“Tenha em mente a seguinte ordem de __________ quando você estiver prestando __________: Você é a prioridade (o socorrista). Depois a sua __________ (incluindo os transeuntes). E por último e nem menos importante, a __________ . Isso parece ser __________ à primeira vista, mas tem o intuito básico de não gerar novas vítimas”.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Esse problema é comumente provocado por
Considerando os princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o papel da educação ambiental na gestão desses resíduos, é correto afirmar que a
– na classificação funcional, eles são divididos em quatro classes, de acordo com o grau da deficiência e da necessidade de auxílio ou não;
– de acordo com as regras, é permitido o uso de uma calha, para dar mais propulsão à bola, para os atletas com maior grau de comprometimento;
– em alguns casos, o calheiro acaba sendo a mãe ou o pai do atleta.
Essas regras referem-se à seguinte modalidade de esporte paralímpico:
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência
O trabalho infantil expõe a desigualdade e a indiferença ao direito de ser criança. “O trabalho infantil impede que crianças desenvolvam, em toda potência, suas habilidades e capacidades em um contexto saudável. Consiste na violação à regra constitucional de prioridade absoluta à garantia dos direitos às crianças e aos adolescentes. As consequências geram efeitos para toda a vida, alimentando o ciclo de pobreza e exclusão social”, ressalta Mariana Zan, advogada do Instituto Alana.
Segundo relatórios, 160 milhões de crianças e adolescentes vivem atualmente em situação de trabalho infantil no mundo, sendo cerca de 2 milhões de crianças e adolescentes no Brasil. Mais da metade tem entre 5 e 11 anos. Os números reforçam a cultura de que é normal crianças trabalharem para sobreviver. Vê-se que a sociedade ignora o direito à infância. No interior do Pará, encontramos o caso de Vilciney Silva. “Com nove anos, eu ia para a feira vender coxinha de manhã e pamonha à tarde. Nos fins de semana, eu vendia amendoim nas festas. Morava com meus avós e não tinha tempo para brincar nem estudar. A gente tinha que existir e se alimentar”, conta.
Hoje, pai de três meninos, faz questão de brincar quando estão juntos. Para ele, é o momento de alegria que descobriu já adulto. O trabalho durante a infância não era uma opção. Tinha que fazer. “Eu me questionava se ia conseguir as coisas sem a escola. Mas entre estudar e ter comida, a fome falava mais alto”, diz. Prestes a terminar o curso de licenciatura em Educação do Campo, ele quer seguir os estudos e fazer mestrado. Os sonhos do menino que trabalhava na feira foram adiados por muito tempo. “Percebi a necessidade de estudar e que, para o pobre, as dificuldades sempre acontecem, mas a gente não tem que desistir”, conclui.
(Célia Fernanda Lima. “Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência”. Lunetas. 13.06.2022. Adaptado)
Dessa forma, o reencapamento da agulha
Custos fixos de produção 2.000 Custos variáveis de produção 1.600 Despesas fixas administrativas e de vendas 400 Despesas variáveis administrativas e de vendas 600
Considerando que não havia estoques iniciais no mês 03/X1, o valor do estoque final pelo custeio por absorção e custeio variável é de, respectivamente: