Questões de Concursos
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Nada por aqui
Esquadrão de quatro patas
Dia do show de Madonna. Ruas fechadas, policiamento ostensivo, pessoas revistadas, gente para todo lado. Mas foi no palco, antes de a cantora dar boa-noite aos cariocas, que uma cena chamou atenção. Enquanto os ávidos fãs da diva do pop chegavam ao Parque dos Atletas, na Barra, o soldado Boss, da PM do Rio, comandava seus amigos Scot e Brita numa varredura completa em busca de qualquer objeto suspeito no perímetro onde a estrela americana iria se apresentar. Caixas, camarim, backstage, tudo foi vasculhado. Nada encontrado. Sinal verde para começar o espetáculo.
Boss é um labrador de 6 anos. Ele e seus colegas rottweilers, pastores e malinois vêm atingindo números excepcionais no que diz respeito ao combate ao crime. Na quarta passada foram divulgados índices atualizados, já incluindo a primeira semana de dezembro - constata-se, por exemplo, que a quantidade de drogas apreendidas graças ao faro dos cachorros é vinte vezes maior em relação a 2010. O desempenho da equipe incomoda de tal maneira os líderes do tráfico que, há algumas semanas, a ordem partida do comando do crime era atirar diretamente nos cachorros. “Foi um momento de tensão”, revela o tenente-coronel Marcelo Nogueira, do Batalhão de Ação com Cães (BAC). Bem que tentaram, mas nenhum foi atingido. Os 69 animais do BAC continuam de pé, em quatro patas.
Meliantes se desesperam, autoridades se regozijam. “Os cães são uma ótima alternativa no combate ao crime, têm uma atuação fantástica”, elogia o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame. Desde o início da instalação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), em 2008, a tropa canina sempre esteve envolvida. E também se destaca em qualquer grande evento que o Rio receba, além de acompanhar as principais personalidades que desembarcam na cidade. Em 2011, foram os cachorros policiais que vasculharam o carro de Barack Obama e toda a frota presidencial americana.
Seu quartel-general, o BAC, fica em Olaria, na Zona Norte do Rio. Os animais trabalham seis horas por dia, fazem duas refeições - 250 gramas de ração por vez - , dormem à tarde e só entram na piscina quando não há mais operações previstas. Desde muito cedo é possível identificar os filhotes mais corajosos, ágeis e que gostam de buscar objetos. Para a turma boa de olfato e que caça bem, os policiais atrelam ao seu brinquedo favorito como uma bolinha, o cheiro de uma droga ou de pólvora. Assim, toda vez que o bicho sobe uma favela, para ele é nada mais, nada menos que uma possibilidade de “divertimento”. Por sua vez, o grupo destinado a intervenções (que ataca sob ordens dadas em português, inglês e alemão) passa por um treinamento físico mais rígido e por variadas simulações de busca por reféns, procura de bandidos e invasões a locais de difícil acesso. A carreira é curta: se com 1 ano e 8 meses o animal está formado, com 8 anos é aposentado e encaminhado para adoção.
Os primeiros cães policiais chegaram ao Rio em 1955, vinte no total, vindos de um criadouro em São Paulo. Hoje pode-se dizer que a maior parte da tropa é nascida no canil de Olaria. As raças se alternam ao longo do tempo. Se no começo era o pastor-alemão que combatia os ladrões do mundo inteiro, nas décadas seguintes o dobermann e o rottweiler ganharam fama de maus na caça aos criminosos. De dez anos para cá, destacam-se o pastor-holandês e os temidos malinois, estes com participação fundamental na ação contra o terrorista Bin Laden. Por aqui, logo após o episódio do ônibus 174, em 2000, o treinamento intensivo com cães para resgate de reféns foi reforçado. “Se acontecesse hoje, o seqüestrador teria sido imobilizado por um cão e nenhum inocente sairia ferido”, ressalta o tenente-coronel Nogueira.
Até a Copa de 2014 está prevista a aquisição de oitenta cães europeus já treinados, o que vai permitir que cada soldado tenha seu próprio cachorro (atualmente existe um revezamento). Com vistas à Olimpíada de 2016, serão intensificados os intercâmbios com a polícia de Espanha, Suíça e França - aliás, uma força parisiense esteve aqui na semana passada para mais uma etapa de aprimoramento dos trabalhos com animais. “Em três anos, teremos uma das melhores companhias do mundo”, aposta o major Victor Valle, do BAC. Ali, existe uma máxima: o melhor amigo do homem está se tornando o inimigo número 1 do crime.
(Renan França, in Revista Veja Rio, 19/12/2012)
Em: “MELIANTES se desesperam, autoridades se regozijam.” , qual o sinônimo da palavra em destaque?
Em relação à elasticidade-preço da demanda, qual a alternativa correta?
Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.
O recente interesse na regulamentação da
astrologia como profissão oferece a oportunidade de
refletir sobre questões que vão desde as raízes
históricas da ciência até a percepção, infelizmente
muito popular, de seu dogmatismo. Preocupa?me, e
imagino que a muitos dos colegas cientistas, a
rotulação do cientista como um sujeito inflexível,
bitolado, que só sabe pensar dentro dos preceitos da
ciência. Ela vem justamente do desconhecimento
sobre como funciona a ciência. Talvez esteja aqui a
raiz de tanta confusão e desentendimento.
Longe dos cientistas achar que a ciência é o
único modo de conhecer o mundo e as pessoas, ou
que a ciência está sempre certa. Muito ao contrário,
seria absurdo não dar lugar às artes, aos mitos e às
religiões como instrumentos complementares de
conhecimento, expressões de como o mundo é visto
por pessoas e culturas muito diversas entre si.
Um mundo sem esse tipo de conhecimento
não científico seria um mundo menor e, na minha
opinião, insuportável. O que existe é uma distinção
entre as várias formas de conhecimento, distinção
baseada no método pertinente a cada uma delas. A
confusão começa quando uma tenta entrar no
território da outra, e os métodos passam a ser usados
fora de seus contextos.
Portanto, é (ou deveria ser) inútil criticar a
astrologia por ela não ser ciência, pois ela não é. Ela é
uma outra forma de conhecimento. [...]
Essa caracterização da astrologia como não
ciência não é devida ao dogmatismo dos cientistas. É
importante lembrar que, para a ciência progredir,
dúvida e erro são fundamentais. Teorias não nascem
prontas, mas são refinadas com o passar do tempo, a
partir da comparação constante com dados. Erros
são consertados, e, aos poucos, chega?se a um
resultado aceito pela comunidade científica.
A ciência pode ser apresentada como um
modelo de democracia: não existe o dono da
verdade, ao menos a longo prazo. (Modismos, claro,
existem sempre.) Todos podem ter uma opinião, que
será sujeita ao escrutínio dos colegas e provada ou
não. E isso tudo ocorre independentemente de raça,
religião ou ideologia. Portanto, se cientistas vão
contra alguma coisa, eles não vão como donos da
verdade, mas com o mesmo ceticismo que
caracteriza a sua atitude com relação aos próprios
colegas. Por outro lado, eles devem ir dispostos a
mudar de opinião, caso as provas sejam irrefutáveis.
Será necessário definir a astrologia? Afinal,
qualquer definição necessariamente limita. Se
popularidade é medida de importância, existem muito
mais astrólogos do que astrônomos. Isso porque a
astrologia lida com questões de relevância imediata
na vida de cada um, tendo um papel emocional que a
astronomia jamais poderia (ou deveria) suprir.
A astrologia está conosco há 4.000 anos e
não irá embora. E nem acho que deveria. Ela faz
parte da história das ideias, foi fundamental no
desenvolvimento da astronomia e é testemunha da
necessidade coletiva de conhecer melhor a nós
mesmos e os que nos cercam. De minha parte, acho
que viver com a dúvida pode ser muito mais difícil,
mas é muito mais gratificante. Se erramos por não
saber, ao menos aprendemos com os nossos erros e,
com isso, crescemos como indivíduos. Afinal, nós
somos produtos de nossas escolhas, inspiradas ou
não pelos astros.
Considerado o ponto de vista expresso no início do parágrafo, o enunciado:
?Ela faz parte da história das ideias, foi fundamental no desenvolvimento da astronomia e é testemunha da necessidade coletiva de conhecer melhor a nós mesmos e os que nos cercam.? (§ 8) poderia, sem prejuízo da coerência argumentativa, ser introduzido por:
A liderança adequada para quando os problemas estão definidos de forma insatisfatória e há necessidade de uma “tempestade de ideias” (brainstorming) para a geração de soluções alternativas, é chamada de:
A competição, quanto à forma, divide-se em dois tipos; são eles:
Considere A = (11000)2 e B = (10001)2 , números escritos no sistema de numeração de base 2. Escreva-os no sistema de numeração de base 10 e determine o valor de A- B.
Leia o texto abaixo e responda a questão proposta:
FONSECA, Rubem. Bufo & Spailanzani. 24a ed. rev. pelo autor. São Paulo: Companhia das Letras, 1991, p. 13-14.
As palavras SAlRA e POSSUÍA, retiradas do texto, recebem acento porque, de acordo com a norma culta, deve-se acentuar:
Os bens públicos, considerando a sua destinação, recebem uma classificação. Assim, os bens que visam à execução de serviços administrativos e dos serviços públicos em geral recebem a seguinte classificação:
Um computador, baseado em tecnologia Intel, de 64 bits:
Os receptores GPS destinados à navegação terrestre, marítima e aérea, bem como a levantamentos, com precisão, de ordem métrica em que, na maioria dos casos, as observações utilizadas são as pseudodistâncias derivadas do código C/A, são classificados como receptores:
A administração lusitana na região tornou-se essencialmente uma administração militar, que deveria estar preparada para defender os domínios portugueses de ataques indígenas e espanhóis. A própria criação da capitania de Mato Grosso, em meados do século XVlll, tinha esse propósito.
(ALVEs, Lourembergue. A Capitania de Mato Grosso. In: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso. Vol. 58, Cuiabá: IHGMT, 2000, p. 38 -Adaptado).
Entre os setores a seguir, o que possuiu a maior importância no período descrito, sendo o responsável pela ocupação da capitania de Mato Grosso é:
A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece,emseuArtigo 64, que: