Em relação às metodologias do ensino do teatro, julgue o item.
Uma das funções do teatro na escola é atuar como uma
forma de terapia, possibilitando que os adolescentes
entrem em contato com os seus sentimentos e, com
isso, controlem suas emoções.
Selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.
Nada por aqui
Em relação às metodologias do ensino do teatro, julgue o item.
Uma das funções do teatro na escola é atuar como uma
forma de terapia, possibilitando que os adolescentes
entrem em contato com os seus sentimentos e, com
isso, controlem suas emoções.
De acordo com Spolin (2015), acerca dos jogos teatrais na sala de aula, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Por meio das oficinas de jogos teatrais, é possível desenvolver liberdade dentro de regras estabelecidas.
( ) Os jogos são baseados em problemas a serem solucionados. O problema é o objeto do jogo que proporciona o foco.
( ) As regras do jogo teatral incluem a estrutura dramática (onde/quem/o quê) e o foco, mais o acordo de grupo.
( ) Para ajudar os jogadores a alcançar uma solução focalizada para o problema, sugere-se o princípio da instrução, por meio do qual o jogador é encorajado a manter a atenção no foco.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
No teatro contemporâneo, é essencial que se discuta a pedagogia do espectador compreendendo-se que esta reflete na formação de espectadores, reflete na ampliação de repertório e possibilita discussões dialógicas que ampliam o processo de ensino e aprendizagem. Quanto à posição de um espectador autônomo, é correto afirmar:
Segundo Flávio Desgranges, professor da Graduação e Pós-graduação do Departamento de Artes Cênicas da Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC) e autor do livro Pedagogia do Teatro − Provocação e Dialogismo, "O teatro vem sendo trabalhado, nas mais diversas instituições educacionais e culturais, preferencialmente, a partir da prática com jogos de improvisação, e isso porque se compreender na investigação proposta por essas atividades o prazer de jogar se aproxima do prazer de aprender a fazer e a ver teatro, estimulando os participantes (de qualquer idade) a organizar um discurso cênico apurado, que explore a utilização dos diferentes elementos que constituem a linguagem teatral, bem como a empreender leituras próprias acerca das cenas criadas pelos demais integrantes do grupo" (2006, p. 87). Ainda de acordo com essa afirmação de Desgranges, analise as afirmações a seguir:
I.[...] a insistência em compreender a ação educativa proposta pela experiência teatral como provocação dialógica, em que o espectador, ou o atuante, ou o participante, ou o jogador, nos diferentes eventos e processos teatrais, a partir de variados contextos e procedimentos, pode ser estimulado a efetivar um ato produtivo, elaborando reflexivamente conhecimentos tanto sobre o próprio fazer artístico-teatral, quanto acerca de aspectos relevantes da vida social (2006, p.20).
II.[...] podemos ressaltar um primeiro aspecto pedagógico presente na experiência como a arte: a atitude proposta ao contemplador. Ou seja, o fato artístico solicita que o indivíduo formule interpretações próprias acerca das provocações estéticas feitas pelo autor, elaborando um ato que é passivo (2006, p. 28/29).
III.O contemplador, para desempenhar o papel que lhe cabe no evento, precisa colocar-se enquanto sujeito, que age, pois a contemplação é algo ativo, e que cria, pois a sua atuação é necessariamente artística (2006, p. 29).
IV.A investigação teatral desenvolvida durante o processo exorta os participantes a conheceram e se apropriarem das possibilidades comunicacionais dessa arte. [...] A imaginação não é um músculo e ela não fica muito contente em jogar o jogo (2006, p.88).
É correto o que se afirma em:
Marques (2012) aponta que é por meio de nossos corpos, dançando, que os sentimentos cognitivos se integram aos processos mentais e que se pode compreender o mundo de forma diferenciada, ou seja, artística e estética.
Segundo a autora, a dança na escola torna-se distinta de um baile de carnaval ou de um ritual catártico, resultando na necessidade de
“(...) Experiência é penetrar no ambiente, é envolver-se total e organicamente com ele. Isto significa envolvimento em todos os níveis: intelectual, físico e intuitivo. Dos três, o intuitivo, que é o mais vital para a situação de aprendizagem, é negligenciado (...)”.
SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1979. Nessa perspectiva, segundo a autora:
I - Quando a resposta a uma experiência se realiza no nível do intuitivo, quando a pessoa trabalha além de um plano intelectual constrito, ela está realmente aberta para aprender.
II - Através da espontaneidade somos re-formamos em nós mesmos. A espontaneidade cria uma explosão que por um momento nos liberta de quadros de referência estáticos, da memória sufocada por velhos fatos e informações, de teorias não digeridas e técnicas que são na realidade descobertas de outros.
III - A espontaneidade é um momento de liberdade pessoal quando estamos frente a frente com a realidade e a vemos, a exploramos e agimos em conformidade com ela. Nessa realidade, as nossas mínimas partes funcionam como um todo orgânico. É o momento de descoberta, de experiência, de expressão criativa.
IV - O intuitivo não pode responder no imediato - no aqui e agora. Ele gera suas dúvidas no momento de espontaneidade, no momento quando estamos livres para atuar e inter-relacionar, envolvendo-nos com o mundo à nossa volta que está em constante transformação.
Estão corretas apenas as afirmações:
No que diz respeito à composição coreográfica, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:
I - A coreologia pode ser definida como a escrita da dança, que pode ser em pentagrama ou em símbolos.
II - A montagem de uma coreografia exige um domínio dos elementos estéticos já codificados, como o espaço, o tempo, o peso e a fluência, em relação ao corpo em movimento.
III - A coreografia só pode ser criada como uma temática isolada, para ser apresentada de forma independente.
Segundo Koudela (2001), o objetivo explícito de Viola Spolin em Improvisação para o Teatro é a transmissão de um sistema de atuação que pode ser desenvolvido