Leia o texto a seguir. “A revolução da tecnologia da informação e a reestruturação do capitalismo introduziram uma nova forma de sociedade (...) caracterizada pela globalização das atividades econômicas decisivas do ponto de vista estratégico; por sua forma de organização em redes; pela flexibilidade e instabilidade no emprego e a individualização da mão de obra. Por uma cultura de virtualidade real construída a partir de um sistema de mídia onipresente, interligado e altamente diversificado. E pela transformação das bases materiais da vida – o tempo e o espaço – mediante a criação de um espaço de fluxos e de um tempo intemporal como expressões das atividades e elites dominantes.” (CASTELLS, 2000)

A nova forma de sociedade a que se refere o texto acima é denominada pelo autor de:

As metodologias de avaliação e medição de resultados em ações de assessorias de imprensa são assuntos relevantes. Tanto instituições públicas quanto privadas precisam prestar contas sobre as atividades desempenhadas e o resultado alcançado a partir dos investimentos realizados.

Contudo, aferir o desempenho de uma assessoria de imprensa com base unicamente em indicadores de performance quantitativos pode ser insuficiente, pois:

Recentemente, o professor Wilson Bueno publicou, em seu LinkedIn, um artigo intitulado “Organizações democráticas não têm medo da Rádio Peão. Mas as chefias autoritárias fogem dela como o diabo da cruz!”.

Em um dos trechos, o autor afirma que “A Rádio Peão não é tão feia como a pintam e, o que é mais significativo, ela faz parte do processo de comunicação de qualquer organização. Ela é democrática porque frequenta organizações de qualquer porte e tem a capacidade de arrebanhar ouvintes atentos em qualquer lugar do País ou do exterior (ou você pensa que só as organizações brasileiras têm a sua companhia?)”.

Sobre a chamada “Rádio Peão”, é correto afirmar que:

Ao definir o campo da comunicação pública, Jorge Duarte propõe quatro eixos centrais, que indicam pré-requisitos para a ação dos agentes e instituições que lidam com a comunicação de interesse público, a saber: transparência, acesso, interação e ouvidoria social.

Sobre o último, é correto afirmar que:

Para avaliar o estágio de desenvolvimento das comunicações internas, a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE), em sua pesquisa de Tendências em Comunicação Interna para 2024, usou os conceitos de Comunicação Interna (CI) 1.0, 2.0, 3.0 e 4.0. Embora não sejam fases cronológicas, cada passagem de fase representa evoluções tecnológicas e incremento na participação dos colaboradores na comunicação interna.

Por isso, nos 9% das empresas pesquisadas que estão na fase CI 4.0, a comunicação:

Observe as manchetes abaixo, encontradas no ambiente on-line.

• “Dez coisas que a maioria dos médicos não conta sobre dieta”

• “O segredo para ganhar na loteria!”

• “Ele fez R$ 10 mil reais em uma semana! Saiba também como conseguir!”

• “Pare tudo o que você está fazendo! Notícia urgente no time X de futebol!”

O recurso de utilizar títulos chamativos para gerar mais audiência no conteúdo, que costuma ser sensacionalista e enganoso, é chamado:

“[O] produto informativo parece ser resultado de uma série de negociações, orientadas pragmaticamente, que têm por objeto o que deve ser inserido e de que modo deve ser inserido no jornal, no noticiário ou no telejornal. Essas negociações são realizadas pelos jornalistas em função de fatores com diferentes graus de importância e rigidez, e ocorrem em momentos diversos do processo de produção.” (WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação de Massa. São Paulo: Martins Fontes, 2003, p. 200). É sabido que faz parte do rol de funções de um jornalista se valer de valores-notícia para, em um caso específico, definir o espelho de programas informativos. Para um telejornal brasileiro, é preciso realizar seleções que vão desde a escolha dos acontecimentos que não serão noticiados até a hierarquização e distribuição dos que serão veiculados na edição. Como parte do processo de elenco dos valores-notícia, considere dois acontecimentos, a saber: “um desastre envolvendo um Boeing 737-800, na cidade de Muan, Coreia do Sul, resulta em 179 vítimas fatais”; “evento comemorativo de 2 anos do telejornal reúne presidente da emissora e funcionários de alto escalão”.

Os assuntos acima listados observam como fatores de noticiabilidade, respectivamente:

A Lei de Acesso à Informação (LAI), Lei nº 12.527/2011, é um importante passo rumo à transparência e à eficácia da comunicação de interesse público, na medida em que:

Ao comparar a redação jornalística para os meios impressos e para a web, o professor João Canavilhas propõe a estruturação das matérias digitais em forma de pirâmide deitada, com quatro níveis de leitura.

Levando em conta as seis perguntas tradicionais do lead, as informações referentes ao “como?” e “por quê?” seriam fornecidas no(a):

A campanha comemorativa dos 70 anos da Volkswagen do Brasil, intitulada "VW Brasil 70: o novo veio de novo", atraiu queixas de consumidores no Conar – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária – e forte repercussão na imprensa e redes sociais, com posições contrárias e favoráveis, ao se utilizar de recursos de inteligência artificial (IA) generativa híbrida para recriar a figura da cantora Elis Regina, já falecida, cantando a música "Como nossos pais" junto com sua filha, Maria Rita.

Em agosto de 2023, a decisão do órgão foi:

Ao defender que as organizações adotem uma filosofia da comunicação integrada e a não fragmentação dessa comunicação, Margarida Kunsch propõe um mix da comunicação organizacional, no qual as Relações Públicas, o Jornalismo Empresarial e o Marketing Social estão inseridos na comunicação:

Leia o trecho a seguir, publicado no site da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

“A Abraji repudia a medida tomada pelo delegado Abel Mantovani Bovi, da Polícia Civil de Santa Catarina, de requisitar ao Intercept Brasil as fontes de informação da reportagem ‘Julgamento de influencer Mariana Ferrer termina com tese inédita de ‘estupro culposo’ e advogado humilhando jovem’, de 3 novembro de 2020. A reportagem expôs abusos do Judiciário no caso da influencer Mari Ferrer, humilhada enquanto narrava, na Corte, sua denúncia de estupro.” (ABRAJI, 2024) Sobre o sigilo da fonte, é correto afirmar que ele está:

As transformações no ecossistema informativo envolvendo as assessorias de imprensa e o jornalismo trazem desafios para o relacionamento entre assessores e públicos de interesse. Entre os novos desafios, destaca-se o fato de:
Os processos de auditoria de imagem de uma organização tendem a partir da coleta do que é veiculado sobre ela em veículos ou canais de comunicação.
O resultado dessa coleta é conhecido como clipping, que:

A publicação inesperada de uma medida provisória com reflexos no preço dos combustíveis atende aos critérios de noticiabilidade de uma emissora radiofônica all-news de alcance nacional. É decidido que será noticiada a informação de duas maneiras ao longo do dia: imediatamente, de maneira sucinta, com os dados disponíveis até o momento e minutagem equivalente a 35’’; na programação regular, de maneira ampliada, com sonoras e levantamento de dados, com minutagem de 2’30”.

Os dois formatos acima mencionados são, respectivamente, denominados:

O direito autoral sobre as obras fotográficas e as produzidas por qualquer processo análogo ao da fotografia estão protegidas pela Lei nº 9.610/1998, que estabelece que:

Para FORNI (2018), “[c]omunicação de crise é o ato de processar efetivamente as informações sobre um evento negativo, com os principais stakeholders: empregados, mídia, clientes, acionistas, fornecedores e tantos outros, conforme a natureza da crise”. Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir sobre como uma organização deve conduzir a comunicação de crise.

I. Todos os públicos que tenham alguma relação com a organização atingida pela crise precisam ser informados e tranquilizados;

II. A organização deve delegar à mídia o comando da comunicação e entregar informações, mesmo parciais, rapidamente, para que os repórteres cuidem da opinião pública durante a crise;

III. A comunicação interna deve ser a última a ser planejada pela organização, pois em situações de crise, os colaboradores evitam falar com a mídia e preferem por ela ser informados.

Está correto o que se afirma em:

Quanto à comunicação de crise, James Grunig (2009) sugere quatro princípios que precisam ser considerados: de relacionamento, de responsabilidade, de transparência e de comunicação simétrica.

Esse último se baseia no fato de que:

Leia o texto a seguir.

“Novas sementes começaram a brotar no campo das mídias com o surgimento de equipamentos e dispositivos que possibilitaram o aparecimento de uma cultura do disponível e do transitório: fotocopiadoras, videocassetes e aparelhos para gravação de vídeos, equipamentos do tipo walkman e walkie-talkie, acompanhados de uma remarcável indústria de videoclips e videogames, juntamente com a expansiva indústria de filmes em vídeo para serem alugados nas videolocadoras, tudo isso culminando no surgimento da TV a cabo.” (SANTAELLA, 2003)

A era descrita acima é chamada pela autora de cultura:

Sobre os sistemas de representação da cor, é correto afirmar que:
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