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Nota Pública sobre a retirada do Espanhol do currículo do Ensino Médio no Projeto de Lei n. 5 230/23


Nós, representantes das associações estaduais de professores de espanhol e demais associações e entidades que subscrevem este documento, nos posicionamos publicamente nesta nota contra a retirada da obrigatoriedade de oferta da Língua Espanhola no Ensino Médio do Projeto de Lei n. 5 230/23. Esse PL altera a Lei n. 13 415/17, que define as diretrizes para a política nacional de Ensino Médio, conhecida como “Reforma do Novo Ensino Médio”. Enviado pelo Executivo Federal, por meio do Ministério da Educação, para o Congresso Nacional, o PL n. 5 230/23 previa originalmente a retomada da oferta obrigatória do Espanhol, juntamente com o Inglês, nos currículos do Ensino Médio, baseando-se inclusive em algumas questões históricas que aqui elencaremos. O artigo 4º de sua Carta Magna de 1988 aponta que “a República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações”. Sem dúvida, essa integração passa pela questão linguística, sendo o Brasil o único país de Língua Portuguesa, rodeado por vários países de Língua Espanhola, com os quais mantém relações diplomáticas, comerciais e de cooperação em diversos âmbitos.


Disponível em: https://abralin.org. Acesso em: 8 jun. 2025 (adaptado).

A Nota Pública contesta a revogação da obrigatoriedade do ensino da Língua Espanhola no Ensino Médio, destacando o papel estratégico do ensino de português-espanhol para a integração regional. Nesse contexto, assinale a alternativa que reflete, criticamente, a relação entre o ensino do Espanhol no Brasil e a integração latino-americana.
A Digital Learning Platform (DLP) is one effective avenue for enhancing language learning. It connects real learning resources with the digital world for teaching and learning. By converting as many physical learning resources into digital formats as possible, the DLP offers an innovative combination of different learning concepts and structures. It can also ensure that different groups of learners have equal access to learning resources through interaction, communication, and knowledge sharing.

DLPs have transformed English language learning with their numerous advantages, although there are also some notable drawbacks. These platforms offer unmatched accessibility and flexibility, enabling learners to access materials anytime and anywhere and to progress at their own pace. They feature diverse resources such as videos, interactive exercises, quizzes, and reading materials, with multimedia integration enhancing comprehension and retention. Personalized learning experiences are supported through adaptive technologies and immediate feedback. Gamification and interactive activities boost engagement and motivation, while cost-effectiveness and global networking opportunities are notable benefits.

However, there are downsides to consider. Digital platforms may lack the personal touch and immediate feedback of face-to-face interactions, potentially reducing social learning opportunities. Technical issues such as internet reliability and online distractions can pose barriers, requiring learners to stay disciplined and motivated. Quality and credibility can vary, raising concerns about fraudulent or poorly designed courses. Assessment challenges, including cheating and assessing practical language skills, also exist. Moreover, self-study can sometimes leave learners feeling isolated and struggling with complex topics. Balancing digital resources with other learning methods can help address these challenges and ensure a more comprehensive language learning experience.


POONPON, K. et al. TIGA-Based English Learning Platform for Language Learner Competency Development in a Digital
Environment. International Journal of Learning, Teaching and Educational Research, n. 6, June 30, 2024 (adapted).
In order to benefit from the resources offered by platforms to evaluate students’ work in an innovative way and also to avoid the drawbacks reported in the text, the teacher could
A Educação do Campo emerge da discussão de diálogos com movimentos sociais e em diferentes eventos, como as Conferências Nacionais por uma Educação Básica do Campo. Normativas foram promulgadas, tais como a Resolução CEB/CNE n. 1/2002, que institui Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas Escolas do Campo, em prol de um projeto que continue a “luta para que os sistemas de ensino discutam um currículo para a área rural e que a formação de professores, inicial, continuada ou em serviço, não reproduza o currículo da área urbana na rural”.
ALENCAR, M. F. S. Educação do Campo e a formação de professores: construção de uma política
educacional para o campo brasileiro. Ci. & Tróp., n. 2, 2010 (adaptado).

Nesse contexto, a formação do professor para a Educação do Campo tem como princípio
Com base nos princípios da Pedagogia de Projetos e em articulação com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 12, que trata da produção e do consumo responsáveis, os professores de uma escola pública de Ensino Fundamental desenvolveram um projeto interdisciplinar com o intuito de promover ações educativas sobre o reaproveitamento de resíduos orgânicos na escola. A iniciativa incluiu o desenvolvimento de atividades de separação e de aproveitamento de resíduos da alimentação escolar, bem como a montagem de composteiras artesanais para a produção e o uso de adubo em jardins e hortas da escola.
Com base na situação descrita, a ação educativa que intervém concretamente no contexto escolar é
Uma professora de Literatura do Ensino Médio trabalhou com os estudantes a obra de Fernando Pessoa, incluindo poemas dele mesmo e de seus heterônimos. Para aprofundar a discussão, apresentou o trecho do livro Fernando Pessoa: aquém do eu, além do outro, que afirma:

“O que se passa em Pessoa não é a multiplicação do mesmo em outros, mas o desencadeamento de uma alteridade tal que a volta ao Um se torna impossível.”

PERRONE-MOISÉS, L. Fernando Pessoa: aquém do eu, além do outro.
São Paulo: Martins Fontes, 2001.


Na sequência, a professora fez a leitura do trecho da obra A ausência do corpo na comunicação on-line: a descoberta da identidade no Second Life, que reflete sobre a multiplicidade identitária em ambientes virtuais:

“Na era da internet, eu sou quem quiser, os meus múltiplos avatares passeiam-se no ciberespaço enquanto eu passo o dia a trabalhar, mas à noite eu transformo-me em cada um deles e até flutuo pelo mundo inteiro sem um corpo físico, só com palavras. Não perdi a minha identidade, tenho várias, muitas delas são a materialização dos meus desejos, enquanto outras ou são muito mais reais ou completamente virtuais.”

JUSTIÇA, M. P. O. A ausência do corpo na comunicação on-line: a descoberta da identidade no Second Life.
Lisboa: Universidade Aberta, 2013.
Com base na leitura dos trechos, uma professora estabeleceu uma conexão entre clássicos da literatura e contexto digital contemporâneo, aproximando a obra literária da realidade dos estudantes. Um dos objetivos da proposta foi refletir sobre como os discursos se relacionam entre si.
Para construir conhecimento em torno da interdiscursividade, em uma perspectiva interdisciplinar, a professora considerou diferentes interpretações da obra de Pessoa, permitidas pela relação entre os textos assinados por ele mesmo e por seus heterônimos. Destaca-se como correta a interpretação que aponta a presença de

Diminutivos


No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente em relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha.


— Mais um feijãozinho?


O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Leva porcos inteiros, todos os miúdos e temperos conhecidos e, parece, um missionário. Mas a dona de casa o trata como um mingau de todos os dias.


— Mais um feijãozinho?


— Um pouquinho.


— E uma farofinha?


— Ao lado do arrozinho?


— Isso.


— E quem sabe mais uma cervejinha.


— Obrigadinho.


VERISSIMO, L. F. Comédia da vida privada: 101 crônicas escolhidas. Porto Alegre: L&PM, 1994.



Um professor propõe utilizar o texto de Verissimo para desenvolver uma tarefa que leve os estudantes a refletirem sobre a formação e a função dos diminutivos, considerando os diferentes elementos constitutivos das palavras. Para cumprir o objetivo da aula, o professor deve

Diminutivos


No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente em relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha.


— Mais um feijãozinho?


O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Leva porcos inteiros, todos os miúdos e temperos conhecidos e, parece, um missionário. Mas a dona de casa o trata como um mingau de todos os dias.


— Mais um feijãozinho?


— Um pouquinho.


— E uma farofinha?


— Ao lado do arrozinho?


— Isso.


— E quem sabe mais uma cervejinha.


— Obrigadinho.


VERISSIMO, L. F. Comédia da vida privada: 101 crônicas escolhidas. Porto Alegre: L&PM, 1994.



Durante a aula de prática textual com alunos da 3ª série do Ensino Médio, um professor decidiu ler a crônica de Verissimo para abordar aspectos estilísticos do texto. Feita a leitura, selecionou o trecho “a dona de casa o trata como um mingau de todos os dias” para explicar a importância de os estudantes compreenderem a ordem dos constituintes da oração e sua relação com o estilo, de modo a auxiliá-los na produção de textos argumentativos. Com base nessa abordagem, a estratégia que o professor utilizou para tal situação pressupõe
Garcia (2009) é quem expande o conceito de translinguagem, que parte de uma visão heteroglóssica, em que o sujeito possui um único repertório linguístico e suas práticas linguísticas e dinâmicas semióticas são superiores às línguas convencionais de países e estados. Liberali (2013) defende esta perspectiva e enfatiza a necessidade de termos que considerar o currículo da educação multi/bilíngue a partir das atividades e práticas sociais e permitir aos alunos expandirem seu repertório e suas formas de participação. A educação bilíngue consiste em um programa educacional formal que se faz presente pelo aprendizado de componentes curriculares pela instrução em duas línguas e não manter o foco apenas no aprendizado da língua. Aqui no Brasil, podemos distinguir a educação bilíngue em dois grandes grupos: dominante (educação bilíngue de línguas de prestígio, frequentemente de escolas particulares de elite em que se objetiva o aprendizado de uma segunda língua, como o inglês) e minoritários (educação indígena, migrantes de crise, educação em regiões de fronteiras, educação de surdos).

Projeto-piloto: escola bilíngue com adequações. Disponível em: www.ibipora.pr.gov.br. Acesso em: 2 maio 2025 (adaptado).

Considering the Brazilian context described in the text, what challenge may arise in implementing the proposed bilingual model in public schools?

A Digital Learning Platform (DLP) is one effective avenue for enhancing language learning. It connects real learning resources with the digital world for teaching and learning. By converting as many physical learning resources into digital formats as possible, the DLP offers an innovative combination of different learning concepts and structures. It can also ensure that different groups of learners have equal access to learning resources through interaction, communication, and knowledge sharing.

DLPs have transformed English language learning with their numerous advantages, although there are also some notable drawbacks. These platforms offer unmatched accessibility and flexibility, enabling learners to access materials anytime and anywhere and to progress at their own pace. They feature diverse resources such as videos, interactive exercises, quizzes, and reading materials, with multimedia integration enhancing comprehension and retention. Personalized learning experiences are supported through adaptive technologies and immediate feedback. Gamification and interactive activities boost engagement and motivation, while cost-effectiveness and global networking opportunities are notable benefits.

However, there are downsides to consider. Digital platforms may lack the personal touch and immediate feedback of face-to-face interactions, potentially reducing social learning opportunities. Technical issues such as internet reliability and online distractions can pose barriers, requiring learners to stay disciplined and motivated. Quality and credibility can vary, raising concerns about fraudulent or poorly designed courses. Assessment challenges, including cheating and assessing practical language skills, also exist. Moreover, self-study can sometimes leave learners feeling isolated and struggling with complex topics. Balancing digital resources with other learning methods can help address these challenges and ensure a more comprehensive language learning experience.


POONPON, K. et al. TIGA-Based English Learning Platform for Language Learner Competency Development in a Digital
Environment. International Journal of Learning, Teaching and Educational Research, n. 6, June 30, 2024 (adapted).
Student self-assessment is a powerful tool for increasing motivation and engagement because it provides them with the ability to take charge of their own education. Digital Learning Platforms (DLP) enable the teacher to help students evaluate their knowledge and learning processes. In order to promote students’ self-assessment, the teacher could
Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá ideia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes.


ASSIS, M. Dom Casmurro. Brasília: Edições Câmara, 2019.
Ao notar que Bentinho transforma uma impressão (olhos de ressaca) em uma suspeita moral sem provas, comparando o olhar de Capitu ao efeito devastador do mar de ressaca, uma turma debateu como aparências e boatos ainda afetam a vida das pessoas. O professor tem como objetivo elaborar uma ação participativa crítica que parta do trecho literário e dialogue de maneira interventiva com a sociedade contemporânea. Qual proposta de ação atende a esse objetivo?
Se a teoria literária existe, parece óbvio que haja alguma coisa chamada literatura, sobre a qual se teoriza. Talvez a literatura seja definível não por ser ficcional ou imaginativa, mas porque emprega a linguagem de forma peculiar. Segundo essa teoria, a literatura é a escrita que, nas palavras de Jakobson, representa uma violência organizada contra a fala comum, transforma e intensifica a linguagem cotidiana, afastando-se sistematicamente dela.

EAGLETON, T. Teoria da literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2006 (adaptado).
Quais procedimentos de pesquisa conduzem estudantes do Ensino Médio a uma postura investigativa e científica conforme a definição de literatura apontada no texto?
Se a teoria literária existe, parece óbvio que haja alguma coisa chamada literatura, sobre a qual se teoriza. Talvez a literatura seja definível não por ser ficcional ou imaginativa, mas porque emprega a linguagem de forma peculiar. Segundo essa teoria, a literatura é a escrita que, nas palavras de Jakobson, representa uma violência organizada contra a fala comum, transforma e intensifica a linguagem cotidiana, afastando-se sistematicamente dela.

EAGLETON, T. Teoria da literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2006 (adaptado).
Qual sequência pedagógica permite que uma turma do Ensino Médio perceba, pela intertextualidade, o conceito de literatura apresentado no texto ao comparar um poema e um texto não literário sobre o mesmo tema?
Com base nos princípios da Pedagogia de Projetos e em articulação com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 12, que trata da produção e do consumo responsáveis, os professores de uma escola pública de Ensino Fundamental desenvolveram um projeto interdisciplinar com o intuito de promover ações educativas sobre o reaproveitamento de resíduos orgânicos na escola. A iniciativa incluiu o desenvolvimento de atividades de separação e de aproveitamento de resíduos da alimentação escolar, bem como a montagem de composteiras artesanais para a produção e o uso de adubo em jardins e hortas da escola.
Com base no projeto desenvolvido, a alternativa que, sob uma perspectiva crítica, apresenta a relação coerente entre o procedimento metodológico e a avaliação da aprendizagem sobre o consumo responsável de alimentos é um(a)

CRIADA


(Entrando.)


¡En lo alto de la calle hay un gran gentío y todos los vecinos están en sus puertas!


BERNARDA


(A PONCIA.)


¡Corre a enterarte de lo que pasa! (Las mujeres corren para salir.) ¿Dónde vais? Siempre os supe mujeres


ventaneras y rompedoras de su luto. ¡Vosotras, al patio!


(Salen y sale BERNARDA. Se oyen rumores lejanos. Entran MARTIRIO y ADELA, que se quedan escuchando y


sin atreverse a dar un paso más de la puerta de salida.)


MARTIRIO


Agradece a la casualidad que no desaté mi lengua.


ADELA


También hubiera hablado yo.


MARTIRIO


¿Y qué ibas a decir? ¡Querer no es hacer!


ADELA


Hace la que puede y la que se adelanta. Tú querías, pero no has podido.


MARTIRIO


No seguirás mucho tiempo.


ADELA


¡Lo tendré todo!


MARTIRIO


Yo romperé tus abrazos.


ADELA


(Suplicante.)


¡Martirio, déjame!


GARCÍA LORCA, F. La casa de Bernarda Alba. México: UNAM, 2021 (fragmento).

Un profesor de español de la Enseñanza Media utilizó ese fragmento de La casa de Bernarda Alba para analizar elementos característicos del texto dramático moderno, que orientan la acción dramática. A continuación, promovió un debate con los estudiantes sobre la doble función del texto dramático: obra para ser leída o para ser representada.

¿Cuál práctica docente favorece una comprensión del texto dramático, al contemplar tanto su dimensión literaria como su potencial de representación escénica?

Las razones por las que Emilia Pérez ha fracasado en México


La película ya ha obtenido varios galardones, entre ellos el de mejor comedia o musical en los Globos de Oro. En México, la recepción ha sido exactamente la contraria. Ha sido muy criticada por su descripción del país, la minimización de la violencia de los cárteles que ha afectado a tantas personas y los pocos mexicanos que estuvieron implicados en su producción. Los mexicanos también han señalado el acento de las actrices principales: Zoe Saldaña, estadounidense de ascendencia dominicana que ha ganado premios por su interpretación y está nominada al Oscar a la mejor actriz de reparto; Gascón, que es española y ha vivido y actuado en México; y Selena Gómez, estadounidense de ascendencia mexicana que trabajó para recuperar su fluidez en español para la película. En Ciudad de México, algunos espectadores se rieron durante una proyección reciente cuando los personajes de Saldaña y Gascón utilizaron coloquialismos mexicanos. “Los diálogos son completamente inorgánicos, no tiene sentido lo que están diciendo”, dijo Héctor Guillén, guionista y productor mexicano de 26 años. En respuesta a Emilia Pérez, Camila Aurora, cineasta trans mexicana y creadora de contenidos, realizó el cortometraje parodia Johanne Sacreblu. Se filmó en las calles de Ciudad de México con intérpretes mexicanos que utilizan acentos franceses rebuscados y atuendos estereotipados y consiguió 3,2 millones de visitas en YouTube en un mes y se proyectó en algunos cines.


WAGNER, J. Disponible en: www.nytimes.com.

Recuperado el: 14 jun. 2025 (adaptado).

En una clase de lengua española de Enseñanza Media sobre el género reseña crítica de las producciones artísticas, una profesora proyectó el texto sobre la película Emilia Pérez. En seguida, solicitó que los estudiantes intentaran formular una explicación sobre cuál es la función de la reseña crítica. La explicación correcta es
It is impossible to talk about the single story without talking about power. There is a word, an Igbo word, that I think about whenever I think about the power structures of the world, and it is nkali. It’s a noun that loosely translates to “to be greater than another.” Like our economic and political worlds, stories too are defined by the principle of nkali: How they are told, who tells them, when they’re told, how many stories are told, are really dependent on power. Power is the ability not just to tell the story of another person, but to make it the definitive story of that person.

Stories matter. Many stories matter. Stories have been used to dispossess and to malign, but stories can also be used to empower and to humanize. Stories can break the dignity of a people, but stories can also repair that broken dignity.

When we reject the single story, when we realize that there is never a single story about any place, we regain a kind of paradise.

ADICHIE, C. N. The Danger of a Single Story. New York: Anchor Books, 2019 (adapted).
According to the Base Nacional Comum Curricular (BNCC), the approach to English as a Lingua Franca imposes challenges and new priorities for teaching, among which is the deepening of reflections on the relationships between language, identity and culture, and the development of intercultural competence. In order to follow the BNCC, which quote do you consider appropriate for the initial warm-up to introduce Adichie’s text and why?
One could imagine that using digital tools was an additional learning experience for the students in itself. Recent literature has also shown that being able to recognize what can be improved requires being trained to do so. As such, students watching themselves on video could not yield possible improvements that could be made, because noticing them also requires a learning process. It could also be hypothesized that compared to university students, elementary school students are less able to seize the benefit of video recording as a peer and self-evaluation tool. In addition, they had to manage their image, which was an extra effort as well, due to intimidation and possible lack of confidence in front of the camera, although students may have a positive attitude toward videos. One could therefore claim, but obviously without being certain, that a related form of learning took place: the management of technologies for learning, and the management of one’s image.


BOBKINA, J.; DOMÍNGUEZ ROMERO, E. The Role of Video Technology in Supporting Young Learners’
Oral Skills in English as Foreign Language Classrooms. Computers and Education, 2023.

Considering the excerpt, what is the appropriate oral language intervention for public high school students that accounts for their developmental stage and the role of video in language learning?

En una escuela de Enseñanza Media en Brasil, una profesora, al tratar el tema del desarrollo sostenible y, más específicamente, la contextualización social del medio ambiente, pide a los estudiantes que investiguen sobre el reciclaje de residuos domésticos. Los diálogos que se presentan a continuación fueron producidos en el contexto de esa actividad.



Diálogo 1. En la biblioteca


João: — María, no me quedó claro cómo se separa la basura. ¿Tú entendió?


María: — No. La profe pidió que nos informamos sobre eso. ¿Buscamos juntos?


João: — Sí, vamos nos ayudar.



Diálogo 2. En el aula


Profesora: — João y María, ¿qué investigaron?


João: — Nosotros vimos que la basura tiene que estar limpia antes de reciclar.


María: — Y que reciclar ayuda que los recursos se conservan.


Profesora: — ¡Muy bien! La sostenibilidad ambiental significa usar los recursos naturales de forma a que se conserven para el futuro. Es decir, que podemos seguir usándolos sin agotarlos.


Además, es importante recordar que nuestras acciones individuales también tienen un impacto social. Cuando nos comprometemos a reciclar o a cuidar el medio ambiente, contribuimos a que la sociedad se beneficie en conjunto. Así se construye una comunidad más responsable y solidaria con el entorno. Sigan esforzándose.

Al percibir las inadecuaciones lingüísticas producidas por los estudiantes en sus diálogos, la profesora decidió trabajar aspectos contrastivos entre el español y el portugués para que los estudiantes aprendieran el uso de los clíticos en español. Entre las alternativas a continuación, ¿cuál describe, desde una perspectiva del enfoque comunicativo, la forma de lograrlo?
O ciclo de lobolo começou com a Ju. Foi com dinheiro e não com gado. Lobolou-se a mãe, com muito dinheiro, num lobolo- -casamento. As crianças foram legalmente reconhecidas, mas não tinham sido apresentadas aos espíritos da família. Era preciso trazê-las do teto da mãe para a sombra do patriarcal num ato de lobolo pelo filho, uma forma de legitimá-las uma vez que nasceram fora das regras de jogo de uma família polígamo. Depois fez-se lobolo da Lu e dos filhos. As nortenhas espantaram-se. Essa história de lobolo era nova para elas, mas envolve muito dinheiro. Dinheiro para os pais, elas, e os filhos. Dinheiro que faz falta para comer, para viver, para investir. Quando se trata de benesses, qualquer cultura serve. Elas esqueceram o matriarcado e disseram sim à tradição patriarcal. Passamos três meses a andar de festa em festa. Era importante que todos os lobolos fossem feitos numa rajada antes que o Tony mudasse de ideias.

CHIZIANE, P. Niketche: uma história de poligamia.
São Paulo: Cia. das Letras, 2004.
A fim de fomentar reflexões, a partir de vozes de escritoras negras africanas ao currículo de Língua Portuguesa do Ensino Médio, uma rede de ensino pública decide inserir, como material didático, o romance Niketche: uma história de poligamia, da moçambicana Paulina Chiziane, representado pelo trecho em que é narrada a prática de “lobolo”, entendida como uma forma de legitimar as relações familiares por meio da entrega, por parte do noivo, de dinheiro ou bens à noiva e à sua família.

A exploração da leitura dessa obra, com base em uma perspectiva decolonial que oportuniza aos estudantes problematizações críticas por meio de uma postura investigativa, justifica-se pela concepção de literatura como espaço de

O Google lançou esta semana uma coleção com experimentos de inteligência artificial — desenvolvida com o modelo Gemini. Cada um dos experimentos da chamada Little Language Lessons, que ainda é uma exploração inicial, aborda uma maneira diferente pela qual a inteligência artificial pode apoiar a aprendizagem no mundo real.


O primeiro é o Tiny Lesson. Com ele, o usuário descreve uma situação, por exemplo “pedir informações” ou “encontrar um passaporte perdido”, e recebe vocabulário, frases e dicas gramaticais úteis, adaptados a esse contexto.


O segundo é o Slang Hang, que gera conversas autênticas para ajudar o usuário a aprender expressões e gírias. A pessoa pode acompanhar o desenrolar de um diálogo entre falantes nativos, revelando uma mensagem de cada vez e desvendando termos desconhecidos à medida que aparecem.


“Um dos aspectos mais interessantes deste experimento é o elemento da narrativa emergente. Cada cena é única e gerada na hora — pode ser um vendedor ambulante conversando com um cliente, dois colegas de trabalho se encontrando no metrô ou até mesmo um casal de amigos há muito perdidos se reencontrando inesperadamente em uma exposição de animais de estimação exóticos”, pontuou Wade, acrescentando que pode haver erros de precisão. “Ocasionalmente, ele usa incorretamente certas expressões e gírias, ou até mesmo as inventa. Os Large Language Models (LLM) ainda não são perfeitos e, por isso, é importante fazer referências cruzadas com fontes confiáveis”.



VEIGA, C. Google Launches AI Tools to Teach Languages. Disponível em: https://epocanegocios.globo.com.

Acesso em: 2 maio 2025 (adaptado).

Considering the text, which of the following AI-based resources supports English language writing practices in learning contexts?
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