Em vista disso, é fundamental reconhecer que educação de jovens e adultos é
Acerca da função sociocultural da escola, assinale a opção correta.
Segundo João Gualberto de Carvalho Menezes (1999), pesquisas realizadas por Kurt Lewin e associados, levaram à definição de três estilos de liderança: autocrática, democrática e laissez-faire. Considerando que:
I - O líder autocrático centraliza as decisões e impõe seus pontos de vista, preferindo errar sozinho a acertar com a ajuda dos outros.
II - O líder democrático, ao contrário, sem renunciar a sua posição de principal responsável, valoriza a participação dos liderados na tomada de decisões.
III - A liderança Laissez-faire abre mão de qualquer tipo de controle sobre o grupo, deixando-o a vontade para decidir por conta própria sobre os assuntos dos seus interesses.
Entendendo-se que a liderança é fator fundamental na gestão da escola, e sendo também essencial para o desenvolvimento eficiente e eficaz do trabalho pedagógico, a LDB 9394/96 determina que a gestão da escola pública seja:
Um dos princípios apresentados por essa autora é a(o)
As escolas de educação básica, para possibilitar a inclusão dos estudantes com deficiência, devem ofertar recursos e estratégias para promoção de acessibilidade educacional, tais como:
( ) A gestalt ou teoria do campo considera a aprendizagem como um processo de doação de sentido, de significado, às situações em que o indivíduo se encontra.
( ) A genético-cognitiva considera a aprendizagem tanto um fator como um produto do desenvolvimento, incluindo a apropriação da bagagem cultural.
( ) A aprendizagem significativa de Ausubel implica a relação indissociável de aprendizagem e desenvolvimento.
( ) Na gestalt, as leis da aprendizagem, ainda que sejam mais difusas e imprecisas, permitem uma explicação dos tipos mais complexos e superiores de aprendizagem.
( ) A de processamento de informação supõe que o organismo responde diretamente ao mundo real e à própria e mediada representação subjetiva do mesmo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
O ENGENHEIRO
A luz, o sol, o ar livre
envolvem o sonho do engenheiro.
O engenheiro sonha coisas claras:
Superfícies, tênis, um copo de água.
O lápis, o esquadro, o papel;
o desenho, o projeto, o número:
o engenheiro pensa o mundo justo,
mundo que nenhum véu encobre.
(Em certas tardes nós subíamos
ao edifício. A cidade diária,
como um jornal que todos liam,
ganhava um pulmão de cimento e vidro.)
A água, o vento, a claridade
de um lado o rio, no alto as nuvens,
situavam na natureza o edifício
crescendo de suas forças simples.
(MELO NETO, João Cabral de, Serial e Antes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.)
O assunto “Regência” representa a relação, principalmente, de dois termos. Um é regente, e o outro, regido, numa frase. Observando a relação entre o termo regente e o regido, das frases destacadas do poema em questão, é correto afirmar que:
FGV•
Sabemos que o conhecimento é um recurso intangível, que reside essencialmente nas mentes das pessoas. Para entender melhor a gestão do conhecimento, o ideal seria entender o conceito de conhecimento e suas características. Nesse sentido, leia as proposições a seguir:
I. O conhecimento explícito é todo o conhecimento que reside fora da mente humana.
II. Conhecimento explícito é todo o conhecimento documentado e contido em informações não estruturadas.
III. O conhecimento implícito é o conhecimento que pode se tornar explícito a qualquer momento.
IV. Conhecimento implícito é o que reside na mente humana, mas pode ser transferido para o papel ou para outra mente a partir da comunicação.
V. O conhecimento tácito é o que não está escrito e nem pode ser traduzido em palavras.
Estão corretas as afirmativas:
Temos o direito a ser iguais sempre que a diferença nos inferioriza; temos o direito a ser diferentes sempre que a igualdade nos descaracteriza.
A frase acima, quando aplicada ao fazer escolar, alerta os educadores para a necessidade de
Para começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende.
Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz "Errado". Não diz "Burro", mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz "bip". Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: "Bip!" "Olha aqui, pessoal: ele errou." "O burro errou!"
Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria "bip" em público.
Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente.
Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero.
Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.
(VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Globo)
Para o professor J. Carlos Libâneo, "educar (em latim, educare) é conduzir de um estado a outro, é modificar numa certa direção o que é suscetível de educação". Com isto, o ato pedagógico pode:
I - Ser definido como uma atividade sistemática de interação entre seres sociais, tanto no nível intrapessoal como no nível da influência do meio.
II - Ser uma interação que não se configura numa ação exercida sobre sujeitos ou grupos de sujeitos com o objetivo de modificar a condição da existência.
III - Visar mudanças tão eficazes que os tornem elementos inativos da ação exercida sobre os mesmos.
IV - Estar na imbricação entre a mensagem e o educando, propiciada pelo seu agente.
Dentre as afirmações acima, está(ão) correta(s):
FGV•
Considere o trecho:
Vale lembrar que, por exemplo, (1ª) caso uma pessoa seja de determinada etnia, ou cor, ou possua algum tipo de deficiência física ou seja portadora de necessidades especiais, (2ª) ela não é automaticamente uma pessoa socialmente excluída. No entanto, (3ª) se a sociedade não oferece condições e faz com que qualquer uma dessas características se torne um impeditivo à liberdade humana, (4ª) então há um caso de exclusão social.
Em relação às virgulas em destaque, é correto afirmar: