A soma das idades de n pessoas é 468 anos. Se aumentarmos 3 anos à idade de cada pessoa, a nova soma será 573 anos. Então n vale:
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A respeito da qualidade de vida no trabalho, assinale a afirmativa INCORRETA.
I. Caberá reclamação da parte interessada ou do Ministério Público para o efeito de preservar a competência do tribunal, garantir a autoridade das decisões do tribunal, garantir a observância de decisão do Supremo Tribunal Federal em controle concentrado de constitucionalidade e, finalmente, para garantir a observância de enunciado de súmula vinculante e de precedente proferido em julgamento de casos repetitivos ou em incidente de assunção de competência.
II. A reclamação pode ser proposta perante qualquer tribunal, e seu julgamento compete ao órgão jurisdicional cuja competência se busca preservar ou cuja autoridade se pretenda garantir, devendo ser instruída com prova documental e dirigida ao presidente do respectivo tribunal.
III. Assim que recebida, a reclamação será autuada e distribuída ao relator do processo principal, sempre que possível; todavia, a reclamação será admissível mesmo após o trânsito em julgado da decisão, imputando-se-lhe, nessa circunstância, força rescindenda do respectivo julgado.
IV. A inadmissibilidade ou o julgamento do recurso interposto contra a decisão proferida pelo órgão reclamado não prejudica a reclamação.
É correto apenas o que se afirma em:
Conhecendo melhor a situação de cada aluno, o professor poderá:
I. Pensar melhor como será a rotina do bimestre.
II. Pensar melhor sobre quais intervenções deve fazer para ajudar os alunos a progredirem.
III. Ajudar as crianças a entender a lógica do sistema educacional.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) alternativa(s):
Ando refletindo sobre nossa capacidade para o mal, a sordidez, a humilhação do outro. A tendência para a morte, não
para a vida. Para a destruição, não para a criação. Para a mediocridade confortável, não para a audácia e o fervor que
podem ser produtivos. Para a violência demente, não para a conciliação e a humanidade. E vi que isso daria livros e mais
livros: se um santo filósofo disse que o ser humano é um anjo montado num porco, eu diria que o porco é
desproporcionalmente grande para tal anjo.
Que lado nosso é esse, feliz diante da desgraça alheia? Quem é esse em nós (eu não consigo fazer isso, mas nem por
essa razão sou santa), que ri quando o outro cai na calçada? Quem é esse que aguarda a gafe alheia para se divertir? Ou se
o outro é traído pela pessoa amada ainda aumenta o conto, exagera, e espalha isso aos quatro ventos – talvez correndo
para consolar falsamente o atingido?
O que é essa coisa em nós, que dá mais ouvidos ao comentário maligno do que ao elogio, que sofre com o sucesso
alheio e corre para cortar a cabeça de qualquer um, sobretudo próximo, que se destacar um pouco que seja da
mediocridade geral? Quem é essa criatura em nós que não tem partido nem conhece lealdade, que ri dos honrados,
debocha dos fiéis, mente e inventa para manchar a honra de alguém que está trabalhando pelo bem? Desgostamos tanto
do outro que não lhe admitimos a alegria, algum tipo de sucesso ou reconhecimento? Quantas vezes ouvimos comentários
como: “Ah, sim, ele tem uma mulher carinhosa, mas eu já soube que ele continua muito galinha”. Ou: “Ela conseguiu um
bom emprego, deve estar saindo com o chefe ou um assessor dele”. Mais ainda: “O filho deles passou de primeira no
vestibular, mas parece que...”. Outras pérolas: “Ela é bem bonita, mas quanto preenchimento, Botox e quanta lipo...”.
Detestamos o bem do outro. O porco em nós exulta e sufoca o anjo, quando conseguimos despertar sobre alguém
suspeitas e desconfianças, lançar alguma calúnia ou requentar calúnias que já estavam esquecidas: mas como pode o
outro se dar bem, ver seu trabalho reconhecido, ter admiração e aplauso, quando nos refocilamos na nossa nulidade?
Nada disso! Queremos provocar sangue, cheirar fezes, causar medo, queremos a fogueira.
Não todos nem sempre. Mas que em nós espreita esse monstro inimaginável e poderoso, ou simplesmente medíocre e
covarde, como é a maioria de nós, ah!, espreita. Afia as unhas, palita os dentes, sacode o comprido rabo, ajeita os chifres,
lustra os cascos e, quando pode, dá seu bote. Ainda que seja um comentário aparentemente simples e inócuo, uma
pequena lembrança pérfida, como dizer “Ah! Sim, ele é um médico brilhante, um advogado competente, um político
honrado, uma empresária capaz, uma boa mulher, mas eu soube que...”, e aí se lança o malcheiroso petardo.
Isso vai bem mais longe do que calúnias e maledicências. Reside e se manifesta explicitamente no assassino que se
imola para matar dezenas de inocentes num templo, incluindo entre as vítimas mulheres e crianças... e se dirá que é por
idealismo, pela fé, porque seu Deus quis assim, porque terá em compensação o paraíso para si e seus descendentes. É o
que acontece tanto no ladrão de tênis quanto no violador de meninas, e no rapaz drogado (ou não) que, para roubar 20
reais ou um celular, mata uma jovem grávida ou um estudante mal saído da adolescência, liquida a pauladas um casal de
velhinhos, invade casas e extermina famílias inteiras que dormem.
A sordidez e a morte cochilam em nós, e nem todos conseguem domesticar isso. Ninguém me diga que o criminoso
agiu apenas movido pelas circunstâncias, de resto é uma boa pessoa. Ninguém me diga que o caluniador é um bom pai,
um filho amoroso, um profissional honesto, e apenas exala seu mortal veneno porque busca a verdade. Ninguém me diga
que somos bonzinhos, e só por acaso lançamos o tiro fatal, feito de aço ou expresso em palavras. Ele nasce desse traço de
perversão e sordidez que anima o porco, violento ou covarde, e faz chorar o anjo dentro de nós.
(Lya Luft, Veja 20/05/2009 pág.24)
- ou a xícara grande recebeu chá morno ou a xícara média recebeu a menor quantidade de chá;
- a quantidade de chá colocada na xícara maior foi inferior à da xícara que recebeu chá quente, e a xícara pequena não foi a que recebeu a maior quantidade de chá;
- o chá frio não foi colocado na xícara média e a xícara pequena recebeu mais chá do que a de tamanho grande.
Desejando servir uma criança com chá morno, um adolescente com chá frio e um adulto com chá quente, deve-se entregar a eles, respectivamente, as xícaras
Seja a sequência de palavras:
CERTO – ERRADO – QUENTE – ? – ALTO – BAIXO – MAIS – ? – SEMPRE – JAMAIS – ? – ESQUERDA As palavras que substituem corretamente as interrogações são, respectivamente,Qual é o décimo termo da seqüência 17, 18, 20, 23, 27...?
Para se quadruplicar o momento de inércia axial de uma barra de seção circular, o diâmetro deve ser multiplicado por


Considere os seguintes enunciados:
I. ... como a última luz na varanda.
II. E comecei a sentir falta das pequenas brigas...
III. Ele a considerava como uma verdadeira companheira.
Os termos grifados são, respectivamente:
Conheço muitas pessoas que estão envelhecendo mal. Desconfortavelmente. Com uma infelicidade crua na alma. Estão ficando velhas, mas não estão ficando sábias. Um rancor cobre-lhes a pele, a escrita e o gesto. São críticos azedos, aliás estão ficando cítricos sem nenhuma doçura nas palavras. Estão amargos. Com fel nos olhos.
[...]
Envelhecer deveria ser como planar. Como quem não sofre mais (tanto) com os inevitáveis atritos. Assim como a nave que sai do desgaste da atmosfera e vai entrando noutro astral, e vai silente, e vai gastando nenhum-quase combustível, flutuando como uma caravela no mar ou uma cápsula no cosmos.
Os elefantes, por exemplo, envelhecem bem. E olha que é uma tarefa enorme. Não se queixam do peso dos anos, e nem da ruga do tempo, e, quando percebem a hora da morte, caminham pausadamente para um certo lugar – o cemitério dos elefantes, e aí morrem, completamente, com a grandeza existencial só aos sábios permitida.
Os vinhos envelhecem melhor ainda. Ficam ali nos limites de sua garrafa, na espessura de seu sabor, na adega do prazer. E vão envelhecendo e ganhando vida, envelhecendo e sendo amados, e, porque velhos, desejados. Os vinhos envelhecem densamente. E dão prazer.
O problema da velhice também se dá com certos instrumentos. Não me refiro aos que enferrujam pelos cantos, mas a um envelhecimento atuante como o da faca. Nela o corte diário dos dias a vai consumindo. E no entanto, ela continua afiadíssima, encaixando-se nas mãos da cozinheira como nenhuma outra faca nova.
Vai ver, a natureza deveria ter feito os homens envelhecerem diferente. Como as facas, digamos, por desgaste, sim, mas nunca desgastante. Seria uma suave solução: a gente devia ir se gastando, se gastando, se gastando até se evaporar. E aí iam perguntar: cadê fulano? E alguém diria: gastou-se, foi vivendo, vivendo e acabou. Acabou, é claro, sem nenhum gemido ou resmungo.
[...]
Especialistas vão dizer que envelhece mal o indivíduo que não realizou suas pulsões eróticas assenciais; que deixou coagulada ou oculta uma grande parte de seus desejos. Isto é verdade. Parcial porém. Pois não se sabe por que estranhos caminhos de sublimação, há pessoas que, embora roxas de levar tanta pancada da vida, têm, contudo, um arco-íris na alma.
Bilac dizia que a gente deveria aprender a envelhecer com as velhas árvores. Walt Whitman tem um poema onde vai dizendo: “Penso que podia viver com os animais que são plácidos e bastam-se a si mesmos". Ainda agora tirei os olhos do papel e olhei a natureza em torno. Nunca vi o sol se queixar no entardecer. Nem a lua chorar quando amanhece.
(Affonso Romano de Sant"anna. Fizemos bem em resistir. Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1984.)
I. “Conheço muitas pessoas que estão envelhecendo mal.” (1º§)
II. “Acabou, é claro, sem nenhum gemido ou resmungo.” (6º§)
III. “Nela o corte diário dos dias a vai consumindo.” (5º§)
IV. “Vai ver, a natureza deveria ter feito os homens envelhecerem diferente.” (6º§)
Os termos grifados são, respectivamente,