Questões de Concursos
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Para responder à questão considere os textos 1, 2 e 3.
Texto 1
Disponível em:
Texto 2
Disponível em:
Texto 3
Disponível em:<https://poesiaspoemaseversos.com.br/cruz-e-sousa-poemas>. Acesso em: 07 nov. 2016.
TEXTO 4
Procura-se algum lugar no planeta
onde a vida seja sempre uma festa
onde o homem não mate
nem bicho nem homem
e deixe em paz
as árvores da floresta.
Procura-se algum lugar no planeta
onde a vida seja sempre uma dança
e mesmo as pessoas mais graves
tenham no rosto um olhar de criança.
MURRAY, Roseana. Disponível em https://www.orelhadelivro.com.br/livros
Em relação ao TEXTO 4, analise as afirmativas que seguem.
I. O TEXTO 4 permite inferir-se que, no mundo real, há violência com homens, animais e com o planeta, por isso a procura por um lugar onde haja alegria e harmonia entre os seres e o ambiente.
II. No verso “Procura-se algum lugar no planeta”, o vocábulo “algum” pode ser substituído por “o”, visto que seria mantido tanto o sentido quanto a especificação do termo “lugar”.
III. Em “e mesmo as pessoas mais graves tenham no rosto um olhar de criança”, o adjetivo “graves” significa “fortes”, ao passo que “um olhar de criança” expressa a ideia de fragilidade.
IV. Dos versos “e deixe em paz” e “as árvores da floresta”, depreende-se que, no contexto apresentado pelo eu lírico, há desmatamento, portanto, desrespeito à natureza.
V. A repetição do conectivo “nem”, no quarto verso da primeira estrofe do TEXTO 4, é intencional, pois enfatiza a ideia de que o homem não deve matar, seja bicho, seja outro homem.
Estão CORRETAS, apenas, as afirmativas
Dada a sequência (an) = (1, 3, 2, -1, ...), n ∈ N*, com 50 termos, cuja fórmula de recorrência é:
an = an-1 - an-2
A soma dos 50 primeiros termos dessa sequência é igual a
À hegemonia do sujeito corresponde o que se convencionou denominar em Descartes de primado da representação. Podemos dizer, em princípio, que representação é todo e qualquer conteúdo presente na mente. Para uma teoria realista do conhecimento, como era por exemplo aquela que predominava na época de Descartes, a representação é apenas o reflexo de objetos particulares ou então a transfiguração abstrata da ordenação do mundo material. Nessa perspectiva, tudo aquilo que o espírito representa já foi alguma vez objeto da percepção, pois nada poderia estar presente na mente sem que tivesse estado antes nos sentidos. Assim, a questão do conhecimento consistiria em explicar o trajeto das coisas à mente por intermédio da sensibilidade e a transformação do particular e divisível em essência universal e indivisível, presente no intelecto.
SILVA, F.L e. Descartes: a metafísica da modernidade. São Paulo: Ed. Moderna, 1993.
René Descartes (1596-1650) é considerado o filósofo que inaugura o pensamento moderno. O que caracteriza a noção cartesiana de conhecimento é a:
Nas prateleiras de supermercados é comum encontrarmos alimentos desidratados, isto é, isentos de água em sua composição. Para desidratar alimentos, é utilizado o processo de liofilização que consiste em se congelar o alimento à temperatura de -197°C e depois submeter o alimento congelado a pressões muito baixas. Na temperatura de -197°C, a água do alimento encontrase na fase sólida e, com o abaixamento de pressão, passa diretamente para a fase de vapor, sendo então eliminada.
Assinale a afirmação CORRETA:
Leia as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta.
I – O facebook será fechado em função das fake news.
II – O compartilhamento de mensagens falsas é legalizado no Brasil.
III – A publicação de conteúdos falsos nas redes sociais consiste em um ato criminoso.
Leia o texto a seguir.
Último poema
Agora deixa o livro volta os olhos para a janela a cidade a rua o chão o corpo mais próximo tuas próprias mãos: aí também se lêMARQUES, Ana Martins. O livro das semelhanças. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 29
Em O livro das semelhanças (2015), a poeta Ana Martins Marques aproxima-se de uma espécie
de estética do cotidiano, em poemas nos quais a sensibilidade pode ser objeto da poesia a partir
de relações estabelecidas com sensações ou objetos do senso comum. Em “Último poema”, o eu
lírico: