Questões de Concursos

selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.

Publicidade
Carlos foi flagrado conduzindo o seu veículo com o farol desregulado. Esta situação é considerada uma infração grave, com penalidade de multa e medida administrativa de:
No final do ano, o secretário de uma escola resolveu fazer uma arrumação nos arquivos e diante de várias pastas, resolveu agrupá-las por ordenação, segundo indicações do Conselho Nacional de Educação. Assim, o secretário adotou que nomenclatura para cada arquivo organizado?
Considere que na elaboração de um documento Word seja necessário utilizar um mesmo conjunto de formatos em diversos pontos do documento. Ao recurso recomendado para aplicar um grupo inteiro de formatos em uma única operação denominamos:
A Amazônia é frequentemente alvo de debates ecológicos mundiais de caráter generalista e que negligenciam aspectos mais simples e diretos relacionados com seu meio ambiente. Uma relação simples no ecossistema amazônico é estabelecida entre o enunciado abaixo e a alternativa correta.

Assinale-a.

Evitar o processo de desmatamento para evitar:
No que concerne aos princípios aplicáveis ao processo administrativo disciplinar, é correto afirmar:
A lesão corporal, para efeitos penais, é considerada de natureza gravíssima, em distinção àquelas de natureza grave ou leve, entre outras hipóteses, se resulta:
Leia o texto abaixo e responda a questão proposta:

      Guedes, um policial adepto do Princípio da Singeleza, de Ferguson - se existem duas ou mais teorias para explicar um mistério, a mais simples é a mais verdadeira jamais supôs que um dia iria encontrar a socialite Delfína Delamare. Ela, por sua vez, nunca havia visto um policial em carne e osso. O tira, como todo mundo, sabia quem era Delfina Delamare, a cinderela órfã que se casara com o milionário Eugênio Delamare, colecionador de obras de arte, campeão olímpico de equitação pelo Brasil, o bachelor mais disputado do hemisfério sul. Os jornais e revistas deram um grande destaque ao casamento da moça pobre que nunca saíra de casa, onde tomava conta de uma avó doente, com o príncipe encantado; e desde então o casal jamais deixou de ser notícia.
      Houve um tempo em que os tiras usavam paletó, gravata e chapéu, mas isso foi antes de Guedes entrar para a polícia. Ele possuía apenas um terno velho, que nunca usava e que, de tão antigo, já entrara e saíra de moda várias vezes. Costumava vestir um blusão sobre a camisa esporte, a fim de esconder o revólver, um Colt Cobra 38, que usava sob o sovaco. [...]
      Delfina Delamare nem sempre acompanhava o marido nas viagens. Na verdade ela não gostava muito de viajar. [...] Ela preferia ficar no Rio, trabalhando em suas obras filantrópicas.
      O encontro entre Delfina e Guedes deu-se numa das poucas circunstâncias possíveis de ocorrer. Foi na rua, é claro, mas de maneira imprevista, para um e outro. Delfina estava no seu Mercedes, na rua Diamantina, uma rua sem saída no alto do Jardim Botânico. Quando chegou ao local do encontro Guedes já sabia que Delfina não estava dormindo, como chegaram a supor as pessoas que a encontraram, devido à tranqüilidade do seu rosto e à postura confortável do corpo no assento do carro. Guedes, porém, havia tomado conhecimento, ainda na delegacia, do ferimento letal oculto pela blusa de seda que Delfina vestia.
      O local já havia sido isolado pelos policiais. A rua Diamantina tinha árvores dos dois lados e, naquela hora da manhã, o sol varava a copa das árvores e refletia na capota amarelo-metáfico do carro, fazendo-a brilhar como se fosse de ouro.
      Guedes acompanhou atentamente o trabalho dos peritos do Instituto de Criminalística. Havia poucas impressões digitais no carro, colhidas cuidadosamente pelos peritos da polícia. Foram feitas várias fotos de Delfina, alguns closes da mão calibre 22. No pulso da mão esquerda, um relógio de ouro. Dentro da bolsa, sobre o banco do carro, havia um talão de cheques, vários cartões de crédito, objetos de maquiagem num pequeno estojo, um vidro de perfume francês, um lenço de cambraia, uma receita de papel timbrado do médico Pedro Baran (hematologia, oncologia) e um aviso de correio do Leblon para Delfina Delamare apanhar correspondência registrada, Esses dois documentos Guedes colocou no bolso. Havia no porta-luvas, além do documento do carro, um livro, Os Amantes, de Gustavo Flávio, com a dedicatória “Para Delfina que sabe que a poesia é uma ciência tão exata quanto a geometria, G.F.” A dedicatória não tinha data e fora escrita com uma caneta de ponta macia e tinta preta. Guedes colocou o livro debaixo do braço. Esperou a perícia terminar o seu lento trabalho no local; aguardou o rabecão chegar e levar o corpo da morta numa caixa de metal amassada e suja para ser autopsiado no Instituto Médico Legal. Delfina recebeu dos homens do rabecão o mesmo tratamento dos mendigos que caem mortos na sarjeta.

FONSECA, Rubem. Bufo & Spailanzani. 24a ed. rev. pelo autor. São Paulo: Companhia das Letras, 1991, p. 13-14.
“Para Delfina que sabe que a poesia é uma ciência tão exata quanto a geometria, G.F.’” (§ 6) No fragmento em questão, o uso das aspas por Rubem Fonseca visa, essencialmente: ‘
Segundo a Lei nº 4.504/1964 (Estatuto da Terra), na parceria agrícola, pecuária, agroindustrial e extrativa, observar-se-á o seguinte princípio:
Sobre Veículos em Circulação Internacional, assinale a alternativa ERRADA.
Leia o texto abaixo e responda à questão propostas

   Temos, sem dúvida, sérios problemas de discriminação e exclusão na sociedade brasileira, que se refletem também nas universidades. Mas frequentemente parece que eles são abordados de forma desfocada.
    A composição racial da sociedade brasileira tem forte presença de negros, pardos e minorias. Diz-se que esse perfil não se repete na universidade. Mas porque razão a composição geral da sociedade deve se repetir em seus contextos e recortes específicos? Ela se repete em times de futebol ou na seleção brasileira?
    Se acreditarmos que o perfil étnico ou econômico do conjunto da população seja, ou deva ser, uma “invariante social”, repetindo-se em qualquer recorte ou subgrupo, a consequência óbvia disso é a generalização da prática de cotas.
    Além de cotas no vestibular, em breve teremos propostas de cotas de formatura, para compensar injustiças e discriminações ocorridas ao longo do curso. Em seguida, cotas para times de futebol, cotas para funcionários das empresas, cotas para sócios de clubes, cotas para academias de ginástica, cotas para fieis de cada religião e culto e por aí vai.
    A grande injustiça é ver a quantidade de pessoas, especialmente os jovens inteligentes e esforçados, sendo impedidas de se desenvolver. Não é dada a elas a oportunidade de aprender a crescer, por causa de uma educação pública básica e média medíocres. Esse é o problema real.
    O contrário do racismo e da discriminação social não é uma “discriminação positiva”, mas sim a ausência dessas classificações. Qualquer solução que envolva critérios de raça ou pobreza não contribui para eliminar a discriminação. Pelo contrário, reafirma, reforça e pereniza esses conceitos básicos dos mecanismos de exclusão.
    Nesse cenário de sequestro de oportunidades, há um grupo de jovens mais velhos que já foi prejudicado pelas péssimas escolas públicas. E há outro grupo, bem maior, das crianças que ainda enfrentarão o problema. Para as pessoas já prejudicadas, as cotas são um mecanismo compensatório, que pode reduzir, mas não eliminar, o prejuízo.
    Se houver uma proposta cujo cerne seja a melhoria efetiva do atual ensino público de primeiro e segundo grau, com parâmetros objetivos e seguindo modelos que comprovadamente já deram excelentes resultados em várias partes do mundo, e que parte dessa proposta seja um sistema de cotas, emergencial e provisório (com prazo limitado), visando apenas aquela população que já foi prejudicada, essa proposta merece não apenas a nossa aprovação, mas também o nosso aplauso
.….................................................................. ..... ............................................................................
    Já uma proposta que contemple apenas a questão das cotas de forma isolada ou é ingênua ou é demagógica.Anestesia as consciências, acomoda as queixas, reduz as pressões – é a solução mais fácil e barata para os governantes. Mas mantém a condenação de milhões de crianças a precisar de cotas no futuro, sempre em ciclos sem fim, sequestrando suas oportunidades e seus sonhos. […]

SALVAGNI, Ronaldo de Breyne. Folha de São Paulo, 07/ 04 /2013.
Altera-se o sentido do enunciado no texto com a substituição do termo em destaque proposta em:
A redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos e comunicações. Na redação oficial o que se comunica é sempre algum assunto relativo às atribuições do órgão que comunica. O destinatário dessa comunicação ou é o público, o conjunto dos cidadãos, ou outro órgão público, do Executivo ou dos outros Poderes. A característica da redação oficial que consiste da ausência de impressões individuais de quem comunica, obtendo-se assim uma desejável padronização, que permite que comunicações elaboradas em diferentes setores da Administração guardem entre si certa uniformidade, é denominada:
Quanto ao planejamento, pode-se dizer que há três modalidades que são articuladas entre si. São elas:
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

O número 1 do mundo

       O ano de 2010 foi extraordinário para os
transplantes de fígado no Brasil. As 1313 cirurgias
realizadas no período representam um aumento
de 8% em relação a 2009. Pode parecer pouco,
mas se trata de um avanço enorme. Para se ter
uma ideia, os transplantes de coração e de
pâncreas registraram quedas da ordem de 20%.
Esse é o cenário traçado pelo último relatório da
Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
(Abto), o mais recente e completo levantamento
do gênero no país. Dos 47 cent ros
transplantadores de fígado, espalhados por onze
estados, um merece destaque especial. O
Hospital Albert Einstein, em São Paulo, com suas
198 cirurgias, assumiu a liderança no ranking
mundial dos transplantes hepáticos em adultos.
Ficou à frente de centros de referência
internacionais nesse tipo de procedimento, como
os das universidades da Califórnia, nos Estados
Unidos, e de Birmingham, na Inglaterra.
      A supremacia do hospital paulistano é
resultado de uma série de condutas adotadas na
última década. A primeira delas foi aprimorar a
técnica de abordagem dos parentes do doador – a
etapa mais delicada de qualquer programa de
transplantes. Logo depois da morte de um
eventual doador, enfermeiros tentam convencer a
família a autorizar a retirada dos órgãos. Como se
trata de um momento doloroso e a abordagem
costuma ser desajeitada, a probabilidade de
recusa é alta.Em2007, o cirurgião Ben-Hur Ferraz
Neto, chefe da equipe de transplantes do Albert
Einstein, decidiu treinar quatro enfermeiros que se
dedicariam exclusivamente à difícil aproximação
com os parentes do paciente morto. Em parceria
com a Secretaria de Saúde do Estado de São
Paulo, foram definidos os quatro hospitais nos
quais cada um deles trabalharia. Os centros
escolhidos foram aqueles com os mais baixos
índices de doadores, apesar da grande
quantidade de vítimas de traumatismo craniano, a
principal causa de morte encefálica, condição
clínica que permite a doação de órgãos. Em três
anos, o número de doações nesses locais deu um
salto de 200% – o que representou um aumento de
10% no total de órgãos disponíveis em todo o
estado de São Paulo, incluindo os que se
destinavam aos pacientes do Albert Einstein. “Não
há fórmula mágica”, diz o enfermeiro João Luis
Erbs, um dos captadores do hospital. “O bom
captador tem de ter paciência e ser um bom
ouvinte.”
(...)
      A cada 100 transplantes realizados no
Brasil, 95 são pagos pelo Sistema Único de Saúde
(SUS), ao valor de 68000 reais cada um. O
restante das cirurgias é financiado por convênios
médicos ou pelo próprio paciente. O programa
brasileiro de transplantes prevê a igualdade de
acesso aos recursos médicos e também ao tempo
de espera por um órgão. Ou seja, o empresário
milionário e o pedreiro podem ser atendidos num
mesmo hospital, por uma mesma equipe e
submetidos aos mesmos critérios: no caso dos
transplantes de fígado, o primeiro da fila é sempre
o paciente em estado mais grave. Além disso, se
bancados pelo SUS, um rico e um pobre ocupam o
mesmo tipo de acomodação – um quarto para dois
pacientes. Quem quer tratamento diferenciado
tem de arcar com os custos de toda a operação.
Diz o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto: “Isso deveria
servir de exemplo para todas as outras áreas da
medicina, no que se refere ao atendimento ao
público”.
(Adriana Dias Lopes, in Revista Veja, 02/03/2011)
Se passarmos a forma verbal em destaque na
frase abaixo para a voz ativa, encontraremos a
seguinte forma:

“A cada 100 transplantes realizados no Brasil,
95 SÃO PAGOS pelo Sistema Único de Saúde
(SUS), ao valor de 68000 reais cada um.”
Com grande extensão territorial, o Estado de Mato Grosso possui também variados aspectos naturais. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divide o Brasil em cerca de 39 unidades de relevo. Entre as unidades a seguir, a(s) que ocupa(m) a maior extensão do território de Mato Grosso é:
Em relação aos crimes contra a vida, dispostos no Código Penal, é correto afirmar:
Texto 1

Inauguração da Avenida

      [...] 
      Já lá se vão cinco dias. E ainda não houve aclamações, ainda não houve delírio. O choque foi rude demais. Acalma ainda não renasceu.
      Mas o que há de mais interessante na vida dessa mó de povo que se está comprimindo e revoluteando na Avenida, entre a Prainha e o Boqueirão, é o tom das conversas, que o ouvido de um observador apanha aqui e ali, neste ou naquele grupo.
      Não falo das conversas da gente culta, dos “doutores” que se julgam doutos.
Falo das conversas do povo - do povo rude, que contempla e critica a arquitetura dos prédios: “Não gosto deste... Gosto mais daquele... Este é mais rico... Aquele tem mais arte... Este é pesado... Aquele é mais elegante...”.
      Ainda nesta sexta-feira, à noite, entremeti-me num grupo e fiquei saboreando uma dessas discussões. Os conversadores, à luz rebrilhante do gás e da eletricidade, iam apontando os prédios: e - cousa consoladora - eu, que acompanhava com os ouvidos e com os olhos a discussão, nem uma só vez deixei de concordar com a opinião do grupo. Com um instintivo bom gosto subitamente nascido, como por um desses milagres a que os teólogos dão o nome de “mistérios da Graça revelada” - aquela simples e rude gente, que nunca vira palácios, que nunca recebera a noção mais rudimentar da arte da arquitetura, estava ali discernindo entre o bom e o mau, e discernindo com clarividência e precisão, separando o trigo do joio, e distinguindo do vidro ordinário o diamante puro.
      É que o nosso povo - nascido e criado neste fecundo clima de calor e umidade, que tanto beneficia as plantas como os homens - tem uma inteligência nativa, exuberante e pronta, que é feita de sobressaltos e relâmpagos, e que apanha e fixa na confusão as ideias, como a placa sensibilizada de uma máquina fotográfica apanha e fixa, ao clarão instantâneo de uma faísca de luz oxídrica, todos os objetos mergulhados na penumbra de uma sala...
      E, pela Avenida em fora, acotovelando outros grupos, fui pensando na revolução moral e intelectual que se vai operar na população, em virtude da reforma material da cidade.
      A melhor educação é a que entra pelos olhos. Bastou que, deste solo coberto de baiucas e taperas, surgissem alguns palácios, para que imediatamente nas almas mais incultas brotasse de súbito a fina flor do bom gosto: olhos, que só haviam contemplado até então betesgas, compreenderam logo o que é a arquitetura. Que não será quando da velha cidade colonial, estupidamente conservada até agora como um pesadelo do passado, apenas restar a lembrança?
      [...] 
      E quando cheguei ao Boqueirão do Passeio, voltei-me, e contemplei mais uma vez a Avenida, em toda sua gloriosa e luminosa extensão. [...]

Gazeta de Notícias - 19 nov.1905. Bilac, Olavo. Vossa Insolência: crônicas. São Paulo: Companhia de Letras, 1996, p. 264-267.

Vocabulário: 
baiuca: local de última categoria, malfrequentado. 
betesga: rua estreita, sem saída, 
: do latim “mole” , multidão; grande quantidade, 
revolutear: agitar-se em várias direções, 
tapera: lugar malconservado e de mau aspecto
A crônica “Inauguração da avenida” é entremeada pela palavra povo. Sobre esse vocábulo, leia as afirmativas.

I Trata-se de uma generalização para representar todo brasileiro, atribuindo-lhe caráter de nacionalidade e referência identitária.
II. Nesse caso, o referente é a classe menos favorecida, que, na fala do cronista, encontra-se à margem das benesses sociais. 
III. Refere-se à imagem plural da cidade, representando parte significativa da sociedade.

Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s):
De acordo com a Lei nº 6.367, de 19 de outubro de 1976, que dispõe sobre o seguro de acidentes do trabalho,NÃOé considerado acidente de trabalho:

No âmbito da classificação dos documentos, caderno, declaração, declaração de bens, papel e cópia são, respectivamente, exemplos de:

Em 2006, os gestores do SUS assumiram o compromisso público da construção do Pacto pela Saúde/2006, com base nos princípios constitucionais do SUS e ênfase nas necessidades de saúde da população. O Pacto pela Saúde define prioridades articuladas e integradas em três componentes: Pacto pela Vida, Pacto em Defesa do SUS e Pacto de Gestão do SUS. Uma das prioridades do Pacto pela Vida é:
A administração lusitana na região tornou-se essencialmente uma administração militar, que deveria estar preparada para defender os domínios portugueses de ataques indígenas e espanhóis. A própria criação da capitania de Mato Grosso, em meados do século XVlll, tinha esse propósito.

(ALVEs, Lourembergue. A Capitania de Mato Grosso. In: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso. Vol. 58, Cuiabá: IHGMT, 2000, p. 38 -Adaptado).

Entre os setores a seguir, o que possuiu a maior importância no período descrito, sendo o responsável pela ocupação da capitania de Mato Grosso é:
Página 44
Publicidade