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Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho
Uma taça de vinho da Borgonha durante o jantar. Um Chardonnay gelado ao pôr do sol. Um espumante na celebração de um casamento. Normalmente, uma taça de vinho é algo para ser apreciado, saboreado devagar. Exceto em uma pequena e tranquila cidade no norte da Espanha, onde o vinho vira munição.
Todo dia 29 de junho, centenas de moradores se reúnem no município de Haro para celebrar o vinho pelo qual a região de La Rioja é famosa — festa que culmina na Batalla del Vino, que significa "Batalha do Vinho" na tradução literal.
O que começou como uma procissão religiosa até a Ermida de San Felices, um santuário histórico no alto de uma colina, evoluiu para uma vibrante festa cultural: milhares de pessoas se ensopam de vinho tinto, usando pistolas d’água, baldes e garrafas.
O evento, caótico e animado, atrai turistas de toda parte, ansiosos para mergulhar no clima festivo. Mas, apesar dos litros e litros de vinho lançados pelos ares, autoridades locais estão preocupadas com visitantes que confundem a tradição com uma desculpa para exagerar na bebida. “Não podemos transformar isso em apenas mais uma festa de bebedeira”, disse José Luis Pérez Pastor, ministro de cultura, turismo, esportes e juventude de La Rioja, à CNN internacional.
A programação começa às 7h30 da manhã, quando o prefeito de Haro e membros da Irmandade de San Felices lideram os peregrinos até os penhascos de Bilibio, onde fica a Ermida. Depois de uma missa celebrada no local, um foguete anuncia o início da batalha. Vestidos de branco da cabeça aos pés, com lenços vermelhos no pescoço, os participantes começam a se molhar mutuamente até ficarem tingidos de roxo.
Embora hoje seja visto como um festival alegre e inusitado, o evento é profundamente ligado à tradição, à religiosidade e ao folclore local. Reza a lenda que tudo começou no século VI, quando peregrinos homenageavam São Felices, padroeiro de Haro, visitando as cavernas onde ele foi enterrado.
Com o tempo, essas peregrinações deram lugar a celebrações mais animadas, com os chamados “batismos de vinho”, que evoluíram até se tornarem as batalhas que se vê hoje. Outra versão conta que, no século XII, uma disputa de terras entre Haro e a cidade vizinha de Miranda de Ebro levou os moradores a fazer caminhadas periódicas para marcar os limites das propriedades. Diz-se que isso durou mais de 400 anos — até que o costume virou bagunça, e os dois lados começaram a jogar vinho uns nos outros.
As regras estão descritas no site oficial da Batalla del Vino: o objetivo é manchar o vizinho de vinho, deixando-o mais escuro do que o "Pendón de Haro", uma bandeira tradicional da cidade. Caminhões-tanque gigantes, cada um com até 15 mil litros de vinho, são disponibilizados pela prefeitura para abastecer os “armamentos” dos foliões.
No total, até 50 mil litros podem ser arremessados a cada edição. Embora pareça um desperdício de bom vinho, o líquido usado na batalha não serve para engarrafamento — é de baixo valor comercial, muitas vezes excedente ou de qualidade inferior. Depois, o vinho que escorre morro abaixo é absorvido pela terra ou levado pela chuva, segundo as autoridades locais.
Ao meio-dia, após horas de batalha, todos voltam para a Plaza de la Paz, no centro de Haro, onde desfilam ao som de bandas de metais — antes de, como manda a tradição espanhola, seguir para uma arena de touradas e outras atividades. Ao longo do dia, é comum que os participantes também se reúnam para comer caracoles, um prato típico de caracóis cozidos em molho de tomate e pimentões.
Fonte: Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho | CNN Brasil V&G
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I - Compreende a importância da concepção bancária da educação e postula que ela materializa a autonomia dos educandos e é construída na e pela práxis.
II - A autoridade do professor, na perspectiva freireana, não se anula na defesa da autonomia do educando; pelo contrário, ela se reafirma na forma coerente e ética com que o educador testemunha sua curiosidade, sua incompletude e seu respeito aos saberes prévios dos estudantes.
III - O ato de conhecer, para Freire, é um processo que se perfaz de forma puramente individual e espontânea por parte do educando, desconsiderando a necessidade da mediação dialógica do professor ou da sistematização dos conteúdos para sua efetivação.
IV - O ensino que respeita a autonomia do educando implica necessariamente a negação de qualquer forma de avaliação sistemática ou de exigência de rigorosidade metódica.
V - A formação docente deve estimular a curiosidade epistemológica, o pensamento crítico e a reflexão sobre o mundo, assim como o ato de ensinar está ligado à pesquisa constante e à reinvenção das práticas pedagógicas.
Quais assertivas correspondem ao pensamento de Paulo Freire? Assinale a alternativa correta:
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I - A BNCC define que o principal objetivo da Educação Infantil é preparar a criança para o ingresso no Ensino Fundamental por meio da antecipação da alfabetização e do ensino de conteúdos escolares formais.
II - A BNCC organiza o currículo da Educação Infantil em campos de experiências, que articulam os saberes das crianças com suas vivências.
III - Os direitos de aprendizagem e desenvolvimento na Educação Infantil, segundo a BNCC, incluem: conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se.
IV - A BNCC orienta que o planejamento pedagógico na Educação Infantil deve ignorar as especificidades de cada faixa etária, pois todas as crianças devem alcançar os mesmos objetivos no mesmo tempo.
De acordo com a BNCC, qual assertivas estão corretas?
I - Segundo Piaget, a aprendizagem ocorre de forma passiva, com a criança sendo moldada por estímulos externos, cabendo ao adulto direcionar todas as suas ações para garantir o desenvolvimento.
II - Piaget entende que a criança é um sujeito ativo na construção do conhecimento, interagindo com o meio por meio de ações concretas, o que contribui para seu desenvolvimento cognitivo.
III - A teoria piagetiana propõe quatro estágios do desenvolvimento cognitivo, sendo o estágio pré-operatório característico da faixa etária atendida na Educação Infantil.
IV - Piaget não valoriza o erro como parte do processo de aprendizagem da criança, pois acredita que equívocos não contribuem para expressar modos próprios de pensamento e desta forma não interferem na construção de estruturas cognitivas.
Quais assertivas estão incorretas? Não se referem a compreensão do desenvolvimento infantil segundo Piaget.