A característica da nuvem pública que permite o escalonamento rápido de recursos sem afetar as cargas de trabalho da nuvem privada é denominada
Conforme o texto constitucional, as hipóteses de perda ou
suspensão de direitos políticos incluem
A respeito da citação, da intimação e de outras comunicações no
âmbito do processo administrativo fiscal (PAF) no estado de
Sergipe, assinale a opção correta de acordo com a Lei estadual
n.º 7.651/2013 e o Decreto estadual n.º 29.803/2014.
No que concerne ao Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF),
assinale a opção correta com base na Lei estadual n.º 8.180/2016
e no Decreto estadual n.º 30.479/2017.
Do total de 193 servidores de uma organização, alguns
possuem fluência em inglês, francês ou espanhol, podendo,
inclusive, ter fluência em mais de uma das três línguas, ao passo
que outros não têm fluência em nenhuma dessas línguas
estrangeiras.
Nessa situação, sabendo-se que, do total de servidores, 90 são fluentes em inglês; 75, em francês; 60, em espanhol; 30, em inglês e francês; 20, em inglês e espanhol; 25, em francês e espanhol; e 10 são fluentes nas três línguas, o número de servidores não fluentes em nenhuma das três línguas estrangeiras é igual a
Nessa situação, sabendo-se que, do total de servidores, 90 são fluentes em inglês; 75, em francês; 60, em espanhol; 30, em inglês e francês; 20, em inglês e espanhol; 25, em francês e espanhol; e 10 são fluentes nas três línguas, o número de servidores não fluentes em nenhuma das três línguas estrangeiras é igual a
Ao definir materialidade para auditoria fiscal em
contribuinte com receita bruta anual de R$ 600 milhões, o auditor
estimou materialidade de R$ 3 milhões para demonstrações e de
R$ 2 milhões para classes de transações de ICMS.
Considerando que, na situação hipotética apresentada, houvesse avaliação de risco alto para receitas, assinale a opção correta.
Considerando que, na situação hipotética apresentada, houvesse avaliação de risco alto para receitas, assinale a opção correta.
Com relação a noções de big data, julgue os itens que se seguem.
I Como qualquer tecnologia, soluções de big data também apresentam algumas restrições. Por exemplo, elas não podem ser utilizadas na área da saúde para determinar a causa de uma doença, porque esse é um procedimento complexo que somente pode ser executado por pessoas devidamente capacitadas — nesse caso, os médicos.
II Big data é qualquer tipo de fonte de dados que possui, no mínimo, as seguintes três características: volume de dados extremamente grande; velocidade de dados extremamente alta; e variedade de dados extremamente ampla.
III Para que as organizações obtenham os conhecimentos corretos, a tecnologia big data não permite que elas executem as operações de armazenar e administrar as grandes quantidades de dados de si próprias.
IV Big data é uma combinação de tecnologias de gestão de dados que evoluíram ao longo dos anos, razão por que não é considerado um mercado único.
Estão certos apenas os itens
I Como qualquer tecnologia, soluções de big data também apresentam algumas restrições. Por exemplo, elas não podem ser utilizadas na área da saúde para determinar a causa de uma doença, porque esse é um procedimento complexo que somente pode ser executado por pessoas devidamente capacitadas — nesse caso, os médicos.
II Big data é qualquer tipo de fonte de dados que possui, no mínimo, as seguintes três características: volume de dados extremamente grande; velocidade de dados extremamente alta; e variedade de dados extremamente ampla.
III Para que as organizações obtenham os conhecimentos corretos, a tecnologia big data não permite que elas executem as operações de armazenar e administrar as grandes quantidades de dados de si próprias.
IV Big data é uma combinação de tecnologias de gestão de dados que evoluíram ao longo dos anos, razão por que não é considerado um mercado único.
Estão certos apenas os itens
UML•
Ao se desenvolver um sistema em UML, o diagrama de classes é
construído na fase de
No que se refere à operacionalização do IBS e da CBS, assinale a
opção correta, consoante o disposto na
Lei Complementar n.º 214/2025.
Acerca da ocorrência do fato gerador do IPVA no estado de
Sergipe, assinale a opção correta à luz da Lei estadual
n.º 7.655/2013 e do Decreto estadual n.º 29.684/2014.
No que diz respeito aos desafios e às técnicas de integração de
dados, assinale a opção correta.
Texto CG1A1
O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo. Internet: (com adaptações)
De acordo com o texto CG1A1, é correto afirmar que o
economês
Texto CG1A1
O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo. Internet: (com adaptações)
A expressão “à primeira vista” (primeiro período do primeiro
parágrafo) poderia ser substituída, sem prejuízo da correção
gramatical e dos sentidos do texto CG1A1, por
No que diz respeito à não cumulatividade do IBS e da
contribuição social sobre bens e serviços (CBS), assinale a opção
correta.
Texto CG1A1
O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo. Internet: (com adaptações)
A coesão textual e os sentidos do texto CG1A1 seriam
preservados caso se substituísse
No município de Laranjeiras, acontece uma das festas de
maior tradição na cultura sergipana. A festa é um espetáculo
cheio de cores, sons e história, na qual os moradores se vestem
como negros e indígenas e saem em cortejo, homenageando a
resistência dos negros escravizados na região, os quais lutavam
por sua liberdade. Tudo se inicia nas primeiras horas da manhã,
quando são armados o quilombo dos negros e a taba dos índios
que, tendo sua princesa roubada pelos negros, dão início às
estratégias de lutas para libertá-la, enriquecendo sua dramaturgia
com cantos, danças e personagens definidos.
Internet: <https://negre.com.br/> (com adaptações).
A festa objeto do texto em apreço é chamada de
Internet: <https://negre.com.br/> (com adaptações).
A festa objeto do texto em apreço é chamada de
Em relação aos direitos e às garantias fundamentais previstos na
Constituição do Estado de Sergipe, assinale a opção correta.
Dados estruturados são tipos de dados que
Se o objetivo de um modelo de machine learning for identificar
os clientes que possuem maior chance de cancelar o contrato no
próximo mês, a partir de variáveis como tempo de permanência,
valor gasto mensal e histórico de reclamações, então, nesse caso,
a tarefa de mineração de dados adequada para atender ao objetivo
previsto será
Um modelo de machine learning foi treinado para prever
se determinado email é spam ou não. Ao se avaliar o desempenho
do modelo, observou-se que a métrica utilizada representava a
proporção de exemplos positivos corretamente identificados em
relação ao total de exemplos positivos existentes.
A partir dessas informações, é correto afirmar que a métrica utilizada no referido modelo de machine learning é denominada
A partir dessas informações, é correto afirmar que a métrica utilizada no referido modelo de machine learning é denominada