Questões de Concursos
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Nada por aqui
Vale a pena competir tanto?
O progresso e resultado do esforço coletivo. Na inercia, nada se cria. É preciso determinar-se a fazer algo, ernper-rhando vasta energia com finalidades definidas. Assim caminha a humanidade. É uma ideia cara aos positivistas, por lerem a realidade como uma eterna luta para ultrapassar o que nos satisfaz hoje. Sem isso, convenhamos, as maiores conquistas ficariam apenas no papel, mero plano teorico acalentado por seres empenhados em transformar o seu entorno. Mas, devagar com o andor.
Considero-me herdeiro do iluminismo, empenhado em questionar as crenÇas, substituindo-as pela razão. Admiro a ciência, a medicina e, em boa medida, o mundo virtual. Atraves deles damos saltos que nos colocam cada vez mais na dianteira, em busca de melhor qualidade de vida. Porem, analisando certos comportamentos obsessivos, acredito estarmos errando na dose. Tenho muitos amigos empreendedores e os vejo em estado permanente de cansaço. Participam de maratonas diárias, precisando provar a si (e aos demais) terem se superado. Esta palavra tem nos afastado da serenidade, como os grandes sábios a entendem.
É um projeto tentador, reconheço. O ego é alimentado, a vaidade agradece e a ansiedade também. Um Rivotril mascara a situação e, afinal, amanhã será outro dia. Não paramos. Para ilustrar, trago o exemplo de um empresário que me contou ter criado a "Sala da descompressão". Quando algum funcionário, ou ele mesmo, se percebem no limite, param tudo, vão até o local acusticamente isolado e gritam para aliviar a tensão. O reduto é bastante Írequentado, disse-me. Provavelmente eu seria um candidato, se estivesse neste universo de demandas sem fim. Aqui, do lado de cá, ponho-me a refletir sobre a necessidade de estabelecer freios na ambição.
Gastamos bons anos fazendo pouquíssimo investimento em nós. Perda de tempo, dirão os comprometidos em aumentar o seu capital. Convém dedicar-se a aplicações de ordem financeira. Mas é difícil ignorar o preço a se pagar por essas escolhas. Tem-se a impressão de ser desnecessário criar novos combates a toda hora. No entanto, precisamos nos debruçar sobre o obvio, o que está sob os olhos e deixamos de ver.
O primeiro passo é a mudança de pensamento. Depois, mãos à obra.
Continuo otimista e vejo ótimas possibilidades no horizonte. Viver como se fôssemos eternos, postergando o desejado descanso, e uma escolha ruim. Alguns movimentos tomam vulto, consequência de uma lúcida avaliação de para onde nos direcionamos. Ninguém sugere uma parada total, só a desaceleração. Se a fome e a sede já estão saciadas, sentemo-nos sob a sombra de uma árvore. Você se proporia a isso?
Adaptado de. hfips./ / gauchazh.clicrbs.com.brlpionei rolcolu n istas/g i lmar' marci I iolnoticia / 2026 /03 /v ale-a- pena - competir'tanto - cmmp4e7vn02cA01 3dwjzfk5d8 html
No último parágrafo do texto, podemos observar o trecho Alguns movimentos tomam vulto, consequência de uma lúcida avaliação. Em relação a isso, analise as assertivas a seguir:
I. A expressão "tomam vulto" denota que esses movimentos estão ganhando importância, tamanho ou grande destaque na sociedade.
II. O adjetivo "lúcida" caracteriza a avaliação como algo claro, sensato e desprovido de ilusões que prejudicariam a constatação dos fatos.
III. O termo "consequência" indica que a tomada de proporção dos movimentos é a causa direta da "mudança de pensamento" exigida.
Está CORRETO o que se afirma em:
Vale a pena competir tanto?
O progresso e resultado do esforço coletivo. Na inercia, nada se cria. É preciso determinar-se a fazer algo, ernper-rhando vasta energia com finalidades definidas. Assim caminha a humanidade. É uma ideia cara aos positivistas, por lerem a realidade como uma eterna luta para ultrapassar o que nos satisfaz hoje. Sem isso, convenhamos, as maiores conquistas ficariam apenas no papel, mero plano teorico acalentado por seres empenhados em transformar o seu entorno. Mas, devagar com o andor.
Considero-me herdeiro do iluminismo, empenhado em questionar as crenÇas, substituindo-as pela razão. Admiro a ciência, a medicina e, em boa medida, o mundo virtual. Atraves deles damos saltos que nos colocam cada vez mais na dianteira, em busca de melhor qualidade de vida. Porem, analisando certos comportamentos obsessivos, acredito estarmos errando na dose. Tenho muitos amigos empreendedores e os vejo em estado permanente de cansaço. Participam de maratonas diárias, precisando provar a si (e aos demais) terem se superado. Esta palavra tem nos afastado da serenidade, como os grandes sábios a entendem.
É um projeto tentador, reconheço. O ego é alimentado, a vaidade agradece e a ansiedade também. Um Rivotril mascara a situação e, afinal, amanhã será outro dia. Não paramos. Para ilustrar, trago o exemplo de um empresário que me contou ter criado a "Sala da descompressão". Quando algum funcionário, ou ele mesmo, se percebem no limite, param tudo, vão até o local acusticamente isolado e gritam para aliviar a tensão. O reduto é bastante Írequentado, disse-me. Provavelmente eu seria um candidato, se estivesse neste universo de demandas sem fim. Aqui, do lado de cá, ponho-me a refletir sobre a necessidade de estabelecer freios na ambição.
Gastamos bons anos fazendo pouquíssimo investimento em nós. Perda de tempo, dirão os comprometidos em aumentar o seu capital. Convém dedicar-se a aplicações de ordem financeira. Mas é difícil ignorar o preço a se pagar por essas escolhas. Tem-se a impressão de ser desnecessário criar novos combates a toda hora. No entanto, precisamos nos debruçar sobre o obvio, o que está sob os olhos e deixamos de ver.
O primeiro passo é a mudança de pensamento. Depois, mãos à obra.
Continuo otimista e vejo ótimas possibilidades no horizonte. Viver como se fôssemos eternos, postergando o desejado descanso, e uma escolha ruim. Alguns movimentos tomam vulto, consequência de uma lúcida avaliação de para onde nos direcionamos. Ninguém sugere uma parada total, só a desaceleração. Se a fome e a sede já estão saciadas, sentemo-nos sob a sombra de uma árvore. Você se proporia a isso?
Adaptado de. hfips./ / gauchazh.clicrbs.com.brlpionei rolcolu n istas/g i lmar' marci I iolnoticia / 2026 /03 /v ale-a- pena - competir'tanto - cmmp4e7vn02cA01 3dwjzfk5d8 html
Leia a passagem É um projeto tentador, reconheço. O ego é alimentado, a vaidade agradece e a ansiedade também. Considerando a pontuação utilizada no trecho, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) A vírgula isola uma oração interferente que traz a admissão pessoal do enunciador sobre o fascínio de a situação ser um "projeto tentador".
( ) O ponto final após a palavra "reconheço" encerra um período, separando a constatação inicial do detalhamento de seus efeitos sobre "o ego" e "a vaidade"
( ) A ausência de vírgula antes da conjunção "e" indica que todas as orações coordenadas do período em questão possuem sujeitos idênticos.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Vale a pena competir tanto?
O progresso e resultado do esforço coletivo. Na inercia, nada se cria. É preciso determinar-se a fazer algo, ernper-rhando vasta energia com finalidades definidas. Assim caminha a humanidade. É uma ideia cara aos positivistas, por lerem a realidade como uma eterna luta para ultrapassar o que nos satisfaz hoje. Sem isso, convenhamos, as maiores conquistas ficariam apenas no papel, mero plano teorico acalentado por seres empenhados em transformar o seu entorno. Mas, devagar com o andor.
Considero-me herdeiro do iluminismo, empenhado em questionar as crenÇas, substituindo-as pela razão. Admiro a ciência, a medicina e, em boa medida, o mundo virtual. Atraves deles damos saltos que nos colocam cada vez mais na dianteira, em busca de melhor qualidade de vida. Porem, analisando certos comportamentos obsessivos, acredito estarmos errando na dose. Tenho muitos amigos empreendedores e os vejo em estado permanente de cansaço. Participam de maratonas diárias, precisando provar a si (e aos demais) terem se superado. Esta palavra tem nos afastado da serenidade, como os grandes sábios a entendem.
É um projeto tentador, reconheço. O ego é alimentado, a vaidade agradece e a ansiedade também. Um Rivotril mascara a situação e, afinal, amanhã será outro dia. Não paramos. Para ilustrar, trago o exemplo de um empresário que me contou ter criado a "Sala da descompressão". Quando algum funcionário, ou ele mesmo, se percebem no limite, param tudo, vão até o local acusticamente isolado e gritam para aliviar a tensão. O reduto é bastante Írequentado, disse-me. Provavelmente eu seria um candidato, se estivesse neste universo de demandas sem fim. Aqui, do lado de cá, ponho-me a refletir sobre a necessidade de estabelecer freios na ambição.
Gastamos bons anos fazendo pouquíssimo investimento em nós. Perda de tempo, dirão os comprometidos em aumentar o seu capital. Convém dedicar-se a aplicações de ordem financeira. Mas é difícil ignorar o preço a se pagar por essas escolhas. Tem-se a impressão de ser desnecessário criar novos combates a toda hora. No entanto, precisamos nos debruçar sobre o obvio, o que está sob os olhos e deixamos de ver.
O primeiro passo é a mudança de pensamento. Depois, mãos à obra.
Continuo otimista e vejo ótimas possibilidades no horizonte. Viver como se fôssemos eternos, postergando o desejado descanso, e uma escolha ruim. Alguns movimentos tomam vulto, consequência de uma lúcida avaliação de para onde nos direcionamos. Ninguém sugere uma parada total, só a desaceleração. Se a fome e a sede já estão saciadas, sentemo-nos sob a sombra de uma árvore. Você se proporia a isso?
Adaptado de. hfips./ / gauchazh.clicrbs.com.brlpionei rolcolu n istas/g i lmar' marci I iolnoticia / 2026 /03 /v ale-a- pena - competir'tanto - cmmp4e7vn02cA01 3dwjzfk5d8 html
Vale a pena competir tanto?
O progresso e resultado do esforço coletivo. Na inercia, nada se cria. É preciso determinar-se a fazer algo, ernper-rhando vasta energia com finalidades definidas. Assim caminha a humanidade. É uma ideia cara aos positivistas, por lerem a realidade como uma eterna luta para ultrapassar o que nos satisfaz hoje. Sem isso, convenhamos, as maiores conquistas ficariam apenas no papel, mero plano teorico acalentado por seres empenhados em transformar o seu entorno. Mas, devagar com o andor.
Considero-me herdeiro do iluminismo, empenhado em questionar as crenÇas, substituindo-as pela razão. Admiro a ciência, a medicina e, em boa medida, o mundo virtual. Atraves deles damos saltos que nos colocam cada vez mais na dianteira, em busca de melhor qualidade de vida. Porem, analisando certos comportamentos obsessivos, acredito estarmos errando na dose. Tenho muitos amigos empreendedores e os vejo em estado permanente de cansaço. Participam de maratonas diárias, precisando provar a si (e aos demais) terem se superado. Esta palavra tem nos afastado da serenidade, como os grandes sábios a entendem.
É um projeto tentador, reconheço. O ego é alimentado, a vaidade agradece e a ansiedade também. Um Rivotril mascara a situação e, afinal, amanhã será outro dia. Não paramos. Para ilustrar, trago o exemplo de um empresário que me contou ter criado a "Sala da descompressão". Quando algum funcionário, ou ele mesmo, se percebem no limite, param tudo, vão até o local acusticamente isolado e gritam para aliviar a tensão. O reduto é bastante Írequentado, disse-me. Provavelmente eu seria um candidato, se estivesse neste universo de demandas sem fim. Aqui, do lado de cá, ponho-me a refletir sobre a necessidade de estabelecer freios na ambição.
Gastamos bons anos fazendo pouquíssimo investimento em nós. Perda de tempo, dirão os comprometidos em aumentar o seu capital. Convém dedicar-se a aplicações de ordem financeira. Mas é difícil ignorar o preço a se pagar por essas escolhas. Tem-se a impressão de ser desnecessário criar novos combates a toda hora. No entanto, precisamos nos debruçar sobre o obvio, o que está sob os olhos e deixamos de ver.
O primeiro passo é a mudança de pensamento. Depois, mãos à obra.
Continuo otimista e vejo ótimas possibilidades no horizonte. Viver como se fôssemos eternos, postergando o desejado descanso, e uma escolha ruim. Alguns movimentos tomam vulto, consequência de uma lúcida avaliação de para onde nos direcionamos. Ninguém sugere uma parada total, só a desaceleração. Se a fome e a sede já estão saciadas, sentemo-nos sob a sombra de uma árvore. Você se proporia a isso?
Adaptado de. hfips./ / gauchazh.clicrbs.com.brlpionei rolcolu n istas/g i lmar' marci I iolnoticia / 2026 /03 /v ale-a- pena - competir'tanto - cmmp4e7vn02cA01 3dwjzfk5d8 html
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Dia Mundial da Saúde: UNICEF destaca avanços do
Brasil e reforça a importância de seguir investindo na
saúde infantil
No Dia Mundial da Saúde, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) destaca os avanços significativos conquistados pelo Brasil nas últimas décadas na promoção da saúde de crianças e adolescentes.
O País alcançou resultados históricos na redução da mortalidade infantil, em consonância com a tendência global. Dados mostram que o Brasil registrou, em 2024, as menores taxas de mortalidade neonatal e de crianças menores de cinco anos dos últimos 34 anos.
Outro marco relevante foi a saída do Brasil do Mapa da Fome. O resultado, que considera a média trienal de 2022, 2023 e 2024, colocou o País abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso regular a alimentos suficientes.
O Brasil também tem apresentado queda consistente na gravidez na adolescência. Em 2019, 14,7% dos nascimentos eram de mães adolescentes; em 2024, esse percentual caiu para 11,4%.
Na área da imunização, o País vive um cenário de retomada, mas esforços são necessários. Em 2024 e 2025, 15 das 16 principais vacinas infantis apresentaram aumento de cobertura. Ainda assim, apenas vacinas como BCG e Hepatite B atingiram a meta de 95% em 2025. Além disso, em 2024, embora 2,3 milhões de crianças tenham recebido a primeira dose da vacina DPT, cerca de 229 mil não tomaram nenhuma dose.
"Neste Dia Mundial da Saúde, o UNICEF celebra os avanços conquistados pelo Brasil, que mostram que políticas públicas funcionam e salvam vidas. Ao mesmo tempo, lembramos que ainda há meninas e meninos sem acesso pleno à vacinação, à nutrição adequada e ao cuidado integral. Garantir a saúde de crianças e adolescentes é investir no presente e no futuro do País, e isso exige compromisso contínuo", afirma a chefe de Saúde e Nutrição do UNICEF no Brasil.
Adaptado de: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-
imprensa/dia-mundial-da-saude-unicef-destaca-avancos-do-brasil-e-
reforca-a-importancia-de-seguir-investindo-na-saude-infantil
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Dia Mundial da Saúde: UNICEF destaca avanços do
Brasil e reforça a importância de seguir investindo na
saúde infantil
No Dia Mundial da Saúde, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) destaca os avanços significativos conquistados pelo Brasil nas últimas décadas na promoção da saúde de crianças e adolescentes.
O País alcançou resultados históricos na redução da mortalidade infantil, em consonância com a tendência global. Dados mostram que o Brasil registrou, em 2024, as menores taxas de mortalidade neonatal e de crianças menores de cinco anos dos últimos 34 anos.
Outro marco relevante foi a saída do Brasil do Mapa da Fome. O resultado, que considera a média trienal de 2022, 2023 e 2024, colocou o País abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso regular a alimentos suficientes.
O Brasil também tem apresentado queda consistente na gravidez na adolescência. Em 2019, 14,7% dos nascimentos eram de mães adolescentes; em 2024, esse percentual caiu para 11,4%.
Na área da imunização, o País vive um cenário de retomada, mas esforços são necessários. Em 2024 e 2025, 15 das 16 principais vacinas infantis apresentaram aumento de cobertura. Ainda assim, apenas vacinas como BCG e Hepatite B atingiram a meta de 95% em 2025. Além disso, em 2024, embora 2,3 milhões de crianças tenham recebido a primeira dose da vacina DPT, cerca de 229 mil não tomaram nenhuma dose.
"Neste Dia Mundial da Saúde, o UNICEF celebra os avanços conquistados pelo Brasil, que mostram que políticas públicas funcionam e salvam vidas. Ao mesmo tempo, lembramos que ainda há meninas e meninos sem acesso pleno à vacinação, à nutrição adequada e ao cuidado integral. Garantir a saúde de crianças e adolescentes é investir no presente e no futuro do País, e isso exige compromisso contínuo", afirma a chefe de Saúde e Nutrição do UNICEF no Brasil.
Adaptado de: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-
imprensa/dia-mundial-da-saude-unicef-destaca-avancos-do-brasil-e-
reforca-a-importancia-de-seguir-investindo-na-saude-infantil
Considerando as informações explícitas e implícitas no texto, bem como a relação entre dados apresentados e a interpretação global do conteúdo, analise as assertivas a seguir:
Está CORRETO o que se afirma em:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Dia Mundial da Saúde: UNICEF destaca avanços do
Brasil e reforça a importância de seguir investindo na
saúde infantil
No Dia Mundial da Saúde, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) destaca os avanços significativos conquistados pelo Brasil nas últimas décadas na promoção da saúde de crianças e adolescentes.
O País alcançou resultados históricos na redução da mortalidade infantil, em consonância com a tendência global. Dados mostram que o Brasil registrou, em 2024, as menores taxas de mortalidade neonatal e de crianças menores de cinco anos dos últimos 34 anos.
Outro marco relevante foi a saída do Brasil do Mapa da Fome. O resultado, que considera a média trienal de 2022, 2023 e 2024, colocou o País abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso regular a alimentos suficientes.
O Brasil também tem apresentado queda consistente na gravidez na adolescência. Em 2019, 14,7% dos nascimentos eram de mães adolescentes; em 2024, esse percentual caiu para 11,4%.
Na área da imunização, o País vive um cenário de retomada, mas esforços são necessários. Em 2024 e 2025, 15 das 16 principais vacinas infantis apresentaram aumento de cobertura. Ainda assim, apenas vacinas como BCG e Hepatite B atingiram a meta de 95% em 2025. Além disso, em 2024, embora 2,3 milhões de crianças tenham recebido a primeira dose da vacina DPT, cerca de 229 mil não tomaram nenhuma dose.
"Neste Dia Mundial da Saúde, o UNICEF celebra os avanços conquistados pelo Brasil, que mostram que políticas públicas funcionam e salvam vidas. Ao mesmo tempo, lembramos que ainda há meninas e meninos sem acesso pleno à vacinação, à nutrição adequada e ao cuidado integral. Garantir a saúde de crianças e adolescentes é investir no presente e no futuro do País, e isso exige compromisso contínuo", afirma a chefe de Saúde e Nutrição do UNICEF no Brasil.
Adaptado de: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-
imprensa/dia-mundial-da-saude-unicef-destaca-avancos-do-brasil-e-
reforca-a-importancia-de-seguir-investindo-na-saude-infantil
Considerando a classificação morfológica e o valor semântico de vocábulos do texto, bem como seu funcionamento no contexto das frases, analise as partes que seguem:
(1ª parte). Na frase O País alcançou resultados históricos na redução da mortalidade infantil, a palavra históricosconsiste em um adjetivo de natureza qualificativa, atribuindo valor aos resultados mencionados.
(2ª parte). Na frase O Brasil também tem apresentado queda consistente na gravidez na adolescência, o vocábulo também classifica-se como conjunção coordenativa aditiva.
Pode-se afirmar que:
Análise de impacto da licença compulsória de patentes na inovação tecnológica em saúde
A licença compulsoria desempenha um papel vital na garantia do direito à saúde, mitigando os efeitos negativos do monopolio de patentes no acesso a medicamentos. Ao reduzir custos, fortalecer a produção nacional e ampliar o acesso, a medida contribui diretamente para a sustentabilidade de programas de saúde pública e para a equidade no acesso a tratamentos essenciais. Contudo, seu sucesso depende de estratégias complementares, como o investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação e a construção de alianças internacionais para enfrentar as pressões políticas e econômicas contrárias.
No caso do fármaco efavirenz, a licença compulsória de patente possibilitou ao Brasil uma economia significativa nos custos de aquisição, permitindo a ampliação do número de pacientes tratados no âmbito do Sistema Unico de Saúde. Além disso, reduziu a dependência de imporlaçôes e fortaleceu iniciativas de produção local.
Em suma, apesar de a licença compulsória enfrentar desafios técnicos e políticos, o referido instrumento tem sido crucial para assegurar o acesso a medicamentos essenciais, especialmente em países em desenvolvimento, de modo a garantir de forma ampla o direito à saúde, sem que isso resulte em prejuízos à inovação tecnológica na área.
A experiência brasileira com o efavirenz demonstra que o instrumento da licença compulsória de patentes pode, na verdade, fomentar a inovação, desde que acompanhado de investimentos em pesquisa e desenvolvimento voltados a fortalecer a base tecnologica local e a reduzir a dependência de importações.
Fonte. COELHQ T. C. Aná/ise de impacto da hcença compulsória de patentes na inovação tecnológica em saúde. B. Cient. ESMPU Brasília, ano 23 - n. 63, e-630/,jul.,tdez. 2024 (adaptado)
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Dia Mundial da Saúde: UNICEF destaca avanços do
Brasil e reforça a importância de seguir investindo na
saúde infantil
No Dia Mundial da Saúde, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) destaca os avanços significativos conquistados pelo Brasil nas últimas décadas na promoção da saúde de crianças e adolescentes.
O País alcançou resultados históricos na redução da mortalidade infantil, em consonância com a tendência global. Dados mostram que o Brasil registrou, em 2024, as menores taxas de mortalidade neonatal e de crianças menores de cinco anos dos últimos 34 anos.
Outro marco relevante foi a saída do Brasil do Mapa da Fome. O resultado, que considera a média trienal de 2022, 2023 e 2024, colocou o País abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso regular a alimentos suficientes.
O Brasil também tem apresentado queda consistente na gravidez na adolescência. Em 2019, 14,7% dos nascimentos eram de mães adolescentes; em 2024, esse percentual caiu para 11,4%.
Na área da imunização, o País vive um cenário de retomada, mas esforços são necessários. Em 2024 e 2025, 15 das 16 principais vacinas infantis apresentaram aumento de cobertura. Ainda assim, apenas vacinas como BCG e Hepatite B atingiram a meta de 95% em 2025. Além disso, em 2024, embora 2,3 milhões de crianças tenham recebido a primeira dose da vacina DPT, cerca de 229 mil não tomaram nenhuma dose.
"Neste Dia Mundial da Saúde, o UNICEF celebra os avanços conquistados pelo Brasil, que mostram que políticas públicas funcionam e salvam vidas. Ao mesmo tempo, lembramos que ainda há meninas e meninos sem acesso pleno à vacinação, à nutrição adequada e ao cuidado integral. Garantir a saúde de crianças e adolescentes é investir no presente e no futuro do País, e isso exige compromisso contínuo", afirma a chefe de Saúde e Nutrição do UNICEF no Brasil.
Adaptado de: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-
imprensa/dia-mundial-da-saude-unicef-destaca-avancos-do-brasil-e-
reforca-a-importancia-de-seguir-investindo-na-saude-infantil
Com base na análise gramatical e fonológica de elementos do texto, analise as assertivas que seguem, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:
( ) Em lembramos que ainda há meninas e meninos sem acesso pleno à vacinação, a palavra ainda é classificada, gramaticalmente, como pronome.
( ) A palavra taxas possui cinco fonemas; a palavra nascimentos possui nove fonemas.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?