Não é possível pensar os seres humanos longe, sequer, da ética, quanto mais fora dela. É por isso que transformar a experiência em puro treinamento técnico é amesquinhar o que há de fundamentalmente humano no exercício educativo: o seu caráter formador. Se se respeita a natureza do ser humano, o ensino dos conteúdos não pode dar‑se alheio à formação moral do educando. Educar é substantivamente formar.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Paz e Terra; 1996. [Fragmento]
No contexto apresentado por Paulo Freire, o papel do educador é

A Lei nº 14.113, de 25 de dezembro de 2020, regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

De acordo com essa legislação, assinale a alternativa incorreta.

Read the following text to answer the question.


By Leo Selivan


In this article, informed by the Lexical Approach, I reflect on grammar instruction in the classroom […]. I consider the problems with ‘traditional’ grammar teaching before arguing that what we actually need is more grammar input as well as showing how lexis can provide necessary ‘crutches’ for the learner.


Lexis = vocabulary + grammar


The shift in ELT from grammar to lexis mirrors a similar change in the attitude of linguists. In the past linguists were preoccupied with the grammar of language; however the advances in corpus linguistics have pushed lexis to the forefront. The term ‘lexis’, which was traditionally used by linguists, is a common word these days and frequently used even in textbooks.


Why use a technical term borrowed from the realm of linguistics instead of the word ‘vocabulary’? Quite simply because vocabulary is typically seen as individual words (often presented in lists) whereas lexis is a somewhat wider concept and consists of collocations, chunks and formulaic expressions. It also includes certain patterns that were traditionally associated with the grammar of a language, e.g. If I were you…, I haven’t seen you for ages etc.


Recognising certain grammar structures as lexical items means that they can be introduced much earlier, without structural analysis or elaboration. Indeed, since the concept of notions and functions made its way into language teaching, particularly as Communicative Language Teaching (CLT) gained prominence, some structures associated with grammar started to be taught lexically (or functionally). I’d like to is not taught as ‹the conditional› but as a chunk expressing desire. Similarly many other ‹traditional› grammar items can be introduced lexically relatively early on.


Less grammar or more grammar?


You are, no doubt, all familiar with students who on one hand seem to know the ‘rules’ of grammar but still fail to produce grammatically correct sentences when speaking or, on the other, sound unnatural and foreign-like even when their sentences are grammatically correct. Michael Lewis, who might be considered the founder of the Lexical Approach, once claimed that there was no direct relationship between the knowledge of grammar and speaking. In contrast, the knowledge of formulaic language has been shown by research to have a significant bearing on the natural language production.


Furthermore, certain grammar rules are practically impossible to learn. Dave Willis cites the grammar of orientation (which includes the notoriously difficult present perfect and the uses of certain modal verbs) as particularly resistant to teaching. The only way to grasp their meaning is through continuous exposure and use.


Finally, even the most authoritative English grammars never claim to provide a comprehensive description of all the grammar, hence the word ‘introduction’ often used in their titles (for instance, Huddleston & Pullum’s A Student’s Introduction to English Grammar or Halliday’s An Introduction to Functional Grammar).


If grammarians do not even attempt to address all areas of grammar, how can we, practitioners, cover all the aspects of grammar in our teaching, especially if all we seem to focus on is a limited selection of discrete items, comprised mostly of tenses and a handful of modal verbs? It would seem that we need to expose our students to a lot of naturally occurring language and frequently draw their attention to various grammar points as they arise.


For example, while teaching the expression fall asleep / be asleep you can ask your students:


• Don’t make any noise – she’s fallen asleep.

• Don’t make any noise – she’s asleep.


What does’s stand for in each of these cases (is or has)?


One of the fathers of the Communicative Language Teaching Henry Widdowson advocated using lexical items as a starting point and then ‘showing how they need to be grammatically modified to be communicatively effective’ (1990:95). For example, when exploring a text with your students, you may come across a sentence like this:


They’ve been married for seven years.


You can ask your students: When did they get married? How should you change the sentence if the couple you are talking about is no longer married?


The above demonstrates how the teacher should be constantly on the ball and take every opportunity to draw students’ attention to grammar. Such short but frequent ‘grammar spots’ will help to slowly raise students’ awareness and build their understanding of the English grammar system.

[…]


Conclusion


So is there room for grammar instruction in the classroom? Certainly yes. But the grammar practice should always start with the exploitation of lexical items. Exposing students to a lot of natural and contextualised examples will offer a lexical way into the grammar of the language.


To sum up, grammar should play some role in language teaching but should not occupy a big part of class time. Instead grammar should be delivered in small but frequent portions. Students should be encouraged to collect a lot of examples of a particular structure before being invited to analyse it. Hence, analysis should be preceded by synthesis.


Lastly, language practitioners should bear in mind that grammar acquisition is an incremental process which requires frequent focus and refocus on the items already studied.



Available at: https://www.teachingenglish.org.uk/professionaldevelopment/teachers/knowing-subject/articles/grammar-vs-lexisor-grammar-through. Accessed on: April 29, 2024.

The conjunction whereas in “Quite simply because vocabulary is typically seen as individual words (often presented in lists) whereas lexis is a somewhat wider concept and consists of collocations, chunks and formulaic expressions.” is closest in meaning to
Conhecer e se atualizar sobre a legislação educacional é parte inerente ao trabalho do supervisor pedagógico.
Considerando as alterações ocorridas na LDB em 2023, em relação à composição do Conselho Escolar, não pode ser eleito como representante de sua categoria:
Aprender ciências da natureza, para muitos estudantes, é extremamente complexo, porque muitas vezes o conteúdo aprendido é abstrato e desmotivador. Cada vez mais torna-se necessário criar estratégias didáticas que dinamizem o ensino de ciências. Uma dessas estratégias, já praticada por diversos docentes, é a elaboração de mapas conceituais.

Sobre a construção desses mapas conceituais, analise as afirmativas a seguir:

I. Na construção do mapa hierárquico, o tema principal é posto no meio, e as ideias secundárias são ligadas ao tema principal, formando uma teia.

II. Os mapas conceituais podem ser do tipo fluxograma, em que o tema principal apresenta um problema e o fluxograma examina o tema com detalhes e prováveis soluções.
III. Um mapa conceitual representa um conhecimento já existente, diferente do mapa mental, que desenvolve um conjunto de ideias novas.

Considerando os tipos de mapas conceituais, estão corretas as afirmativas
Art. 27. A educação constitui direito da pessoa com deficiência, assegurados sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.
Parágrafo único. É dever do Estado, da família, da comunidade escolar e da sociedade assegurar educação de qualidade à pessoa com deficiência, colocando‑a a salvo de toda forma de violência, negligência e discriminação.
BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015‑2018/2015/lei/l13146.htm. Acesso em: 10 jun. 2024. [Fragmento]
Uma ação a ser realizada pelo professor no atendimento de alunos com necessidades educacionais especiais, para garantir o atendimento à Lei nº 13.146, é
Ao fixar as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de nove anos, a Resolução nº 7, de 14 de dezembro de 2010, dispôs, entre outros aspectos, sobre a educação em escola de tempo integral.
Conforme indicado nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de nove anos, a jornada escolar em tempo integral requer
O documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica, de modo a terem assegurados seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento, é denominado
Leia o excerto a seguir.

“É bastante comum ouvir professores ou estudantes de licenciatura, sobretudo os estagiários, questionarem sobre que geografia ensinar, que conteúdos são prioritários, ou como selecionar os tópicos mais relevantes no conjunto. Evidentemente, não existem respostas únicas a essas questões, pois elas são polêmicas e responder a elas depende de orientações teóricas sobre temas amplos a respeito do papel da educação e das disciplinas escolares”.

CAVALCANTI, Lana de Souza. O ensino de Geografia na escola. Campinas-SP: Papirus, 2014. p. 130.

Para a autora, ensinar Geografia demanda uma base teórica, reflexões e discussões, trazendo complexidade ao planejamento.

Assinale a alternativa que apresenta o principal e polêmico agrupamento de tópicos relevantes para o ensino de Geografia.
Na perspectiva de Sacristán (2013), do ponto de vista histórico, o currículo a ensinar é uma seleção organizada dos conteúdos a aprender que regulam a prática didática que se desenvolve durante a escolaridade.

A partir dessa constatação sobre a natureza do currículo, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

(    ) O poder regulador do currículo expressa uma polivalência: por um lado, evita a arbitrariedade na escolha do que será ensinado; por outro, orienta, modela e limita a autonomia dos professores.
(    ) O currículo ordena o tempo escolar, proporcionando os elementos daquilo que denominamos desenvolvimento escolar, ao demarcar as etapas do progresso dos sujeitos durante a escolaridade.
(    ) O pensamento sobre o currículo deve explicitar, explicar e justificar as opções que são tomadas e do que é imposto, avaliando o sentido do que se faz e para o que o fazemos.
(    ) O currículo realizado na prática real, com os sujeitos concretos e em um contexto determinado, espelha com nitidez o projeto de educação descrito no texto curricular, de modo que a prática se adequa sempre ao planejado.
(    ) O currículo deve estar a serviço de um ensino que prioriza a necessidade de assimilação da cultura, relegando a plano secundário uma perspectiva educacional que destaca os significados subjetivos da cultura.

Assinale a sequência correta.
A resolução do CFP 06/2019 trata de orientações referentes à elaboração de documentos escritos passíveis de serem produzidos pelo psicólogo em seu exercício profissional. É uma resolução importante, que contribui para o profissional atuar de forma ética e responsável, auxiliando-o a estabelecer trocas e discussões com outros campos do saber, além de dar embasamento para intervenções que porventura se tornem necessárias.
Nesse contexto, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando o tipo de documento à sua respectiva caracterização.

COLUNA I
1. Atestado psicológico
2. Relatório psicológico
3. Laudo psicológico
4. Parecer psicológico
COLUNA II
(    ) Documento que visa comunicar a atuação do profissional em diferentes processos de trabalho desenvolvidos ou em desenvolvimento, podendo gerar orientações, recomendações, encaminhamentos e intervenções pertinentes à situação em jogo. Não tem como finalidade produzir diagnóstico psicológico.
(    ) É um documento que certifica, fundamentado em um diagnóstico psicológico, uma determinada situação, estado ou funcionamento psicológico. O objetivo é afirmar as condições psicológicas de quem, por requerimento, o solicita.
(    ) Documento que se caracteriza por ser uma resposta a uma consulta. É um pronunciamento por escrito, que busca apresentar uma análise técnica, respondendo a uma questão-problema do campo psicológico ou a documentos psicológicos questionados.
(    ) Resultado de um processo de avaliação psicológica. Objetiva subsidiar decisões relacionadas ao contexto em que surgiu a demanda. Contém informações técnicas e científicas dos fenômenos psicológicos, considerando questões históricas e sociais da pessoa, grupo ou instituição atendida.

Assinale a sequência correta.
A exclusão escolar manifesta‑se das mais diversas e perversas maneiras, e quase sempre o que está em jogo é a ignorância do aluno diante dos padrões de cientificidade do saber escolar. Ocorre que a escola se democratizou abrindo‑se a novos grupos sociais, mas não aos novos conhecimentos. Exclui, então, os que ignoram o conhecimento que ela valoriza e, assim, entende que a democratização é massificação de ensino e não cria a possibilidade de diálogo entre diferentes lugares epistemológicos, não se abre a novos conhecimentos que não couberam, até então, dentro dela. Se o que pretendemos é que a escola seja inclusiva, é urgente que seus planos se redefinam para uma educação voltada para a cidadania global, plena, livre de preconceitos e que reconhece e valoriza as diferenças.

MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão escolar: o que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Editora Moderna, 2003.

Considerando o exposto no texto, na perspectiva da autora, a inclusão escolar implica, principalmente, a
A preparação do professor de ciências é reconhecida como ponto fundamental para a qualidade do ensino de jovens e adultos. Para lecionar ciências no Ensino Fundamental II, somente a licenciatura em Física, Química ou Biologia é insuficiente. Os cursos de formação continuada em ciências hoje se justificam, uma vez que quase não há cursos que englobem toda estrutura curricular de ciências para os últimos anos do Ensino Fundamental.

Sobre a criação de cursos para formação continuada em ciências, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

(    ) Podem criar e oferecer cursos de formação continuada somente as redes federais, estaduais, distrital e municipais de educação profissional e tecnológica.
(    ) Na criação dos cursos de formação continuada em ciências, é preciso substituir as propostas isoladas, fragmentadas e esporádicas por cursos que tenham continuidade e acompanhamento.
(    ) A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê a formação continuada ou qualificação profissional, que podem ser ofertadas como curso de qualificação de docentes.
(    ) A formação inicial e continuada poderá ser ofertada como cursos de livre oferta, abertos à comunidade, com suas matrículas condicionadas à capacidade de aproveitamento da formação, e não necessariamente ao nível de escolaridade.

Assinale a sequência correta.
O ensino de História sempre esteve presente nas escolas elementares ou escolas primárias brasileiras, variando, no entanto, de importância no período que vai do século XIX ao atual.
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004. p. 60.
Sobre o ensino de História nos séculos XIX e XX, assinale a alternativa correta.
São estratégias para engajar estudantes com dificuldades de aprendizagem, no que se refere à inclusão na Arte, exceto:
No segundo semestre de 2021, cerca de 244 mil crianças e adolescentes entre 6 e 14 anos estavam fora da escola. É o que mostra o levantamento do Todos Pela Educação, a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua). [...]
Não é novidade o diagnóstico de que a escola precisa se reinventar para se conectar com os interesses das novas gerações, de que precisa fazer sentido na vida dos alunos, abrindo espaço para descobertas e questionamentos. Com isso em mente, de que forma os professores podem apoiar na construção de uma escola que faça sentido na vida dos estudantes?
“Esse exercício de conexão com o que interessa e faz brilhar os olhos dos alunos, que dá espaço e potência para o desenvolvimento e aprendizagem de crianças e jovens, se dá pelo saber do professor, seu comprometimento ético e sua sensibilidade em criar pontes: entre seus alunos e o mundo, entre os conhecimentos compartilhados nos povos e suas culturas, elos entre família, comunidade e escola, pontes entre a sala de aula e o contexto.”, esclarece Ana Flavia Castanho, Coordenadora Pedagógica da Plataforma Vivescer, iniciativa do Instituto Península.

INSTITUTO PENÍNSULA. O papel dos professores no enfrentamento à evasão escolar. Disponível em: https://www.institutopeninsula.org.br/ professores‑na‑linha‑de‑frente‑no‑enfrentamento‑da‑evasao‑ escolar/. Acesso em: 10 jun. 2024. [Fragmento adaptado]

De acordo com o texto, o professor pode atuar no enfrentamento da evasão escolar ao

Um analista de sistemas está elaborando um novo sistema de informação e precisa documentar o fluxo de informações entre os processos.


Qual das alternativas a seguir descreve corretamente a finalidade dos diagramas de fluxo de dados (DFD) nesse contexto?

O professor de Ciências, durante a aula sobre sistemas reprodutores, foi surpreendido com questões dos estudantes que versavam sobre sexualidade. Fortemente constrangido e receoso em discutir sobre o assunto em sala de aula, ele informou que as questões apresentadas não poderiam ser abordadas na aula. Advertido pela coordenação pedagógica de que a escola se constitui num ambiente social significativo para a promoção da saúde, e de que é também papel do educador tratar dessa temática, ele refez seu planejamento considerando os Referenciais Curriculares dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.
Com base no Referencial, sobre o trabalho com o tema sexualidade, dentre as habilidades que se deve buscar desenvolver nos educandos, apresentadas a seguir, assinale a alternativa incorreta.
Uma das tarefas que circunscreve a docência é o processo de avaliação. No que se refere a essa dimensão do trabalho docente, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

(    ) Para Perrenoud (1998), somente parte das avaliações formativas contribuem para que o aluno aprenda a se desenvolver, ou melhor, ative a autoparticipação na regulação das aprendizagens e do desenvolvimento no sentido de um projeto educativo.
(    ) Para Zabala (1998), a tomada de posição referente às finalidades do ensino, relacionada a um modelo centrado na formação integral da pessoa, implica mudanças fundamentais, especialmente nos conteúdos e no sentido da avalição.
(    ) Para Gauthier, Richard e Bissonnette (2014), é importante que o professor faça avaliações formativas, ou seja, avaliações com o objetivo de auxiliar no aprendizado dos alunos. Ressaltam também que o fato de avaliar os alunos frequentemente através de modalidades variadas favorece o aprendizado.
(    ) Para Nóvoa (2022), é preciso transformar a estrutura organizacional da escola, pois a avaliação das aprendizagens precisa ser novamente submetida a uma lógica de normalização. Exige-se o movimento de homogeneização dos espaços e dos tempos, dos currículos e, especialmente, das formas de avaliação.

Assinale a sequência correta.
Um professor faz uma consulta ao analista de conteúdo para saber em que ano seria ideal incluir uma atividade que ele viu em um site e gostou muito. O objeto de conhecimento dessa atividade é a probabilidade:
“Peça para que seus alunos façam n (n é 20 vezes o número de alunos do grupo) lançamentos de um dado e anotem os resultados. Solicite a eles que destaquem todos os resultados cuja soma dos dados é 6. Em seguida, peça a eles que determinem a razão entre o número de pares em que a soma resultou 6 e o total de pares obtidos. Discuta com eles o conceito de probabilidade, estudada nos anos anteriores. Em seguida, pergunte se os resultados obtidos contêm todos os pares de resultados possíveis no lançamento de dois dados, e peça a eles que registrem todos os possíveis (espaço amostral).
Em seguida, peça a eles que destaquem todos os resultados possíveis cuja soma dos dois dados é 6. Solicite novamente a razão entre os casos de sucesso e o espaço amostral. Por fim, discuta os dois resultados obtidos.”

Após analisar a atividade sob as definições da BNCC, o analista identificou quatro habilidades que poderiam estar relacionadas à atividade. Dessas, a atividade mais adequada à habilidade é:
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