Leia o texto a seguir para responder à próxima questão.

Because the culture of any community has many facets and manifestations, it would be practically impossible to deal with all of them in the classroom and prepare students for the many situations that they might encounter in the course of their functioning in ESL/EFL environments. However, many important aspects of teaching the second culture can be brought forth and addressed via classroom instruction, and some of these are discussed here. The most important long-term benefits of teaching culture may be to provide learners with the awareness and the tools that will allow them to achieve their academic, professional, social, and personal goals and become successful in their daily functioning in L2 environments.


CELCE-MURCIA, M. et alii. Teaching English as a Second or Foreign Language. 4th ed. USA, Cengage Learning (2013). Adaptado.
O conectivo em negrito no trecho retirado do texto “Because the culture of any community has many facets and manifestations” pode ser substituído, sem alteração de significado ou estrutura da frase, por
Leia o texto.

A classificação do relevo brasileiro, proposta por ROSS (1985), estabelece unidades morfoesculturais, pois considera sobretudo a influência da estrutura geológica na gênese das formas de relevo.

ROSS, Jurandyr Luciano Sanches. Relevo brasileiro: uma nova proposta de classificação. Revista do Departamento de Geografia, vol 4, 1985. Disponível em: https://revistas.usp.br/rdg/article/view/47094/50815. Acesso em: 14 abril 2025.

O primeiro táxon dessa classificação compreende:
Com o objetivo de promover o desenvolvimento da habilidade a seguir, expressa na BNCC:

(EM13MAT506) – Representar graficamente a variação da área e do perímetro de um polígono regular quando os comprimentos de seus lados variam, analisando e classificando as funções envolvidas.

A professora Adriane propôs aos estudantes de uma turma da 1ª série do Ensino Médio que representassem graficamente a variação da área e do perímetro de um polígono em função da medida de seus lados, em que:

- a função f representa a variação da área quando os comprimentos de seus lados variam;
- a função g representa a variação do perímetro quando os comprimentos de seus lados variam.

Ao analisar e classificar as funções f e g, tem-se:
Situação Problema: Uma turma do Ensino Médio realiza uma atividade prática de experimentos sobre propriedades físicas da matéria, envolvendo análises de densidade e solubilidade. Entre os estudantes, há uma pessoa com deficiência visual. O professor quer promover a participação plena desse estudante, garantindo que ele compreenda e contribua com a atividade, mesmo sem usar recursos visuais convencionais.

Qual abordagem pedagógica é mais eficaz para promover a inclusão desse estudante na atividade experimental de Ciências?
Para responder à questão, leia o poema “Urge o tempo” de Gonçalves Dias (1823-1864).


Urge o tempo, os anos vão correndo,
Mudança eterna os seres afadiga!
O tronco, o arbusto, a folha, a flor, o espinho,
Quem vive, o que vegeta, vai tomando
Aspectos novos, nova forma, enquanto
Gira no espaço e se equilibra a terra.


Tudo se muda, tudo se transforma;
O espírito, porém, como centelha,
Que vai lavrando solapada e oculta,
Até que enfim se torna incêndio e chamas,
Quando rompe os andrajos morredouros,
Mais claro brilha, e aos céus consigo arrasta
Quanto sentiu, quanto sofreu na terra.


Tudo se muda aqui! Somente o afeto,
Que se gera e se nutre em almas grandes,
Não acaba, nem muda; vai crescendo,
Co’o tempo avulta, mais aumenta em forças
E a própria morte o purifica e alinda.
Semelha estátua erguida entre ruínas,
Firme na base, intacta, inda mais bela
Depois que o tempo a rodeou de estragos.


DIAS, Gonçalves. Cantos. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
De acordo com o poema, o que logra resistir ao tempo é
TEXT:


How do people overcome fossilization and achieve nativelike fluency in second language acquisition?

There are a lot of common misconceptions about fossilization and language development. It's impossible to correct all of them in a post here, but I'll address a few that have been mentioned below.

Fossilization is a stage at which a second language speaker seems to cease making progress toward becoming more targetlike in his or her use of the language, so a "learning plateau" is a reasonable analogy. The comparison wherein "the L2 learner has his own linguistic system" that's still influenced by L1 and other things is known as the "interlanguage." The question researchers cannot conclusively answer is whether or not that "plateau" is reversible after a certain point, be it age, fluency level, etc., in order to start making progress again.

Different people are motivated by different things, which range from need (to pass a test, to get a job, to watch movies without subtitles, to make friends, etc.) to learning style (preferring to study from texts, liking/disliking impromptu, small-talk with people just to practice, preference for/against learning formal rules, and aptitude). It is easy to remember verb conjugations. There is no single formula.

Finding someone who can correct your errors tactfully and effectively most certainly does not need to be demotivating, depressing or draining whatsoever. I'm a very fluent non-native speaker of Spanish, and I actively request that my native speaker (NS) friends correct me when I make a mistake, or use a phrase that sounds funny in their dialect, etc. How else will I learn? It's fascinating to learn little details like that now after so many years. As long as they don't do it in a mocking or condescending way, or at a socially inappropriate time, why wouldn't I want their help? Of course, if you correct a beginner every time they try to utter a sentence, it could be discouraging - and obnoxious - but everything in moderation.

One of the biggest cognitive challenges is whether or not L2 speakers can learn to consciously notice differences between their L2 efforts and the way a NS talks. There are decades of research on this (my own included) and I'll gladly give references if anyone actually cares. Noticing falls into two broad categories. First, the ability to "notice the gap," i.e. hear a NS say a sentence and think, "Hmm, I understand what he meant but I've never heard that word before; it must mean ___" or "I know what he meant but it would not have occurred to me to say it that way; I'll try to remember that for later." The second is the ability to "notice the hole," i.e. when the L2 learner is trying to speak/ write and realizes that his "interlanguage" lacks a word, sound or structure needed to accurately convey his own thought. If he can seek the input necessary to fill the hole, he has a much stronger chance of acquiring it. The thought processes involved during that moment are holding the forms (or lack thereof) in working memory, and the longer it stays there for further processing, the greater the possibility that it is retained in long-term memory for later use. The NS interlocutor can help promote noticing through corrective feedback (also a subject of decades of research, for which I'm also happy to provide resources if anyone is genuinely interested.)

I have been using a variety of strategies for years as a language coach when working with my clients, whether helping IT executives from India and Egypt learn to write more grammatically accurate e-mail or helping priests from Nigeria improve prosodic aspects of their pronunciation (i.e. stress and intonation patterns.) Each person is different. I have found no evidence to support the argument that a person who has fossilized cannot begin to make progress again toward a more target-like L2 use at least in some areas, with the right motivation, input and effort. The question is only about how much progress, in what areas, in how much time, and through what methods.


Adapted form: https://www.quora.com/How-do-people-overcome-fossilization-andachieve-native-like-fluency-in-second-language-acquisition Acesso em 22/09/2023
No trecho “Fossilization is a stage at which a second language speaker seems to cease making progress toward becoming more target-like in his or her use of the language…”, os termos em destaque referem-se a:
A produção musical indígena apresenta composições com funções específicas, e é baseada no canto e em instrumentos construídos com aquilo que é encontrado na natureza. Os sons da natureza se fazem bastantes presentes na música indígena, que procura, muitas vezes, mimetizar os sons de aves e de animais silvestres.

Disponível em: https://www.gov.br/funai/pt-br/assuntos/noticias/2022- 02/cultura-a-musica-nas-tradicoes-indigenas

Indique o papel da música na cultura indígena brasileira.
Leia o seguinte texto que corresponde a uma adaptação de um excerto da Base Nacional Comum Curricular, Brasil, e responda à próxima questão.


Na perspectiva do ensino de Inglês como Língua Franca, são acolhidos e legitimados os usos que dela fazem falantes espalhados no mundo inteiro, com diferentes repertórios linguísticos e culturais, o que possibilita, por exemplo, questionar a visão de que o único inglês “correto” – e a ser ensinado – é aquele falado por estadunidenses ou britânicos. Mais ainda, o tratamento do inglês como língua franca o desvincula da noção de pertencimento a um determinado território e, consequentemente, a culturas típicas de comunidades específicas, legitimando os usos da língua inglesa em seus contextos locais. Esse entendimento favorece uma educação linguística voltada para a interculturalidade, isto é, para o reconhecimento das (e o respeito às) diferenças, e para a compreensão de como elas são produzidas nas diversas práticas sociais de linguagem, o que favorece a reflexão crítica sobre diferentes modos de ver e de analisar o mundo, o(s) outro(s) e a si mesmo.

In a certain school in the state of Mato Grosso, the English coordinator determines all English teachers should prepare lessons and activities that incorporate the theme “interculturality”.

Only one of the teachers seems to have adequately understood what the term means, and what BNCC says about ways in which it could be dealt with in the classroom. Mark the alternative describing the proposal by this particular teacher.

Leia o texto.

Transfer is a general term referring to the application of prior skills or knowledge to subsequent learning. While positive transfer benefits the learning task, “negative transfer” or “interference” disrupts learning. In language learning, the learner’s mother tongue is an obvious set of previous experiences, and a most common source of interference errors. Observe os pares de frases que seguem. A versão em português foi fornecida pela professora. A tradução foi feita por um dos estudantes. Nas traduções, observa-se a interferência do português.

I. Aconteceu um milagre com o velho casal que finalmente reencontrou seu filho! Happened a miracle with the old couple who finally met their son again!
II. Ele realmente não compreendeu nada do que eu lhe contei.
He really did not understand nothing of what I told him.
III. As informações sobre novos temporais são todas muito preocupantes.
The informations about new storms are all very disturbing.
IV. A menina ficou extremamente feliz com seu novo corte de cabelo!
The girl stayed extremely happy with her new haircut!
V. A mãe comemorou o novo emprego com seu marido e filhos.
The mother celebrated the new job with your husband and friends.

Enquanto corrige a tarefa, a professora escreve um breve comentário ao lado de cada frase traduzida. Assinale a alternativa que contém uma observação correta sobre a tradução realizada pelo estudante.
Um professor de Matemática do Ensino Fundamental utilizou um software de geometria dinâmica para explorar, com os estudantes, propriedades dos triângulos. A proposta envolve atividades investigativas que conectam conceitos abstratos a situações práticas, por meio da construção e manipulação de triângulos. Entre os temas abordados estão: a condição de existência de um triângulo com base nas medidas dos lados, a soma dos ângulos internos (180°) e a relação entre ângulos e lados – a desigualdade triangular. Essa prática didática articula o domínio do conteúdo à transposição didática, utilizando tecnologias digitais como mediadoras da aprendizagem.

Essa ação, ao ser concretizada, exemplifica principalmente o
Ao planejar uma sequência didática sobre transformações geométricas de polígonos no plano cartesiano — decorrentes da multiplicação das coordenadas de seus vértices por um número inteiro — e sobre o reconhecimento e a construção de figuras obtidas por simetrias de translação, rotação e reflexão, a professora Izabel, que ministra aulas para o 7º ano do Ensino Fundamental pela primeira vez, deseja abordar os objetos de conhecimento associados às habilidades propostas na BNCC de maneira que favoreça a compreensão conceitual dos estudantes, levando-os a estabelecer relações e representações da matemática por meio de induções e conjecturas, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do pensamento científico e do pensamento crítico.

Qual das abordagens tem características mais associadas à experimentação e menos dependentes de memorização dissociada de compreensão conceitual para promover a aprendizagem desses objetos de conhecimento e o desenvolvimento das habilidades associadas?
O professor Ueverton, com o objetivo de que os estudantes de sua turma de 6º ano generalizassem características dos poliedros e regularidades que podem ser observadas em relação ao número de faces, de arestas e de vértices, para estudar a relação de Euler V + F = A + 2, em que V é o número de vértices, F, o de faces e A o de arestas, propôs a atividade apresentada a seguir:

Um prisma tem 24 arestas. A quantidade de faces desse prisma é o dobro da quantidade de faces de uma pirâmide. Analise as sentenças e as classifique como verdadeira ou falsa:

I. Essa pirâmide é um tetraedro, que pode ser regular ou não.
II. Essa pirâmide tem a quantidade de arestas igual à metade da quantidade de arestas desse prisma.
III. Essa pirâmide tem 12 faces e 13 vértices. IV. Essa pirâmide tem 5 faces, sendo uma base e quatro faces laterais.

O professor, ao identificar dúvidas que surgiram relativamente às figuras geométricas e à identificação de suas características, decidiu elaborar intervenções para que os estudantes reflitam sobre suas hipóteses e avancem em seus conhecimentos relativos aos objetos de conhecimento associados à atividade proposta, e deve promover questionamentos para
Sobre origem das ideias e princípios de causalidade, temos a seguinte afirmação:

Partindo dessa concepção da origem das ideias e do conhecimento, Hume, o mais radical dos empiristas, chegará a negar validade universal ao princípio de causalidade e à noção de necessidade a ele associada. A causalidade não seria, assim, uma propriedade do real, mas simplesmente o resultado de nossa forma habitual de perceber fenômenos, relacionando-os como causa e efeito, a partir de sua repetição constante.

MARCONDES, Danilo. O empirismo inglês. In: REZENDE, Antonio (Org.). Curso de Filosofia: para professores e estudantes dos cursos de ensino médio e de graduação. Rio de Janeiro: Zahar, 1986. p. 120-121.

Avalie as afirmações abaixo e julgue se elas são Verdadeiras (V) ou Falsas (F) em relação ao que se afirma no trecho.

( ) Podemos definir uma causa como um objeto seguido de outro de tal forma que todos os objetos semelhantes ao primeiro são seguidos de objetos semelhantes ao segundo.
( ) Objetos semelhantes sempre se encontram em conexão com outros objetos semelhantes.
( ) Um objeto seguido de outro, e cuja aparição sempre conduz o pensamento à ideia desse outro objeto.
( ) A relação de causa e efeito é obtida e fundamentada racionalmente sem relação direta com a experiência

A sequência correta está descrita em:
Leia o texto para responder à questão.


Vivemos num presente alargado, no qual “viver no momento é a paixão dominante”, na definição de Christopher Lasch. O presente se torna alargado à mesma medida que o tempo corre veloz. Essa contradição só pode ser explicada pelo fato de que a aceleração tecnológica, conquanto implique “uma diminuição no tempo necessário para realizar processos cotidianos de produção e reprodução” (o que deveria levar a uma abundância de tempo livre), levou ao acúmulo quantitativo de atividades. Quanto mais a aceleração tecnológica avançou, mais trabalho se acumulou e menos tempo livre sobrou. Se já não temos uma vida profissional, mas especializações, se já não temos espaço para contemplar os locais que cruzamos, mas uma observação dirigida por algoritmos de afinidades eletivas, já deveríamos saber que a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento.

O resultado desse processo foi que a contínua aceleração do tempo social tornou o espaço muitas vezes indiferente, um mero detalhe, um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações. Ante a aceleração da vida, concebemos o espaço como um empecilho para aquilo que realmente queríamos fazer. “Ter que ir” e “ter que visitar” se tornaram tarefas “torturantes”, uma vez que basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente. O isolamento tornou-se comum e mesmo os locais que sustentavam a ação da experiência subjetiva aparecem agora como lugares sem histórias, cada vez mais homogeneizados.


BARROS, Douglas. O que é identitarismo? São Paulo: Boitempo, 2024, edição digital. Adaptado.
O termo “mesmo” no trecho “mesmo os locais que sustentavam a ação da experiência subjetiva aparecem agora como lugares sem histórias” assemelha-se, pelo sentido, ao que está sublinhado em:
O professor Maurício organizou os estudantes de uma turma do 8º ano do Ensino Fundamental em grupos de quatro integrantes para analisarem a seguinte situação:

Durante uma competição de atletismo nos Jogos Paradesportivos Escolares, foram registrados os tempos (em segundos) obtidos pelos atletas na prova dos 100 metros rasos: 35, 31, 30, 29, 35, 37, 52.

1. Organize os tempos em ordem crescente.

2. Calcule:
a) A média dos tempos.
b) A mediana dos tempos.
c) A moda, se houver.

3. Observe que um dos tempos é significativamente maior que os demais.
a) Qual é esse valor?
b) O que pode ter acontecido com esse atleta para obter um tempo tão diferente?

4. Retire o maior tempo e recalcule:
a) A média.
b) A mediana.
c) A moda, se houver.

5. Compare os resultados com e sem o valor extremo:
a) Qual medida de tendência central foi mais afetada?
b) Qual medida parece representar melhor o “tempo típico” dos atletas?

Com base na atividade proposta pelo professor Maurício, qual habilidade está sendo desenvolvida prioritariamente?
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, “o desenvolvimento de habilidades está intrinsecamente relacionado a algumas formas de organização da aprendizagem matemática, com base na análise de situações da vida cotidiana, de outras áreas do conhecimento e da própria Matemática.” Os processos matemáticos de _______________________, ________________________, _______________________ e _______________________ podem ser citados como formas privilegiadas da atividade matemática, motivo pelo qual são, ao mesmo tempo, objeto e estratégia para a aprendizagem ao longo de todo o Ensino Fundamental.

A alternativa que completa corretamente as lacunas acima é:
Na organização final do bimestre, uma professora de Ciências do Ensino Médio decide aplicar uma avaliação que envolva interpretação de esquemas de processos fisiológicos, análise de gráficos sobre fotossíntese e questões discursivas. Na turma, dois estudantes têm laudos formais: um com diagnóstico de TEA e outro com TDAH. A professora deseja adaptar a prova sem comprometer os objetivos de aprendizagem, garantindo equidade, acessibilidade e a possibilidade de expressão dos conhecimentos por diferentes meios. Para isso, propõe três ações:

I) Dividir a avaliação em blocos menores, com pausas programadas e mediadas.
II) Oferecer recursos visuais adicionais, como pictogramas e instruções com linguagem simplificada.
III) Disponibilizar alternativas orais e o uso de imagens para explicar respostas em vez de apenas texto escrito.

Com base na legislação vigente (como a LBI) e nas diretrizes de Educação Inclusiva, é correto afirmar que:
Durante uma aula prática sobre processos bioenergéticos, a professora Mariana propôs aos estudantes duas atividades distintas: uma para investigar a fotossíntese e outra para analisar a respiração celular. As propostas eram as seguintes:

Atividade 1:

Os estudantes deveriam cultivar plantas aquáticas (Elodea sp.) em dois frascos transparentes contendo água destilada. Um dos frascos seria exposto à luz solar direta, enquanto o outro ficaria em ambiente escuro. Após 24 horas, os estudantes mediriam a quantidade de bolhas liberadas em ambos os frascos, relacionando os dados obtidos com a produção de oxigênio pela planta.

Atividade 2:
Os estudantes montariam um experimento para analisar a liberação de CO2 em sementes de feijão em germinação, utilizando um sistema fechado com água de cal (indicador de CO2). Eles deveriam observar a turbidez da solução após 48 horas e relacionar esse fenômeno à respiração celular.

Com base nas atividades propostas, assinale a alternativa que avalia o propósito didático e a fundamentação científica das experiências:
Robert Boyle deu pela primeira vez a noção de elemento, na sua obra “O Químico Cético”. Segundo ele, elementos seriam certos corpos primitivos e simples, perfeitamente puros de qualquer mistura, que não fossem constituídos por nenhum outro corpo, ou uns pelos outros.

OKI, M. C. M. O conceito de elemento: da antiguidade à modernidade. Química Nova na Escola. n.16, 2002.

Atualmente, o conceito de elemento químico proposto por Boyle está
Leia o texto para responder à questão.


Vivemos num presente alargado, no qual “viver no momento é a paixão dominante”, na definição de Christopher Lasch. O presente se torna alargado à mesma medida que o tempo corre veloz. Essa contradição só pode ser explicada pelo fato de que a aceleração tecnológica, conquanto implique “uma diminuição no tempo necessário para realizar processos cotidianos de produção e reprodução” (o que deveria levar a uma abundância de tempo livre), levou ao acúmulo quantitativo de atividades. Quanto mais a aceleração tecnológica avançou, mais trabalho se acumulou e menos tempo livre sobrou. Se já não temos uma vida profissional, mas especializações, se já não temos espaço para contemplar os locais que cruzamos, mas uma observação dirigida por algoritmos de afinidades eletivas, já deveríamos saber que a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento.

O resultado desse processo foi que a contínua aceleração do tempo social tornou o espaço muitas vezes indiferente, um mero detalhe, um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações. Ante a aceleração da vida, concebemos o espaço como um empecilho para aquilo que realmente queríamos fazer. “Ter que ir” e “ter que visitar” se tornaram tarefas “torturantes”, uma vez que basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente. O isolamento tornou-se comum e mesmo os locais que sustentavam a ação da experiência subjetiva aparecem agora como lugares sem histórias, cada vez mais homogeneizados.


BARROS, Douglas. O que é identitarismo? São Paulo: Boitempo, 2024, edição digital. Adaptado.
A frase em que se respeitam as normas da concordância verbal está em:
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