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É proibido ao pedestre:

I. Permanecer ou andar nas pistas de rolamento, exceto para cruzálas onde for permitido.

II. Cruzar pistas de rolamento nos viadutos, pontes, ou túneis, salvo onde exista permissão.

III. Atravessar a via dentro das áreas de cruzamento, salvo quando houver sinalização para esse fim.

Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

Junto a cada órgão ou entidade executivos de trânsito ou rodoviário funcionarão as Juntas Administrativas de Recursos de Infrações - JARI, que são órgãos colegiados responsáveis pelo julgamento dos recursos interpostos contra penalidades por eles impostas. Assim, compete ao JARI:

O condutor de veículo destinado à condução de escolares deve satisfazer os seguintes requisitos:

I. Ter idade superior a vinte e um anos.

II. Ser habilitado na categoria D.

III. Não ter cometido mais de uma infração gravíssima nos 12 (doze) últimos meses;

IV. Ser aprovado em curso especializado, nos termos da regulamentação do CONTRAN.

Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

Com a consolidação da computação em nuvem os provedores de serviços desenvolveram modelos comerciais para atender as demandas do negócio. Assim, sobre os tipos de computação em nuvem, julgue os itens a seguir.
I. Iaas (Infraestrutura como Serviço): serviço onde os prestadores oferecem servidores virtuais, conexões de rede, largura de banda, endereços IPs e serviços de balanceamento em localidades diferentes (continentes diferentes), sem a necessidade da empresa que contrate tenha que investir em equipamentos próprios.
II. SaaS (Software como Serviço): permite que os usuários utilizem aplicativos diretamente na nuvem. As empresas podem contratar serviços como e-mail e ferramentas de trabalho.
III. PaaS (Plataforma como Serviço): é um ambiente de desenvolvimento completo na nuvem, que permite o provedor de serviços oferecer desde simples aplicativos até poderosos sistemas de gestão empresarial.
Assinale a alternativa correta:
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.


Texto I

2023 É CONFIRMADO COMO ANO MAIS QUENTE JÁ REGISTRADO: 2024 PODE BATER ESSE RECORDE?


O ano de 2023 foi confirmado como o mais quente já registado, impulsionado pelas mudanças climáticas causadas pelo homem e pelo fenômeno natural El Niño. O ano passado foi cerca de 1,48ºC mais quente do que a média de longo prazo — antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis, afirma o serviço de clima da União Europeia.

Desde julho, quase todos os dias registraram um novo aumento na temperatura global do ar para esta época do ano, segundo análise da BBC. As temperaturas da superfície do mar também superaram as máximas anteriores. O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história. Estes registros globais mostram que o mundo está perto de descumprir os principais objetivos climáticos internacionais.

"O que me impressionou não foi apenas o fato de [2023] ter sido de recordes quebrados, mas sim a grande margem para quebrá-los", observa Andrew Dessler, professor de Ciências Atmosféricas na Texas A&M University. A margem de alguns desses registros é "realmente surpreendente", diz o professor Dessler, considerando que são médias de todo o mundo.

Já se sabe que o mundo está muito mais quente agora do que há 100 anos, à medida que os humanos continuam a emitir quantidades recordes de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, na atmosfera. Mas há 12 meses, nenhum grande órgão científico previu que 2023 seria o ano mais quente já registrado, devido à forma complicada como o clima da Terra se comporta.

Durante os primeiros meses do ano, apenas um pequeno número de dias quebrou recordes de temperatura do ar. Mas o mundo registrou então uma sequência notável e quase ininterrupta de recordes diários no segundo semestre de 2023. Este recente aumento da temperatura está principalmente ligado à rápida mudança para as condições do El Niño, que ocorreu em conjunto com o aquecimento a longo prazo causado pelo homem.

O El Niño é um fenômeno natural em que as águas superficiais mais quentes do Oceano Pacífico Oriental liberam calor adicional na atmosfera. Mas as temperaturas do ar aumentaram mais do que o normal no início desta fase do El Niño. Os efeitos totais devem ser sentidos apenas no início de 2024, depois de o El Niño ter atingido a força máxima.

Isto deixou muitos cientistas inseguros sobre o que exatamente está acontecendo com o clima. Este calor global recorde ajudou a agravar muitos fenômenos meteorológicos extremos em grandes partes do mundo em 2023 – desde ondas de calor intensas e incêndios florestais no Canadá e nos EUA, até secas prolongadas e inundações em partes da África Oriental.

Muitos eventos ocorreram em escalas muito além daquelas observadas em tempos recentes, ou em épocas incomuns do ano.

"São mais do que apenas estatísticas", afirma Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial entre 2016 e 2023. "As condições climáticas extremas estão destruindo vidas e meios de subsistência diariamente." A temperatura do ar é apenas uma medida das rápidas mudanças climáticas da Terra. Também em 2023:

O gelo da Antártica atingiu um nível "assustador", com o gelo do Ártico também abaixo da média.

Os glaciares no oeste da América do Norte e nos Alpes Europeus sofreram uma estação de derretimento extremo, contribuindo para a subida do nível do mar.

A superfície do mar mundial atingiu a temperatura mais alta registada no meio de múltiplas ondas de calor marinhas, incluindo o Atlântico Norte.

O ano de 2024 poderá ser mais quente do que 2023 – já que parte do calor recorde da superfície do oceano escapa para a atmosfera – embora o comportamento imprevisível do atual El Niño signifique que é difícil saber ao certo, diz Hausfather. Isto levanta a possibilidade de que 2024 possa até registrar pela primeira vez uma temperatura acima do aquecimento de 1,5ºC, de acordo com o Met Office.

As atividades humanas estão por trás desta tendência de aquecimento global a longo prazo, embora fatores naturais como o El Niño possam aumentar ou reduzir as temperaturas durante anos individuais. As temperaturas registadas em 2023 vão muito além de causas simplesmente naturais. Este último aviso surge pouco depois da cúpula climática COP28, onde os países concordaram pela primeira vez sobre a necessidade de combater a principal causa do aumento das temperaturas – os combustíveis fósseis.

Embora a linguagem do acordo tenha sido mais fraca do que muitos desejavam — sem qualquer obrigação para os países cumprirem as metas — espera-se que ele ajude a aproveitar alguns recentes progressos encorajadores em áreas como as energias renováveis e veículos elétricos.

"Mesmo que acabemos em 1,6°C, será muito melhor do que desistir e terminar perto de 3°C, que é onde as políticas atuais nos levariam", diz Friederike Otto, professor de Ciências Climáticas na Imperial College London.

"Cada décimo de grau é importante."


(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em 10/01/2024, adaptado)
As frases abaixo são propostas de reescrita de fragmentos do texto. Diante disso, assinale a alternativa em que o uso ou não da Crase esteja corretamente aplicado.
O uso de luzes em veículo obedecerá às seguintes determinações:

I. O condutor manterá acesos os faróis do veículo, por meio da utilização da luz baixa à noite.
II. As vias não iluminadas o condutor deve usar luz alta, exceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo.
III. A troca de luz baixa e alta, de forma intermitente e por curto período de tempo, com o objetivo de advertir outros motoristas, só poderá ser utilizada para indicar a intenção de ultrapassar o veículo que segue à frente ou para indicar a existência de risco à segurança para os veículos que circulam no sentido contrário.

Assinale a alternativa correta:
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.


Texto I

2023 É CONFIRMADO COMO ANO MAIS QUENTE JÁ REGISTRADO: 2024 PODE BATER ESSE RECORDE?


O ano de 2023 foi confirmado como o mais quente já registado, impulsionado pelas mudanças climáticas causadas pelo homem e pelo fenômeno natural El Niño. O ano passado foi cerca de 1,48ºC mais quente do que a média de longo prazo — antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis, afirma o serviço de clima da União Europeia.

Desde julho, quase todos os dias registraram um novo aumento na temperatura global do ar para esta época do ano, segundo análise da BBC. As temperaturas da superfície do mar também superaram as máximas anteriores. O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história. Estes registros globais mostram que o mundo está perto de descumprir os principais objetivos climáticos internacionais.

"O que me impressionou não foi apenas o fato de [2023] ter sido de recordes quebrados, mas sim a grande margem para quebrá-los", observa Andrew Dessler, professor de Ciências Atmosféricas na Texas A&M University. A margem de alguns desses registros é "realmente surpreendente", diz o professor Dessler, considerando que são médias de todo o mundo.

Já se sabe que o mundo está muito mais quente agora do que há 100 anos, à medida que os humanos continuam a emitir quantidades recordes de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, na atmosfera. Mas há 12 meses, nenhum grande órgão científico previu que 2023 seria o ano mais quente já registrado, devido à forma complicada como o clima da Terra se comporta.

Durante os primeiros meses do ano, apenas um pequeno número de dias quebrou recordes de temperatura do ar. Mas o mundo registrou então uma sequência notável e quase ininterrupta de recordes diários no segundo semestre de 2023. Este recente aumento da temperatura está principalmente ligado à rápida mudança para as condições do El Niño, que ocorreu em conjunto com o aquecimento a longo prazo causado pelo homem.

O El Niño é um fenômeno natural em que as águas superficiais mais quentes do Oceano Pacífico Oriental liberam calor adicional na atmosfera. Mas as temperaturas do ar aumentaram mais do que o normal no início desta fase do El Niño. Os efeitos totais devem ser sentidos apenas no início de 2024, depois de o El Niño ter atingido a força máxima.

Isto deixou muitos cientistas inseguros sobre o que exatamente está acontecendo com o clima. Este calor global recorde ajudou a agravar muitos fenômenos meteorológicos extremos em grandes partes do mundo em 2023 – desde ondas de calor intensas e incêndios florestais no Canadá e nos EUA, até secas prolongadas e inundações em partes da África Oriental.

Muitos eventos ocorreram em escalas muito além daquelas observadas em tempos recentes, ou em épocas incomuns do ano.

"São mais do que apenas estatísticas", afirma Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial entre 2016 e 2023. "As condições climáticas extremas estão destruindo vidas e meios de subsistência diariamente." A temperatura do ar é apenas uma medida das rápidas mudanças climáticas da Terra. Também em 2023:

O gelo da Antártica atingiu um nível "assustador", com o gelo do Ártico também abaixo da média.

Os glaciares no oeste da América do Norte e nos Alpes Europeus sofreram uma estação de derretimento extremo, contribuindo para a subida do nível do mar.

A superfície do mar mundial atingiu a temperatura mais alta registada no meio de múltiplas ondas de calor marinhas, incluindo o Atlântico Norte.

O ano de 2024 poderá ser mais quente do que 2023 – já que parte do calor recorde da superfície do oceano escapa para a atmosfera – embora o comportamento imprevisível do atual El Niño signifique que é difícil saber ao certo, diz Hausfather. Isto levanta a possibilidade de que 2024 possa até registrar pela primeira vez uma temperatura acima do aquecimento de 1,5ºC, de acordo com o Met Office.

As atividades humanas estão por trás desta tendência de aquecimento global a longo prazo, embora fatores naturais como o El Niño possam aumentar ou reduzir as temperaturas durante anos individuais. As temperaturas registadas em 2023 vão muito além de causas simplesmente naturais. Este último aviso surge pouco depois da cúpula climática COP28, onde os países concordaram pela primeira vez sobre a necessidade de combater a principal causa do aumento das temperaturas – os combustíveis fósseis.

Embora a linguagem do acordo tenha sido mais fraca do que muitos desejavam — sem qualquer obrigação para os países cumprirem as metas — espera-se que ele ajude a aproveitar alguns recentes progressos encorajadores em áreas como as energias renováveis e veículos elétricos.

"Mesmo que acabemos em 1,6°C, será muito melhor do que desistir e terminar perto de 3°C, que é onde as políticas atuais nos levariam", diz Friederike Otto, professor de Ciências Climáticas na Imperial College London.

"Cada décimo de grau é importante."


(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em 10/01/2024, adaptado)
Marque a alternativa cujo elemento destacado seja diferente dos demais enquanto elemento coesivo.
Qual medida administrativa adotada ao utilizar-se de veículo para demonstrar ou exibir manobra perigosa, mediante arrancada brusca, derrapagem ou frenagem com deslizamento ou arrastamento de pneus:
Assinale a alternativa que aborda o conceito trazido por Vasconcellos em suas discussões sobre o Projeto Político-Pedagógico.
Com base nos seus conhecimentos sobre raciocínio lógico, assinale a alternativa incorreta:
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.


Texto I

2023 É CONFIRMADO COMO ANO MAIS QUENTE JÁ REGISTRADO: 2024 PODE BATER ESSE RECORDE?


O ano de 2023 foi confirmado como o mais quente já registado, impulsionado pelas mudanças climáticas causadas pelo homem e pelo fenômeno natural El Niño. O ano passado foi cerca de 1,48ºC mais quente do que a média de longo prazo — antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis, afirma o serviço de clima da União Europeia.

Desde julho, quase todos os dias registraram um novo aumento na temperatura global do ar para esta época do ano, segundo análise da BBC. As temperaturas da superfície do mar também superaram as máximas anteriores. O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história. Estes registros globais mostram que o mundo está perto de descumprir os principais objetivos climáticos internacionais.

"O que me impressionou não foi apenas o fato de [2023] ter sido de recordes quebrados, mas sim a grande margem para quebrá-los", observa Andrew Dessler, professor de Ciências Atmosféricas na Texas A&M University. A margem de alguns desses registros é "realmente surpreendente", diz o professor Dessler, considerando que são médias de todo o mundo.

Já se sabe que o mundo está muito mais quente agora do que há 100 anos, à medida que os humanos continuam a emitir quantidades recordes de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, na atmosfera. Mas há 12 meses, nenhum grande órgão científico previu que 2023 seria o ano mais quente já registrado, devido à forma complicada como o clima da Terra se comporta.

Durante os primeiros meses do ano, apenas um pequeno número de dias quebrou recordes de temperatura do ar. Mas o mundo registrou então uma sequência notável e quase ininterrupta de recordes diários no segundo semestre de 2023. Este recente aumento da temperatura está principalmente ligado à rápida mudança para as condições do El Niño, que ocorreu em conjunto com o aquecimento a longo prazo causado pelo homem.

O El Niño é um fenômeno natural em que as águas superficiais mais quentes do Oceano Pacífico Oriental liberam calor adicional na atmosfera. Mas as temperaturas do ar aumentaram mais do que o normal no início desta fase do El Niño. Os efeitos totais devem ser sentidos apenas no início de 2024, depois de o El Niño ter atingido a força máxima.

Isto deixou muitos cientistas inseguros sobre o que exatamente está acontecendo com o clima. Este calor global recorde ajudou a agravar muitos fenômenos meteorológicos extremos em grandes partes do mundo em 2023 – desde ondas de calor intensas e incêndios florestais no Canadá e nos EUA, até secas prolongadas e inundações em partes da África Oriental.

Muitos eventos ocorreram em escalas muito além daquelas observadas em tempos recentes, ou em épocas incomuns do ano.

"São mais do que apenas estatísticas", afirma Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial entre 2016 e 2023. "As condições climáticas extremas estão destruindo vidas e meios de subsistência diariamente." A temperatura do ar é apenas uma medida das rápidas mudanças climáticas da Terra. Também em 2023:

O gelo da Antártica atingiu um nível "assustador", com o gelo do Ártico também abaixo da média.

Os glaciares no oeste da América do Norte e nos Alpes Europeus sofreram uma estação de derretimento extremo, contribuindo para a subida do nível do mar.

A superfície do mar mundial atingiu a temperatura mais alta registada no meio de múltiplas ondas de calor marinhas, incluindo o Atlântico Norte.

O ano de 2024 poderá ser mais quente do que 2023 – já que parte do calor recorde da superfície do oceano escapa para a atmosfera – embora o comportamento imprevisível do atual El Niño signifique que é difícil saber ao certo, diz Hausfather. Isto levanta a possibilidade de que 2024 possa até registrar pela primeira vez uma temperatura acima do aquecimento de 1,5ºC, de acordo com o Met Office.

As atividades humanas estão por trás desta tendência de aquecimento global a longo prazo, embora fatores naturais como o El Niño possam aumentar ou reduzir as temperaturas durante anos individuais. As temperaturas registadas em 2023 vão muito além de causas simplesmente naturais. Este último aviso surge pouco depois da cúpula climática COP28, onde os países concordaram pela primeira vez sobre a necessidade de combater a principal causa do aumento das temperaturas – os combustíveis fósseis.

Embora a linguagem do acordo tenha sido mais fraca do que muitos desejavam — sem qualquer obrigação para os países cumprirem as metas — espera-se que ele ajude a aproveitar alguns recentes progressos encorajadores em áreas como as energias renováveis e veículos elétricos.

"Mesmo que acabemos em 1,6°C, será muito melhor do que desistir e terminar perto de 3°C, que é onde as políticas atuais nos levariam", diz Friederike Otto, professor de Ciências Climáticas na Imperial College London.

"Cada décimo de grau é importante."


(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em 10/01/2024, adaptado)
Leia as afirmações abaixo e depois julgue o que for solicitado.
( ) Na passagem “Desde julho, quase todos os dias registraram um novo aumento na temperatura global do ar para esta época do ano, segundo análise da BBC. As temperaturas da superfície do mar também superaram as máximas anteriores. O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história.”, os dois vocábulos destacados são homônimas perfeitas que possuem a mesma classificação morfológica.
( ) Em “O ano passado foi cerca de 1,48ºC mais quente do que a média de longo prazo — antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis...”, a expressão “de os seres humanos” poderia ser substituída por “dos seres humanos”, dada sua natureza gramatical aplicada no contexto.
( ) No trecho “Mas 12 meses, nenhum grande órgão científico previu que 2023 seria o ano mais quente já registrado, devido à forma complicada como o clima da Terra se comporta.”, os verbos em destaque se encontram conjugados nos mesmos tempo, modo e pessoa.
( ) No fragmento “O ano de 2024 poderá ser mais quente do que 2023 – já que parte do calor recorde da superfície do oceano escapa para a atmosfera – embora o comportamento imprevisível do atual El Niño signifique que é difícil saber ao certo, diz Hausfather.”, os elementos coesivos em destaque, por expressarem respectivamente ideia de Causa e de Concessão, poderiam ser substituídos, pela ordem, por “uma vez que” e “conquanto”, mantendo-se o sentido original do texto.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para asa falsas, segundo as regras da norma culta do Português e o contexto afirmado em cada item acima, tem-se respectivamente a ordem
Confiar ou entregar a direção de veículo a pessoa que, mesmo habilitada, por seu estado físico ou psíquico, não estiver em condições de dirigi-lo com segurança, incorre em infração:
Os Municípios, em geral, possuem quadros de funções específicas na fiscalização do poder de polícia. NÃO são quadros de atuação nas áreas:
Em pesquisas realizadas em todo o mundo, mais de 64% dos acidentes são causados pelo condutor. Assim, dentre os principais problemas com o condutor, temos:

I. Dirigir sob o efeito de álcool ou de substância entorpecente.
II. Imprudência.
III. Imperícia.
IV. Negligência.

Assinale a alternativa.
Sobre as normas gerias de circulação e conduta, assinale a alternativa correta:
Sobre o Estatuto da Pessoa com Deficiência podemos afirmar que:
Jussara Hoffmann, reconhecida por suas reflexões sobre avaliação formativa, propõe uma abordagem que destaca a importância do processo avaliativo como parte integrante do ensino-aprendizagem. Com base em suas ideias, assinale a alternativa que melhor reflete a perspectiva de Hoffmann sobre avaliação.
Uma de corrida de equipes irá acontecer no final de semana e, o período para as inscrições de participantes terminou hoje. Ao total, 88 pessoas se inscreveram, sendo 60 mulheres e 28 homens. Para as duas modalidades, feminina e masculina, as equipes devem possuir sempre, o mesmo e o maior número e atletas possível sem misturar homens e mulheres em uma mesma equipe. Desta forma o número de atletas em cada equipe será de:
Quando veículos, transitando por fluxos que se cruzem, se aproximarem de local não sinalizado, terá preferência de passagem:
Assinale a alternativa que apresenta uma infração com penalidade gravíssima:
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