FGV•
De acordo com os estudos sobre a estrutura sintática da Libras, analise as afirmativas abaixo:
I. A Libras possui uma gramática independente da Língua Portuguesa, com regras próprias que refletem a percepção visual-espacial da realidade pelos surdos.
II. Na construção de enunciados em Libras, não há necessidade de uso de preposições, artigos e conjunções, pois esses elementos estão incorporados ao sinal.
III. A ordem dos sinais em Libras segue a mesma estrutura sintática da Língua Portuguesa, pois ambas possuem a mesma ordem linguística.
IV. Em Libras, a expressão facial pode substituir elementos gramaticais da Língua Portuguesa, como o uso de pronomes interrogativos.
Está correto o que se afirma em
A formação de professores surdos para ensinar a Libras para ouvintes é relativamente recente, de modo que um elemento que tem sido questionado e criticado é o ensino da língua com foco exclusivo:
Trata-se de:
FAU•
Esses conceitos trabalhados pela autora dizem respeito:
UFC•
De acordo com Quadros e Karnopp (2004), os verbos na Libras estão basicamente divididos em três classes: verbos simples, verbos com concordância e verbos espaciais.
São exemplos de verbos com concordância:
Analise as afirmativas a seguir sobre as interferências linguísticas nas línguas de sinais.
I. A interferência ocorre quando duas línguas convivem por muito tempo em um certo local, influenciando usuários das línguas em contato e podendo afetar os falantes dessas línguas.
II. Por causa do convívio a longo prazo entre duas línguas, é comum surgirem interferências morfológicas.
III. A interferência linguística pode ser inconsciente, como quando um usuário bilíngue produz um enunciado em uma segunda língua de acordo com o seu conhecimento da primeira língua.
IV. A interferência lexical é mais frequente no encontro de duas línguas, em particular quando os grupos em contato organizam a experiência de vida de maneira semelhante.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Segundo Quadros e Karnopp (Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos, 2004) e Lacerda e Santos (Tenho um aluno surdo, e agora? Introdução à Libras e educação de surdos, 2014), elas se prestam a dois papéis nas línguas de sinais, a saber: