ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Moderna, 2006. . p. 151. (adaptado).
A crítica apresentada no fragmento de texto acima se refere a qual concepção filosófico-antropológica?
O debate em torno do conhecimento talvez seja o de maior destaque ao longo da história do currículo, pois as concepções do que vem a ser currículo se modificam em função das diferentes finalidades educacionais pretendidas e dos contextos sociais nos quais são produzidas. Ainda assim, frequentemente estão relacionadas às perguntas: qual conhecimento deve ser ensinado na escola? qual conhecimento deve ser incluído no currículo e, por conseguinte, qual deve ser excluído? Dependendo das finalidades da escolarização e da concepção de conhecimento defendida, diferentes respostas são elaboradas.
LOPES, Alice Cassimiro; MACEDO, Elizabeth. Teorias de Currículo. São Paulo: Cortez/Faperj, 2011. p. 70. (adaptado).
Considerando as informações apresentadas no texto bem como os estudos sobre conhecimento e currículo, segundo Lopes e Macedo (2011), associe as vertentes do campo do currículo às respectivas definições.
Vertentes
(1) Perspectiva acadêmica
(2) Perspectiva instrumental
(3) Perspectiva progressivista
(4) Perspectiva crítica
Definições
( ) Regras e métodos são necessários para a validação de saberes como conhecimentos por meio do atendimento eficiente a determinados fins.
( ) A questão do conhecimento bem como o lugar de quem legitima os saberes como conhecimento são centrais no processo de construção do currículo.
( ) Na relação conhecimento e currículo, é defendida a existência de regras e métodos que validam determinados saberes como conhecimentos.
( ) A determinação dos fins e o bem-estar da humanidade são imperativos necessários à seleção dos conhecimentos que comporão o currículo.
A sequência correta dessa associação é:
Buckingham (2010) propõe pensar o letramento digital a partir das discussões que o precedem sobre letramento midiático. Entre os aspectos gerais que compõem o letramento midiático, o autor apresenta o seguinte aspecto conceitual geral:
“Letramento envolve também saber quem está comunicando para quem e por quê. No contexto da mídia digital, os jovens precisam estar cientes da crescente importância das influências comerciais – em especial porque estas, com frequência, são invisíveis aos olhos do usuário. Há um aspecto de segurança aí: as crianças precisam saber quando estão sendo alvo de apelos comerciais e como as informações que fornecem podem ser usadas pelas corporações comerciais. Mas o letramento digital envolve também uma consciência mais ampla do papel global de publicação, promoção e patrocínio, e como elas influenciam a natureza da informação inicial disponível. É claro, esta consciência deve ser estendida às fontes não comerciais e aos grupos de interesse, que cada vez usam mais a web como meio de persuasão e de influência”.
(UCKINGHAM, D. Cultura Digital, Educação Midiática e o Lugar da
Escolarização. Educação & Realidade. 2010)
Trata-se do componente conceitual de
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