Assinale a opção correta no que concerne ao ITCMD, de acordo com as alterações introduzidas pela Emenda Constitucional (EC) n.º 132/2023.
De acordo com a repartição de competências prevista na vigente Constituição da República, a União, os estados federados e o DF têm competência concorrente para legislar sobre
Texto CG1A1


O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.

O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.

Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.

Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.

Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.

O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.


Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo. Internet: (com adaptações)
Julgue os itens a seguir, em relação ao valor semântico de certos termos no texto CG1A1.

I A preposição “com” indica modo nos trechos “com precisão e eficiência” (final do segundo parágrafo) e “com mais clareza” (final do quarto parágrafo).
II O advérbio “ainda” indica inclusão em “ainda parece inacessível” (primeiro período do quinto parágrafo).
III A preposição “entre”, no trecho “entre eles e o público geral” (terceiro período do quinto parágrafo), indica proximidade.

Assinale a opção correta.
Julgue os itens seguintes, relativos ao balanço patrimonial e à demonstração de resultado do exercício.

I A segregação em circulantes e não circulantes feita com os ativos e os passivos de uma entidade também se aplica a seus impostos diferidos.
II Se, à data do balanço, a entidade não tiver a prerrogativa de postergar a quitação de uma obrigação por período que supere o fim do próximo exercício social, então essa obrigação é um passivo circulante.
III Ressalvados os dispositivos legais, é facultado à administração de cada entidade escolher se prefere apresentar suas despesas pelo método funcional ou pelo método da natureza da despesa.

Assinale a opção correta.
No estado de Sergipe, o reexame necessário e o julgamento de recurso voluntário das decisões em processo administrativo-fiscal proferidas em primeira instância competem
De acordo com o PMBOK 7.ª edição, assinale a opção que apresenta o princípio fundamental da gerência de projetos voltado diretamente a promover a colaboração entre os membros da equipe.
Assinale a opção cujo evento descrito provoca uma redução imediata do valor do patrimônio líquido de uma sociedade anônima, sem, contudo, causar, qualquer efeito concomitante em contas de resultado.
A situação conhecida como estouro de caixa, que consiste em saldo credor na conta caixa, do ativo circulante, é um indicativo de
Em seu trabalho, o auditor deve estar apto a distinguir entre um erro e uma fraude com fins fiscais. A principal característica que distingue a fraude do erro é a
Assinale a opção que corresponde à região geoeconômica do estado de Sergipe que está localizada próximo à área costeira e a rios importantes e que constitui uma zona de mata fértil historicamente conhecida pelo cultivo da cana-de-açúcar.
De acordo com as disposições do Decreto estadual n.º 21.400/2002 em relação ao ICMS, assinale a opção correta.
O estado de Sergipe, em conformidade com sua Constituição, poderá intervir no município quando
Aplicados em conjunto com políticas de classificação da informação e normas como a ABNT NBR ISO/IEC 27001:2023, os princípios da confidencialidade, da integridade e da disponibilidade dos dados são fundamentais no contexto da segurança da informação. Uma aplicação desses três princípios no ambiente corporativo consiste em
Em relação aos procedimentos de auditoria descritos na NBC TA 500 (R1), julgue os itens seguintes.

I Caso necessário, o auditor pode utilizar o procedimento de reexecução, solicitando que funcionário da entidade realize novamente procedimentos ou controles que foram originalmente realizados como parte do controle interno da entidade.
II A indagação a pessoas de dentro ou de fora da entidade pode ser realizada de forma escrita formal ou oral informal e visa obter informações e conhecimentos financeiros e não financeiros sobre o objeto de auditoria.
III A confirmação externa, muito utilizada para reafirmar ou não os saldos da entidade, pode ter forma escrita, eletrônica ou ser feita por outras mídias.
IV Recálculo é o procedimento, manual ou eletrônico, por meio do qual o auditor verifica a exatidão matemática de documentos ou registros.

Estão certos apenas os itens
Texto CG1A1


O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.

O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.

Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.

Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.

Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.

O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.


Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo. Internet: (com adaptações)
Acerca da pontuação no segundo período do segundo parágrafo do texto CG1A1, é correto afirmar que
Assinale a opção correta em relação aos serviços públicos.
Em avaliação de controles sobre emissão de NF-e e escrituração na EFD ICMS/IPI, um auditor pretende confiar em controles automáticos do Sistema Integrado de Gestão Empresarial (ERP), usado pelo contribuinte, para apropriação de CFOP e CST.
Com base na situação hipotética apresentada, assinale a opção correta em relação à resposta aos riscos.
A CF permite expressamente aos juízes
Considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade, e as possíveis fraudes que causam distorção relevante nas demonstrações contábeis, assinale a opção correta.
Suponha que um cidadão brasileiro residente no exterior tenha praticado um crime contra a fé pública do município de Aracaju e que tenha sido apurado, durante investigação criminal, que o crime fora cometido em território estrangeiro. Nessa situação hipotética, aplica-se a lei penal
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