Miagui observa dois reservatórios. O reservatório A contém, inicialmente, 10 mil litros de água e, a cada dia, o volume em seu interior, aumenta 0,3 m3, enquanto que no reservatório B, o volume inicial é de 1536 m3 de água, e a cada dia, seu volume passa a ser equivalente à metade do volume existente no dia anterior. Sabe-se que Miagui iniciou sua observação no dia 10 de março. O volume do reservatório B será menor que o volume do reservatório A no dia:
E aí começaram a chegar os passarinhos e o fazendeiro teve uma ideia: colocou um espantalho no meio do milharal. E isso foi o seu erro.
O milharal era à beira da estrada e todas as pessoas que por ali passavam se divertiam com aquele espantalho:
– Que espantalho engraçado! – diziam todos.
O fazendeiro, ouvindo tais comentários, ficava feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo por ter feito um espantalho
admirado por todos que por ali passavam.
Então, para se sentir mais feliz e orgulhoso e mais envaidecido, o fazendeiro colocou no milharal um outro espantalho.
Eram dois agora os espantalhos e as pessoas duplamente elogiavam. E o fazendeiro fez três, quatro, cinco... O fazendeiro colocou centenas de espantalhos em seu terreno. Os pés de milho eram arrancados e em seus lugares eram colocados espantalhos.
E o fazendeiro deixou de ser feliz e orgulhoso e envaidecido, pois as pessoas que por ali passavam comentavam
___________.
– Que fazendeiro _____! Ele não gosta dos passarinhos, por isso colocou um exército de espantalhos para espantá-los.
E como o fazendeiro não era __________, plantou no seu espantalhoal um pé de milho para poder atrair os passarinhos. E as pessoas que por ali passavam, ao ver um único pé de milho no meio de tanto espantalho, comentavam:
– Olha, que belo pé de milho!
O fazendeiro voltou a se sentir feliz, orgulhoso e envaidecido por possuir um pé de milho que as pessoas admiravam, quando por ali passavam. E para sentir-se mais feliz, orgulhoso e envaidecido, o fazendeiro plantou dois, três, quatro, cinco... centenas de pés de milho. Os espantalhos eram arrancados e em seus lugares eram plantados pés de milho. Assim o espantalhoal voltou a ser um milharal.
E aí começaram a chegar os passarinhos e o fazendeiro teve a ideia de colocar um espantalho no meio do milharal. E isso foi o seu erro.
(NANI, Feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo. Belo Horizonte, Formato, 1987. p. 62-3.)
Do texto pode-se tirar um ensinamento. Qual alternativa expressa esse ensinamento?
Era uma vez um reino. Ou uma república. Essa é uma das coisas que não deu para saber direito. Mas não tem muita importância. O importante é saber que era uma vez um país muito alegre e divertido, em que as pessoas davam muito palpite no jeito que queriam viver, mas também não esquentavam muito a cabeça com isso. Quem mandava era escolhido por elas – não seu se era presidente ou primeiro-ministro. Esse negócio de todo mundo dar palpite às vezes ficava parecendo uma bagunça completa, por que todo mundo todos queriam falar ao mesmo tempo, cada qual gritava mais do que o outro, às vezes até discutiam e brigavam, não era ___________ ficar sempre em ordem e tranquilidade. Mas no fim acabava dando certo. Era assim: quando tinha mais gente querendo uma coisa, era essa coisa que acabava sendo feita. E quem não estava de acordo podia chorar, resmungar, reclamar, fazer bico, chiar, gritar, espernear, mas no fundo sabia que não tinha mesmo muito jeito, a não ser convencer um monte de gente para passar para o seu lado. Era assim mesmo. Mas de vez em quando toda essa onde e bate-boca pareciam uma bagunça, lá isso pareciam.
Foi por isso que apareceu o Tirano. Ou Deposta. Ou Ditador, tem muitos nomes. Quer dizer, um homem que não perguntou ao pessoal se podia ser presidente ou primeiro-ministro, expulsou quem tinha sido escolhido pela maioria e desandou a dar ordens e mandar em todo mundo, só porque era o mais forte. NO começo, houve até quem ficasse satisfeito com ele, pensando que estava dando um jeito no tal bagunça e que agora as pessoas iam ter ordem para trabalhar em paz. Mas como ele não ouvia palpite dos outros, foi começando a fazer besteira. Primeiro, implicou com isso de cada um ter uma ideia diferente.
– Onde já se viu? Por isso é que fica todo mundo discutindo em vez de trabalhar. É uma perda de tempo...
E lá veio a ordem:
– A partir de hoje, só podem ter as minhas ideias!
É claro que teve gente que protestou:
– Não estou de acordo... Isso é um absurdo!
– Quem que esse cara pensa que é? Será que ele acha que tem o rei na barriga?
Nem faltou um mais __________ sugerindo:
– Podemos abrir a barriga dele e ver...
Não adiantou nada. Agora não tinha mais aquela velha bagunça. Quem não concordou, foi preso. Ou foi expulso do reino. Ou tratou de ir embora antes de ser expulso. Ou ficou bem quietinho, guardou suas ideias bem guardadas no canto mais fundo e escondido da cabeça, e saiu ______________, disfarçando, fazendo de conta que não tinha nada lá dentro.
Era uma Vez um Tirano – Ana Maria Machado – pp. 6-7-8 – Salamandra – 2ª edição – 1982.
Assinale a alternativa que comprova que o Tirano governa em função de seus interesses próprios e não de seu país:
As ligações representam um importante ponto no dimensionamento das estruturas de madeira, pois praticamente toda estrutura de madeira apresenta partes a serem interligadas. Basicamente a norma brasileira considera três tipos de ligações entre peças de madeira, as quais são apresentadas nas alternativas abaixo, EXCETO:
Caio e Bruninho trabalham juntos em determinado setor de uma empresa onde os funcionários são avaliados semanalmente e seus resultados são expressos por estrelas coloridas. Como únicos trabalhadores do setor, eles irão dividir um prêmio de 18 mil reais em quantidades que são, ao mesmo tempo, inversamente proporcionais ao número de estrelas vermelhas (dadas a quem tem desempenho semanal abaixo da meta estabelecida) e diretamente proporcionais à quantidade de estrelas azuis (dadas a quem tem desempenho semanal acima da meta estabelecida), obtidas ao longo do ano. Sabe-se que Bruninho obteve, ao longo do ano, 40 estrelas vermelhas e 12 estrelas azuis, e que Caio obteve 25 estrelas vermelhas e 6 estrelas azuis.
Juan Vucetich, (1858-1925) Criminalista argentino nascido em Lessina, Dalmacia às margens do Adriático, território da atual Croácia, criador do sistema datiloscópico, conforme o sistema desenvolvido marque a resposta correta:
Em qualquer parte da biosfera há um ciclo de vida que comanda todos os seres vivos que dela fazem parte. De todos os animais, plantas e microrganismos, esse ciclo consiste em:
As organizações e os administradores são necessários porque servem a sociedade, realizam objetivos, preservam o conhecimento e proporcionam carreira. (STONER, 2000, p.04). Neste sentido, por organizações entende-se:
Numa urna, o número de bolas verdes é igual ao dobro do número de bolas pretas, o número de bolas roxas é igual à metade do número de bolas rosas, o número de bolas laranjas é igual ao triplo do número de bolas pretas e 65 bolas não são rosas. Se não existem bolas de outras cores e apenas 5 bolas são roxas, então o número de bolas nessa urna é igual a:
Jair irá distribuir a quantia de R$ 639,00 entre seus três sobrinhos, chamados Zito, Tiago e Ariel, na proporção inversa de suas idades. Sabe-se que Zito tem 7 anos, que Tiago tem 5 anos, e que Ariel tem 3 anos.
1º Vida é dor, e acordo com dor de dentes. O dia é belíssimo, um sol de verão invade o barraco; quanto a mim, choro de dor. Choro também por outras razões, mas principalmente de dor.
2º Vida é combate. De nada me adianta ficar deitado. Levanto-me e começo a fazer ginástica. Ao fletir o tronco, dou com o bilhete da Francisca, em cima da cadeira.
3º Escrever é uma conquista recente de Francisca, que frequenta, com muito sacrifício, um curso noturno de alfabetização. A caligrafia melhora dia a dia, constato, desdobrando a mensagem que, infelizmente, não me dá outros motivos de satisfação: Francisca acaba de me deixar, optando por um estivador – o que afinal de contas está bem de acordo com a falta de sensibilidade dela, mas me cria problemas: quem vai cozinhar? Quem vai arrumar o barraco? Quem vai me arranjar dinheiro para o cinema? Ai, vida é preocupação.
4º Mas a vida também é alegria. O Sol brilha, a ginástica me faz bem, e, se Francisca me deixou, mulheres não me faltarão. Aliás, não guardo nenhum rancor a Francisca. Ela nunca esteve à minha altura. Porque, se hoje moro em barraco, é por opção: fui criado por um tio rico, e nada me faltou a não ser o tédio. Por causa deste me tornei hippie. Depois resolvi profissionalizar-me e me tornei pobre de verdade. Foi assim que vim morar neste barraco, a princípio sozinho; mais tarde trouxe a Francisca, então uma simples empregada doméstica, uma analfabeta. Agora ela me deixou. Mas não tem nada, vamos em frente, amanhã será outro dia.
5º A dor de dentes, momentaneamente aliviada, retorna feroz. Preciso ir ______ dentista, concluo. Cachaça com fumo não vai me adiantar, principalmente se a gente não tem – como é o meu caso – nem cachaça nem fumo. Nestas horas me arrependo um pouco de ter deixado o lar do meu tio. Pelo menos, não deveria ter jogado fora o cartão de crédito que ele me deu.
6º Decido ir ao dentista da associação beneficente da vila, que trata os pobres de graça. O dentista é uma bela pessoa, gordinho e simpático; examina-me rapidamente e decide que o caso é de extração. Posso escolher, informa-me; extração com anestesia (o que me custará uma módica quantia), ou sem. Escolho sem, e berro quando o dente é arrancado. O dentista pensa que eu grito de dor, mas se engana; berro de satisfação pelo dinheiro poupado. Gastar só para me tornar insensível? Absurdo. Vida é sofrimento; sofrer é tragar a vida a grandes goles, conforme explico ao dentista ao me despedir, com a boca cheia de sangue.
7º Cuspindo glóbulos pelos caminhos empoeirados da vila, desço _____ cidade, com o propósito de
arranjar um café, senão o da manhã, pelo menos o da tarde: são quase três horas.
8º O movimento nas ruas do centro me surpreende. Uma quantidade enorme de pessoas, nas ruas, nas lojas. E aí me dou conta: é 31 de dezembro. O último dia do ano!
9º Vida é emoção. Lembro-me de como eu e o tio comemorávamos a passagem do ano: muito doce, muita champanha. Meu tio, esqueci-me ______ dizer, era importador de vinhos finos, de modo que o champanha era sempre do melhor, embora eu custasse um pouco a me embebedar com ele. A noite de 31 de dezembro era de sonhos e esperanças. Lembrando-me disso sento na sarjeta e choro, choro...
Analise as afirmações sobre a forma verbal retiradas do texto “Posso escolher” (6º parágrafo):
I - A forma verbal traduz uma ideia de possibilidade.
II - Poderia ser substituída pela forma simples “escolha”.
III - O primeiro verbo é auxiliar de modo.
Quais afirmativas estão corretas?
Segundo o Código Tributário Nacional, o sujeito passivo da obrigação principal, quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador é chamado de: