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Relacione, corretamente, os casos recentes que demarcaram importantes mudanças no quadro geopolítico da América Latina aos diferentes países onde se manifestaram, numerando os parênteses abaixo, de acordo com a seguinte indicação:
1. Bolívia
2. Venezuela
3. Uruguai
4. Argentina
( ) Seu atual presidente, cuja plataforma de governo neoliberal foi derrotada recentemente nas urnas, será sucedido pela volta de um governo de centro-esquerda, o qual terá o enorme desafio de recompor a economia do país, marcada por desemprego e inflação galopante.
( ) Recentemente o já ex-presidente, de ascendência indígena e pertencente ao partido Movimiento al Socialismo, renunciou em função de pressões civis e militares, engendradas em decorrência da sua manutenção no poder à revelia da carta magna daquela nação, e de eleições por seu terceiro governo marcadas por fraudes.
( ) O atual governo, com baixíssima legitimidade, enfrenta a pior crise da história moderna do país, cuja economia vem sendo assolada por inflação exorbitante, e a sociedade por carestias em todos os setores, fuga de investimentos, radicalização e perseguição política, e crise social profunda.
( ) O país tem uma economia fortemente baseada no setor agropecuário. Destacou-se como um dos melhores países das Américas em estudos que levam em consideração qualidade de vida, igualdade e democracia, detendo a maior renda por pessoa na região há sete anos, uma taxa de pobreza de países europeus e uma economia em ritmo constante de crescimento nos últimos 16 anos.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
De acordo com matérias exibidas em sites jornalísticos como o OXFAM Brasil em 2020 e o Alma Preta em 2021, as mulheres negras e pobres pagam mais impostos proporcionalmente no país. Essas mulheres, conforme as citadas reportagens, estão na base da pirâmide social na nossa sociedade e o sistema tributário brasileiro é muito regressivo, o que faz com que elas acabem pagando mais tributos do que homens e mulheres brancas de outras classes sociais, por exemplo. Isto ocorre porque a tributação de impostos no Brasil recai mais sobre o consumo do que sobre renda e patrimônio e, assim, as mulheres negras que figuram entre as pessoas mais pobres do país sentem a mordida do leão direto na hora de consumir. Em síntese, mais propriamente, são as mulheres negras, de baixa renda, mães e chefes de família as mais afetadas com essa tributação no consumo uma vez que os aumentos nos preços dos itens da cesta básica afetam mais quem ganha menos.
Considerando o enunciado acima, avalie as seguintes proposições:
I. O fato de as mulheres negras e pobres pagarem mais impostos proporcionais no Brasil envolve questões de gênero, raça e classe social em conjunto.
II. As mulheres brancas podem pagar, da mesma forma, mais impostos proporcionais, mas não são consideradas pelo vitimismo progressista.
III. A estrutura social brasileira e a política de tributação explicam essa incidência tributária sobre as mulheres negras, pelo fato de estas mulheres serem maioria entre os mais pobres.
IV. O fato de uma tributação no consumo incidir sobre pessoas negras e mais pobres demonstra a falta de cuidado dessas pessoas com a educação financeira.
É correto o que se afirma em
T E X T
Britain, Norway and the United States join forces with businesses to protect tropical forests.
Britain, Norway and the United States said Thursday they would join forces with some of the world’s biggest companies in an effort to rally more than $1 billion for countries that can show they are lowering emissions by protecting tropical forests. The goal is to make intact forests more economically valuable than they would be if the land were cleared for timber and agriculture.
The initiative comes as the world loses acre after acre of forests to feed global demand for soy, palm oil, timber and cattle. Those forests, from Brazil to Indonesia, are essential to limiting the linked crises of climate change and a global biodiversity collapse. They are also home to Indigenous and other forest communities. Amazon, Nestlé, Unilever, GlaxoSmithKline and Salesforce are among the companies promising money for the new initiative, known as the LEAF Coalition.
Last year, despite the global downturn triggered by the pandemic, tropical deforestation was up 12 percent from 2019, collectively wiping out an area about the size of Switzerland. That destruction released about twice as much carbon dioxide into the atmosphere as cars in the United States emit annually.
“The LEAF Coalition is a groundbreaking example of the scale and type of collaboration that is needed to fight the climate crisis and achieve net-zero emissions globally by 2050,” John Kerry, President Biden’s senior climate envoy, said in a statement. “Bringing together government and privatesector resources is a necessary step in supporting the large-scale efforts that must be mobilized to halt deforestation and begin to restore tropical and subtropical forests.”
An existing global effort called REDD+ has struggled to attract sufficient investment and gotten mired in bureaucratic slowdowns. This initiative builds on it, bringing private capital to the table at the country or state level. Until now, companies have invested in forests more informally, sometimes supporting questionable projects that prompted accusations of corruption and “greenwashing,” when a company or brand portrays itself as an environmental steward but its true actions don’t support the claim.
The new initiative will use satellite imagery to verify results across wide areas to guard against those problems. Monitoring entire jurisdictions would, in theory, prevent governments from saving forestland in one place only to let it be cut down elsewhere.
Under the plan, countries, states or provinces with tropical forests would commit to reducing deforestation and degradation. Each year or two, they would submit their results, calculating the number of tons of carbon dioxide reduced by their efforts. An independent monitor would verify their claims using satellite images and other measures. Companies and governments would contribute to a pool of money that would pay the national or regional government at least $10 per ton of reduced carbon dioxide.
Companies will not be allowed to participate unless they have a scientifically sound plan to reach net zero emissions, according to Nigel Purvis, the chief executive of Climate Advisers, a group affiliated with the initiative. “Their number one obligation to the world from a climate standpoint is to reduce their own emissions across their supply chains, across their products, everything,” Mr. Purvis said. He also emphasized that the coalition’s plans would respect the rights of Indigenous and forest communities.
From: www.nytimes.com/April 22, 2021
Vernant, J.-P. Fronteiras do mito. In: Vernant, J.-P.; Funari, P. P.; Hingley, R. Repensando o mundo antigo. Trad. bras. Renata C. Beleboni e Renata S. Garraffoni. Campinas, SP: IFCH/Unicamp, 2005.
Acerca das relações históricas, filológicas e filosóficas entre mythos e lógos, é correto afirmar, com base em Jean-Pierre Vernant, que
UECE•
Atente aos seguintes excertos sobre a década de 1970:
“A padronização do ‘moderno’ chegava ao auge no Brasil dos anos 70 em meio a flagrantes contrastes e desigualdades sociais, regionais, culturais”.
“Depois do vendaval dos anos 60 que atingiu ‘corações e mentes’ de uma geração inteira, os anos 70 começaram sob a égide da fragmentação: desdobramentos da contracultura, movimentos underground, punk, misticismo oriental, vida em comunidades religiosas ou naturalistas, valorização do individualismo, expansão do uso de drogas”.
HABERT, N. A década de 70: apogeu e crise da ditadura militar brasileira. São Paulo: 3ª Ed. Editora Ática, 1996, p.71 e 74.
Assinale a opção que apresenta exemplo(s) da cultura da década de 1970 no Brasil.
UECE•
Atente para o seguinte excerto: “A paisagem verde de Minas Gerais é pontilhada por enormes lacunas de ocre intenso que a mineração escava na terra e por depósitos descomunais para colocar os resíduos que essa atividade gera. O colapso de uma dessas barragens em Brumadinho matou 235 pessoas. Outras 35 − também devoradas em segundos pela avalanche de rejeitos − continuam desaparecidas. A Vale, empresa proprietária da mina e uma das maiores multinacionais brasileiras, é reincidente. A tragédia provocou uma grande onda de indignação popular que levou a algumas poucas mudanças, mas o medo de que se repita está muito presente”.
Fonte: El País. 5 de maio de 2019. “A tragédia de Brumadinho - a maldição das minas no Brasil: entre o medo do desemprego e o fantasma da impunidade”. Disponível em https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/04/politica/1556925 352_146651.html
Considerando o texto acima, é correto afirmar que