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A RDC n° 216 de 2004 estabelece procedimentos de boas práticas para serviços de alimentação a fim de garantir as condições higiênico-sanitárias do alimento preparado. Assinale a alternativa CORRETA sobre esta legislação:

São inúmeras as formas de preservação dos alimentos e suas combinações. Em geral, o processo é relativamente complexo e envolve, na maioria das vezes, mais de um mecanismo de conservação. Nessa temática, julgue as sentenças abaixo:


I- A temperatura tem efeito direto na velocidade relativa das reações, ocorram elas nas matériasprimas ou nos produtos processados. Em geral, diminuindo-se a temperatura, diminuem-se também suas alterações. Por isso a geladeira funciona como um “retardador” de deterioração dos alimentos e aqueles depositados nos congeladores possuem uma validade comercial/durabilidade ainda maior.


II- O pH tem papel fundamental no controle do crescimento microbiano e, dependendo da faixa de pH, alguns micro-organismos crescem e outros não. As principais influências do pH sobre a atividade microbiana devem-se à interferência na atividade enzimática e no transporte celular de nutrientes. Quanto mais próximo da neutralidade, menor a possibilidade do desenvolvimento de bactérias, incluindo a maior parte daquelas nocivas aos seres humanos, importantes para a saúde pública.


III- Valores mais altos de pH impedem o crescimento da maioria das bactérias, o que acaba favorecendo a maior parte dos fungos filamentosos e leveduras.


IV- O controle do crescimento microbiano pela diminuição da atividade de água (aw) pode ser feito pela remoção da água por secagem, evaporação, concentração, adição de solutos ou a combinação de fatores.


Está CORRETO o que se afirma em:

Sobre a hiponatremia em atletas, analisar os itens.


I. É considerada uma alteração metabólica em que a concentração de sódio plasmático encontra-se abaixo do normal, devido à baixa hidratação em atividades de longa duração ou a uma grande perda de sódio.

II. A hiponatremia pode ser hipovolêmica quando o atleta produz grande quantidade de suor, com altas quantidades de sódio, acarretando sua perda. Já a hiponatremia hipervolêmica é mais comum e suscetível em atletas de porte físico menor que realizam esportes de longa duração, como os triatletas, corredores e ciclistas.

III. Para evitar sua ocorrência, recomenda-se o consumo de sódio durante o exercício prolongado, já que a ingestão exclusiva de água impede a correta reposição desse eletrólito perdido no suor. Além disso, deve-se evitar o consumo de 100mL/h de água pura antes, durante ou após o exercício. Acrescentar 25mEq/L de sódio costuma ser o suficiente para evitar o problema.


Está CORRETO o que se afirma:
No pré-preparo de carnes, a aplicação do método de cocção "grelhar" tem a vantagem de:
Sabe-se que, na abordagem do paciente hospitalizado, a aplicação de uma triagem nutricional é de grande relevância para a determinação do diagnóstico nutricional.

Sobre tal temática e os instrumentos utilizados nessa triagem, analise as asserções a seguir:

I. Um dos instrumentos de triagem utilizados é o Nutritional Risk Screening (Triagem de Risco Nutricional - NRS-2002), que se baseia no rastreamento de risco nutricional a partir dos critérios: perda de peso dos últimos seis meses, o índice de massa corporal (IMC), ingestão alimentar, fator de estresse e alterações metabólicas. A idade acima de 50 anos é considerada um fator de risco adicional para desnutrição.

II. A Avaliação Subjetiva Global (ASG) é um método para avaliação do estado nutricional e engloba alterações da composição corporal, assim como mudanças funcionais do paciente. É caracterizada como um instrumento simples, de baixo custo e não invasivo, podendo ser realizado à beira do leito.

III. A Miniavaliação Nutricional (MAN) é indicada para a avaliação do estado nutricional de pacientes adolescentes e adultos jovens. Para tal, considera-se a ocorrência de mudanças de peso, da ingestão alimentar e de medidas antropométricas, como circunferência de cintura e de panturrilha.


Está correto o que se afirma em
Sabe-se que a inflamação é a base da patogênese envolvida nas doenças crônicas não transmissíveis.
Nesse contexto, no que concerne à fisiopatologia e à dietoterapia relacionadas à inflamação, é correto afirmar que
No contexto da educação moderna, a utilização de hardware livre e software livre tem promovido a democratização do acesso à tecnologia, incentivando a inovação e a colaboração. Avalie a afirmativa correta sobre o impacto dessas tecnologias no ambiente educacional:
Durante a realização de uma visita domiciliar, a equipe de Estratégia de Saúde da Família identificou que no domicílio o morador J.A.M., 70 anos, apresentava quadro demencial, desorientação, fadiga e neuropatia periférica. Ao exame físico, notam-se a dermatites pigmentadas, pele descamativa e mucosas hipocoradas. Paciente apresenta IMC=18,5 kg/m2. Assinale a alternativa que melhor descreva as possíveis carências nutricionais associadas ao caso:
O planejamento participativo das ações de educação alimentar e nutricional pressupõe a reflexão e o diálogo sobre algumas questões-chave. Sobre este planejamento, assinale a alternativa incorreta.
A vitamina D (Calciferol) é conhecida como a vitamina da luz solar, pois a exposição solar de maneira adequada e suficiente pode ser capaz de produzir esta vitamina para a maioria das pessoas, através da utilização da luz ultravioleta e o colesterol da pele. Portanto, é INCORRETO afirmar que:
Quanto aos biomarcadores inflamatórios, assinale com V as opções verdadeiras, e com F as falsas:

( ) A proteína C reativa (PCR) é necessária para indicar quando o período hipermetabólico da resposta inflamatória diminui.
( ) A Proteína C reativa ultrassensível (PCR-us) é uma medida sensível da inflamação crônica notada em pacientes com aterosclerose e outras doenças crônicas.
( ) Tanto a PCR quanto a PCR-us são marcadores não específicos e exprimem inflamação de qualquer tipo.
( ) Apesar da sua função exata não estar clara, a PCR aumenta nos estágios iniciais de estresse agudo – geralmente dentro de 10-12 horas após uma cirurgia ou outro traumatismo. As concentrações de PCR podem aumentar em até 500 vezes, a depender da intensidade da resposta ao estresse.
( ) Quando as concentrações de PCR começam a dimunuir, o paciente entrou no período catabólico da resposta inflamatória e uma terapia nutricional mais intensiva poderá trazer benéficios. É primordial uma avaliação e acompanhamento contínuo para verificar alterações no estado nutricional.

Assinale a alternativa CORRETA:

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.

Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

Desaprendendo a ter medo

Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

A construção “Apesar de”, no início do terceiro parágrafo, poderia ser substituída, conservando-se a equivalência semântica e morfológica, por:

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.

Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

Desaprendendo a ter medo

Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

No segundo parágrafo, a referência aos “neandertais” corresponde a uma:

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.

Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

Desaprendendo a ter medo

Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

No último parágrafo, para aprimorar o coesão, foram empregadas quatro expressões que apontam para a mesma referência. Assinale a alternativa que possui significação mais genérica.
Os navegadores de internet são ferramentas essenciais para profissionais da saúde que acessam prontuários eletrônicos, diretrizes médicas e plataformas de ensino a distância. Recursos como navegação anônima, armazenamento em cache e segurança de dados podem impactar diretamente a privacidade e a eficiência no uso dessas ferramentas. Assinale a alternativa que apresenta os recursos que melhor contribuem para a segurança de dados ao acessar sistemas de saúde por meio de navegadores.
O equilíbrio na ingestão de nutrientes é fundamental para a manutenção da saúde. Tanto a carência (deficiência) quanto o excesso (toxicidade ou hiperalimentação) de nutrientes podem causar alterações clínicas importantes, afetando diferentes sistemas do organismo.

A respeito dos aspectos clínicos relacionados à carência e ao excesso de nutrientes no organismo, assinale a alternativa INCORRETA:
As primeiras descrições de má absorção da frutose datam do final da década de 1970. Vulgarmente designada como “intolerância à frutose”, estediagnóstico apresenta-se crescente na população. Acerca desta temática, assinale a alternativa incorreta:
Considerando os procedimentos de controle higiênico-sanitário em ambientes de manipulação de alimentos, associe corretamente as nomenclaturas da “Coluna A” às respectivas definições, na “Coluna B”. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, na ordem de cima para baixo:

Coluna A – Nomenclaturas

I. Anti-sepsia
II. Desinfecção
III. Higienização
IV. Limpeza

Coluna B – Definições

(  ) Operação que visa à redução de microrganismos presentes na pele em níveis seguros.
(  ) Operação que compreende a remoção de sujidades minerais e/ou orgânicas.
(  ) Operação de redução do número de micro-organismos em nível que não comprometa a qualidade higiênico-sanitária do alimento.
(  ) Operação composta pelas etapas de limpeza e desinfecção.
Ao enviar um e-mail, assinale a alternativa correta que apresenta a utilização da opção "CCo" (Cópia Carbono Oculta).
As operações preliminares no preparo dos alimentos compreendem os inúmeros procedimentos de limpeza, divisão ou mistura.

Em relação à essas operações, é correto afirmar que
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