Questões de Concursos

selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.

Publicidade
No que se refere às causas primeiras, analise as proposições abaixo.

I. São ontológicas porque definem as condições sem as quais um ser não pode existir nem ser pensado; as causas primeiras garantem, simultaneamente, a realidade e a racionalidade das coisas.
II. São aquelas que explicam o que a essência é e também a origem e o motivo da sua existência.
III. Nos dizem o que é, como é, por que é e para que é uma coisa. São quatro as causas primeiras.

Está correto o que se afirma em
Em relação às competências e habilidades do currículo do Distrito Federal para o componente curricular de filosofia no Ensino Médio e para a área de ciências humanas e sociais aplicadas no Ensino Médio, julgue o item.

Enquanto aprendizes da filosofia, os estudantes devem saber articular e movimentar os conhecimentos e as hipóteses sobre o mundo e suas transformações por meio do próprio pensamento, identificando e formulando problemas.
O filósofo empirista John Locke (1632-1704) buscou em sua obra Ensaio sobre o entendimento humano estabelecer a essência, a origem e o alcance do conhecimento. Sendo um crítico do racionalismo, parte do pressuposto de que o conhecimento verdadeiro deriva da experiência. Tendo no horizonte o pensamento de Locke, assinale a alternativa INCORRETA.
A filosofia pré-socrática é caracterizada pela preocupação cosmológica, concentrando-se na busca do princípio (monismo) ou dos princípios (pluralismo) capaz(es) de explicar o mundo natural.
São filósofos pluralistas:

O filósofo Auguste Comte(1798 - 1857) preenche sua doutrina com uma imagem do progresso social na qual se conjugam ciência e política: a ação política deve assumir o aspecto de uma ação científica e a política deve ser estudada de maneira científica (a física social). Desde que a Revolução Francesa favoreceu a integração do povo na vida social, o positivismo obstina-se no programa de uma comunidade pacífica. E o Estado, instituição do reino absoluto da lei”, é a garantia da ordem que impede o retorno potencial das revoluções e engendra o progresso.

RUBY, C. Introdução à filosofia política. São Paulo: Unesp, 1998 (adaptado).

A característica do Estado positivo que lhe permite garantir não só a ordem, como também o desejado progresso das nações, é ser

Considere a seguinte proposição: "A história da filosofia pode ser compreendida como uma reconfiguração contínua das formas de pensar a realidade, o conhecimento e o próprio sujeito". Com base nessa afirmação e na tradição filosófica, identifique a alternativa correta.
A filosofia grega parece começar com uma ideia absurda, com a proposição: a água é a origem e a matriz de todas as coisas. Será mesmo necessário deter-nos nela e levá-la a sério? Sim, e por três razões: em primeiro lugar, porque essa proposição enuncia algo sobre a origem das coisas; em segundo lugar, porque o faz sem imagem e fabulação; e enfim, em terceiro lugar, porque nela, embora apenas em estado de crisálida, está contido o pensamento: Tudo é um.

NIETZSCHE, F. Crítica moderna. In: Os pré-socráticos. São Paulo: Nova Cultural, 1999.

O que, de acordo com Nietzsche, caracteriza o surgimento da filosofia entre os gregos?

Afirmar que seres humanos possuem livre-arbítrio para agir é afirmar que:

Os verdadeiros valores éticos, independentemente de quaisquer sistemas em que se integrem, são aqueles que:
“O ser-para-o-fim não é o resultado de uma deliberação repentina e irregular, mas faz parte essencial do ser-jogado do ser-aí, tal como se revela, em um ou outro modo, na situação emotiva [...]”
Fonte: Heidegger. Ser e Tempo. In: Reali, G. & Antiseri, D. História da Filosofia – De Nietzsche à Escola de Frankfurt. Volume 6. São Paulo: Paulus, 2023.

Assinale a única alternativa que NÃO apresenta incorreções, dentro da filosofia existencialista de Heidegger:

“Com a expressão vita activa, pretendo designar três atividades humanas fundamentais: labor, trabalho e ação. Trata-se de atividades fundamentais porque a cada uma delas corresponde uma das condições básicas mediante as quais a vida foi dada ao homem na Terra” (ARENDT, Hannah. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2007).


Considerando o trecho apresentado, são atividades humanas fundamentais que correspondem à condição humana da pluralidade e que, por conseguinte, constituem-se como a condição de toda vida política:


I. Labor.


II. Trabalho.


III. Ação.


Quais estão corretas?

Na BNCC, o Ensino Médio está organizado em quatro áreas do conhecimento. O currículo do ensino médio será composto pela Base Nacional Comum Curricular e por itinerários formativos, que deverão ser organizados por meio da oferta de diferentes arranjos curriculares, conforme a relevância para o contexto local e a possibilidade dos sistemas de ensino, a saber:
I. Linguagens e suas tecnologias. II. Matemática e suas tecnologias. III. Ciências da natureza e suas tecnologias. IV. Ciências humanas e sociais aplicadas. V. Formação técnica e profissional.
Marque a alternativa CORRETA:
Sobre a filosofia, assinale a alternativa correta.

“Como as pessoas que infringem as leis parecem injustas e as cumpridoras da lei parecem justas, evidentemente todos os atos conforme à lei são justos no sentido de as leis visarem ao interesse comum a todas as pessoas, de tal forma que chamamos justos os atos que tendem a produzir e preservar a felicidade para a comunidade política; e a lei determina igualmente que ajamos como homens corajosos, como homens moderados, como homens amáveis e assim por diante em relação às outras formas de virtudes, impondo a prática de certos atos e proibindo outros.”

ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco, 1129b. Trad. bras. Mario da Gama Kury. – 4 ed. Brasília: Editora da UnB, 2001 – Adaptado.


Segundo a citação acima, é correto concluir que

Sentimos que toda satisfação de nossos desejos advinda do mundo assemelha-se à esmola que mantém hoje o mendigo vivo, porém prolonga amanhã a sua fome. A resignação, ao contrário, assemelha-se à fortuna herdada: livra o herdeiro para sempre de todas as preocupações.

SCHOPENHAUER, A. Aforismo para a sabedoria da vida. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

O trecho destaca uma ideia remanescente de uma tradição filosófica ocidental, segundo a qual a felicidade se mostra indissociavelmente ligada à

Algo que me deixava irritado era a improdutiva polêmica se cinema é arte ou não: já não me irrito, porque percebi que os que dizem não, o fazem apenas por esporte. O esporte de irritar os outros. Todo filme em potencial faz pensar. Do mais bobo ao mais hermético. E o mais bobo pode ser muito mais filosófico do que o hermético. Entretanto, quando a função é exclusivamente entreter, ainda que faça pensar (acidentalmente), será mais pobre. Então, se a função é de saída pensar, a chance de ser mais rico é maior.
(Paranhos, 2003.In: Revista Filosofia, Ciência & Vida. Nº 4. Editora Escala Educacional, p. 56.)
Em pouco tempo o cinema se tornou uma indústria; e hoje não podemos falar sobre ela sem mencionarmos a indústria cultural. Nos deparamos, às vezes, com uma banalização generalizada e com uma crescente padronização dos produtos culturais, que cada vez mais se apresentam simplificados. Na lógica da indústria cultural:
Texto I

“(...) concebo umas particularidades referentes aos números, às figuras, aos movimentos e a outras coisas semelhantes, cuja verdade se revela com tanta evidência e se acorda tão bem com minha natureza que, quando começo a descobri-las, não me parece que aprendo algo de novo, mas, antes, que me recordo de algo que já sabia anteriormente, isto é, que percebo coisas que estavam já no meu espírito, embora eu ainda não tivesse voltado meu pensamento para elas.

E o que, aqui, estimo mais considerável é que eu encontro em mim uma infinidade de ideias de certas coisas que não podem ser consideradas um puro nada, embora talvez elas não tenham nenhuma existência fora do meu pensamento, e que não são fingidas por mim, conquanto esteja em minha liberdade pensá-las ou não pensá-las; mas elas possuem suas naturezas verdadeiras e imutáveis.”

(DESCARTES, René. Meditações Metafísicas. Tradução de Maria Ermantina Galvão. São Paulo: Martins Fontes, 2005. p.98-97)

Texto II

“Consiste numa opinião estabelecida entre alguns homens que o entendimento comporta certos princípios inatos, certas noções primárias (...). Seria sufi ciente para convencer os leitores, sem preconceito da falsidade desta hipótese, se pudesse apenas mostrar como os homens, simplesmente pelo uso de suas faculdades naturais, podem adquirir todo conhecimento que possuem, sem ajuda de quaisquer impressões inatas, e podem alcançar a certeza, sem quaisquer destas noções ou princípios originais.”

(LOCKE, John. Ensaio acerca do entendimento humano. Tradução de Anoar Aiex e E. Jacy Monteiro. 2.ed. São Paulo: Brasil Cultural, 1978. p.145. (Coleção Os pensadores)
Karl-Otto Apel e Jurgen Habermas, ao desenvolver uma ética do discurso, tentam articular uma teoria ética para uma civilização tecnológica e científica que, com a globalização, lida com problemas universais. A fundamentação dessa ética, em Apel e Habermas, encontra-se no discurso.
Sobre a ética do discurso de Apel e Habermas, podemos AFIRMAR:
No que se refere à filosofia moral de Kant, assinale a alternativa INCORRETA.
Sobre o poder, abordado por Foucault, assinale a alternativa correta.
Página 90
Publicidade