BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Geografia: ensino fundamental e médio. Brasília-DF: Ministério da Educação. MEC, 2018. p.361.
A fim de superar a aprendizagem descritiva, o componente Geografia da BNCC é dividido em unidades temáticas comuns ao longo do Ensino Fundamental.
A unidade que aborda noções de pertencimento e identidade é:
I. O princípio da personalização diz respeito à adaptação dos processos e práticas aos diferentes ritmos e necessidades de cada pessoa e / ou grupo, a fim de que todos tenham oportunidades.
II. O princípio da colaboração está relacionado ao fato de que a aprendizagem acontece em ambientes sociais complexos e dinâmicos, que congregam interesses e grupos em comum.
III. O princípio da orientação se relaciona com a aprendizagem que ocorre com pessoas ou profissionais mais experientes (professores, tutores, colegas em estágio mais avançado) em questões em que não se consegue chegar individualmente e / ou em grupos de pares.
Estão corretas as afirmativas
( ) Na rotação por estações, os estudantes são organizados em grupos, e cada um realiza uma tarefa seguindo os objetivos estabelecidos pelo professor.
( ) O modelo flexível é aquele em que os professores propõem atividades opcionais, as quais os alunos podem decidir as que mais lhes interessam.
( ) A sala de aula invertida é quando a teoria é estudada previamente em casa, no formato on‑line, e a sala de aula é reservada para resolução de atividades, discussões e tira‑dúvidas.
( ) O laboratório rotacional é o modelo indicado para escolas que dispõem de laboratórios de informática com aceso à internet que dividem seu espaço com outras escolas sem esses acampamentos.
Assinale a sequência correta.
Sobre essa teoria, é correto afirmar:
De acordo com a Base Curricular, o objeto de conhecimento “Transformações do espaço na sociedade urbano-industrial” está inserido em qual unidade temática da Geografia?
Read the following text to answer the question.
By Leo Selivan
In this article, informed by the Lexical Approach, I reflect on grammar instruction in the classroom […]. I consider the problems with ‘traditional’ grammar teaching before arguing that what we actually need is more grammar input as well as showing how lexis can provide necessary ‘crutches’ for the learner.
Lexis = vocabulary + grammar
The shift in ELT from grammar to lexis mirrors a similar change in the attitude of linguists. In the past linguists were preoccupied with the grammar of language; however the advances in corpus linguistics have pushed lexis to the forefront. The term ‘lexis’, which was traditionally used by linguists, is a common word these days and frequently used even in textbooks.
Why use a technical term borrowed from the realm of linguistics instead of the word ‘vocabulary’? Quite simply because vocabulary is typically seen as individual words (often presented in lists) whereas lexis is a somewhat wider concept and consists of collocations, chunks and formulaic expressions. It also includes certain patterns that were traditionally associated with the grammar of a language, e.g. If I were you…, I haven’t seen you for ages etc.
Recognising certain grammar structures as lexical items means that they can be introduced much earlier, without structural analysis or elaboration. Indeed, since the concept of notions and functions made its way into language teaching, particularly as Communicative Language Teaching (CLT) gained prominence, some structures associated with grammar started to be taught lexically (or functionally). I’d like to is not taught as ‹the conditional› but as a chunk expressing desire. Similarly many other ‹traditional› grammar items can be introduced lexically relatively early on.
Less grammar or more grammar?
You are, no doubt, all familiar with students who on one hand seem to know the ‘rules’ of grammar but still fail to produce grammatically correct sentences when speaking or, on the other, sound unnatural and foreign-like even when their sentences are grammatically correct. Michael Lewis, who might be considered the founder of the Lexical Approach, once claimed that there was no direct relationship between the knowledge of grammar and speaking. In contrast, the knowledge of formulaic language has been shown by research to have a significant bearing on the natural language production.
Furthermore, certain grammar rules are practically impossible to learn. Dave Willis cites the grammar of orientation (which includes the notoriously difficult present perfect and the uses of certain modal verbs) as particularly resistant to teaching. The only way to grasp their meaning is through continuous exposure and use.
Finally, even the most authoritative English grammars never claim to provide a comprehensive description of all the grammar, hence the word ‘introduction’ often used in their titles (for instance, Huddleston & Pullum’s A Student’s Introduction to English Grammar or Halliday’s An Introduction to Functional Grammar).
If grammarians do not even attempt to address all areas of grammar, how can we, practitioners, cover all the aspects of grammar in our teaching, especially if all we seem to focus on is a limited selection of discrete items, comprised mostly of tenses and a handful of modal verbs? It would seem that we need to expose our students to a lot of naturally occurring language and frequently draw their attention to various grammar points as they arise.
For example, while teaching the expression fall asleep / be asleep you can ask your students:
• Don’t make any noise – she’s fallen asleep.
• Don’t make any noise – she’s asleep.
What does’s stand for in each of these cases (is or has)?
One of the fathers of the Communicative Language Teaching Henry Widdowson advocated using lexical items as a starting point and then ‘showing how they need to be grammatically modified to be communicatively effective’ (1990:95). For example, when exploring a text with your students, you may come across a sentence like this:
• They’ve been married for seven years.
You can ask your students: When did they get married? How should you change the sentence if the couple you are talking about is no longer married?
The above demonstrates how the teacher should be constantly on the ball and take every opportunity to draw students’ attention to grammar. Such short but frequent ‘grammar spots’ will help to slowly raise students’ awareness and build their understanding of the English grammar system.
[…]
Conclusion
So is there room for grammar instruction in the classroom? Certainly yes. But the grammar practice should always start with the exploitation of lexical items. Exposing students to a lot of natural and contextualised examples will offer a lexical way into the grammar of the language.
To sum up, grammar should play some role in language teaching but should not occupy a big part of class time. Instead grammar should be delivered in small but frequent portions. Students should be encouraged to collect a lot of examples of a particular structure before being invited to analyse it. Hence, analysis should be preceded by synthesis.
Lastly, language practitioners should bear in mind that grammar acquisition is an incremental process which requires frequent focus and refocus on the items already studied.
Available at: https://www.teachingenglish.org.uk/professionaldevelopment/teachers/knowing-subject/articles/grammar-vs-lexisor-grammar-through. Accessed on: April 29, 2024.
Na perspectiva de observação, considerando uma pessoa no fundo da quadra, de frente para a rede, o atleta da posição quatro estaria
Acerca desses contextos e sua relação com o estudante, analise as afirmativas a seguir.
I. Para ser significativo, o contexto deve estar relacionado somente ao cotidiano do estudante.
II. Para ser significativo, o contexto pode estabelecer relação entre o conceito estudado e diferentes temas matemáticos.
III. Para ser significativo, o contexto pode estabelecer relação entre o conceito estudado e demais componentes curriculares.
Estão corretas as afirmativas
Qual das alternativas a seguir descreve uma medida de proteção que pode ser implementada para mitigar esses riscos?
Exemplos podem inspirar Porto Alegre e outras cidades brasileiras, mas especialistas defendem que cada local adapte as soluções para sua realidade
Cidades‑esponja, telhados verdes, diques extensos, túneis e reservatórios subterrâneos são algumas das soluções que países ao redor do mundo adotam para lidar com o desafio das inundações. Embora haja lições valiosas e exemplos inspiradores que podem ser usados em Porto Alegre e em outras cidades brasileiras, especialistas ressaltam a importância de cada local encontrar suas próprias soluções.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/um‑so‑planeta/noticia/2024/05/19/dos‑eua‑ao‑japao‑mecanismos‑contra‑ enchentes‑podem‑servir‑de‑licao‑para‑tragedia‑do‑rio‑grande‑do‑sul.ghtml (adaptado). Acesso em: 18 de jun. 2024.
São objetivos dos mecanismos utilizados para redução das enchentes:
A Lei Federal nº 14.133/2021, Lei de Licitações e Contratos Administrativos, estabelece que são modalidades de licitação: pregão; concorrência; concurso; leilão; e diálogo competitivo.
Nesse contexto, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando as modalidades de licitação à sua definição de acordo com essa Lei.
COLUNA I
1. Pregão
2. Concorrência
3. Concurso
4. Leilão
5. Diálogo competitivo
COLUNA II
( ) Modalidade de licitação obrigatória para aquisição de bens e serviços comuns, cujo critério de julgamento poderá ser o de menor preço ou o de maior desconto.
( ) Modalidade de licitação para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, cujo critério de julgamento será o de melhor técnica ou conteúdo artístico.
( ) Modalidade de licitação para contratação de obras, serviços e compras em que a Administração Pública realiza diálogos com licitantes previamente selecionados mediante critérios objetivos, com o intuito de desenvolver uma ou mais alternativas capazes de atender às suas necessidades, devendo os licitantes apresentar proposta final após o encerramento dos diálogos.
( ) Modalidade de licitação para alienação de bens imóveis ou de bens móveis inservíveis ou legalmente apreendidos a quem oferecer o maior lance.
( ) Modalidade de licitação para contratação de bens e serviços especiais e de obras e serviços comuns e especiais de engenharia.
Assinale a sequência correta.
COLUNA I
1. Ataques de engenharia reversa
2. Phishing
COLUNA II
( ) Tentativas de induzir indivíduos a divulgar informações confidenciais, como senhas e informações financeiras, geralmente por meio de e-mails falsos ou páginas da web fraudulentas.
( ) Técnica utilizada para inserir códigos maliciosos em sistemas ou redes, a fim de causar danos ou roubar informações.
( ) Tipo de ataque que busca obter informações sensíveis por meio de técnicas de manipulação psicológica, muitas vezes explorando a confiança das vítimas.
Assinale a sequência correta.
Portanto, a BNCC classifica a Educação Física na área de conhecimento de
É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos ________ anos de idade.
BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Art. 6º.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no texto apresentado.
Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A medicalização é o que pode se produzir no momento em que se reduz as dificuldades, impasses e complexidades da vida a determinismos orgânicos.
PORQUE
II. A medicalização, como um procedimento generalizado nas escolas, pode favorecer a ocorrência de um processo de homogeneização, aplacando com isso conflitos, medos e angústias existentes no contexto escolar. Junto a isso, o potencial transformador de tais situações também perde força.
Assinale a alternativa correta.
Faltando menos de 100 dias para o início dos Jogos Olímpicos, governo francês toma nova medida para auxiliar no processo de limpeza do rio, que sediará provas da competição.
O governo francês anunciou mais uma medida para ajudar a limpar o rio Sena, a menos de 100 dias para o início dos Jogos Olímpicos. O rio, um dos grandes pontos turísticos da capital francesa, será a sede de provas olímpicas e paralímpicas. A nova medida consiste num tanque gigante de água, um reservatório escavado junto à estação ferroviária de Austerlitz, em Paris, que tem como objetivo recolher o excesso de água da chuva e evitar que águas residuais carregadas de bactérias entrem no Sena.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/sports/ especializados/as‑vesperas‑da‑olimpiada‑franca‑inaugura ‑tanque‑gigante‑para‑limpar‑o‑rio‑sena‑1.3524022. Acesso em: 18 jun. 2024.
[...] a degradação dos rios pode ser identificada pelos indicadores de degradação, como, por exemplo, o processo histórico e o uso da vegetação ciliar nos levantamentos das seções transversais no campo.
CUNHA, Sandra Batista; GUERRA, Antônio José Teixeira. A questão ambiental: diferentes abordagens. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. p. 226.
A situação observada em Paris evidencia parte de um processo em relação aos rios urbanos europeus na contemporaneidade, exemplificado pela