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¿Qué es el aprendizaje invertido?
El aprendizaje invertido (conocido por el nombre de flipped learning, en inglés) es un método de aprendizaje semi presencial que consiste en dictar las lecciones fuera del salón de clase, por ejemplo a través de la modalidad a distancia, y utilizar las clases presenciales para practicar y aplicar esos nuevos conceptos, a través de actividades prácticas o debates.
El cometido de esta propuesta es esencialmente asegurarse de que los alumnos hayan comprendido verdaderamente lo que se les ha enseñado, sacar el máximo provecho del tiempo limitado que estos comparten junto a los profesores, y sobre todo, involucrarlos activamente en el proceso de aprendizaje y favorecer el pensamiento crítico.
Para que logres comprenderlo con mayor facilidad, a continuación enumeramos las cuatro claves del aprendizaje invertido:
1- Ofrece ambientes flexibles, es decir, permite a los estudiantes elegir dónde y cuándo aprender. 2- Propone un cambio en la cultura del aprendizaje.
3- Selecciona los contenidos y los métodos a utilizar de forma intencional.
4- Requiere docentes cualificados, observadores y comunicativos.
Cabe destacar que si bien este novedoso modelo posee numerosas virtudes, su implementación también supone desafíos: demanda un gran esfuerzo y dedicación por parte de los profesores y los alumnos, exige atender la brecha digital y requiere investigación para definir cómo maximizar su potencial. Asimismo, los docentes deben prepararse para responder a las reacciones de aquellos estudiantes influenciados por la herencia de la educación tradicional, quienes podrían emitir opiniones poco favorables, por ejemplo ¿Por qué estoy pagando tanto para aprender por mi cuenta? o El profesor no enseña, solo espera que hagas todo tú mismo.
Otros desafíos que presenta la educación invertida, sobre todo para los docentes, es que exige habilidades como la creación de videos atractivos y que motiven al estudiante. Por otra parte, según publica el sitio Teach Hub, algunos docentes comentaron que en ciertos casos es más sencillo explicar las cosas estando cara a cara, y que en el modelo tradicional solo basta con observar a los alumnos para tener cierto feedback; mientras que en la etapa de consumo del video esto último no es posible
TEXTO
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.
As polêmicas que rondam as grandes plataformas digitais
Comportamento fragiliza publicidade, imprensa e liberdade de expressão
Dudu Godoy, 25.mar.2021
As transformações promovidas pela tecnologia, destacadamente com o surgimento das grandes plataformas digitais, já garantiram a alcunha de que este é o novo capitalismo, composto por gigantes que atuam com buscadores e redes sociais.
Movimentando bilhões de dólares globalmente, essas plataformas tornaram-se não só um negócio bilionário, mas também alvo de questionamentos sobre os deveres e direitos de suas atividades, com implicações nas práticas de concorrência e no cumprimento das regras e normas que regem mercados em âmbito global.
Uma dessas polêmicas diz respeito à remuneração do conteúdo jornalístico por parte dessas plataformas, que reproduzem os conteúdos da imprensa e angariam publicidade e anunciantes com base neles, mas sem remunerar os veículos -batalha que também ocupa a cena nacional devido ao inquérito administrativo aberto pela ANJ (Associação Nacional de Jornais) contra o Google.
Mas há outra questão que afronta a regra que ajudou a fortalecer essa indústria: a de que a publicidade deve remunerar veículos e agências com base nas normas-padrão estabelecidas pelo sistema de autorregulação do Cenp (Conselho Executivo das Normas-Padrão), que, até aqui, impediu a concorrência predatória e garantiu a sustentabilidade da atividade, com transparência e ética.
É conhecido que cerca de 80% do faturamento dessas plataformas provêm da publicidade, e o restante, de serviços. Basta ver o número de anúncios que perseguem os usuários para saber que acessar essas plataformas tem um custo, e ele é coberto pelos anunciantes.
Embora seja visível que atuam como veículos de comunicação -ou seja, veiculam conteúdo e vendem publicidade-, o modelo de operação das plataformas contraria as normas-padrão de remuneração praticadas há mais de duas décadas sob a alegação de que não são veículos. Mas como definir um negócio cuja receita provém 80% da venda de publicidade e veiculação de conteúdo? Se não são veículos, parece se tratar de falácia de nomenclatura -assim como alguns termos mudaram sem que a essência da atividade deixasse de ser a descrita pelas novas nomenclaturas.
Com o agravante de que, aqui, falamos de regras estabelecidas para definir obrigações financeiras com as partes de toda uma cadeia e, assim, evitar que o poder dos mais fortes se sobreponha a um sistema justo e sustentável.
Mesmo ignorando o impacto financeiro sobre os negócios das agências e dos veículos -desfavorecidos por uma concorrência fora do parâmetro da indústria-, ainda temos a questão da liberdade de expressão, ameaçada sob o aspecto econômico, pois a sobrevivência dos veículos e da imprensa depende dos anúncios, e os veículos que seguem as regras acabam ameaçados de perder receita, ao contrário dos que não as seguem.
Está em questão em que medida a disrupção tecnológica que essas plataformas trouxeram justifica a implosão de normas aprimoradas por toda uma indústria ao longo de décadas, como se o simples fato de serem novas tecnologias justificasse o não enquadramento a essas normas, e em que medida se justifica a defesa de uma suposta liberdade comercial cujo objetivo último é garantir o lucro máximo apenas para essas plataformas, sem observar a sustentabilidade de toda a cadeia, e com impacto direto sobre agências e veículos de comunicação.
Esse comportamento fragiliza essa indústria e gera um impacto negativo sobre os negócios da própria imprensa e a liberdade de expressão, que só pode existir com veículos fortes e independentes.
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2021/03/as-polemicas-que-rondam-as-grand es-plataformas-digitais.shtml Acessado em 30/03/2021
Read the text below to answer the question.
How octopuses taste things by touching
Octopus arms have minds of their own. Each of these eight supple yet powerful limbs can explore the seafloor in search of prey, snatching crabs from hiding spots without direction from the octopus brain. But how each arm can tell what its grasping has remained a mystery.
Now, researchers have identified specialized cells not seen in other animals that allow octopuses to taste with their arms. Embedded in the suckers, these cells enable the arms to do double duty of touch and taste by detecting chemicals produced by many aquatic creatures. This may help an arm quickly distinguish food from rocks or poisonous prey, Harvard University molecular biologist Nicholas Bellono and his colleagues report online October 29 in Cell.
The findings provide another clue about the unique evolutionary path octopuses have taken toward intelligence. Instead of being concentrated in the brain, two-thirds of the nerve cells in an octopus are distributed among the arms, allowing the flexible appendages to operate semiindependently.
(Adapted from: https://www.sciencenews.org/article/octopus-taste-touch-arm-suckers).
Força é um conceito da física newtoniana, utilizada desde a antiguidade clássica, que explica a pressão exercida sobre tal objeto ou ainda, as alterações da quantidade de movimento de um determinado corpo. A força (F) é um vetor (indicado por uma seta acima da letra), ou seja, possui _________ (intensidade da força exercida), _________ (reta ao longo da qual ela atua) e _________ (o lado da reta no qual a força foi exercida).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto: