No preparo do almoço, uma auxiliar de alimentação
observa que a cenoura que seria utilizada na sopa
apresenta textura amolecida, odor levemente ácido e
presença de pontos escurecidos. A cozinha da escola
segue um rigoroso padrão de higiene e segurança
alimentar. Diante dessa situação, o que a auxiliar deve fazer
conforme os princípios do controle de qualidade dos
alimentos?
A intensa urbanização e a ausência de planejamento
resultaram em um fenômeno caracterizado pela
concentração populacional em poucas metrópoles,
gerando problemas de mobilidade, habitação e
infraestrutura. Esse fenômeno é denominado:
Em relação às recomendações nutricionais para a
prática de atividade física de resistência prolongada,
analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa
correta:
Em um terreno retangular de 20 metros de comprimento
por 12 metros de largura, será construído um jardim no
formato de um semicírculo de raio máximo possível, com
centro em um dos lados menores do retângulo, de forma
que fique totalmente contido dentro da área. Qual será a
área aproximada restante do terreno que não será ocupada
pelo jardim, em metros quadrados?
Maria, auxiliar de alimentação escolar, recebeu um lote
de leite em pó e, ao conferi-lo, percebeu que as embalagens
estavam danificadas e com a validade vencida em dois
dias. Ela sabia que o consumo seria feito apenas na
próxima semana. Com base nas boas práticas de
armazenamento e controle de estoque, qual é a atitude
correta a ser tomada?
Em uma escola rural, os alimentos são recebidos
semanalmente e armazenados pela equipe de auxiliares.
Durante uma inspeção, observou-se que os produtos
estavam diretamente sobre o chão e encostados nas
paredes da despensa. Com base nas normas de
armazenamento de alimentos, qual das alternativas
descreve o procedimento correto?
A intenção de unificar a língua portuguesa entre os países em
que ela é o idioma oficial é antiga. Em 1931, foi realizado o
primeiro acordo ortográfico luso-brasileiro, mas ele acabou não
sendo efetivado na prática. Em 1945, a Convenção Ortográfica
Luso-Brasileira foi adotada em Portugal, mas não no Brasil.
Anos depois, em 1986, os sete países de língua portuguesa
(Timor-Leste não pôde ser incluído na lista, pois se tornaria
independente apenas em 2002) consolidaram as Bases
Analíticas da Ortografia Simplificada da Língua Portuguesa de
1945, que não chegaram a ser implementadas.
Em 1990, os países de língua portuguesa se comprometeram a
unificar a grafia da língua, segundo a proposta apresentada
pela Academia de Ciências de Lisboa e pela AcademiaBrasileira de Letras. Mesmo assim, o acordo ainda não podia
entrar em vigor.
Foram necessários mais 16 anos para que fossem alcançadas
as três adesões necessárias para que o acordo fosse cumprido.
Em 2006, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde se uniram ao
Brasil e ratificaram o novo acordo. Entretanto, Portugal ainda
apresentava uma grande relutância às mudanças. Apenas em
maio de 2008 o Parlamento português ratificou o acordo para
unificar a ortografia em todas as nações de língua portuguesa.
No contexto do processo de urbanização brasileira,
marcado por uma intensa e acelerada expansão das áreas
urbanas sem o devido planejamento territorial e ambiental,
observa-se um fenômeno que resulta na ocupação de áreas
periféricas com infraestrutura precária, fragmentação
socioespacial, agravamento de desigualdades e impactos
ambientais severos, como supressão de áreas verdes e
impermeabilização do solo, dificultando a sustentabilidade
urbana. Esse fenômeno, caracterizado pela expansão
horizontal das cidades em direção às periferias, sem o
controle do poder público, é conceituado como:
Compreendida enquanto disciplina que se ocupa não
apenas da análise crítica dos processos sociais, políticos,
culturais e econômicos que conformaram as diversas
sociedades ao longo do tempo, mas também da reflexão
acerca de seus próprios procedimentos metodológicos, a
História emerge da necessidade de investigar o
entrecruzamento entre memória, narrativa e produção do
conhecimento histórico. A constituição do saber histórico
exige, assim, uma interlocução constante entre a
materialidade das fontes, os paradigmas interpretativos e
as finalidades sociopolíticas atribuídas ao ato de narrar o
passado, tensionando continuamente os limites entre a
História como ciência e a história enquanto objeto de
estudo. Com base nessa perspectiva, examine as
proposições abaixo sobre os fundamentos teóricos do
conhecimento histórico, a prática historiográfica e a
constituição da memória social, e assinale a alternativa que
apresenta informação INCORRETA:
O corpo foi historicamente apropriado por diferentes
discursos ao longo da trajetória da Educação Física escolar
no Brasil. A depender da tendência pedagógica dominante
em cada período, o corpo foi objeto de inspeção sanitária,
instrumento de preparação militar, unidade de produçãoesportiva ou meio de expressão e transformação social. A
pedagogia da Educação Física, portanto, não pode ser
entendida de forma neutra: ela carrega intencionalidades
políticas, sociais e culturais. Com base no estudo das
tendências pedagógicas da Educação Física brasileira,
analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa
correta:
I. A tendência Higienista instrumentalizava o corpo como
símbolo da pureza e da ordem, reforçando práticas de exclusão
e disciplinamento.
II. A tendência Militarista enfatizava o corpo como ferramenta
bélica e reforçava o nacionalismo e o controle autoritário.
III. A tendência Esportivista introduziu a ideia de saúde como
construção coletiva e combate ao sedentarismo por meio da
inclusão.
IV. A tendência Popular propõe uma ressignificação do corpo
como expressão da cultura e da identidade dos sujeitos sociais.
O grupo de países emergentes que, em 2014, formalizou
a criação do Novo Banco de Desenvolvimento para
financiamento de infraestrutura sustentável é conhecido
como:
O condutor de veículo só poderá fazer uso de buzina,
desde que em toque breve, nas seguintes situações:
I. Para fazer as advertências necessárias a fim de evitar
sinistros.
II. Fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a
um condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo.
III. Entre as vinte e duas e as seis horas.