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A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é um recurso linguístico e pedagógico essencial para a inclusão, pois garante a comunicação, a participação e o aprendizado dos estudantes surdos, respeitando sua identidade linguística e promovendo uma educação verdadeiramente inclusiva.
Considerando a utilização dos sinais em Libras, marque o item em que os sinais das palavras são realizados com apenas uma das mãos.
Assinale o item que informa um entendimento compatível com a concepção crítica da infância enquanto construção histórica e a criança como sujeito de direitos, considerando a articulação entre legislação vigente, teorias sociais contemporâneas e os desafios da prática pedagógica.
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA

Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado.

Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam.

Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”.

Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão.

Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.
“Falam o que pensam [...]”
O termo demarcado, no trecho em evidência, desempenha a função de
Considerando os diferentes aportes teóricos sobre aprendizagem e desenvolvimento humano, sabe-se que as práticas pedagógicas devem dialogar criticamente com as concepções de sujeito, conhecimento e cultura subjacentes a cada teoria. Assinale o item que apresenta, de forma correta, a relação entre teoria de aprendizagem e sua implicação para a prática educativa.
Durante um curso de formação continuada para professores da rede pública, discutiu-se a urgência de modificar práticas pedagógicas centradas na exposição oral e na reprodução de conteúdos. Um dos formadores, ao apresentar os princípios das metodologias ativas de ensino, destacou que elas estão ancoradas em teorias como o socioconstrutivismo de Vygotsky e a aprendizagem significativa de Ausubel, ressaltando a importância da mediação docente e da valorização do conhecimento prévio do aluno na construção coletiva do saber. Desse modo, assinale a alternativa que contenha as principais funções da metodologia ativa de ensino, à luz dos princípios da aprendizagem significativa e da teoria socioconstrutivista.
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA

Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado.

Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam.

Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”.

Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão.

Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.
Em “Nunca fui ao cinema só comigo”, a palavra cinema é um exemplo de formação por
Uma professora de Geografia precisa organizar as etapas de um projeto interdisciplinar sobre mudanças climáticas, envolvendo grupos de alunos com tarefas distintas, prazos específicos e acompanhamento visual do progresso. Ela busca uma ferramenta exclusivamente focada em gestão de projetos, que permita criar quadros visuais para dividir etapas, atribuir responsabilidades diretamente nas tarefas e monitorar o avanço por meio de arraste de cards entre listas (como “A fazer”, “Em progresso” e “Concluído”). A ferramenta que atende a essas necessidades é:
Em uma reunião pedagógica, professores de uma escola pública discutem os desafios de seu trabalho frente às desigualdades sociais acentuadas no território em que atuam. Alguns docentes afirmam que a função da escola é apenas transmitir conhecimentos formais; outros defendem que a escola precisa também acolher as realidades sociais dos estudantes e agir na construção da cidadania. Considerando o papel contemporâneo da escola pública em sociedades democráticas, identifique a correta caracterização da função social da escola pública.
Considerando os fundamentos da Pedagogia da Infância, que reconhece as diferentes dimensões humanas e os direitos fundamentais das crianças no processo educativo, identifique a correta caracterização da abordagem pedagógica comprometida com a integralidade do desenvolvimento infantil.
Identifique o item que apresenta uma leitura historiográfica fundamentada e atualizada sobre as transformações na concepção de infância, reconhecendo-a como uma construção social e culturalmente situada, conforme os estudos clássicos e contemporâneos da área.
Assinale a concepção de Atendimento Educacional Especializado (AEE), conforme as diretrizes legais e pedagógicas estabelecidas pela Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), especialmente no que se refere à articulação com o currículo comum e à oferta complementar e não substitutiva ao ensino regular.
As rubricas, enquanto instrumentos avaliativos qualitativos, assumem uma função estruturante no processo de ensinoaprendizagem, especialmente quando articuladas a princípios formativos e à promoção de autonomia discente. Como destaca Andrade (2000), “avaliar é, antes de tudo, um ato ético de compromisso com a aprendizagem do outro”. A complexidade das rubricas reside, em grande parte, na construção e na explicitação dos critérios e descritores de desempenho que precisam estar articulados aos objetivos educacionais e ao perfil do estudante que se pretende formar. Assinale uma característica fundamental das rubricas analíticas bem elaboradas, considerando os princípios de uma avaliação formativa e emancipatória.
A prática do Conselho de Classe, por vezes reduzida a um espaço de homologação de notas e deliberação final sobre o rendimento dos estudantes, tem sido amplamente criticada por estudiosos da avaliação e da gestão escolar democrática. Como aponta Veiga (2008), “o Conselho de Classe deve ser compreendido como espaço colegiado, pedagógico e dialógico, voltado para a análise qualitativa do processo de aprendizagem, e não apenas como momento decisório”. Nesse sentido, a ressignificação do Conselho de Classe está intrinsecamente ligada a uma concepção de escola enquanto espaço de escuta, corresponsabilidade e construção coletiva de práticas pedagógicas inclusivas. Tendo por base o exposto, marque a função que corretamente caracteriza o Conselho de Classe, a partir de uma perspectiva formativa, democrática e pedagógica.
Em uma escola pública do campo, professores e estudantes passaram por um processo formativo voltado à melhoria da comunicação nas práticas pedagógicas. Durante os encontros, foi enfatizada a importância de compreender a comunicação como um fenômeno educativo que ultrapassa o simples ato de transmitir informações. Nesse sentido, os professores foram incentivados a refletir sobre os elementos, funções e princípios que favorecem uma comunicação pedagógica dialógica, ética e transformadora. Identifique a alternativa que cita corretamente um princípio baseado em contexto favorável à comunicação pedagógica humanizadora e crítica, segundo os fundamentos da educação dialógica.
Dentre os objetos de estudo da Pedagogia, o conceito de currículo tem se transformado historicamente, refletindo as mudanças sociais, políticas e culturais de diferentes épocas. Da visão tradicional, centrada na transmissão de conteúdos, às abordagens críticas e pós-críticas, o currículo passou a ser entendido como construção social, cultural e política, articulada diretamente às práticas didáticas. Identifique, corretamente, uma concepção contemporânea de currículo articulada às tendências críticas.
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA

Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado.

Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam.

Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”.

Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão.

Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.
A oração ressaltada em “[...] fazem o que decidem [...]” é tipificada como
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA

Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado.

Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam.

Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”.

Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão.

Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.
A informação 1, em relação à informação 2, no excerto a seguir, trata-se de uma articulação por coesão
“Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria1: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam2.”
A análise das tendências pedagógicas permite compreender os fundamentos ideológicos, epistemológicos e metodológicos que sustentam diferentes propostas educativas ao longo da história da educação brasileira. Segundo Libâneo (2013), a concepção de ensino adotada por determinada tendência não apenas define o papel do professor e do aluno, mas também revela os interesses sociais e políticos que orientam a prática pedagógica. Em contextos de crescente tensionamento entre formação crítica e demandas técnico-instrumentais, torna-se indispensável ao educador dominar as características que distinguem as tendências progressistas das conservadoras. Desse modo, podemos considerar que:
No contexto da organização pedagógica das instituições escolares, o Projeto Político-Pedagógico (PPP) constitui-se como o instrumento orientador da prática educativa, concebido a partir de uma perspectiva coletiva, reflexiva e transformadora. Segundo Veiga (2001), o PPP não é apenas um documento burocrático ou técnico, mas um processo político e pedagógico que expressa os compromissos assumidos pela escola frente às demandas sociais, culturais e educacionais. Identifique a alternativa que designa, de forma conceitualmente adequada, uma característica estruturante do Projeto Político-Pedagógico que o distingue de outras formas de planejamento institucional.
A tendência pedagógica liberal não diretiva insere-se no campo das pedagogias centradas no aluno, surgindo em contexto de forte influência da psicologia humanista, notadamente a partir dos trabalhos de Carl Rogers. Essa abordagem se estrutura sobre a ideia de que a aprendizagem significativa depende da autodeterminação do educando, e não de imposições externas. Desse modo, o papel do professor, os objetivos educacionais e os métodos didáticos assumem contornos radicalmente distintos dos modelos diretivos tradicionais. Assinale a alternativa que apresenta uma análise adequada dos pressupostos teóricos, pedagógicos e metodológicos da tendência liberal não diretiva, considerando suas implicações educacionais e limites críticos.
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