Questões de Concursos
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FGV•
Em sequência, as palavras que completam corretamente essas lacunas na ordem em que aparecem são:
( ) A Libras é disciplina obrigatória nos cursos de Fonoaudiologia.
( ) Para ser professor de Libras no Ensino Superior, é necessário ter graduação em Letras.
( ) O instrutor de Libras (nível médio) pode ser qualificado por meio de educação profissional.
( ) Para ser intérprete de Libras, é necessário graduação em Letras-Libras bacharelado.
Assinale a sequência correta.
I o ensino de LIBRAS como primeira língua (L1).
II o ensino de língua portuguesa como segunda língua (L2).
III a disponibilização de tradutor e intérprete de LIBRAS nas escolas.
IV a promoção de cursos de formação de professores para ensino e uso da LIBRAS.
Assinale a opção correta.
Assinale a opção que apresenta o documento que resultou dos movimentos em favor dos Direitos Humanos e contra instituições segregacionistas consolidando a Educação Inclusiva.
“Característica de pessoas com surdez adquirida, que aprenderam inicialmente a estar e participar do meio e construir o pensamento como ouvintes, utilizando também uma língua oral para se comunicar, e que passaram a estar imersas no contexto da surdez, como pessoas surdas. Sendo anteriormente ouvintes, essas pessoas dependem concomitantemente da linguagem oral e da sinalizada. Reconhecem-se como surdos, convivem com as identidades surdas, participam das associações e comunidades surdas, demandam direitos atinentes aos surdos, como intérpretes, legenda etc. e utilizam recursos desenvolvidos para o contexto da surdez, como campainhas luminosas, telefones adaptados e outros.”
A qual tipo de identidade surda o trecho descreve?
or I. G. Cardoso, 2016 (adaptado).
As comunidades de surdos de todo o mundo passaram a ser comunidades culturais, “falantes” de uma língua própria. Assim, mesmo quando não vocaliza, um surdo pode perfeitamente “falar” em sua língua de sinais, não cabendo a denominação surdo-mudo. Por outro lado, a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos. A surdez não está absolutamente vinculada à mudez. Dizer que alguém que fala com dificuldades é mudo é preconceituoso, na visão de muitos estudiosos.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.
Mas o termo em voga traz duas vertentes, quando é aplicado de forma a chamar um surdo. Existem surdos que não gostam do termo, como há os que não se opõem.
A terminologia “deficiente auditivo” tem sido rejeitada pelos surdos por ser fruto de representações construídas pela medicina, a qual considera que aqueles são doentes e/ou deficientes e, categoriza-os de acordo com o grau da surdez, entre leve, moderado, severo ou profundo.
Porém, pode-se ressaltar que, contraditoriamente, há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”. Consciente ou inconscientemente, outras os utilizam apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.
Disponível em: https://bit.ly/38Lgs2j
I. O texto sugere que há pessoas surdas que utilizam os termos “deficiente auditivo” ou “D.A.”, por exemplo, apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.
II. O texto procura destacar que a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos.
Marque a alternativa CORRETA:
or I. G. Cardoso, 2016 (adaptado).
As comunidades de surdos de todo o mundo passaram a ser comunidades culturais, “falantes” de uma língua própria. Assim, mesmo quando não vocaliza, um surdo pode perfeitamente “falar” em sua língua de sinais, não cabendo a denominação surdo-mudo. Por outro lado, a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos. A surdez não está absolutamente vinculada à mudez. Dizer que alguém que fala com dificuldades é mudo é preconceituoso, na visão de muitos estudiosos.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.
Mas o termo em voga traz duas vertentes, quando é aplicado de forma a chamar um surdo. Existem surdos que não gostam do termo, como há os que não se opõem.
A terminologia “deficiente auditivo” tem sido rejeitada pelos surdos por ser fruto de representações construídas pela medicina, a qual considera que aqueles são doentes e/ou deficientes e, categoriza-os de acordo com o grau da surdez, entre leve, moderado, severo ou profundo.
Porém, pode-se ressaltar que, contraditoriamente, há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”. Consciente ou inconscientemente, outras os utilizam apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.
Disponível em: https://bit.ly/38Lgs2j
I. O texto leva o leitor a entender que existem surdos que não gostam de ser identificados dessa forma, como há os que não se opõem a essa nomenclatura.
II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que, por não conseguir vocalizar, um surdo não consegue utilizar a língua de sinais e não consegue expressar seus pensamentos de outras formas.
Marque a alternativa CORRETA:
A afirmativa apresentada corresponde à qual filosofia da educação de surdos?
A integração de tecnologias assistivas, incluindo aplicativos e plataformas digitais avançadas, no ensino de Libras, é crucial para superar desafios históricos e contemporâneos da educação de surdos. Essas ferramentas não apenas facilitam a aprendizagem ao proporcionar um ambiente interativo e acessível, mas também abordam as barreiras linguísticas e culturais resultantes de décadas de políticas educacionais que negligenciaram a inclusão plena da Língua de Sinais, promovendo uma reestruturação pedagógica e metodológica essencial para a inclusão e o desenvolvimento acadêmico dos alunos surdos.
Qual das seguintes adaptações de ambiente é mais mencionada para facilitar a comunicação com uma pessoa surda?
Está de acordo com o modo de conceber a atuação do intérprete educacional, expressa no texto acima, a declaração de que a inclusão do aluno surdo é
Lacerda (2010) argumenta que um processo de formação de intérpretes precisa se ocupar de peculiaridades inerentes ao nível de ensino no qual atuará o tradutor e intérprete de língua de sinais (TILS), de modo a possibilitar efetivas experiências de educação inclusivas bilíngues. Com relação ao tema, considere as seguintes afirmativas:
1. O trabalho de interpretação exige conhecimento da gramática da língua e dos diferentes usos e sentidos múltiplos da linguagem a partir das situações concretas de enunciação.
2. O cerne do trabalho da interpretação é a fidelidade ao texto original, garantindo que os sentidos em circulação nos discursos na língua de origem sejam os mesmos construídos na língua em que se traduz.
3. Conhecer a organização dos conteúdos curriculares a serem trabalhados e as metodologias mais utilizadas para ensiná-los deve ser objeto de estudo e discussão dos professores e dos intérpretes.
4. Conhecer os princípios da educação inclusiva e do bilinguismo para surdos é uma premissa da formação dos TILS.
Assinale a alternativa correta.