Preocupado com o ensino fragmentado de Biologia, um professor do Ensino Médio propôs uma sequência didática sobre a evolução dos paradigmas científicos ao longo da História. A proposta incluiu análise de textos históricos, debates sobre a substituição do modelo miasmático pelo germinativo nas doenças infecciosas e experimentos simulando a refutação da geração espontânea com base em Redi e Pasteur. Ao final, os estudantes deveriam identificar como diferentes práticas científicas estão associadas a distintos paradigmas epistemológicos.
Com base nessa proposta, relacione os tipos de práticas científicas (COLUNA I) com os paradigmas científicos (COLUNA II):

COLUNA I – Práticas científicas (exemplos):

1- Realização de um experimento com frascos abertos e fechados contendo caldo nutritivo para testar a geração espontânea.
2- Discussão sobre a transição do modelo de Terra imóvel para o heliocentrismo a partir de análise histórica e conceitual.
3- Observação sistemática de padrões em surtos epidêmicos e sua correlação com ambientes insalubres, sem formulação de hipóteses.
4- Análise de experimentos históricos que derrubaram teorias aceitas, como a recusa da abiogênese após Pasteur.
5- Construção de modelos explicativos a partir da formulação de leis científicas gerais, como a Lei da Gravitação Universal.

COLUNA II – Paradigmas científicos:

A. Falsificacionismo (Popper).
B. Paradigma Kuhniano (Consensos pós-crise).
C. Empirismo indutivista clássico.
D. Positivismo lógico.
E. Evolução cumulativa da ciência.

Assinale a alternativa que associa corretamente os elementos da COLUNA I aos da COLUNA II:
Os solos brasileiros são, em sua maioria, ácidos e necessitam de correção com calcário para que as culturas se desenvolvam melhor. Por este motivo, a agropecuária tem por conduta realizar a correção do solo. O calcário é a matéria-prima mais utilizada para correção da acidez do solo e como fonte de cálcio e magnésio na agricultura, por ser um produto de origem natural, abundante e com reservas, distribuídas em diversos Estados.

Disponível em: https://www.crea-mt.org.br/portal/pesquisa-comprovaque-aumento-na-dose-do-calcario-impulsiona-a-produtividade-nocampo/. Acesso em 9 abril 2025.

De maneira simplificada, a neutralização do solo se dá pela interação do calcário (composto por carbonato dos metais citados na reportagem) com os íons H+ presentes no solo formando, além dos íons metálicos, como um dos produtos:
Conhecimento é a relação que se estabelece entre um sujeito cognoscente e um objeto. Todo conhecimento manifesta-se por meio do pensamento. Pensar é articular signos, ou seja, é ligar as representações em cadeias (ARANHA, 1992, pág. 49). Assim, durante muito tempo, considerou-se que o pensamento só poderia ser efetivado por meio da linguagem verbal, justamente porque a linguagem verbal é um:
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O professor Tirésias decidiu trabalhar com seus estudantes da 2ª Série do Ensino Médio a questão do preconceito linguístico. Para introduzir a questão, selecionou o seguinte texto:


“As pessoas sem instrução falam tudo errado”: trata-se de outra afirmação preconceituosa bastante difundida. O preconceito linguístico se baseia na crença de que só existe uma única língua portuguesa digna deste nome e que seria a língua ensinada nas escolas, explicada nas gramáticas e catalogada nos dicionários. Qualquer manifestação linguística que escape desse triângulo escola-gramática-dicionário é considerada, sob a ótica do preconceito linguístico, “errada, feia, estropiada, rudimentar, deficiente”, e não é raro a gente ouvir que “isso não é português”.


BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico. São Paulo: Parábola Editorial, 2015. Adaptado.
Tendo em vista a concepção que norteou o planejamento de sua aula, a preocupação do professor Tirésias foi a de explorar, sobretudo, a seguinte competência específica de Linguagens e suas Tecnologias para o Ensino Médio que consta da BNCC e do DRC/MT-EM:
Para responder à questão, leia a crônica “Esquisitices” de Luis Fernando Verissimo.


A família chegou na casa da praia e, enquanto o pai e a mãe se ocupavam de tirar os tapumes das janelas e religar a luz, a filha adolescente foi direto para o seu quarto e sentiu que havia alguma coisa diferente dos outros verões, um cheiro que ela não lembrava, um brilho nas paredes, alguma coisa. Quando foi ajudar a mãe a desempacotar as compras na cozinha, disse que o mar tinha invadido a casa e a mãe disse que o mar nunca chegava até ali, tá louca? Então invadiu só o meu quarto, disse a filha, e naquela noite, quando entrou no quarto para dormir, viu que o chão estava coberto de algas, e quando foi pegar um dos livros que tinha deixado na prateleira no verão anterior derrubou várias conchas no chão, e quando abriu a gaveta da sua mesinha de cabeceira – juro, mãe! – descobriu uma estrela-do-mar. Não conseguiu dormir, o som do mar invadia o quarto, ela chegou a ouvir o ruído de fritura da espuma se desfazendo ao seu redor, como se o mar estivesse arrebentando em volta da cama. E as paredes fosforescentes! Se um peixe prateado pulasse na cama, refletiria o brilho das paredes no ar, antes de cair ao seu lado. Passou a noite esperando o peixe prateado. De manhã a mãe disse que o mar não estava mais perto da casa, estava onde sempre estivera desde que eles tinham construído a casa, e que ela se acostumaria com o ruído. E que não, não sentira o cheiro novo nem vira as algas no chão do quarto, nem as conchas, você parece doida. A filha perguntou se o mar nunca tinha invadido a casa e a mãe respondeu que não. Depois pensou um pouco e disse: não que eu me lembre. Naquela noite a filha leu um pouco – apesar das ondas estourando ao seu redor – depois mergulhou a mão na água e pegou um cavalo-marinho para marcar o lugar, e fechou o livro. Estava pronta para o peixe prateado, estava certa de que nunca mais seria a mesma. Quando a mãe contou para o pai as esquisitices da filha naquele verão, o pai só disse uma coisa. Catorze anos é fogo.


VERISSIMO, Luis Fernando. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. Rio de Janeiro: Objetiva, 2020.
Na moderna literatura narrativa, tem sido amplamente utilizado um terceiro processo de reprodução de enunciados, resultante da conciliação do discurso direto e do discurso indireto. É o chamado discurso indireto livre, forma de expressão que, em vez de apresentar o personagem em sua voz própria (discurso direto), ou de informar objetivamente o leitor sobre o que ele teria dito (discurso indireto), aproxima narrador e personagem, dando-nos a impressão de que passam a falar em uníssono.

CUNHA, Celso & CINTRA, Lindley. Gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Lexikon, 2013. Adaptado.

Ocorre o chamado discurso indireto livre no seguinte trecho da crônica:
TEXT:


How do people overcome fossilization and achieve nativelike fluency in second language acquisition?

There are a lot of common misconceptions about fossilization and language development. It's impossible to correct all of them in a post here, but I'll address a few that have been mentioned below.

Fossilization is a stage at which a second language speaker seems to cease making progress toward becoming more targetlike in his or her use of the language, so a "learning plateau" is a reasonable analogy. The comparison wherein "the L2 learner has his own linguistic system" that's still influenced by L1 and other things is known as the "interlanguage." The question researchers cannot conclusively answer is whether or not that "plateau" is reversible after a certain point, be it age, fluency level, etc., in order to start making progress again.

Different people are motivated by different things, which range from need (to pass a test, to get a job, to watch movies without subtitles, to make friends, etc.) to learning style (preferring to study from texts, liking/disliking impromptu, small-talk with people just to practice, preference for/against learning formal rules, and aptitude). It is easy to remember verb conjugations. There is no single formula.

Finding someone who can correct your errors tactfully and effectively most certainly does not need to be demotivating, depressing or draining whatsoever. I'm a very fluent non-native speaker of Spanish, and I actively request that my native speaker (NS) friends correct me when I make a mistake, or use a phrase that sounds funny in their dialect, etc. How else will I learn? It's fascinating to learn little details like that now after so many years. As long as they don't do it in a mocking or condescending way, or at a socially inappropriate time, why wouldn't I want their help? Of course, if you correct a beginner every time they try to utter a sentence, it could be discouraging - and obnoxious - but everything in moderation.

One of the biggest cognitive challenges is whether or not L2 speakers can learn to consciously notice differences between their L2 efforts and the way a NS talks. There are decades of research on this (my own included) and I'll gladly give references if anyone actually cares. Noticing falls into two broad categories. First, the ability to "notice the gap," i.e. hear a NS say a sentence and think, "Hmm, I understand what he meant but I've never heard that word before; it must mean ___" or "I know what he meant but it would not have occurred to me to say it that way; I'll try to remember that for later." The second is the ability to "notice the hole," i.e. when the L2 learner is trying to speak/ write and realizes that his "interlanguage" lacks a word, sound or structure needed to accurately convey his own thought. If he can seek the input necessary to fill the hole, he has a much stronger chance of acquiring it. The thought processes involved during that moment are holding the forms (or lack thereof) in working memory, and the longer it stays there for further processing, the greater the possibility that it is retained in long-term memory for later use. The NS interlocutor can help promote noticing through corrective feedback (also a subject of decades of research, for which I'm also happy to provide resources if anyone is genuinely interested.)

I have been using a variety of strategies for years as a language coach when working with my clients, whether helping IT executives from India and Egypt learn to write more grammatically accurate e-mail or helping priests from Nigeria improve prosodic aspects of their pronunciation (i.e. stress and intonation patterns.) Each person is different. I have found no evidence to support the argument that a person who has fossilized cannot begin to make progress again toward a more target-like L2 use at least in some areas, with the right motivation, input and effort. The question is only about how much progress, in what areas, in how much time, and through what methods.


Adapted form: https://www.quora.com/How-do-people-overcome-fossilization-andachieve-native-like-fluency-in-second-language-acquisition Acesso em 22/09/2023
No trecho “Finding someone who can correct your errors tactfully and effectively…”, o termo em destaque recebeu o sufixo -ING por se tratar de:
Para responder à questão, leia o poema “Urge o tempo” de Gonçalves Dias (1823-1864).


Urge o tempo, os anos vão correndo,
Mudança eterna os seres afadiga!
O tronco, o arbusto, a folha, a flor, o espinho,
Quem vive, o que vegeta, vai tomando
Aspectos novos, nova forma, enquanto
Gira no espaço e se equilibra a terra.


Tudo se muda, tudo se transforma;
O espírito, porém, como centelha,
Que vai lavrando solapada e oculta,
Até que enfim se torna incêndio e chamas,
Quando rompe os andrajos morredouros,
Mais claro brilha, e aos céus consigo arrasta
Quanto sentiu, quanto sofreu na terra.


Tudo se muda aqui! Somente o afeto,
Que se gera e se nutre em almas grandes,
Não acaba, nem muda; vai crescendo,
Co’o tempo avulta, mais aumenta em forças
E a própria morte o purifica e alinda.
Semelha estátua erguida entre ruínas,
Firme na base, intacta, inda mais bela
Depois que o tempo a rodeou de estragos.


DIAS, Gonçalves. Cantos. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
“Até que enfim se torna incêndio e chamas,” (2ª estrofe) No contexto em que se insere, a locução conjuntiva “Até que” introduz uma oração que expressa ideia de

Analise as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:

( ) A função primordial do mito era responder a questões fundamentais como: qual a origem de todas as coisas?

( ) O que significa o homem e qual a sua relação com o mundo natural e com o mundo humano?

( ) A narrativa explicava e significava a realidade, o modo de vida, a organização social, a conduta dos homens, os valores e normas, de modo que “os comportamentos e as atitudes que a sociedade quer preservar são condensados em paradigmas”

( ) Dito de outro modo, os valores que a sociedade elegeu como os melhores a serem observados e vivenciados por todos os membros da sociedade estão expressos nos deuses, semideuses e heróis contados pelos poetas: “o ideal heróico”.

A sequência correta é:

“Mais de um século depois de _______________ vamos encontrar na cidade grega de Atenas______________, provavelmente o mais famoso nome não apenas da cultura grega, mas de toda a Filosofa, tal como ocorre em relação aos primeiros filósofos não temos nenhum registro escrito das doutrinas que ______________ professava .Os motivos, porém, são bastante diferentes. Enquanto os escritos do primeiro simplesmente perderam-se em algum ponto da história, os do segundo não herdamos obra alguma porque este durante toda a sua vida recusou-se a registrar por escrito seus pensamentos, entre outros motivos, por desconfiar da validade filosófica da palavra escrita”. Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. No início do século XVI uma série de mudanças de grande porte ocorreu no mundo europeu. Tais mudanças afetaram todos os campos: a moral, a religião, a arte, a ciência, a Filosofa, a economia, a política. Todas estas mudanças estão, naturalmente, interligadas. São, entretanto, conhecidas por diferentes nomes. Assim, as mudanças profundas na estrutura religiosa iniciadas nos estados germânicos são conhecidas por Reforma Protestante e a reação a estas mudanças deu origem à Contra Reforma Católica.

II. A grande impulsão que conheceram as artes, notadamente na Itália, é identificada como Renascimento. Na Economia, o capitalismo deu seus primeiros passos, enquanto a descoberta e colonização da América dava origem ao sistema comercial do Mercantilismo. A ciência, tal como a entendemos, dá seus primeiros passos com Bacon e se afirma definitivamente com Newton.

III. Na política, assistimos à decadência do feudalismo e à ascensão dos primeiros Estados nacionais. A Filosofa liberta-se enfim do jugo do cristianismo que a utilizará durante mil anos como serva. O Discurso do Método de Descartes é um brado contra toda submissão à tradição e ao respeito sagrado que sempre cercará os textos de autores consagrados pela Igreja, como Aristóteles.

IV. Abrem-se as portas para a originalidade e a palavra de ordem passa a ser o “ousa Saber!” Toda essa série de mudanças implicou profunda e ampla caracterização da natureza humana. É nesse momento histórico que surgem as noções de “indivíduo” e de “sujeito”. A primeira dessas encontra lugar desde que, com o fim do sistema feudal e da vinculação direta do homem a terra na qual ele trabalha, tem início um processo de independentização dos homens e dos fortes laços que os ligavam aos senhores feudais.

Estão corretas as afirmativas.
Durante uma aula sobre Cinemática, o professor Pedro propôs uma atividade para os estudantes representarem o movimento de dois veículos (A e B) em uma estrada reta e plana. Os veículos partem de pontos diferentes da estrada no mesmo instante, na mesma direção e sentido, e suas velocidades são constantes. O veículo B parte à frente do veículo A. O veículo A desloca-se a 60 km/h e o veículo B, a 40 km/h. Com base nessas informações, assinale a afirmativa que descreve corretamente o comportamento dos veículos ao longo do tempo.

O chamado ceticismo em relação ao mundo exterior, tal como se manifesta na filosofia moderna, problematiza a:

Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:

I. Embora partindo de ideias do homem em estado de natureza, Rousseau não partilha da tese de que a natureza humana é má ou egoísta. Os homens não são inimigos por natureza, mas são naturalmente bondosos. Na base do conflito humano, quando este acontece, situa-se a propriedade privada; esta é a fonte geradora de atritos entre os homens.

II. Se há um estado de guerra, este é produto da relação entre as coisas e não entre os homens. Como em estado de natureza não há propriedade privada, a guerra originada pela propriedade também não reflete o estado de natureza. Rousseau define a guerra como uma relação de Estado a Estado, na qual os homens particulares tornam-se inimigos apenas por acidente.

III. Com essa ideia Rousseau se contrapõe às concepções que defendem de alguma forma o direito à escravidão. Em nenhum momento o escravo pode ser produto da guerra, porque esta não é uma relação de homem a homem. A guerra não concede nenhum direito que não seja necessário a seus fins, e os fins nunca são particulares; logo, para os particulares nenhuma consequência pode resultar após o fim da guerra da qual participam.

IV. Em Rousseau o homem é definido como livre e igual por natureza. Renunciar à liberdade equivale a renunciar à própria condição de homem. O princípio da liberdade é inalienável; a norma o imperativo da ação. O homem que Rousseau define como livre e igual por natureza, porém, revela-se numa existência bastante distante da natural. “o homem nasce livre e por toda parte encontra-se a ferros”. Estão corretas as afirmativas:

Assinale a alternativa correta:
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. I. Pode-se afirmar que a civilização grega iniciou sua formação em cerca de 1.500 a.C., mas só atingiu seu apogeu dez séculos mais tarde. Por volta dessa época estabeleceu-se a democracia ateniense, a arte grega atingiu os píncaros de seu desenvolvimento e a Filosofa nasceu e se desenvolveu rapidamente. II. Antes disso, porém, predominava uma forma muito distinta de compreensão do homem e do mundo: é o que conhecemos por modernismo. Duas grandes obras restam-nos desse período, as quais traçam um painel do mundo grego de então, dando-nos informações preciosas sobre sua moral, religião etc. III. A pergunta que então nos interessa colocar aqui é a seguinte: Que concepção de homem encontramos ali? Para responder a isso devemos primeiro, vislumbrar o mundo da época: tecnologicamente falando ele é, naturalmente, extremamente rudimentar. IV. A origem dos fenômenos naturais é então explicada de uma forma obviamente diferente daquela que caracteriza uma sociedade moderna. O modelo para explicação desses fenômenos é, em primeiro lugar, os fenômenos do mundo social. Assim, por exemplo, se a ordem de uma comunidade é mantida pelo poder exercido pelo seu líder supõe-se, igualmente, um governante – de muito superior poder, é claro – deve também responder pela ordem do mundo da natureza.
Estão corretas as afirmativas:
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna. “É a partir do século 6º a.C. que surge na Grécia aqueles que chamamos de primeiros filósofos. Falar acerca deles nos permite, ao mesmo tempo, formularmos uma primeira visão geral do que chamamos de Filosofa. Desses primeiros pensadores não temos, em geral, mais do que pequenos fragmentos resgatados de obras de pensadores bem posteriores. no caso de ______________, considerado o primeiro filósofo, não temos sequer uma linha de seus escritos, tendo sido perdido então, qualquer registro direto do seu pensamento”.
Júlia is a public school teacher who has only recently discovered an interest in developing her students’ communicative abilities in the English Language. As she does not know much about Communicative Language Teaching (CLT), she is always looking for texts and authors that talk about the approach. One of the texts she particularly prefers is this short excerpt:

The interest of a soccer game lies of course not in the ball, but in the moves and strategies of the players as they kick, pass, and fake their way along the field. The interest of communication lies similarly in the moves and strategies of the participants. The terms that best represent the collaborative nature of what goes on are interpretation, expression, and negotiation of meaning.

(SAVINGON, Sandra. Communicative language teaching for the twenty-first century. IN: Marianne Celce-Murcia. 3r ed. Teaching English as a second or foreign language. Boston, MA: Heinle&Heinle. 3rd edition. 2002. Adaptado.)

In her search for a better comprehension of CLT, Julia invites the other English teachers in her school to study the topic together and create classroom proposals accordingly. From the five proposals designed by Júlia’s group of teachers, select the one which best reflects the CLT teaching principles.
Leia o texto a seguir para responder à próxima questão.


Durante uma sequência didática sobre funções inorgânicas (ácidos, bases, óxidos e sais), os estudantes foram desafiados a:


“Escolher rótulos de produtos de limpeza e uso doméstico, identificar uma substância química presente e classificá-la quanto à função inorgânica. Depois, justificar essa classificação com base em sua composição, propriedades e uso.”


Ao final, os estudantes entregaram registros escritos contendo: o nome do produto, a substância destacada, a classificação atribuída e a justificativa. Abaixo, trechos de três justificativas:


Estudante A: “A água sanitária é uma base porque serve para limpar coisas sujas, igual ao sabão.”


Estudante B: “O vinagre é um ácido, pois apresenta cheiro forte e arde muito quando cai em uma ferida.”


Estudante C: “O sal de cozinha é um sal porque tem Na e Cl na fórmula, mas também tem gosto, por isso achei que era ácido inicialmente.”
Com base nas respostas dos estudantes, qual dificuldade conceitual é possível diagnosticar em relação à diferenciação entre as funções inorgânicas?

Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. A relação capitalista da produção, que aparentemente parece livre, não passa de uma relação servil. Uma relação servil em que o capital está subordinado ao trabalho e o sujeito humano aos objetos por ele produzidos. O domínio do capital sobre o trabalho converte o produtor real em meio de produção de riqueza e esta não lhe pertence, mas lhe aparece como riqueza estranha. Quanto mais o trabalhador produz, mais objetos contrapõem-se a ele com poder hostil, os quais não lhe pertencem, mas o subordinam.

II. Uma segunda característica da alienação na sociedade capitalista está ligada à própria atividade produtiva do homem. A riqueza resultante da atividade produtiva pertence ao trabalhador, mas se contrapõe a ele como riqueza estranha e que o domina, a própria atividade vital do homem surge como uma atividade estranha. O estranhamento também resulta do fato de não ser o homem que emprega os meios de produção, mas os meios de produção empregarem o homem.

III. Quando o trabalhador chega à fábrica, defronta-se com os meios de produção como uma força estranha que dele independe e que o domina. Um meio pelo qual a atividade vital do homem se converte em atividade estranha é a própria divisão do trabalho. Pela divisão do trabalho a atividade humana transforma-se em atividade maquinal, unilateral; uma atividade separada do pensamento e idêntica ao agir animal.

IV. A atividade maquinal não oferece satisfação ao trabalhador, mas, ao contrário, o trabalho lhe aparece como atividade estranha, que não o realiza, mas que o nega, desgasta suas energias físicas e mentais. O trabalhador que vende sua força de trabalho por um salário não se afirma no trabalho, não desenvolve livremente suas energias físicas e mentais, mas as esgota. O trabalhador se sente em si, livre, fora do trabalho, e quando trabalha sente-se estranho, fora de si.

Estão corretas as afirmativas:

A cultura de Mato Grosso é rica e diversificada, resultado da influência de diversas matrizes culturais. No quesito das danças típicas desse estado:_________, _________ e____________ estão presentes dentre outras.

Em sequência, as palavras que completam corretamente essas lacunas são:
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