Questões de Concursos
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Em sua tese de doutorado, a Tradutora, Intérprete e Guiaintérprete de Libras, Vânia Santiago, defende a importância das concepções sobre ética na profissão de tradutor e intérprete de língua de sinais.
“Para ela, além da formação, da proficiência na língua de sinais e da imersão cultural nos modos de se relacionar com a comunidade surda, o profissional precisa ter uma noção de ética intrínseca à defesa da língua de sinais e do direito linguístico dos surdos.”
Jornal da PUC-SP. Redação: 14/09/2021.
Assinale a afirmativa correta que expressa um dos valores éticos, em respeito à pessoa humana, que deve ser exercido pelo profissional tradutor, intérprete e guia-intérprete de Libras.
Em Libras, os pronomes demonstrativos e os advérbios de lugar possuem o mesmo sinal, sendo diferenciados apenas pelo contexto e pela expressão facial. Eles indicam proximidade em relação ao emissor, ao receptor ou a um terceiro ponto distante.
Assinale a afirmativa que apresenta como deve ser feita a diferenciação correta entre AQUI, AÍ e LÁ em Libras.
1 Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm Acesso em 22/05/2022
2 Disponível em: https://revistas.unilasalle.edu.br/index.php/Educacao/article/view/6614 Acesso em 22/05/2022.
3 Disponível em https://www.facebook.com/surdalidades/photos/a.354534317912494/966689483363638/?type=3&theater. Acesso em 22/05/2022
4 NAKAGAWA, Hugo Eiji Ibanhes. Culturas surdas: o que se vê, o que se ouve. Dissertação de Mestrado em Cultura e Comunicação. Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 26 (FLUL) e a Universidade de Lisboa (UL), 2012 Disponível em https://docplayer.com.br/10240491-Culturas-surdas-o-que-se-ve-oque-se-ouve.htmlAcesso em: 22/05/2022
5 LOPES,M.C. Surdez e educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
6 Decreto Nº 5.626. Regu lamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS , e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diá rio Oficial da União em 22/12/2005.
7 PERLIN, G. T. T. Identidades surdas. In SKLIAR, Carlos (org) A surdez: um olhar sobre as diferenças. 3ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2005
8 Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/veja-os-premiados-do-oscar-2022/ Acesso em 23/05/2022
A mãe de Rodrigo matriculou seu filho em uma Escola Bilíngue para Surdos, próxima a sua residência, com a modalidade escolar em Língua Brasileira de Sinais.
No entendimento de uma educação bilíngue, está correto afirmar que
Segundo o documento Currículo da Cidade de Língua Portuguesa para Surdos de 2019, na proposição de organização de um currículo bilíngue é importante a articulação entre as propostas da Libras e da Língua Portuguesa.
A esse respeito, assinale a afirmativa correta.
Nas sentenças sinalizadas em Libras “Eu tenho muitos amigos” e “Eu não tenho muitos amigos”, o verbo “ter”, na sua forma afirmativa e negativa, é sinalizado com:
Por W. G. Almeida, 2006 (adaptado).
Para alguns estudiosos, os surdos e os mudos são identificados e reconhecidos pela sociedade “ouvinte e falante” a partir de atributos que não atendem aos interesses da comunidade dos surdos ou da comunidade dos mudos.
A sociedade enxerga os surdos e os mudos como indivíduos deficientes que devem ser curados ou “consertados” por procedimentos neurocirúrgicos prometidos pela medicina, seja na engenharia genética ou pela prevenção a doenças. A surdez e a mudez, nessa óptica, são vistas como um mal a ser combatido, como resultado da pobreza e das más condições sanitárias, da falta de cuidados médicos, ou, muitas vezes, como castigo e punição.
essa forma, os grupos de surdos e mudos têm sido estigmatizados e excluídos da sociedade. Os surdos e os mudos tornam-se desvalorizados, seja no seu universo cultural, seja nas estratégias de sobrevivência, ou ainda sobre seus valores e características de seu comportamento.
Suas formas de agir, de pensar, de comunicar, de sentir, de dizer, têm sido negadas ao longo da história. Impôs-se a eles um modelo que jamais poderiam alcançar: o padrão de ter que ser o que não são, ou seja, serem iguais aos indivíduos falantes e ouvintes. Vê-se, assim, o menosprezo ao saber e à cultura dos surdos e dos mudos.
Vê-se o não entendimento da surdez e da mudez como particularidades legítimas que se localizam não apenas no corpo, na boca, no ouvido, na audição, nas cordas vocais, no cérebro, na patologia, mas que devem ser entendidas ser como diferenças políticas e culturais .
Disponível em: https://bit.ly/3noUQg4
I. O texto apresenta uma perspectiva em que a surdez e a mudez são vistas como um mal a ser combatido, como resultado da pobreza e das más condições sanitárias, da falta de cuidados médicos, ou, muitas vezes, vista como castigo e punição.
II. O texto sugere que a sociedade enxerga os surdos e os mudos como indivíduos deficientes que devem ser curados ou “consertados” por procedimentos neurocirúrgicos prometidos pela medicina, seja na engenharia genética ou pela prevenção a doenças.
Marque a alternativa CORRETA:
Jéssica, tradutora e intérprete de Libras-Língua Portuguesa, estava traduzindo na versão voz o discurso de um deputado estadual surdo, quando foi interrompida por outro deputado que reclamava estar ela “inventando” um discurso do colega surdo, enquanto ele não estava sinalizando. Jéssica então solicitou a sua substituição por outro colega intérprete e o direito de argumentação sobre a crítica recebida.
Diante do exposto, assinale a opção que apresenta a resposta adequada da profissional tradutora e intérprete de Libras-Língua Portuguesa.