Questões de Concursos
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Nada por aqui
Que País é Esse
Nas favelas e no senado
Sujeira pra todo lado
Ninguém respeita
A Constituição
Mas todos acreditam
No futuro da nação...
Que país é esse?
[...]
Na Amazonia
E no Araguaia iá, iá,
Na baixada fluminense
No Mato Grosso
E nas Gerais
E no Nordeste tudo em paz
Na morte eu descanso
Mas o sangue anda solto
Manchando os papéis
Documentos fiéis
Ao descanso do patrão...
Que país é esse?
[...]
Terceiro mundo, se for
Piada no exterior
Mas o Brasil vai ficar rico
Vamos faturar um milhão
Quando vendermos todas as almas
Dos nossos índios num leilão...
(RUSSO, 2019)
O conflito neste País nasceu do embate entre as forças leais ao Presidente Bashar Al-Assad e os rebeldes que são contra a permanência dele no poder. Em 2011, seguindo o exemplo de outros países árabes, os habitantes protestaram contra o líder autoritário. A reação do governo foi imediata e violenta e muitos moradores pegaram em armas. Foi o início da guerra civil n(o)a:
Tendo como referência o texto a seguir, indique a alternativa que responde à pergunta: quem era considerado “o pai da Índia”?
A luta inacabada [...]. Tradição dos intocáveis e convivência entre muçulmanos e hindus ainda representam desafios à Índia.
Em 30 de janeiro de 1948, [...] foi assassinado por um radical hindu. O magnicídio perpetrado por um dos seus foi o epílogo paradoxal de uma vida dedicada ao ahimsa — a não violência —, a noção incorruptível que havia conduzido 255 milhões de súditos a se rebelarem contra dois séculos de domínio britânico. Conquistada a independência, o pai da Índia quis enfrentar os maiores desafios do país: erradicar a tradição dos intocáveis e pacificar muçulmanos e hindus. Ambos os desafios, imperdoáveis para seus inimigos, são ainda hoje questões pendentes.
[...].
(https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/29/internacional/1517229919_417786. Acessado em 25/02/2018).
Leia atentamente o texto a seguir:
“Existem hoje, sobre a Terra, dois grandes povos que, tendo partido de pontos diferentes, parecem adiantar-se para o mesmo fim: são os americanos e os russos (...) Para atingir a sua meta, o primeiro apoia-se no interesse pessoal e deixa agir, sem dirigi-las, à força e à razão dos indivíduos. O segundo concentra num homem, de certa forma, todo o poder da sociedade. Um tem por principal meio a liberdade; o outro, a servidão. O seu ponto de partida é diferente, os seus caminhos são diversos; não obstante, cada um deles parece convocado, por um desígnio secreto da Providência, a deter nas mãos, um dia, os destinos da metade do mundo.”
(Tocqueville, Alexis de. A democracia na América, 1835)
A partir deste trecho, publicado por Tocqueville em 1835, é correto afirmar que o autor:
(I) Medo e xenofobia.
(A) Brigadas Vermelhas (Itália) – Baader-Meinhoff (Alemanha).
(II) Lutas separatistas/nacionalistas.
(B) Ato Patriótico (EUA).
(III) Lutas contra o capitalismo.
(C) Assassinato de Jean Charles (Londres).
(IV) Retrocesso dos direitos civis.
(D) Al Qaeda.
(V) Fanatismo religioso.
(E) IRA (Irlanda), ETA (País Basco), OLP (Palestina).
Leia o texto abaixo, que discorre sobre a temática da fome.
A fome como desafio ético e espiritual
Nada mais humanitário, social, político, ético e espiritual que saciar a fome dos pobres da Terra.
Um místico medieval da escola holandesa John Ruysbroeck (1293-1381) bem disse: “Se estiveres em êxtase diante de Deus e um faminto bater em sua porta, deixe o Deus do êxtase e vá atender o faminto.O Deus que deixas no êxtase é menos seguro do que o Deus que encontras no faminto”.
Jesus mesmo encheu-se de compaixão e saciou com pão e peixe a centenas de famintos que o seguiam. No núcleo central de sua mensagem se encontra o Pai Nosso e o Pão Nosso, na famosa oração do Senhor. Somente está na herança de Jesus quem mantêm sempre unidos o Pai Nosso com o Pão Nosso. Só esse poderá dizer Amém.
Os níveis de pobreza mundial são estarrecedores. A Oxfam, que anualmente mede os níveis de desigualdade no mundo, concluiu em janeiro de 2017 que somente 8 pessoas possuem igual renda que 3,6 bilhões de pessoas, quer dizer, cerca da metade da humanidade. Tal fato é mais que a palavra fria “desigualdade”. Ético-politicamente traduz uma atroz injustiça social e, para quem se move no âmbito da fé judaico-cristã, esta injustiça social representa um pecado social e estrutural que afeta Deus e seus filhos e filhas.
A pobreza é sistêmica, pois é fruto de um tipo de sociedade que tem por objetivo acumular mais e mais bens materiais sem qualquer consideração humanitária (justiça social) e ambiental (justiça ecológica). Ela pressupõe pessoas cruéis, cínicas e sem qualquer sentido de solidariedade, portanto, num contexto de alta desumanização e até de barbárie. Causa-nos profunda tristeza o fato de termos que viver dentro de um sistema que só sobrevive à condição de que o dinheiro produza mais dinheiro, não para termos mais vida senão apenas mais riqueza.(...)
BOFF, Leonardo. A fome como desafio ético e espiritual. Mai. 2017. Disponível em: <https://leonardoboff.wordpress.com.
Acesso em: 25 mar. 2018.
A partir do texto acima e de seus conhecimentos sobre a questão da fome no mundo, marque a
alternativa CORRETA.