De acordo com a Nota Técnica nº 01/2017 da
FEBRAPILS, sobre a atuação do tradutor, intérprete e
guia-intérprete de Libras e Língua Portuguesa, em
materiais audiovisuais televisivos e virtuais, é correto
afirmar que:
Sob a perspectiva da educação inclusiva, a educação especial
passa a integrar a proposta pedagógica da escola regular,
promovendo o atendimento às necessidades educacionais
especiais de alunos com deficiência, transtornos globais de
desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Dessa
forma, a inclusão de alunos surdos acontece quando a escola
oferece
A Lei nº 12.319/2010, que regulamenta a profissão de
Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais –
Libras, dispõe em seu Artigo 4° sobre a formação
profissional do tradutor e intérprete de Libras - Língua
Portuguesa, em nível médio.
Observe os itens abaixo sobre as exigências para a
formação desse profissional, em consonância com o
dispositivo legal:
I- cursos de formação continuada promovidos por
instituições de ensino superior e instituições credenciadas
por Secretarias de Educação;
II- graduação na área de licenciatura;
III- graduação em Letras Libras;
IV- pós graduação em tradução e interpretação;
V- cursos de educação profissional reconhecidos pelo
Sistema que os credenciou.
Dos itens acima mencionados, estão corretos, apenas:
Foi somente no final do século XIX e início do século XX que os grupos formados por deficientes de diversas categorias, incluindo os surdos, passaram a participar de forma mais intensa nos movimentos em busca de seu espaço nas camadas sociais.
Leia os enunciados abaixo e assinale a resposta
condizente.
I - Ao abordar a educação de surdos, trata-se da
educação bilíngue, independentemente de ela ser
realizada no ensino regular ou em uma escola
bilíngue para surdos.
II - Toda criança surda, ao ingressar na educação
básica, possui conhecimento da língua de sinais,
adquirido em contexto familiar.
III - O atendimento educacional especializado
favorece efetivamente o melhor ambiente para o
ensino da Libras.
IV - A criança que possui boa fluência em Libras
não encontra dificuldades de socialização.
O(a) ________________ é o conjunto de
representações em que se nega a singularidade do
sujeito e a pessoa surda fica compelida a
compreender-se a partir da perspectiva do outro.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a
lacuna acima.
Foram quase cem anos de um “império
oralista”, mas em 1971, no Congresso Mundial
de Surdos, em Paris, a Língua de Sinais
novamente passa a ser valorizada. Nesse
congresso foram discutidos resultados da
pesquisa feita nos Estados Unidos sobre:
Considerando os direitos linguísticos adquiridos pela
comunidade surda nos últimos anos, nos quais se incluem os
previstos na Lei n.º 10.436/2002 e no Decreto Federal n.º
5.626/2005, julgue os itens a seguir.
I Usar a língua de sinais como forma de comunicação é direito
do surdo sinalizante.
II É direito do surdo, como forma de acessibilidade, solicitar o
profissional intérprete da LIBRAS.
III A LIBRAS é uma língua com estrutura e gramática próprias.
IV Estudar em um ambiente bilíngue é direito do surdo.
A ________________ constitui um ponto
de partida para uma discussão política sobre
as questões de identidades surdas, relações
de poder e conhecimento entre surdos e
ouvintes, movimentos de resistência de
surdos, ideologias dominantes, discursos
hegemônicos, a função da escola, a
articulação de políticas públicas, etc.
(SKLIAR, 2000, p. 18)
Para a pesquisa e documentação da diversidade
linguística o Instituto do Patrimônio Histórico e
Linguístico (IPHAN) estabelece categorias de
línguas, ou seja, línguas de imigração, línguas
indígenas, línguas afro-brasileiras, línguas
crioulas e línguas de sinais a serem inventariadas.
Sobre as línguas de sinais minoritárias, analise as
afirmativas a seguir:
I. A CENA é uma língua de sinais minoritária e
emergiu a partir do contato entre os surdos de
Várzea Queimada, no município de Jaicós,
estado do Piauí, a qual ainda não foi
inventariada em nível lexical.
II. A Língua de Sinais Ka’apor Brasileira é uma
língua localizada no estado do Maranhão e foi
estudada por Lucinda Ferreira Brito na
década de 1980.
III. As línguas de sinais minoritárias brasileiras
são línguas em risco de extinção frente à
Libras, reconhecida como língua de sinais
nacional.
IV. As línguas de sinais minoritárias são
consideradas sistemas de sinais caseiros.
V. O estudo das línguas de sinais minoritárias
contribui para a compreensão do surgimento
das línguas humanas. Assinale a alternativa CORRETA.
Na Educação Bilíngue de Surdos, a Libras deve
estar presente como componente curricular, ou
seja, como parte do quadro de disciplinas; como
língua de instrução, instituindo as lógicas
interacionais de ensino e aprendizagem; e como
língua utilizada para comunicação interpessoal do
ambiente escolar. Analise as afirmativas a seguir
em relação ao ensino de Libras como primeira
língua na Educação Básica:
I. Na Educação Infantil, o ensino de Libras
corresponde a um modo de imersão que
propicie aquisição de língua de sinais e
desenvolvimento global dos estudantes
surdos.
II. No Ensino Fundamental, a Libras
corresponde a um componente curricular
específico.
III. No Ensino Médio, a disciplina de Libras se
associa diretamente com habilidades
específicas que esse saber produz na relação
direta com diversos outros códigos e
tecnologias humanas.
IV. Temas Transversais atrelados à disciplina de
Libras envolvem, dentre outros, arte surda;
direitos, lutas e movimento social surdo;
autoconhecimento e orgulho de ser surdo.
V. A avaliação deve seguir a lógica de primeira
língua e desligar-se do que é comumente
desenvolvido na lógica ouvinte.
Assinale a alternativa CORRETA.
Na ausência de uma língua comum com seus
familiares, indivíduos surdos acabam por
desenvolver um sistema linguístico restrito, que serve
para comunicação familiar. Como o indivíduo não
adquiriu plenamente o Português nem a Libras, utiliza
essa “língua” para se comunicar. No entanto, essa
língua não é compartilhada em seu contexto social e
restringe o indivíduo à interação com um sujeito
determinado, na maior parte das vezes, somente com
membros de sua família. Com a limitação linguística,
sua vivência também diminui, assim como sua
compreensão de mundo. Estudos de autores como
Fernandes mostram que surdos que tem convivência
tardia com a Libras apresentam problemas:
A Libras é a primeira língua dos surdos brasileiros, mas ainda muitas pessoas não a conhecem. Como a
necessidade de comunicação é uma via de mão dupla, a profissão de intérprete serve construir possibilidades de
comunicação no exercício de suas competências entre surdos e ouvintes, surdos e surdos, surdos e surdos-cegos,
surdos-cegos e ouvintes e ouvintes. No Brasil, essa realidade demanda que exista o tradutor e intérprete de Libras
atuando na Libras e na língua portuguesa oportunizando com sua profissão que eventos comunicativos de várias
ordens aconteçam, como por exemplo: aulas, seminários, conferências, reuniões, etc. A partir dessas considerações
responda marcando a alternativa correta sobre o número da Lei que regulamenta a profissão de intérprete e a data de
sua criação.
O bilinguismo educacional de surdos pode assumir algumas configurações. São arranjos
possíveis dentro de um contexto educacional bilíngue regular para surdos: