A partir do final dos anos 70 do século XX, novos atores sociais na cena política, protagonizados pelos movimentos populares, sobretudo os ligados ao gênero e à etnia, passaram a reivindicar uma maior participação e reconhecimento de seus direitos de cidadania. Entre esses movimentos sociais, podemos indicar o movimento indigenista, que reivindica, do governo, a demarcação das terras indígenas e o direito à sua própria cultura, e os movimentos de consciência negra, que lutam, em todo o país, contra quaisquer formas de preconceito e discriminação racial, bem como pelo direito à diferença, pautada no estudo e valorização de aspectos da cultura afro‑brasileira.

FERNANDES, José Ricardo Oriá. Ensino de História e diversidade cultural: desafios e possibilidades. Cad. Cedes, Campinas, vol. 25, n. 67, p. 378‑388, set./dez. 2005. Disponível em: http://www.scielo. br/pdf/ccedes/v25n67/a09v2567.pdf. p. 381. Acesso em: 18 jun. 2024.

Nesse contexto, inicia-se a necessidade da valorização da diversidade étnico‑cultural no sistema educacional brasileiro, inserindo temáticas e conteúdos programáticos sobre a História da África, da cultura africana, afro-brasileira e indígena nos currículos.
Sobre o ensino de História e cultura africana e afro‑brasileira na Educação Básica, assinale a alternativa correta.
De acordo com a obra de Morin “Os sete saberes necessários à Educação do Futuro” (2000), constituem-se eixos e, ao mesmo tempo, caminhos que se abrem a todos os que pensam e fazem educação, e que estão preocupados com o futuro das crianças e adolescentes, exceto:
Na perspectiva da investigação matemática, o professor tem um papel importante na aula, mas esse papel é diferente do desempenhado na aula tradicional.
Acerca do que o professor deve fazer na aula de investigação, assinale a alternativa correta.
Em 1994, uma importante declaração estabeleceu como princípio que as escolas do ensino regular devem receber todos os alunos, combatendo toda e qualquer situação discriminatória de crianças e jovens com necessidades especiais, em situação de rua, trabalhadoras, superdotadas, em desvantagem social e até mesmo aqueles estudantes que apresentam diferenças linguísticas, étnicas ou culturais.
A declaração a que se refere o texto é a Declaração
Ao realizar a leitura do Referencial Curricular dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, uma professora observou que poderia desenvolver diversos trabalhos, a partir de parlendas, quadras, quadrinhas, trava-línguas, canções e cantigas, para sua turma do 2º ano.
Esses gêneros textuais estão previstos em qual campo de atuação?
Sob a perspectiva da análise de erros, apresentada por Cury (2007), analise as afirmativas a seguir.

I. O erro se constitui como um conhecimento e reflete um saber que o aluno possui. O professor deve, ao identificá‑lo, elaborar estratégias didáticas que levem o aluno a desestabilizá‑lo e rever suas respostas.
II. O professor, ao identificar um erro, deve deixar claro que está errado e mostrar a forma correta, e em seguida orientar o aluno a fazer uma série de exercícios semelhantes.
III. O professor, ao detectar um erro, deve verificar se ele é fruto de uma dificuldade individual ou coletiva, para determinar como será o atendimento e o melhor momento de realizá‑lo.

Estão corretas as afirmativas
Segundo o Referencial Curricular de Montes Claros do Ensino Fundamental Anos Finais, com o intuito didático, o componente curricular Educação Física foi dividido em sete unidades temáticas: Brincadeira e Jogos; Esportes; Ginásticas; Danças; Lutas; Práticas Corporais de Aventura; e Movimento e Saúde.
Sobre a unidade temática Movimento e Saúde, assinale a alternativa correta.
O Ensino Fundamental, com nove anos de duração, é a etapa mais longa da Educação Básica, atendendo estudantes entre 6 e 14 anos de idade. Nessa faixa etária, crianças e adolescentes passam por uma série de mudanças relacionadas a aspectos físicos, cognitivos, afetivos, sociais, emocionais, entre outros, o que impõe desafios à elaboração de currículos para essa etapa de escolarização.

Sobre essa etapa de escolarização, a Base Nacional Comum Curricular normatiza que
De acordo com Dalgalarrondo (2019), são fenômenos que se relacionam com o transtorno do espectro autista, exceto:
A Política Nacional de Avaliação e Exames da Educação Básica, orientada pelos dispostos na Base Nacional Comum Curricular e na atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, foi regulamentada pelo Decreto nº 9.432, de 29 de junho de 2018.
De acordo com o Decreto nº 9.432/2018, integram essa Política de Avaliação e Exames da Educação Básica:
Ao longo das últimas décadas, o reconhecimento da responsabilidade da sociedade em promover a igualdade tem crescido gradativamente, mas ainda existem demandas quando o assunto é exclusão social. Quando se analisa o histórico e a formação social de países colonizados, como o Brasil, alguns grupos se destacam no processo de marginalização.
Inclusão, como um paradigma de sociedade, é
De acordo com o Referencial Curricular dos Anos Finais do Ensino Fundamental da Secretaria Municipal de Educação de Montes Claros, entre as competências específicas da Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental está “compreender a língua como fenômeno cultural, histórico, social, variável, heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo-a como meio de construção de identidades de seus usuários e da comunidade a que pertencem”.

Em um diagnóstico de aprendizagem, o analista curricular precisa identificar a natureza das dificuldades de uso da Língua Portuguesa.

Nesse contexto, relacione a COLUNA I à COLUNA II, associando os conceitos apresentados no texto com as suas respectivas descrições.

COLUNA I
1. Fenômeno cultural
2. Variação linguística
3. Identidade linguística

COLUNA II
A. Refere-se à compreensão da língua como uma expressão das tradições, crenças e valores de uma sociedade.
B. Reconhece a diversidade de formas de expressão dentro de uma língua, influenciada por fatores geográficos, sociais e históricos.
C. Envolve a maneira como os falantes se identificam com sua língua, refletindo sua relação pessoal e coletiva com ela.

Assinale a alternativa que associa corretamente cada conceito à sua descrição correspondente.
De acordo com a BNCC, nos anos finais do Ensino Fundamental, percebe-se que o estudante, mais amadurecido, evolui progressivamente sua capacidade de abstração e autonomia de ação e de pensamento. Uma das ferramentas que o professor aplica nesse processo evolutivo do discente é a experimentação científica.

Considere que, em uma atividade experimental, o professor, após queimar uma esponja de aço, fez várias indagações aos estudantes, dentre elas:

• Por que a massa da esponja aumentou com a queima?
• Quais os possíveis produtos formados?
• É possível determinar a massa dos produtos formados?

Avaliando o contexto da experiência praticada, qual habilidade ou domínio são desenvolvidos pelo estudante?
Com relação à manipulação de tabelas no Microsoft Word, assinale a alternativa incorreta.
No terceiro bimestre do 7º ano, a professora de Ensino Religioso promoveu uma atividade em grupo para tratar da temática “A origem e formação dos textos sagrados nos monoteísmos – Judaísmo, Cristianismo e Islamismo”. Cada grupo foi orientado a pesquisar e preparar uma apresentação criativa sobre as diferenças e proximidades entre os livros sagrados dessas tradições. Ao final das apresentações, a professora propôs um jogo, no qual os alunos deveriam identificar a resposta correta sobre as diferenças e proximidades sobre os textos sagrados dessas tradições.
Considerando esse contexto, assinale a alternativa que apresenta as diferenças e proximidades sobre os textos sagrados dessas tradições.
O Referencial Curricular do Ensino Fundamental Anos Finais de Montes Claros apresenta como objetivo geral o entendimento da cultura corporal de movimentos como objeto de conhecimento da Educação Física, compreendendo o movimento humano para além de sua dimensão neuromotora, valorizando e legitimando os sentidos e significados construídos social e culturalmente como elementos constitutivos das diversas formas de ação e expressão corporais humanas.
Nesse sentido, a escola tem o dever de

Read the following text to answer the question.


By Leo Selivan


In this article, informed by the Lexical Approach, I reflect on grammar instruction in the classroom […]. I consider the problems with ‘traditional’ grammar teaching before arguing that what we actually need is more grammar input as well as showing how lexis can provide necessary ‘crutches’ for the learner.


Lexis = vocabulary + grammar


The shift in ELT from grammar to lexis mirrors a similar change in the attitude of linguists. In the past linguists were preoccupied with the grammar of language; however the advances in corpus linguistics have pushed lexis to the forefront. The term ‘lexis’, which was traditionally used by linguists, is a common word these days and frequently used even in textbooks.


Why use a technical term borrowed from the realm of linguistics instead of the word ‘vocabulary’? Quite simply because vocabulary is typically seen as individual words (often presented in lists) whereas lexis is a somewhat wider concept and consists of collocations, chunks and formulaic expressions. It also includes certain patterns that were traditionally associated with the grammar of a language, e.g. If I were you…, I haven’t seen you for ages etc.


Recognising certain grammar structures as lexical items means that they can be introduced much earlier, without structural analysis or elaboration. Indeed, since the concept of notions and functions made its way into language teaching, particularly as Communicative Language Teaching (CLT) gained prominence, some structures associated with grammar started to be taught lexically (or functionally). I’d like to is not taught as ‹the conditional› but as a chunk expressing desire. Similarly many other ‹traditional› grammar items can be introduced lexically relatively early on.


Less grammar or more grammar?


You are, no doubt, all familiar with students who on one hand seem to know the ‘rules’ of grammar but still fail to produce grammatically correct sentences when speaking or, on the other, sound unnatural and foreign-like even when their sentences are grammatically correct. Michael Lewis, who might be considered the founder of the Lexical Approach, once claimed that there was no direct relationship between the knowledge of grammar and speaking. In contrast, the knowledge of formulaic language has been shown by research to have a significant bearing on the natural language production.


Furthermore, certain grammar rules are practically impossible to learn. Dave Willis cites the grammar of orientation (which includes the notoriously difficult present perfect and the uses of certain modal verbs) as particularly resistant to teaching. The only way to grasp their meaning is through continuous exposure and use.


Finally, even the most authoritative English grammars never claim to provide a comprehensive description of all the grammar, hence the word ‘introduction’ often used in their titles (for instance, Huddleston & Pullum’s A Student’s Introduction to English Grammar or Halliday’s An Introduction to Functional Grammar).


If grammarians do not even attempt to address all areas of grammar, how can we, practitioners, cover all the aspects of grammar in our teaching, especially if all we seem to focus on is a limited selection of discrete items, comprised mostly of tenses and a handful of modal verbs? It would seem that we need to expose our students to a lot of naturally occurring language and frequently draw their attention to various grammar points as they arise.


For example, while teaching the expression fall asleep / be asleep you can ask your students:


• Don’t make any noise – she’s fallen asleep.

• Don’t make any noise – she’s asleep.


What does’s stand for in each of these cases (is or has)?


One of the fathers of the Communicative Language Teaching Henry Widdowson advocated using lexical items as a starting point and then ‘showing how they need to be grammatically modified to be communicatively effective’ (1990:95). For example, when exploring a text with your students, you may come across a sentence like this:


They’ve been married for seven years.


You can ask your students: When did they get married? How should you change the sentence if the couple you are talking about is no longer married?


The above demonstrates how the teacher should be constantly on the ball and take every opportunity to draw students’ attention to grammar. Such short but frequent ‘grammar spots’ will help to slowly raise students’ awareness and build their understanding of the English grammar system.

[…]


Conclusion


So is there room for grammar instruction in the classroom? Certainly yes. But the grammar practice should always start with the exploitation of lexical items. Exposing students to a lot of natural and contextualised examples will offer a lexical way into the grammar of the language.


To sum up, grammar should play some role in language teaching but should not occupy a big part of class time. Instead grammar should be delivered in small but frequent portions. Students should be encouraged to collect a lot of examples of a particular structure before being invited to analyse it. Hence, analysis should be preceded by synthesis.


Lastly, language practitioners should bear in mind that grammar acquisition is an incremental process which requires frequent focus and refocus on the items already studied.



Available at: https://www.teachingenglish.org.uk/professionaldevelopment/teachers/knowing-subject/articles/grammar-vs-lexisor-grammar-through. Accessed on: April 29, 2024.

As far as grammar instruction is considered, the author of this text, who is a teacher, contends that
A tecnologia traz hoje a integração de todos os espaços e tempos. O ensinar e aprender acontece numa interligação simbiótica, profunda, constante entre o mundo físico e o mundo digital. Não são dois mundos ou espaços, mas um espaço estendido, uma sala de aula ampliada, que se mescla, hibridiza constantemente. A mescla entre sala de aula e ambientes virtuais é fundamental para abrir a escola para o mundo e para trazer o mundo para dentro da escola.
As metodologias ativas são pontos de partida para evoluir para processos mais avançados de reflexão, pois
A validação de dados no Microsoft Excel é uma ferramenta poderosa para garantir a precisão e consistência dos dados inseridos em uma planilha.
Nesse contexto, sobre validação de dados no Excel, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

(    ) A validação de dados permite definir regras de formatação condicional para destacar automaticamente células que atendam a determinados critérios.
(    ) A validação de dados permite definir restrições para os valores que podem ser inseridos em uma célula, como valores numéricos, datas, listas pré-definidas ou fórmulas específicas.
(    ) A validação de dados permite criar uma lista suspensa de opções para uma célula, facilitando a seleção de um valor válido a partir de uma lista pré-definida, o que ajuda a evitar erros de digitação.

Assinale a sequência correta.
O Referencial Curricular do Sistema Municipal de Ensino de Montes Claros, mais do que um documento teórico-metodológico, é a expressão de um currículo escolar abrangente e disposto a discutir temáticas inerentes à contemporaneidade e a uma sociedade em permanente transformação.

Analise as afirmativas a seguir, que mencionam aspectos relativos à elaboração e composição do Referencial Curricular de Montes Claros.

I. O documento foi elaborado pelos analistas curriculares, tendo em vista seu caráter técnico e metodológico. Uma vez finalizado, os supervisores de ensino e os professores foram chamados a participar, responsabilizando-se por sua implementação em cada regional de ensino.
II. O Referencial é constituído por uma dimensão técnica e científica, caracterizada pelos conteúdos e habilidades elencados e por uma dimensão humana, traduzida por uma filosofia que estimula a formação do ser de maneira completa, como ser social e como indivíduo.
III. O documento reproduz o texto da Base Nacional Comum Curricular, de caráter normativo e obrigatório em todo o país, mantendo inalterados os códigos alfanuméricos presentes nessa Base, sem acréscimos de outros, uma vez que são utilizados nas avaliações externas.
IV. O Referencial Curricular apresenta temas transversais e temas específicos, sendo os primeiros próprios do sistema educacional do município e os outros, temas especificamente contidos na Base Nacional Comum Curricular.
V. O Referencial reitera o compromisso com uma educação pública, gratuita e de qualidade, servindo de guia para o professor desenvolver seu trabalho de maneira exitosa, com qualidade e orientado por uma proposta de trabalho objetiva e passível de ser implementada.

Estão corretas as afirmativas
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