BRAGA, R. A rebeldia do precariado: trabalho e neoliberalismo no sul global. São Paulo: Boitempo, 2017 (adaptado).
A unificação da pauta dos movimentos sociais internacionais, descrita no texto, tem como principal objetivo:
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Nada por aqui
TEXTO I
Uma estranha loucura apossa-se das classes operárias das nações onde impera a civilização capitalista. Esta loucura é o amor pelo trabalho, a paixão moribunda pelo trabalho, levada até o esgotamento das forças vitais do indivíduo e sua prole.
LAFARGUE, P. O direito à preguiça. São Paulo: Hucitec, 2000.
TEXTO II
Vivemos numa época em que as pessoas são tão trabalhadoras que ficam estúpidas.
WILDE, O. apud MASI, D. O futuro do trabalho. Rio de Janeiro:
José Olympio; Brasília: UnB, 1999.
De acordo com os textos, a reflexão sobre o mundo
do trabalho no século XIX aponta para o conceito
sociológico de
Quando de longe observamos o mundo árabe e o mundo judeu, vemos o contraste entre duas religiões – a judaica, baseada no Tanakh (da qual a Torá é parte) e a muçulmana, baseada no Alcorão ou no Corão. Menos comum é vermos as semelhanças tal como o ritual de circuncisão masculina que, em ambas as religiões, se realiza a partir dos oito dias de vida e representa o pacto entre Deus e os homens.
Por isso, entre sistemas com diferenças, também pode haver semelhanças e, para abarcar essa dupla realidade, as Ciências Sociais criaram o conceito de
Numa democracia representativa, como é o Brasil, o direito de votar para escolha dos governantes, que irão ocupar os cargos do Executivo e do Legislativo, é um dos direitos fundamentais da cidadania. Na impossibilidade de participação direta do povo nas decisões que deverão ser tomadas a respeito de questões da máxima relevância para o interesse público, a escolha de representantes para o desempenho dessas tarefas foi o caminho encontrado para que as opções reflitam a vontade do povo.
DALLARI, D. Em busca da democracia representativa. Disponível em: www.jb.com.br. Acesso em: 2 fev. 2015.
Na perspectiva apontada no texto, a consolidação da democracia no Brasil baseia-se na
representação popular por meio dos(as)
Entenda a crise na Ucrânia
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e dois líderes da Crimeia assinaram, em março de 2014, um acordo para tornar a República Autônoma parte da Rússia. O tratado foi assinado dois dias após o povo da Crimeia aprovar em um referendo a separação da Ucrânia e a reunificação com a Rússia. A votação foi condenada por Kiev e pela comunidade internacional, que a considera ilegítima.
Disponível em: http://g1.globo.com. Acesso em: 28 out. 2014 (adaptado).
A justificativa para o acordo descrito fundamentava-se na ideia de