um grupo de almofadinhas observa, deslumbrado, a passagem de uma melindrosa de vestido curto e perna grossa pela Avenida Central dos anos 1920.
As calçadas inspiravam o morto. Fez dezenas de crônicas sobre a poesia do flanar sem rumo, às vezes lambendo uma casquinha de sorvete. Numa delas chegou a falar da perda de tempo que era subir até o Corcovado para admirar o Rio. O cronista andarilho, agora de saudosa memória, dizia não haver melhor jeito e lugar para se entender a cidade do que bater perna descompromissadamente, mas em passos mais curtos do que essa palavra imensa, pelas calçadas.
Ele ia assim como quem não quer nada, na terapia gratuita de atravessar de um lado para o outro e não estar focado em nada — enfim, na exata contramão do que recomenda o odioso estresse moderno que o atropelou próximo ao turbilhão da Galeria.
O cronista andarilho gostava de ouvir os torcedores discutindo futebol na banca do botafoguense Tolito, na esquina com a Sete de Setembro. Também podia rir da pregação moralista do profeta Gentileza no Largo da Carioca, ou dar uma parada no Cineac Trianon, na Rio Branco 181, e avaliar as fotos das strippers que naquele momento estariam tirando a roupa lá dentro, na tela do cinema.
A vida era o que lhe ia pelas calçadas do Rio, um espaço historicamente sem entraves para se analisar como caminhava a Humanidade. O cronista andarilho, desde já saudoso como o frapê de coco do Bar Simpatia, não percebeu o fim das calçadas — e, na distração habitual, foi vítima da confusão que se estabeleceu sobre elas, uma combinação criminosa das novas multidões apressadas com fradinho, anotador do jogo do bicho, bicicleta, burro sem rabo, mesa de botequim, gola de árvore acimentada, esgoto, banca de jornal, segurança de loja sentado no meio do caminho e o escambau a quatro.
Calçadas não há mais. Eram passarelas onde os vizinhos se encontravam, perpetuavam os hábitos do bairro e tocavam a vida em frente com certa intimidade pública — no subúrbio chegava-se a colocar as cadeiras para curtir com mais conforto o mundo que passava. O cronista andarilho acreditava que na calçada pulsava a alma carioca. Com o caderno sempre à mão, anotava os modismos, os pequenos acontecimentos. No dia seguinte publicava o que achava ser a história afetiva da cidade, aquela em que as pessoas se reconhecem, pois são as obreiras.
O homem gastava sola de sapato. Uma outra inspiração para o seu ofício era o livro “A arte de caminhar pelas ruas do Rio de Janeiro”, escrito pelo contista e pedestre Rubem Fonseca nos anos 1990. Ainda havia calçada suficiente para o protagonista descer andando das ladeiras do Morro da Conceição, se esgueirar pelos becos nos fundos da Rua Larga e, sem GPS, chegar à Rua Senador Dantas. Não há mais.
O cronista peripatético costumava cruzar na vida real com Rubem Fonseca, os dois flanando pelas calçadas do Leblon. As meninas do Leblon não olhavam para eles, não tinha importância. O mestre seguia em aparente calma, enquanto a mente elucubrava cenas cruéis de sexo e violência para um próximo conto. Mas, como sabem todos os que têm passado por ali, as calçadas do Leblon também desapareceram embaixo de tapume do metrô e da multidão trazida pelo shopping center. O engarrafamento agora é de gente — e foi aí que se deu o passamento do último cronista andarilho, vítima da absoluta impossibilidade de se caminhar pelas agressivas calçadas da sua cidade.
(SANTOS, J. Ferreira dos. O Globo, 17/03/2014.)
Morreu na semana passada, atropelado pela multidão que vinha na direção oposta, o último cronista andarilho. Ele insistia em fazer como seus antepassados, João do Rio, Lima Barreto, Benjamim Costallat, Antônio Maria, Carlinhos Oliveira, e flanava em busca de assuntos. Descanse em paz, pobre coitado.
O cronista andarilho estava na calçada par da Avenida Rio Branco, em frente à Galeria dos Empregados no Comércio, às 13h15m de quarta-feira, quando foi abalroado por um pelotão de transeuntes que marchava apressado no contrafluxo. Caiu, bateu com a cabeça num fradinho. Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres, categoria à qual sempre se orgulhou de pertencer.
A perícia encontrou em seu bolso um caderno com a anotação “escrever sobre as mulheres executivas que caminham de salto alto sobre as pedras portuguesas do Centro, o que lhes aumenta ainda mais a sensualidade do rebolado”. O documento, entregue ao museu da Associação Brasileira de Imprensa, já está numa vitrine de relíquias cariocas.
O cronista que ora se pranteia era um nostálgico das calçadas e tinha como livro de cabeceira “Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro”. Nele, Joaquim Manuel de Macedo descreve uma caminhada pela Rua do Ouvidor como um dos grandes prazeres da vida. No apartamento do cronista, de quem no momento se faz este funéreo, foi encontrada também a gravura de J. Carlos em que um grupo de almofadinhas observa, deslumbrado, a passagem de uma melindrosa de vestido curto e perna grossa pela Avenida Central dos anos 1920.
As calçadas inspiravam o morto. Fez dezenas de crônicas sobre a poesia do flanar sem rumo, às vezes lambendo uma casquinha de sorvete. Numa delas chegou a falar da perda de tempo que era subir até o Corcovado para admirar o Rio. O cronista andarilho, agora de saudosa memória, dizia não haver melhor jeito e lugar para se entender a cidade do que bater perna descompromissadamente, mas em passos mais curtos do que essa palavra imensa, pelas calçadas.
Ele ia assim como quem não quer nada, na terapia gratuita de atravessar de um lado para o outro e não estar focado em nada — enfim, na exata contramão do que recomenda o odioso estresse moderno que o atropelou próximo ao turbilhão da Galeria.
O cronista andarilho gostava de ouvir os torcedores discutindo futebol na banca do botafoguense Tolito, na esquina com a Sete de Setembro. Também podia rir da pregação moralista do profeta Gentileza no Largo da Carioca, ou dar uma parada no Cineac Trianon, na Rio Branco 181, e avaliar as fotos das strippers que naquele momento estariam tirando a roupa lá dentro, na tela do cinema.
A vida era o que lhe ia pelas calçadas do Rio, um espaço historicamente sem entraves para se analisar como caminhava a Humanidade. O cronista andarilho, desde já saudoso como o frapê de coco do Bar Simpatia, não percebeu o fim das calçadas — e, na distração habitual, foi vítima da confusão que se estabeleceu sobre elas, uma combinação criminosa das novas multidões apressadas com fradinho, anotador do jogo do bicho, bicicleta, burro sem rabo, mesa de botequim, gola de árvore acimentada, esgoto, banca de jornal, segurança de loja sentado no meio do caminho e o escambau a quatro.
Calçadas não há mais. Eram passarelas onde os vizinhos se encontravam, perpetuavam os hábitos do bairro e tocavam a vida em frente com certa intimidade pública — no subúrbio chegava-se a colocar as cadeiras para curtir com mais conforto o mundo que passava. O cronista andarilho acreditava que na calçada pulsava a alma carioca. Com o caderno sempre à mão, anotava os modismos, os pequenos acontecimentos. No dia seguinte publicava o que achava ser a história afetiva da cidade, aquela em que as pessoas se reconhecem, pois são as obreiras.
O homem gastava sola de sapato. Uma outra inspiração para o seu ofício era o livro “A arte de caminhar pelas ruas do Rio de Janeiro”, escrito pelo contista e pedestre Rubem Fonseca nos anos 1990. Ainda havia calçada suficiente para o protagonista descer andando das ladeiras do Morro da Conceição, se esgueirar pelos becos nos fundos da Rua Larga e, sem GPS, chegar à Rua Senador Dantas. Não há mais.
O cronista peripatético costumava cruzar na vida real com Rubem Fonseca, os dois flanando pelas calçadas do Leblon. As meninas do Leblon não olhavam para eles, não tinha importância. O mestre seguia em aparente calma, enquanto a mente elucubrava cenas cruéis de sexo e violência para um próximo conto. Mas, como sabem todos os que têm passado por ali, as calçadas do Leblon também desapareceram embaixo de tapume do metrô e da multidão trazida pelo shopping center. O engarrafamento agora é de gente — e foi aí que se deu o passamento do último cronista andarilho, vítima da absoluta impossibilidade de se caminhar pelas agressivas calçadas da sua cidade.
(SANTOS, J. Ferreira dos. O Globo, 17/03/2014.)
Quanto ao modo de organização, pode-se afirmar que o texto apresenta predominantemente características discursivas próprias de uma:
Considere as afirmações que seguem, referente ao Microsoft Office Word 2007.
I. É possível desenhar uma tabela complexa, por exemplo, uma que contenha células de tamanhos diferentes ou um
número variável de colunas por linha.
II. É possível inserir uma tabela em outra tabela para criar uma tabela mais complexa.
Está correto o que se afirma em
I. É possível desenhar uma tabela complexa, por exemplo, uma que contenha células de tamanhos diferentes ou um
número variável de colunas por linha.
II. É possível inserir uma tabela em outra tabela para criar uma tabela mais complexa.
Está correto o que se afirma em
Considerando as determinações legais do Código de Processo Penal (Decreto-Lei nº. 3.689/1941) sobre
a prisão em flagrante, assinale a alternativa correta.
Quanto à Segurança Pública, disciplinada pela Constituição brasileira de 1988, marque a
opção correta:
Conforme noticiado no www.blog.planalto.gov.br sobre
a inauguração do teleférico no complexo do Alemão RJ
em 07.07.11 e noticiado em mídia nacional: “... Para a
construção do teleférico, foram investidos R$ 210 milhões
do PAC, com contrapartida do governo do estado. O total
de investimento pelo Programa na comunidade é de
R$ 939,4 milhões.”
Com base nas ações realizadas pelo PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, do Governo Federal, assinale
a alternativa correta:
I. Outra frente do PAC, Minha Casa, Minha Vida prevê transformar favelas em bairros populares. À exemplo dos
trabalhos feitos no Complexo do Alemão.
II. Reduzir o déficit habitacional, garantir o acesso à casa própria e melhorar a qualidade de vida da população são
alguns objetivos que norteiam as ações do PAC, Minha Casa, Minha Vida.
a inauguração do teleférico no complexo do Alemão RJ
em 07.07.11 e noticiado em mídia nacional: “... Para a
construção do teleférico, foram investidos R$ 210 milhões
do PAC, com contrapartida do governo do estado. O total
de investimento pelo Programa na comunidade é de
R$ 939,4 milhões.”
Com base nas ações realizadas pelo PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, do Governo Federal, assinale
a alternativa correta:
I. Outra frente do PAC, Minha Casa, Minha Vida prevê transformar favelas em bairros populares. À exemplo dos
trabalhos feitos no Complexo do Alemão.
II. Reduzir o déficit habitacional, garantir o acesso à casa própria e melhorar a qualidade de vida da população são
alguns objetivos que norteiam as ações do PAC, Minha Casa, Minha Vida.
Considere a hipótese de alguém sofrer violência em sua liberdade de locomoção. Nesse caso, em sua defesa, poderá ser usada a seguinte ação constitucional:
Herodes, portando uma faca, desfere golpe em Kublai Kahn, que cai em terra. Apesar disso, Herodes não continua com seu ataque, retirando-se imediatamente do local. Nesse caso, nos termos do Código Penal, tem-se a denominada:
Marque a alternativa a qual DIVERGE dos crimes e das infrações administrativas tipificadas na Lei da Pessoa com Deficiência, Lei nº 13.146/2015.
Analise as afirmativas abaixo e dê valores (V) Verdadeiro ou (F) Falso.
( ) A Tipologia Textual considera a estrutura, o conteúdo e a forma de como um texto se apresenta.
( ) Considera-se texto injuntivo aquele que apresenta, em sua estrutura, características que indicam uma exposição de um assunto ou tema.
( ) A dissertação é a tipologia textual em que o escritor disserta sobre algo, ou seja, explica ou apresenta o resultado comprovado de um estudo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Caio Tácito coordena o setor antidrogas do município X e busca organizar eventos educativos quanto aos efeitos nocivos da utilização de drogas ilícitas. Nos termos da Lei nº 11.343/2006, deve ser instituído:

Está corretamente separada em sílabas a palavra:
FGR•
Em relação à cidade de Belo Horizonte, marque a alternativa INCORRETA.
De acordo com o Código Penal brasileiro, o homicídio qualificado é cometido, dentre outros: