Questões de Concursos
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Nada por aqui
Martín Fierro acredita na importância da contribuição intelectual da América, prévia tesourada a todo cordão umbilical. Acentuar e generalizar para as demais manifestações intelectuais o movimento de independência iniciado, no idioma, por Ruben Darío, não significa, entretanto, que haveremos de renunciar, nem muito menos que finjamos desconhecer que todas as manhãs nos servimos de um creme dental sueco, de umas toalhas francesas e de um sabonete inglês.
Martín Fierro tem fé em nossa fonética, em nossa visão, em nossas maneiras, em nosso ouvido, em nossa capacidade digestiva e de assimilação.
“Manifesto Martín Fierro”, de Oliverio Girondo, 15/5/1924. In: Jorge Schwartz, Vanguardas latino-americanas: polêmicas, manifestos e textos críticos. São Paulo: EDUSP; Iluminuras; FAPESP, 1995, p. 116.
A revista de vanguarda literária Martín Fierro foi fundada em Buenos Aires, na Argentina, em 1924. O “Manifesto”, publicado no seu nº 4, apresentava sintonias com o movimento modernista paulistano, ao
Hoje, já não podemos observar a paisagem das cidades sem notar a pichação em muros e paredes, esculturas, estádios, galerias, prédios públicos. O mercado ainda não conseguiu assimilá-la como “arte”; ela caminha por fora, passa a ser considerada em outros meios como filmes, vídeos, documentários, fotografias. Hoje, os pichadores podem ser autores se considerarmos o que diz Joseph Beuys: “Todos são artistas, mas só os artistas sabem disso”.
FRANCO, S. Pichação e aves de rapina.
Disponível em: www.diplomatique.uol.com.br.
Acesso em: 5 abr. 2011 (adaptado).
Esse texto foi escrito em função da 28ª Bienal de Arte de São Paulo, realizada em 2008, e levanta o problema do reconhecimento da pichação como “arte”. Nesse texto, o autor identifica as pichações urbanas como
No Brasil, o modal rodoviário é o predominante, sendo responsável por 75% do transporte de cargas e mercadorias. São vantagens desse modelo de transporte:
I. Facilidade para contratar e organizar o transporte.
II. Alcance a lugares inacessíveis por outros meios de transporte.
III. Flexibilidade em organizar a rota.
Está CORRETO o que se afirma:
A prática de transportar mercadorias em contêineres, de forma e tamanho uniformes, revolucionou o comércio exterior. O processo de carga e descarga de mercadorias em navios, que antes levava cerca de dez dias, hoje pode ser realizado entre 24 e 48 horas, (...). O transporte de cargas mudou radicalmente a partir de 1950 com o fenômeno da “conteineirização”, que simplificou as operações e descongestionou os portos, antes lotados. (...).
Retirado do site Connect Americas, da reportagem ‘O mundo cabe em um contêiner’. Endereço eletrônico: https://connectamericas.com/pt/content/o-mundo-cabe-em-um-cont%C3%AAiner. Acesso: 14.mai.2019.
Das transformações geradas no comércio internacional com a mudança do perfil portuário com a conteineirização, a ÚNICA opção FALSA a seguir é a:
“Bruno Pereira e Dom Phillips são os dois últimos nomes inscritos na trágica lista de pessoas que morreram por defender a preservação da floresta e os povos que lá habitam, como o ambientalista Chico Mendes e a missionária Dorothy Stang”. (Fonte: Correio Braziliense, 26 de junho de 2022).
De acordo com informações veiculadas e seus conhecimentos sobre o tema, pode-se afirmar que:
A água que se acumula nas depressões do terreno começa a escoar pelas vertentes quando o solo está saturado e as poças não conseguem mais conter a água. Inicialmente o fluxo é difuso e, no estágio seguinte, é linear, quando esse fluxo começa a se concentrar. O desenvolvimento de microrravinas é o terceiro estágio.
(Teresa G. Florenzano. “Introdução à geomorfologia”. In: Geomorfologia, 2008. Adaptado.)
O movimento descrito no excerto é