Assinale a alternativa que completa de forma correta e respectivamente a afirmação.
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Assinale a alternativa que completa de forma correta e respectivamente a afirmação.
A deriva continental e a expansão do fundo dos oceanos seriam assim uma consequência das correntes de convecção. Assim, em função da expansão dos fundos oceânicos, os continentes viajariam como passageiros, fixos em uma placa, como se estivessem em uma esteira rolante. Com a continuidade do processo de geração de crosta oceânica, em algum outro local deveria haver um consumo ou destruição desta crosta, caso contrário a Terra expandiria. A destruição da crosta oceânica mais antiga ocorreria onde a crosta oceânica mais densa mergulharia para o interior da Terra até atingir condições de pressão e temperatura suficientes para sofrer fusão e ser incorporada novamente ao manto.
(Colombo C. G. Tassinari, “Tectônica Global”. In: Wilson Teixeira et al. (org.). Decifrando a Terra, 2000. Adaptado)
Decifrando a Terra, 2000. Adaptado) Considerando a teoria tectônica descrita no excerto, o processo de destruição da crosta oceânica tem como causa e consequência, respectivamente,
Nas baixas latitudes, na altura do equador, configura -se a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que corresponde ao encontro dos alísios, e sua oscilação, para o norte ou para o sul, é importante para definir as estações de seca e de chuva nas suas áreas de influência. Os alísios são ventos de grande escala que se manifestam principalmente sobre os oceanos, eles têm sua origem nos anticiclones subtropicais.
(José Bueno Conti e Sueli Angelo Furlan, “Geoecologia: o clima, os solos e a biota”. In: Jurandyr L. Sanches. Ross (org.). Geografia do Brasil, 2003)
Tipicamente no Brasil, o período chuvoso influenciado pela atuação da ZCIT ocorre
Pioneiro da geopolítica. Sua fama deve-se praticamente ao fato de ter cunhado o termo geopolítica para expressar as suas concepções sobre as relações entre o Estado e o território. Suas principais publicações foram: As grandes potências, de 1905, e O Estado como forma de vida, de 1916. Concebia a geopolítica como ramo autônomo da ciência política, distinguindo-a da geografia política, para ele um sub-ramo da geografia. Tomando de Ratzel a ideia de Estado como organismo territorial, o reduz a um organismo de tipo biológico. Para ele: “O Estado nasce, cresce, e morre em meio de lutas e conflitos biológicos, dominado por duas essências principais (o meio e a raça) e três secundárias (a economia, a sociedade e o governo)”.
(Wanderley Messias da Costa, Geografia Política e Geopolítica: Discursos sobre o Território e o Poder, 2010. Adaptado)
O excerto faz referência a
Assinale a alternativa correta em relação ao Líquido de Dakin.
Uma das opções de aplicação deste tipo de tiro se dá quando um jogador de quadra da equipe defensora foi o último a tocar a bola antes de ela cruzar a linha de fundo de sua própria equipe.
Esse tipo de tiro do handebol é o
O músculo responsável principalmente pelo alongamento e pelo aumento da tensão das pregas vocais é o
Assinale a alternativa que apresenta corretamente um componente do processamento fonológico e sua função.
Existem inúmeros relatos de experiências de estudos do meio realizadas por professores de História. A maior parte delas ocorre em cidades históricas, lugares com monumentos históricos consagrados. A preferência por estudos do meio em cidades com esse perfil indica a necessidade de deter-se na concepção de patrimônio histórico e na constituição dos “lugares da memória” da sociedade brasileira.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2008. Adaptado)
De acordo com Circe Bittencourt, é importante ter critérios na escolha dos lugares de estudo do meio, pois
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A virada de Cubatão
Outrora conhecido como “Vale da Morte”, o município de Cubatão, na Baixada Santista, acaba de receber o selo internacional de “Cidade Verde do Mundo”, concedido pela ONU. A distinção é um reconhecimento aos esforços que o município, que chegou a ser considerado o mais poluído do planeta, empreendeu ao longo de quatro décadas para reverter uma situação impraticável.
Importante polo químico-industrial, o município sofria com níveis de poluição dez vezes superiores aos considerados aceitáveis pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O céu de aspecto amarelado e o odor de enxofre eram característicos da cidade. A população sofria com a incidência de doenças respiratórias, às vezes fatais.
O cenário para uma tragédia ainda pior que a deste cotidiano de sofrimento estava plenamente anunciado: em 1984, um vazamento de petróleo e a subsequente explosão de um duto da Petrobras que passava por baixo das casas da Vila Socó mataram 93 moradores.
O episódio levou a uma mobilização do governo do Estado de São Paulo. Juntos, os poderes públicos e as indústrias locais, apoiados pela população, passaram a tratar a questão dos poluentes com seriedade. Alterações na matriz energética, com substituição de óleo combustível por gás natural, e a instalação de equipamentos para filtragem dos poluentes foram algumas das medidas adotadas.
“O prêmio reforça a necessidade de seguirmos com projetos como a recuperação de manguezais, o plantio de árvores nativas e a arborização urbana, fundamentais para a qualidade de vida da população e para a preservação dos recursos naturais”, afirmou ao Estadão o secretário de Meio Ambiente de Cubatão, Cleiton Jordão.
A virada de Cubatão evidencia que, quando há empenho coletivo e suprapartidário, situações apocalípticas podem ser revertidas. Mas, como pondera o secretário de Meio Ambiente do município, os esforços devem ser constantes.
Tanto melhor, também, que tragédias não precisem acontecer para que os municípios trabalhem para garantir o básico, que é a qualidade de vida de seus moradores num ambiente saudável.
(Editorial, 22.04.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao.
Adaptado)