Um analista do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deseja estimar a média do tempo de espera entre o agendamento e o atendimento presencial dos segurados. Para isso, ele decide realizar uma amostragem aleatória simples com reposição a partir do banco de registros dos últimos meses. O analista deseja que o erro padrão da média amostral seja igual a 5% do desvio padrão populacional do tempo de espera.
Com base nessa exigência, o tamanho mínimo da amostra para garantir esse nível de precisão deve ser de:
Negociações com EUA (e Rússia) para paz na Ucrânia impõem desafios a Zelensky


Prestes a obter um cessar-fogo, após três anos de guerra, ucraniano precisa se equilibrar entre a pressão por concessões de Trump e a necessidade de uma saída honrosa

Por Filipe Barini

A proposta para um cessar-fogo temporário na Ucrânia, apresentado pelos EUA e válido por 30 dias, foi um dos passos mais importantes para encerrar um conflito que, ao longo de três anos, deixou centenas de milhares de mortos e causou uma ampla devastação em solo ucraniano. Kiev deu seu aval após uma reunião com representantes americanos na Arábia Saudita, mas falta combinar com os russos, que dizem "não descartar" contatos com Washington "nos próximos dias".

Mas o anúncio deixou evidente a posição delicada do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Ele está sob pressão da Casa Branca para fazer concessões territoriais e econômicas, da Rússia, com suas bombas e avanços militares, e dos próprios ucranianos, que não querem uma paz a qualquer custo. Sua margem de ação é cada vez mais estreita.

Nas conversas em Jedá, a proposta de cessar-fogo que prevaleceu não era exatamente a que queria Zelensky: antes do encontro, ele defendia uma pausa nos combates por ar e por mar, citando os ataques contra instalações energéticas, enquanto condicionava a suspensão das operações terrestres a garantias de segurança de seus aliados ocidentais.

Em declarações na véspera, afirmou que um cessar-fogo total e sem garantias daria tempo ao Kremlin para “curar os feridos, recrutar infantaria da Coreia do Norte e recomeçar esta guerra”. Ao final, foi voto vencido e apoiou uma pausa completa e válida por 30 dias, a partir da concordância dos russos. Por outro lado, obteve a retomada da ajuda militar e de inteligência dos EUA e avançou nas discussões sobre um acordo que abre caminho para os americanos explorarem os recursos minerais do país.

Apesar dos apertos de mãos e sorrisos, Zelensky sabe que a relação com a Casa Brancanão será exatamente um conto de fadas como os resgatados por Alexander Afanasyev no século XIX. Desde seu retorno ao poder, o presidente Donald Trump sinaliza que vê em Moscou, não em Kiev ou Bruxelas, o caminho preferencial para resolver a guerra.

As críticas a Zelensky são recorrentes e já incluíram comentários sugerindo sua renúncia e zombando de sua popularidade (Trump usou um número falso, 4%, quando na verdade o apoio era superior a 50%). No final de fevereiro, os dois bateram boca no Salão Oval, no dia em que deveria ser assinado um acordo sobre o acesso aos minerais. Em seguida, Trump suspendeu a ajuda militar e o acesso ucraniano à inteligência americana, uma decisão derrubada nesta terçafeira.

Mas os ataques, em vez de enfraquecerem Zelensky, lhe deram um impulso no momento ideal. A falta de soluções para o conflito, disputas internas e questões sobre sua legitimidade — seu mandato terminou em maio do ano passado, mas a lei marcial em vigor impede novas eleições — tinham levado sua popularidade, em dezembro, ao nível mais baixo desde a invasão. Após a discussão, houve um salto nos índices de aprovação e nas declarações de apoio interno.

Mesmo entre seus rivais, o discurso era um só: os arroubos do republicano não eram apenas contra alguém cujo primeiro cargo público foi o de presidente de um país que enfrentou uma pandemia e uma guerra, mas sim contra toda a Ucrânia.

— Algumas pessoas esperavam que eu criticasse Zelensky — disse Petro Poroshenko, expresidente, rival de Zelensky na eleição de 2019 e um crítico mordaz do atual governo. — Mas não, não haverá críticas, porque não é disso que o país precisa agora.


https://oglobo.globo.com/mundo/noticia
Segundo o texto, a postura do presidente Donald Trump influenciou a posição de Zelensky perante a opinião pública ucraniana da seguinte forma:
Negociações com EUA (e Rússia) para paz na Ucrânia impõem desafios a Zelensky


Prestes a obter um cessar-fogo, após três anos de guerra, ucraniano precisa se equilibrar entre a pressão por concessões de Trump e a necessidade de uma saída honrosa

Por Filipe Barini

A proposta para um cessar-fogo temporário na Ucrânia, apresentado pelos EUA e válido por 30 dias, foi um dos passos mais importantes para encerrar um conflito que, ao longo de três anos, deixou centenas de milhares de mortos e causou uma ampla devastação em solo ucraniano. Kiev deu seu aval após uma reunião com representantes americanos na Arábia Saudita, mas falta combinar com os russos, que dizem "não descartar" contatos com Washington "nos próximos dias".

Mas o anúncio deixou evidente a posição delicada do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Ele está sob pressão da Casa Branca para fazer concessões territoriais e econômicas, da Rússia, com suas bombas e avanços militares, e dos próprios ucranianos, que não querem uma paz a qualquer custo. Sua margem de ação é cada vez mais estreita.

Nas conversas em Jedá, a proposta de cessar-fogo que prevaleceu não era exatamente a que queria Zelensky: antes do encontro, ele defendia uma pausa nos combates por ar e por mar, citando os ataques contra instalações energéticas, enquanto condicionava a suspensão das operações terrestres a garantias de segurança de seus aliados ocidentais.

Em declarações na véspera, afirmou que um cessar-fogo total e sem garantias daria tempo ao Kremlin para “curar os feridos, recrutar infantaria da Coreia do Norte e recomeçar esta guerra”. Ao final, foi voto vencido e apoiou uma pausa completa e válida por 30 dias, a partir da concordância dos russos. Por outro lado, obteve a retomada da ajuda militar e de inteligência dos EUA e avançou nas discussões sobre um acordo que abre caminho para os americanos explorarem os recursos minerais do país.

Apesar dos apertos de mãos e sorrisos, Zelensky sabe que a relação com a Casa Brancanão será exatamente um conto de fadas como os resgatados por Alexander Afanasyev no século XIX. Desde seu retorno ao poder, o presidente Donald Trump sinaliza que vê em Moscou, não em Kiev ou Bruxelas, o caminho preferencial para resolver a guerra.

As críticas a Zelensky são recorrentes e já incluíram comentários sugerindo sua renúncia e zombando de sua popularidade (Trump usou um número falso, 4%, quando na verdade o apoio era superior a 50%). No final de fevereiro, os dois bateram boca no Salão Oval, no dia em que deveria ser assinado um acordo sobre o acesso aos minerais. Em seguida, Trump suspendeu a ajuda militar e o acesso ucraniano à inteligência americana, uma decisão derrubada nesta terçafeira.

Mas os ataques, em vez de enfraquecerem Zelensky, lhe deram um impulso no momento ideal. A falta de soluções para o conflito, disputas internas e questões sobre sua legitimidade — seu mandato terminou em maio do ano passado, mas a lei marcial em vigor impede novas eleições — tinham levado sua popularidade, em dezembro, ao nível mais baixo desde a invasão. Após a discussão, houve um salto nos índices de aprovação e nas declarações de apoio interno.

Mesmo entre seus rivais, o discurso era um só: os arroubos do republicano não eram apenas contra alguém cujo primeiro cargo público foi o de presidente de um país que enfrentou uma pandemia e uma guerra, mas sim contra toda a Ucrânia.

— Algumas pessoas esperavam que eu criticasse Zelensky — disse Petro Poroshenko, expresidente, rival de Zelensky na eleição de 2019 e um crítico mordaz do atual governo. — Mas não, não haverá críticas, porque não é disso que o país precisa agora.


https://oglobo.globo.com/mundo/noticia
A reescrita que mantém a correção gramatical e o sentido original da frase “Mas não, não haverá críticas, porque não é disso que o país precisa agora” (último parágrafo) é
A Constituição Federal de 1988 assegura, entre os direitos fundamentais, diversas garantias relacionadas à liberdade de reunião e de associação. Esses direitos visam proteger a atuação coletiva dos cidadãos na vida pública e privada, resguardando sua autonomia e impedindo interferências abusivas. Com base nesses dispositivos, assinale a alternativa correta.
Considerando-se as normas do Decreto no 10.332/2020, compete à Secretaria de Governo Digital da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia trabalhar para
Um usuário deseja ocultar um arquivo armazenado no diretório /home/usuario para que ele não seja facilmente visualizado ao listar o conteúdo do diretório. Qual linha de comando o usuário deve usar para ocultar esse arquivo?
No âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, é comum o uso de instrumentos de mercado para ajudar os países a atingirem as suas metas de contribuição, em termos de redução de emissões de gases de efeito estufa. Antes do Acordo de Paris, no âmbito do Protocolo de Quioto, existia um instrumento econômico que permitia a negociação entre países com metas (Anexo I) e países sem meta (Não Anexo I). Havia, também, um instrumento que permitia a implantação agrupada entre países com metas. Com o Acordo de Paris, como todos os países partes passaram a ter metas de contribuições nacionalmente determinadas (NDCs), novos instrumentos econômicos surgiram.

Qual instrumento de mercado, estruturado no Acordo de Paris, propõe transações diretas de mitigações de emissões reais entre os países partes, desde que as cooperações sejam voluntárias e não haja dupla contagem no atendimento das NDCs?

Texto 1

Mudanças climáticas podem ampliar o risco da Doença de Chagas na Amazônia (trecho adaptado)


Leandro Schlemmer Brasil, Divino Vicente Silvério, Filipe França, José Orlando de Almeida Silva, Leandro Juen, Leonardo Viana de Melo, Thiago Bernardi Vieira e Walter Souza Santos


As mudanças climáticas estão alterando silenciosamente o cenário da saúde pública na Amazônia. As frequentes secas, enchentes, desmatamentos e demais problemas ambientais podem levar ao surgimento de novas doenças ou ao avanço de doenças já controladas.


Um caso emblemático é o da Doença de Chagas, que mesmo com os avanços recentes nos estudos sobre sua biologia e controle de transmissão, pode representar novamente um desafio para nosso sistema de saúde em virtude das alterações que estão sendo realizadas nas paisagens.


Um estudo publicado recentemente na revista Medical and Veterinary Entomology [...] deixa um alerta claro: o aquecimento global pode facilitar a expansão dos barbeiros, vetores da Doença de Chagas, para novas áreas da floresta.


A doença de Chagas

A doença, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, é transmitida principalmente por insetos conhecidos como barbeiros. A Doença de Chagas (DC) existe há milhões de anos como uma doença em animais silvestres, que passou a ser transmitida ao homem, de forma acidental, a partir da invasão dos ambientes silvestres por populações humanas.


Projeções preocupantes

Nosso estudo analisou mais de 11 mil registros de ocorrência de 55 espécies de barbeiros. Utilizamos uma técnica chamada modelagem de nicho ecológico, que cruza dados biológicos e ambientais, para prever como esses vetores podem se deslocar até 2080 sob diferentes cenários climáticos. Os resultados indicam uma tendência preocupante: os barbeiros devem expandir sua distribuição na Amazônia, especialmente em áreas já vulneráveis. Esse movimento pode surpreender os sistemas de saúde despreparados, afetando populações que já enfrentam desigualdades e condições precárias de moradia.


Uma questão de saúde climática

Um dos principais dados gerados pelo estudo é o mapeamento das áreas da Amazônia que podem ter aumento na presença de barbeiros vetores da Doença de Chagas até 2080, especialmente sob cenários de mudanças climáticas intensas. [...]

Esses dados permitem direcionar ações preventivas, como o fortalecimento da vigilância entomológica, campanhas educativas em comunidades vulneráveis e melhorias nas condições habitacionais, antes que a transmissão da doença se intensifique nessas regiões. Trata-se de uma ferramenta estratégica para antecipar riscos e evitar surtos futuros. [...]

A próxima Conferência do Clima da ONU (COP 30), marcada para ocorrer em Belém, traz uma oportunidade histórica. Precisamos colocar a saúde climática no centro das discussões. A crise ambiental também é uma crise de saúde e justiça social. E a ciência tem muito a contribuir com soluções baseadas em dados e equidade.



(Fonte: The Conversation. Disponível em: https://theconversation.com/mudancasclimaticas-podem-ampliar-o-risco-da-doenca-de-chagas-naamazonia-259641)

“[As mudanças climáticas estão alterando silenciosamente o cenário da saúde pública na Amazônia.] [As frequentes secas, enchentes, desmatamentos e demais problemas ambientais podem levar ao surgimento de novas doenças ou ao avanço de doenças já controladas.]” (Texto 1, 1º parágrafo)
O primeiro parágrafo do texto 1 é composto por dois períodos, que estão identificados acima por meio de colchetes.
Considerando o papel de cada período na organização do parágrafo, é correto afirmar que essa passagem se estrutura da seguinte maneira:
O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal foi aprovado pelo Decreto nº 1.171/1994. Dentre suas disposições, são deveres fundamentais do servidor público, exceto:
O Comitê Interministerial de Governança - CIG tem por finalidade assessorar o Presidente da República na condução da política de governança da administração pública federal. Com fundamento nas previsões existentes no Decreto nº 9.203/2017, julgue os itens abaixo e assinale a alternativa correta:

I- O Ministro de Estado da Controlaria-Geral da União não é membro titular do CIG.
II- O quórum de reunião do CIG é de maioria absoluta dos membros e o quórum de aprovação é de maioria simples.
III- Os grupos de trabalho do CIG não poderão ter mais de 4 membros.
IV- A Secretaria-Executiva do CIG será exercida pela Secretaria Especial de Relações Governamentais da Casa Civil da Presidência da República, mas a participação no CIG ou nos grupos de trabalho por ele constituídos será considerada prestação de serviço público relevante, e remunerada.
V- As reuniões do CIG serão convocadas pelo seu coordenador, que é o Ministro de Estado da Economia.
Acerca da temática de controle da Administração Pública, analise os itens a seguir:

I. Os servidores responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, procederão com a respectiva apuração, sendo prescindível a comunicação do fato ao Tribunal de Contas da União.

II. O controle exercido pelo Congresso Nacional, quanto aos atos normativos praticados pelo Poder Executivo que exorbitem o poder regulamentar, consubstancia-se em controle externo.

III. O Poder Judiciário, de ofício ou a requerimento da parte, poderá anular um ato praticado pelo Poder Executivo, desde que eivado com manifesto vício de legalidade.
Uma agência reguladora estadual adotou, como diretriz permanente de fiscalização, a aplicação imediata e padronizada de sanções severas a qualquer descumprimento contratual pelas concessionárias de transporte coletivo, independentemente da gravidade da infração, do histórico da empresa ou da existência de justificativas operacionais. A estratégia foi justificada pela agência como necessária para garantir o cumprimento rigoroso das obrigações assumidas.
Considerando as boas práticas, é correto afirmar que a abordagem da agência em questão foi:
Uma agência reguladora anunciou uma ampla revisão de sua atuação normativa, revogando resoluções que tratavam de padrões mínimos de desempenho e transferindo às empresas reguladas a responsabilidade de definir parâmetros internos, desde que apresentassem relatórios anuais de conformidade ao órgão regulador. A justificativa institucional foi a de que a desregulação sempre induz eficiência e reduz custos, já que a competição natural entre empresas levaria, de forma espontânea, à manutenção de padrões elevados de qualidade. Diversos conselhos de usuários e órgãos de defesa coletiva, contudo, alertaram para riscos potenciais de degradação de serviços e enfraquecimento da capacidade fiscalizatória do Estado, especialmente em mercados de alta concentração ou baixa contestabilidade.

Considerando o conceito de desregulação e seus limites, é correto afirmar que a desregulação:
Uma agência reguladora implementou agenda regulatória participativa, envolvendo diversos setores da sociedade e promovendo audiências públicas em várias regiões do país. Durante o processo, constatou-se que determinadas demandas apresentadas por grupos de interesse conflitaram com estudos técnicos elaborados pela equipe da agência, que apontavam potenciais riscos à qualidade dos serviços se aquelas demandas fossem integralmente acatadas.
Diante desse cenário, a agência reguladora deve:
A matriz SWOT é uma ferramenta de diagnóstico que apoia a análise dos ambientes interno e externo da organização. Uma boa análise SWOT ajuda o gestor a compreender as capacidades de sua organização e as características relevantes do ambiente em que ela está inserida. O conhecimento dos aspectos positivos e negativos da organização e a identificação de oportunidades e ameaças no ambiente externo apoiam o processo decisório.
Nesse sentido, para fins de preenchimento da matriz SWOT de uma organização não governamental, é correto afirmar que:
De acordo com Reinhold Zippelius:
"[A] tendência para o liberalismo é a tendência oposta para o totalitarismo. A maioria dos Estados situa-se algures entre o tipo ideal do Estado totalitário e o Estado liberal.
Para a compreensão dessa polaridade é importante não confundir o conceito de liberdade do liberalismo com o conceito democrático de liberdade. Aquele designa a liberdade do status negativus, ou seja, o espaço de liberdade de actuação individual face ao Estado. Este refere-se à liberdade do status activus, ou seja, à liberdade de participação na formação da vontade comum (...). Ambas as liberdades não convergem necessariamente.
A maioria democrática pode exercer uma tirania muito pouco liberal. A liberdade democrática, quando não associada à liberdade liberal, consiste num domínio da multidão sem garantia da liberdade contra ela (...)". (ZIPPELIUS, Reinhold. Teoria Geral do Estado. 3ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1997)
Ao se contextualizarem as observações de Zippelius no processo de formação histórica do Estado Democrático de Direito, conclui-se corretamente que:
De acordo com a Lei n. 8.112/90 é causa de demissão a seguinte falta disciplinar:
Relativamente ao controle e responsabilização da administração em suas diversas formas: controle administrativo; controle judicial; controle legislativo, bem como no que diz respeito à responsabilidade civil do Estado é correto afirmar:
O prefeito da cidade W estabeleceu regras para incentivar compras públicas sustentáveis com o objetivo de relançar a economia local e deve justificá-las em audiência na Câmara de Vereadores.

Nessa audiência, o prefeito deve argumentar que as compras sustentáveis irão
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