Questões de Concursos
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que se seguem.
No contexto de ecoeficiência e produção mais limpa, diversas práticas e tecnologias têm sido aplicadas pelas indústrias para melhorar o seu desempenho ambiental, econômico e social. São consideradas estratégias alinhadas com os princípios de ecoeficiência, EXCETO:
FCC•
1. Santa Casa de São Carlos - São Carlos (SP)
2. Núcleo de Hemoterapia de Fernandópolis - Fernandópolis (SP)
3. Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG)
4. Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti - Rio de Janeiro (RJ)
5. Centro de Hematologia e Hemoterapia do Rio Grande do Norte - Natal (RN)
6. Hemonúcleo de Hematologia e Hemoterapia de Piracicaba - Piracicaba (SP)
7. Centro de Transfusão e Aférese - Rio de Janeiro (RJ)
8. Centro de Hemoterapia e Hematologia do Acre - Rio Branco (AC)
9. Banco de Sangue Hemato - Recife (PE)
10. Hemocentro de Pelotas - Pelotas (RS)
Se a ordenação tiver como base de entrada o local da entidade, a sequência correta, por município, é
O trabalho em laboratórios, seja para ensino, pesquisa ou diagnóstico, é complexo por exigir esforço físico estático no manuseio de equipamentos específicos, além de demandar intensa atenção, concentração, processamento de informações e tomada de decisão. Considerando as orientações ergonômicas aplicáveis aos postos de trabalho em laboratórios, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) As superfícies de trabalho devem possuir bordas arredondadas (boleadas) para prevenir lesões por contato e aumentar o conforto durante as atividades.
( ) A manutenção da posição neutra da cabeça em relação ao tronco deve ser priorizada para reduzir os efeitos da gravidade e evitar sobrecargas nas articulações e músculos durante a execução das tarefas.
( ) O armazenamento de vidros, objetos perfurocortantes e outros materiais que representem risco de acidentes deve ser evitado em áreas localizadas acima de 130 cm de altura.
A sequência está correta em
I. Uma solução é preparada dissolvendo-se 18 g de glicose (C6H12O6) em 0,150 kg de água. A porcentagem em massa de soluto nessa solução é 13,9%.
II. Uma solução contém 15 g de tolueno (C7H8) e 255 g de benzeno, bem como a densidade de 0,876 g/mL. A molaridade da solução é 0,53 mol/L.
III. Uma solução é preparada pela dissolução de 4,35 g de glicose (C6H12O6) em 25 mL de água. A molaridade da solução é 0,96 mol/L.
Está correto o que se afirma apenas em
desafios da integração, a comunicação interna das organizações
precisa ter finalidade, usar canais próprios, ter linguagem e
veiculação adequadas e estar em espaço físico apropriado. Deve
ser realizada por profissionais de comunicação que tenham uma
visão ampla do ambiente interno.
A respeito de comunicação interna das organizações, julgue os
itens a seguir.
Quando o professor tenta ensinar o que ele próprio não domina
O linguista Sírio Possenti, professor da Unicamp, reproduziu semana passada em seu Facebook a chamada de uma dessas páginas de português que pululam na internet: “16 palavras em português que todo mundo erra o plural”.
Comentário de Possenti, preciso: “Pessoas querem ensinar português ‘correto’ mas não conseguem formular o enunciado segundo as regras que defendem (ou defenderiam)”. Convém explicar.
A língua padrão que as páginas de português buscam ensinar obrigaria o redator a escrever “palavras cujo plural todo mundo erra”. Ou quem sabe, mexendo mais na frase para evitar o já raro cujo, “casos de palavras em que todo mundo erra o plural”.
A forma que usou, com o “que” introduzindo a oração subordinada, chama-se “relativa cortadora” – por cortar a preposição – e é consagrada na linguagem oral: todo mundo diz “o sabor que eu gosto”, mesmo que ao escrever use o padrão “o sabor de que eu gosto”.
O problema com o caso apontado por Possenti não é tanto a gramática, mas a desconexão de forma e conteúdo – a pretensão do instrutor de impor um código que ele próprio demonstra não dominar.
No discurso midiático sobre a língua, isso é mato. Muitas vezes o normativismo mais intransigente é apregoado por quem não consegue nem pagar a taxa de inscrição no clube. “Português é o que nossa página fala sobre!”
Mesmo assim, o episódio de agora me deixou pensativo. E se o problema do conservadorismo que não está à altura de si mesmo for além das páginas de português? Poderia ser essa uma constante cultural em nosso paisão mal letrado, descalço e fascinado por trajes a rigor? Só um levantamento amplo poderia confirmar a tese. Seguem dois casos restritos, mas factuais.
Em abril de 2022, o então presidente do Superior Tribunal Militar (STM), general Luís Carlos Gomes Mattos, submeteu a gramática a sevícias severas ao protestar contra a revelação, pelo historiador Carlos Fico, de áudios em que o STM debatia casos de tortura durante a ditadura de 1964.
“Somos abissolutamente (sic) transparente (sic) nos nossos julgamento (sic)”, disse o general. “Então aquilo aí (sic), a gente já sabe os motivos do porquê (sic) que isso tem acontecendo (sic) agora, nesses últimos dias aí, seguidamente, por várias direções, querendo atingir Forças Armadas...”
Gomes Mattos enfatizou ainda a importância de cuidar “da disciplina, da hierarquia que são nossos pilares (das) nossas Forças Armadas”. Mas disciplina e hierarquia não deveriam ser princípios organizadores da linguagem também? Que conservadorismo é esse?
No início de fevereiro, o reitor da USP publicou uma nota em resposta a uma coluna em que Conrado Hübner Mendes fazia críticas ao STF. Frisando o fato evidente de que a coluna de Mendes expressava a opinião de Mendes, não da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior escreveu que “a liberdade de cátedra se trata de prerrogativa exclusiva dos docentes”.
Sim, é verdade que a expressão impessoal “tratar-se de” tem sido usada por aí com sujeito, como se fosse um “ser” de gravata-borboleta. Trata-se de mais um caso de hipercorreção, fenômeno que nasce do cruzamento da insegurança linguística com nossas velhas bacharelices.
Não é menos verdadeiro que a norma culta do português (ainda?) condena com firmeza esse uso, o que torna digna de nota sua presença num comunicado público emitido pelo mais alto escalão da universidade mais importante do país.
(RODRIGUES, SÉRGIO. Quando o professor tenta ensinar o que ele próprio não domina. Jornal Folha de S. Paulo, 2024.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: janeiro de 2025. Adaptado.)