Questões de Concursos
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Nada por aqui
Analise o texto e responda à questão.
Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo
No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.
O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.
Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.
Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.
“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]
Desaprendendo a ter medo
Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.
Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.
A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]
(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)
Analise o texto e responda à questão.
Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo
No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.
O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.
Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.
Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.
“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]
Desaprendendo a ter medo
Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.
Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.
A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]
(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)
A substância em questão é elementar na regulação do peso corporal e no controle do apetite. Ela é produzida principalmente pelas células adiposas, que são as células de gordura no corpo. Quando os níveis dessa substância estão elevados, sinalizam ao cérebro que o corpo tem reservas de energia suficientes, resultando em uma redução do apetite e um aumento no gasto energético. Por outro lado, níveis baixos dessa substância indicam ao cérebro que o corpo está em um estado de déficit energético, o que pode aumentar o apetite e diminuir o gasto de energia.
Assinale a alternativa que identifica corretamente o hormônio produzido no tecido adiposo, importante na regulação do peso corporal e controle do apetite.
Segundo o Código de Ética e de Conduta do Nutricionista, em relação à realização de estudos e pesquisas, qual das alternativas a seguir é verdadeira?
Analise o trecho a seguir e marque V para as atividades verdadeiras e F para as falsas.
Os Serviços de Alimentação e Nutrição devem implementar Procedimentos Operacionais Padronizados (POP) relacionados às atividades de
( ) Higiene pessoal e manipulação de alimentos.
( ) Armazenamento e separação de Alimentos na cadeia agroalimentar.
( ) Higienização de instalações, equipamentos e móveis.
( ) Desenvolvimento de agentes sanitizantes relacionados à resistência microbiana.
( ) Controle integrado de vetores e pragas urbanas.
( ) Higienização do reservatório.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as atividades de cima para baixo.
A avaliação nutricional é um processo sistemático que visa determinar o estado nutricional de uma pessoa, grupo ou população. É utilizada para diagnosticar condições de desnutrição, sobrepeso, obesidade ou deficiências específicas de nutrientes. A partir da avaliação nutricional, desenvolvem-se planos de intervenção dietética e tratamentos adequados. Sobre esse assunto, analise as afirmativas a seguir e classifique-as em verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Na avaliação do estado nutricional, as determinações bioquímicas complementam as informações obtidas na história clínica, no exame físico e nas medidas antropométricas do paciente. A transferrina sérica é o indicador bioquímico mais comumente utilizado para avaliar a desnutrição aguda.
( ) O Índice de Massa Corporal (IMC) pré-gestacional é um indicador fundamental para classificar o estado nutricional da gestante e prever o ganho de peso adequado durante a gravidez. O ganho de peso recomendado para gestantes com IMC entre 18,5 e 24,9 varia de 11,5 a 16 kg durante toda a gestação.
( ) O IMC, apesar de ser um instrumento de fácil utilização na rotina dos serviços de saúde, em sua análise na classificação nutricional de idosos, apresenta limitações, especialmente pela incapacidade de diferenciar a massa magra e a massa gorda.
( ) O recordatório de 24 horas é um instrumento que permite a avaliação da dieta habitual de grupos populacionais e tem como vantagens a rapidez na aplicação e a eficiência na prática epidemiológica na identificação do consumo habitual de alimentos além do baixo custo.
( ) Os principais índices utilizados para a avaliação do estado nutricional infantil incluem peso/idade, peso/estatura, estatura/idade e Índice de Massa Corporal por idade. Para um diagnóstico nutricional preciso, os resultados obtidos a partir desses índices devem ser comparados com curvas de crescimento de referência.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo.